Textos de Flores

Cerca de 3477 textos de Flores

❝ ...Sou uma eterna apaixonada
pela vida, pelas flores, pelas
delicadezas e sonhos que a
vida me oferece. Trago lembranças
de dores, alegrias e sentimentos
ternos e eternos. Mais madura,
mais confiante, mais sábia. Trago
um coração repleto de amor, amores
e segredos, que só são revelados
para quem consegue despir minha
alma. Aqui só estou de passagem,
escolhi viver e ser Feliz....❞

❝...Para deixar tudo mais bonito,
basta pouco, um sorriso, um
abraço e flores colhidas no
jardim da amizade. E com
carinho e doçura espalhar
sentimentos verdadeiros e
Sorrisos sinceros...
Seja gentil, perdoe, invés
de criticar apoia. Antes de
ofender, procura compreender
os motivos. Ame, simplesmente
ame e espere em Deus...❞
╱◥◣ ╱◥█◣
︱田︱田︱︱田l田 ★..★.
------------------------------ Eliana Angel Wol

Mulheres, Flores e Paixão

Mulheres são flores que nascem no chão
mas carregam poder escondido no coração —
algumas são princesas de olhar brilhante e puro,
outras rainhas que governam com amor seguro.

A rosa vermelha bateu forte na minha alma,
quando vi seus olhos, como luar na palma
da mão que acaricia o jardim da paixão,
transformando o tempo em canção.

Ela é jasmim ao luar e cravo ao amanhecer,
é princesa que sonha, rainha que sabe esperar,
seu sorriso abre caminhos no meu peito aflito,
seu encanto é o segredo que meu coração guarda feito tesouro sagrado e infinito.

Entre flores, nuvens, estrada e silêncio… eu.

Uma pequena parte do todo.

Ele sorriu pra mim.
Ele sempre sorri…

E o meu coração sempre aquece.

Como pode criar coisas tão perfeitas e magníficas,
capazes de tocar tão fundo?

Eu só tenho a agradecer
por poder contemplar o seu íntimo.

Agradecer por sempre ter a oportunidade
de caminhar na presença do sol.

Agradecer por perceber
e me encantar com cada cor
que surge nesse longo caminho.

Por cada nuvem,
em seu formato único,
que mais me lembra um pensamento.

Por um azul tão infinito
que me traz paz.

Eu vejo e sinto,
porque também faço parte disso.

Você também.

Você também tem olhos de vida…

Se permita.

Ana Caroline Marinato

O LAGO DOS CISNES
(Fragmentos de um esquecimento lúgubre)

Vi uma casa no campo com flores silvestres e um lago de cisnes. Vi anjos de luz brincando em nuvens de algodão. Ouço vozes celestiais; elas me cobrem com um véu transparente que flutua do céu. Vejo nele respingos rubros. Olho meus dedos e vejo tinta, como gotículas de sangue que choram do meu coração. Sono. Pálpebras seladas por um esquecimento lúgubre.

Lu Lena / 2026

AROMAS DE MIM
(O despertar dos resíduos adormecidos)


Magnetizada pelo aroma das flores,
Sobrevoo os mais silenciosos recantos.
O meu pensamento vem delineando
E penetra no ar o meu encantamento.
Mais uma vez, deixo-me embalar,
Nesse sonho que mexe com o que sou.
Ele penetra fundo na minha alma,
Em busca de resíduos adormecidos.
Buscam também partículas indecisas,
Que, repentinamente, dentro de mim,
Se despertam em um novo pulsar.
São essências que ganham vida,
Misturas de um tempo guardado,
Em confusos aromas que surgem,
E que somente eu sinto.


Lu Lena / 2026

⁠O coração muitas vezes guarda cicatrizes que parecem profundas e eternas. Mas, assim como as flores que surgem após a chuva, também podemos encontrar o caminho da cura. É nesse espaço de fragilidade descobrimos a força do amor, seja ele recebido ou dado.

