Textos de Flores

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Fiquemos assim então:


Entre nós dois,
cabe somente as flores de um jardim.
A rua que divide as calçadas,
o lago que divide as margens.
O inverno, os galhos vazios e as folhas no chão.
Que secas, sem vida, anunciam em nós uma nova estação.
O recomeço diário de de cada manhã.
O renascer e o morrer ao fim de cada estação.

Se eu pudesse, arrancaria toda dor de ti
Se eu pudesse, traria só as belezas das flores para seus olhos
Se eu pudesse, traria mais sorrisos belos em seus lábios
Se eu pudesse, faria o sol brilhar mais
Se eu pudesse, roubaria a lua p ti contemplar
Se eu pudesse, traria suave musica para seus ouvidos
Se eu pudesse, faria as ondas do mar acariciar seus pés
Ser eu pudesse, andaria de mãos dada contigo, até mesmo na chuva
Se pudesse, dançaria descalça para ti
Se eu pudesse, te abraçaria agora e diria: vai ficar tudo bem.

—By Coelhinha

A alma contra o tempo


Quando as pétalas ⁠das flores caem pelo chão, misturando-se com as folhas que já estão sem vida; vejo uma beleza naquela simplicidade, comparo a paisagem com a vida...


O frescor, a vitalidade, tudo que o tempo vai aos poucos transformando, quanto a nós, para alguns a alma sempre mais aprimorando-se, enquanto vamos gradualmente definhando.

Devo minhas flores
ao meu constante regadio....


Sou rio que não cessa
mesmo quando a seca
ronda minhas margens...


Carrego no corpo da alma
a memória da terra dura
das rachaduras
que me exigiram
sangue, suor e lágrima...


Mas é no gesto insistente
de me regar por dentro
que brotam raízes firmes
e pétalas indomáveis
em cores que nem a noite
consegue apagar...
✍©️ @MiriamDaCosta

A Natureza é Mãe sábia e generosa,
em seu tempo paciente e produtivo
nos oferece flores e frutos,
respostas sutis para cada exigência,
mesmo diante das intempéries
das estações cada vez mais perplexas...


A Natureza é Mãe de seios fartos,
sábia na carne do tempo,
generosa até na dor dos ventos...


Ela nos despeja flores e frutos
como quem entrega remédios e bálsamos
para resistirmos ao caos crescente
das estações confusas e doentes...


A Natureza é Mãe que acolhe em silêncio,
com paciência borda o tempo,
com generosidade nos embala em flores,
nos acaricia em frutos doces,
mesmo quando o calendário se perde
nas estações que já não sabem o seu lugar...


✍©️@MiriamDaCosta

Bom dia pra Faby.

Estou sempre a lhe procurar, nos jardins mais lindos.
Nas flores mais singelas, nos perfumes mais suaves.
Te procuro na beleza mais simples, na paz mais serena.
Nos desenhos das nuvens, nas águas que correm rumo ao mar.
Mas sempre que quero lhe encontrar, te acho dentro de mim.

"O que fazer com tantas flores?


Teu gesto me encanta.
Tuas palavras perfumam meus dias.
Me perco nessa ânsia de te encontrar.
Meus pensamentos voam além desse infinito mar que nos separa a procura do seu olhar...
A distância, você consegue tocar meu coração
que pulsa e sonha com essa paixão.
Me conte seu segredo.
Me diga quem é você que colhe meus sorrisos, me beija em meus sonhos
e me faz perder a noção do tempo observando o céu da noite."
(Faby Poesias)

Meu jardim..


Em tempo de guerra, planto as minhas flores.
Decoro a estrada da vida com as flores mais belas existentes.
Gira sois ficam voltados para o leste.
As flores do campo, marcam os limites da estrada.
Orquídeas, ornamentam os quatro cantos da casa.
Um caminho de lírios conduzem ao meu interior.
Venha por ele, caminhe suave, tenha cuidado para não machucar e não se machucar.
Cheguemos juntos ao paraíso e desfrutemos deste viver em flores e odores.
Delicadeza e paz.
Saboreando a calmaria do amar, do amor.