Curar o coração é permitir-se sentir, entrar em contato com a dor e, em seguida, com a mesma intensidade, abrir-se para a felicidade que chega em pequenas doses. É um convite a acolher as lembranças que nos formaram, mas sem deixar que elas nos definam. A cura acontece quando aprendemos a olhar para dentro com carinho, permitindo que a luz do amor ilumine nossos cantos mais escuros.

Cada gesto simples de afeto, cada palavra doce, cada sorriso sincero têm o poder de tocar nossas almas e promover a cura. É nas pequenas coisas que encontramos a magia do recomeço...

- Edna de Andrade

⁠Boa noite.
Que a delicadeza da noite te envolva
com a leveza de um sussurro.

Que as flores da tua caminhada
continuem brilhando,
mesmo quando ninguém vê.

E que a lua te lembre:
você não precisa ter todas as respostas hoje —
só descansar em paz com o que já sabe.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠
Tem dor que vira casa.
A gente decora o vazio,
rega silêncio, inventa flores na sombra.

Fica.
Por medo. Por costume. Por não saber partir.
Até que o corpo pesa, o peito chama,
e a alma, paciente, sopra:
abre a janela.

A cura não faz barulho.
Chega no banho demorado,
no café que abraça as mãos,
numa lágrima que lava o que ficou esquecido.

De repente, o que doía já não sangra.
É história — não ferida.
É marca — não prisão.

Quem te ama entende teu tempo.
O sol não some — ele espera.
E você também vai.
Ninguém mora pra sempre onde dói.

— Edna de Andrade

Há uma elegância rara em compreender sem questionar,
em permitir que cada um floresça no seu próprio tempo.
A quem percebe além, cabe a delicadeza de não invadir —
de apenas respeitar.
Nem tudo é sobre o outro.
Às vezes, é sobre batalhas internas
que não se explicam… apenas se sentem.
E, em meio aos ruídos de um mundo caótico,
que sejamos leveza na calmaria —
presença que acolhe, energia boa que, em silêncio,
ainda escolhe o bem.”** ✨

A Bela Brigeta no Caminho Florido
Era uma vez
Uma menina chamada Brigeta.
Ela amava flores.
Flores pequenas, grandes, coloridas.
Flores que dançavam com o vento
E sorriam para o sol.
Um dia, Brigeta ouviu falar
De uma trilha encantada,
Onde as flores nasciam
Como num sonho!
Curiosa, pegou seu chapéu,
Um sorriso e saiu a caminhar.
Logo na entrada,
Viu um lírio branco —
Tão puro quanto a neve!
Mais à frente,
Um narciso amarelo
Brilhava como o sol da manhã.
E, um pouquinho depois,
Uma hortênsia azul,
Azul como o céu lá no alto!
Brigeta abriu os braços e riu:
— Bem que diziam!
Neste caminho só mora a beleza!
Mas, assim que fechou a boca,
Seu olhar se encheu de encanto:
Diante dela, uma rosa vermelha,
Vermelha como o coração!
E então Brigeta pensou, suspirando:
“Como é linda a estrada da vida,
Com tantas flores
Colorindo o caminho.”

⁠Sou o nascer das flores,
o perfume leve que anuncia a PRIMAVERA.
Sou a brisa morna
que encosta de leve no fim das tardes de VERÃO.
Sou o ouro das folhas,
os tons castanhos do tempo,
o cheiro da chuva que antecede o OUTONO.
Sou o silêncio que se espalha pelas ruas,
as noites longas,
o abrigo quente das cobertas no INVERNO.
Sou o movimento invisível dos dias,
dos meses, dos anos —
o tempo em marcha constante, indiferente.
Sou aquele que muitos dizem
ter a sorte de encontrar.
Mas sou, sobretudo,
o que passa.

Soneto (parte 3)
Carta para meu lírio




Lírios azuis, flores de sonho,
Ternura que o coração sente,
Amor que não morre, não some,
Lembranças que para sempre se sentem.


No jardim da memória,
Lírios azuis florescem,
Trazendo lembranças queridas,
De momentos de amor e paz.


Seu perfume suave e doce,
Enche o ar de ternura,
Lembrando momentos felizes,
De amor e alegria pura.


Lírios azuis, símbolo de amor,
Ternura que não acaba,
Lembranças que ficam,
Mesmo quando a distância separa.

Parede do meu quarto


Eu fiz uma parede de poesias
Nela estavam as pinturas das flores que me deu.
Ali, minha alma-escrita, no silêncio íntimo, universo todo meu.
Eu fiz uma parede de poesias para registrar a vida, que aos poucos se vai, mas a memória fica.
Versos como laços, amarrando nossas alegrias, teus abraços, iluminados em cada amanhecer.

"Reflexão de Vida"


Na vida, nem tudo são flores. Quem espera só os dias bons se frustra; mas quem entende que os dias difíceis também fazem parte, não é pego de surpresa.
Até porque a vida nunca facilita; ainda assim, ela ensina a superar os obstáculos.
Afinal, a existência das dificuldades não anula a existência do que é bom,

A trilogia "Flores do Pântano", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) que inclui o título Coleção de Gravetos, aprofunda exatamente a dualidade presente no poema: a beleza que nasce do que é lamoso, denso e doloroso.

Ao conectar o poema à trilogia, percebemos que:

1. A Estética do Lodo

Assim como a "Flor do Pântano" precisa da lama para florescer, o "Santo-Anjo-Maldito" precisa do autoinpacto e do "miocárdio dilacerado" para criar. Na trilogia, Michel F.M. sugere que a arte não vem da alegria pura, mas da capacidade de transmutar o "pântano" da existência em algo que faça o mundo continuar pulsando.

2. O Artista como Colecionador de "Gravetos"

O título de um dos livros, Coleção de Gravetos, dialoga com a ideia de que o poeta não é um ser iluminado e intocável, mas alguém que junta os restos (os gravetos, as sobras, os sustos do palhaço) para acender o fogo que incendeia o próprio coração. A poesia aqui é um trabalho de catador de entulhos emocionais.

3. Anatomia e Pulsação

A trilogia reforça a linguagem biológica do autor. Se no poema ele fala em "miocárdio", em seus livros ele explora a "anatomia do impulso". O artista de Michel F.M. é um ser visceral: ele não observa a vida de longe; ele a sente nas vísceras e a devolve como arte, pagando o preço com a própria exaustão vital.

4. A Condenação e a Salvação

O termo "maldito" no poema ecoa a tradição dos poetas baudelairianos (frequentemente referenciados indiretamente em obras que usam a metáfora das "Flores"). A trilogia apresenta o pântano (a dor, o isolamento, a incompreensão) não como um lugar de onde se foge, mas como o único solo fértil para a verdadeira poesia.

⁠#O #QUE #SINTO

Chegou sem mimos...
Sem falar de flores...
Nem de badalos de sinos...
Nem de amores...

De olhar flamante...
Invasor...
Resgatou algo em mim perdido...
Sem muito esforço...
Me conquistou...

Sabendo o que sinto...
De andar compassado...
Bem barbeado...
Vestido galante...
Sedutor...
Me tocou...

Mãos grandes e fortes...
Em um arrepio...
Vi minha sorte...

Ninguém ousaria...
Dizer ser tão desfrutável...
Aceitei seu olhar...

Eu seria...
Já queria...
Me entregar...

Não precisei beber...
Para coragem ter...
Não queria conversar...
Mas sim me envolver...
Àquele olhar...
Que tudo prometia...

Empunhando uma brandura dissimulada...
Ele já prenunciava..
Cordialmente aceitava...
Sua vitória...
Que eu concedia...

Não havia por que ter resistência...
Ninguém queria...
Sem tempo...

Não era hora...
De ilusões mentidas...
De jogos e conquistas...

Tão galante...
Bom amante...
E eu ali...
Tão perdido...

Homem volátil...
Por devoção...
De cheiro forte...
Sedução...

Sabe o que sinto...
Sabe o que quero...
Não se fez de rogado...
Levou-me a sério...

Óh... céus...
Que luxúria...
Com isso...
Não posso mais lutar...