Sentidos

As flores e as folhas estão balançando la fora suavemente ao frescor do vento da manhã, o Sol liberou mais uma vez sua energia sobre elas alimentando a magia da fotossíntese; o campo está vibrante, as borboletas com suas diversas tonalidades de cores e os pássaros com sua beleza e seus variados cantos dão vida a esse cenário lúdico; o barulho do rio é ouvido a distancia, são percebidos também pegadas de mamíferos grandes, calma! São de quatros belos cachorros que vivem se divertindo no paraíso. O tempo fechou, uma chuva bem vinda está chegando para lavar a alma da natureza. Passados pouco mais de uma hora de queda livre de aguá divina, o Sol reaparece com o seu poder de renovar, de da um brilho novo a cada movimento de sua breve passagem em direção ao oeste.
A vida, ganha vida em cada verso escrito com base no que é visto, sentido, ouvido, tocado e ao mesmo tempo aproveitado pela natureza.

Caminho entre as flores buscando uma direção. Buscando achar onde se cruzam os caminhos para o nosso encontro. Será que sonhos podem se realizar? Para onde vão aqueles que se perdem na vastidão do universo, sem nunca deixar de ferir? Como me redimir dos meus erros e viver o que mais quero? Como explicar a importância do que não se descreve?
- Marcela Lobato

⁠No imenso e infinito do universo descobri uma estrela e a nomeei de ES.CARLA.
Entre as flores mais lindas não precisei dar um nome uma já leva o seu a DÁLIA CARLA ela é linda tem uma beleza como a sua, cor das flores que surgem com muitíssimas pétalas são lindas e raras como sua beleza.
Na terra nós escolhemos um ao outro,
para vivermos um grande amor.

As Flores De Sua Estação.
















Manhã de Sol e a sua luz amarela.
Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
Quando outra vez retorna no céu.
Trazendo um outro dia dentro de sua luz.
Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo.
Como o Sol uma estação começa em uma manhã.
Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores.
Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro.
Uma estação nasce com Sol e o céu.
Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia.
Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores.
Nas suas cores e nos seus aromas.
Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação que nasce em uma manhã.
Em amarelo e azul claro.
Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza.
De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação.
Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol.
Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor.
De um amarelo claro ao alaranjado claro.
Para o céu azul também.
No tempo está essa colorida estação.
Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação aromática e delicada.
Em cada pétala de flor.
Nas cores que o Sol e o céu também têm.
A sua delicadeza entre as tantas flores permanece.
Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas.
Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos.
Que o Sol e o céu têm.
Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação.
Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos.
Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo.
Coloridas e com pétalas bonitas.
Nos galhos,cipós e no chão.
Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo.
Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas.
Como uma estação e o seu aroma sentimental.
Em plantas e nas suas outras árvores.
Com mais cores nas suas pétalas.
Com delicadas coisas de uma estação.
Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro.
Nascendo com duas cores sobre as suas flores.
Um amarelo claro e um azul assim.
Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro.
Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida.
Pétalas bonitas e delicadas.
Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas.
Uma estação que vive nos sentimentos das flores.
Colorindo os dias e o seu recomeço.
De uma manhã nas cores do Sol e do céu.
Uma estação florida e com sentimentos coloridos.
Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito.
E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares.
Não sendo distantes do Sol e nem do céu.
Nem mesmo de um amarelo e azul claro.
Ou de um alaranjado que o tempo sabe.
Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores.
Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores.
Como as que florescem mais alto.
Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado.
E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro.
E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.

Sentindo o sabor de um sonho desperto, vou caminhando por um caminho de belas flores, uma passagem de folhas bem verdes e numerosas, movimentadas gentilmente pelos ventos, algumas partes com sombra e outras iluminadas pelos raios de sol na profundidade de um simples momento, tão marcante e de muito valor

Que mexeu um pouco com o interior do meu imaginário e, agora, estás linda nos meus pensamentos, sorridente e fazendo eu ri de volta, enquanto faço estes versos e a minha inspiração vai ganhando vida com cores e formas, expressadas através das palavras e dos meus sentimentos, uma poesia provida de alma e de deslumbramento

E acompanhando o direcionamento indicado pela minha imaginação, chego a imaginar que aquele lugar florido fazia referência ao fulgor emocionante do teu coração, um lindo jardim que me serve de motivação a fazer por merecer para que o teu amor possa florescer por mim, mesmo diante da incerteza se isso vai ou não acontecer, esta poesia pôde florir.

Simplicidade


Simplicidade é isso:
Quando o textonão precisa
trazer flores nem rimas,
basta trazer a verdade.
É quando o essencial
se faz presente
sem precisar de adornos
ou artifícios.
Basta trazeres o que sentes.


Nota: esse texto é de autoria do escritor Zanin e não de Carlos D. de Andrade

Funus




Libitina levou as flores
O cheiro delas se misturou
A branca margarida,
Tingida com um vermelho vinho
O cheiro de decomposição,
Ergueu-se uma Amorphophallus titanum
Ânsia pela vida
Escolhida pela morte
Triste margarida, pobre criança


A escura penumbra
Formou-se em seu coração
Não há mais em quem confiar


Segurando a mão da mortífera Libitina
Indo em direção ao iníquo Orcus
Que crime havia cometido?
Que pecado havia transgredido?
Pelo preço de perder sua margarida:
Mors.

Há uma elegância rara em compreender sem questionar,
em permitir que cada um floresça no seu próprio tempo.
A quem percebe além, cabe a delicadeza de não invadir —
de apenas respeitar.
Nem tudo é sobre o outro.
Às vezes, é sobre batalhas internas
que não se explicam… apenas se sentem.
E, em meio aos ruídos de um mundo caótico,
que sejamos leveza na calmaria —
presença que acolhe, energia boa que, em silêncio,
ainda escolhe o bem.”** ✨

"Reflexão de Vida"


Na vida, nem tudo são flores. Quem espera só os dias bons se frustra; mas quem entende que os dias difíceis também fazem parte, não é pego de surpresa.
Até porque a vida nunca facilita; ainda assim, ela ensina a superar os obstáculos.
Afinal, a existência das dificuldades não anula a existência do que é bom,

A trilogia "Flores do Pântano", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) que inclui o título Coleção de Gravetos, aprofunda exatamente a dualidade presente no poema: a beleza que nasce do que é lamoso, denso e doloroso.

Ao conectar o poema à trilogia, percebemos que:

1. A Estética do Lodo

Assim como a "Flor do Pântano" precisa da lama para florescer, o "Santo-Anjo-Maldito" precisa do autoinpacto e do "miocárdio dilacerado" para criar. Na trilogia, Michel F.M. sugere que a arte não vem da alegria pura, mas da capacidade de transmutar o "pântano" da existência em algo que faça o mundo continuar pulsando.

2. O Artista como Colecionador de "Gravetos"

O título de um dos livros, Coleção de Gravetos, dialoga com a ideia de que o poeta não é um ser iluminado e intocável, mas alguém que junta os restos (os gravetos, as sobras, os sustos do palhaço) para acender o fogo que incendeia o próprio coração. A poesia aqui é um trabalho de catador de entulhos emocionais.

3. Anatomia e Pulsação

A trilogia reforça a linguagem biológica do autor. Se no poema ele fala em "miocárdio", em seus livros ele explora a "anatomia do impulso". O artista de Michel F.M. é um ser visceral: ele não observa a vida de longe; ele a sente nas vísceras e a devolve como arte, pagando o preço com a própria exaustão vital.

4. A Condenação e a Salvação

O termo "maldito" no poema ecoa a tradição dos poetas baudelairianos (frequentemente referenciados indiretamente em obras que usam a metáfora das "Flores"). A trilogia apresenta o pântano (a dor, o isolamento, a incompreensão) não como um lugar de onde se foge, mas como o único solo fértil para a verdadeira poesia.

Que dia Lindo, as rosas perfumam
o jardim, o vento traz o sorriso das flores.
Sinto tudo isso aqui dentro do coração.
Não tenha medo de viver seus sonhos,
talvez eles podem se tornar realidade.
Sinto o silêncio do amor, chegando e
aconchegando em minha alma. É incrível
como tudo fica mais bonito quando se esta
amando... Minha imaginação voa longe, e
com ela o amor se espalha ao vento. E
em cada novo dia eu escolho novamente
amar.

_____________________Eliana Angel Wolf

"Que a gente encontre tempo para apreciar as coisas belas da vida.
Tempo para colher as flores do jardim, tempo cara sentir o aroma do
amor que se espalha através de cada olhar, cada carinho, cada gesto
seu. Seu jeito doce e sua alma leve, me acalma. seu jeito de falar de
amor, me faz amar. Seu coração grandioso me ensinou enxergar a
grandes das pequenas coisas".