Também não quero...
É mais que preciso...
Nem é bom tanto pensar..

Nem tudo tem por quê...
Mas o que estou eu a dizer?

Bradando contra esse vício...
Me rendo...
Só ele sabe...
O que agora sinto...

Rasgando minha esperança...
Me entrego na festança...
Dentre os braços que cerrados me tem...
Já não sou mais ninguém...

Já no leito...
Em tudo me toca...
Onde sua mão alcança...
Isso em nada ...
Me amansa...

Palavras desconchavadas...
Sandices ritmadas...
Seu corpo alinhando ao meu...
Levando-me ao apogeu...

Maciez torpe...
Onde tudo sinto...
Não controlo ...
Meus gemidos...

No leito que clama...
Quem me dá...
Também me tira...
Levando à loucura...
Tamanha tontura...

Rendido, quebrado...
Pelo seus gestos de amor...
Me dou por vencido...

Um olhar lânguido...
Muitos suspiros...

Rompendo férreas algemas...
Por completo...
Ele muito sabe...
O que sinto...

Derrotado e vitorioso...
Com o estranho...
E meu ninho...
Adormeço...
Esquecido...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#QUEM?

Quem quebrou a minha taça?
Quem derramou o meu vinho?
Quem arrancou minhas flores e as lançou no caminho?

Quem para mim mentiu?
Quem me prometeu a felicidade?
Quem me devolveu o meu amor com tamanha crueldade?

Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Será que foi com alguém que por mim não teve carinho?

Quem nunca chorou só à noite?
Em puro desalento...
Quem nunca gritou ao vento,
Expurgando o sofrimento?

Quem nunca nas trevas se escondeu?
Quem nunca pediu que tivesse fim sua vergonha?
Quem nunca se surpreendeu com situação tão medonha?

Quem nunca quis a tudo esquecer?
Quem nunca até mesmo já desejou morrer?
Quando lágrimas tão pesadas...
No coração a rolar tão quentes...
E na face a escorrer?

Quem já sentiu um olhar tão gelado.
Deixando mudo seu espírito...
E o coração descompassado quase em luto?

Oh melancolia...
Profunda tristeza de garras frias...
Por que me calo diante de tanto pecado?
Que me deixa tão desassossegado...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

As Flores De Sua Estação.
















Manhã de Sol e a sua luz amarela.
Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
Quando outra vez retorna no céu.
Trazendo um outro dia dentro de sua luz.
Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo.
Como o Sol uma estação começa em uma manhã.
Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores.
Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro.
Uma estação nasce com Sol e o céu.
Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia.
Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores.
Nas suas cores e nos seus aromas.
Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação que nasce em uma manhã.
Em amarelo e azul claro.
Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza.
De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação.
Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol.
Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor.
De um amarelo claro ao alaranjado claro.
Para o céu azul também.
No tempo está essa colorida estação.
Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação aromática e delicada.
Em cada pétala de flor.
Nas cores que o Sol e o céu também têm.
A sua delicadeza entre as tantas flores permanece.
Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas.
Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos.
Que o Sol e o céu têm.
Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação.
Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos.
Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo.
Coloridas e com pétalas bonitas.
Nos galhos,cipós e no chão.
Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo.
Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas.
Como uma estação e o seu aroma sentimental.
Em plantas e nas suas outras árvores.
Com mais cores nas suas pétalas.
Com delicadas coisas de uma estação.
Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro.
Nascendo com duas cores sobre as suas flores.
Um amarelo claro e um azul assim.
Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro.
Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida.
Pétalas bonitas e delicadas.
Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas.
Uma estação que vive nos sentimentos das flores.
Colorindo os dias e o seu recomeço.
De uma manhã nas cores do Sol e do céu.
Uma estação florida e com sentimentos coloridos.
Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito.
E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares.
Não sendo distantes do Sol e nem do céu.
Nem mesmo de um amarelo e azul claro.
Ou de um alaranjado que o tempo sabe.
Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores.
Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores.
Como as que florescem mais alto.
Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado.
E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro.
E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.

​A vida nem sempre é um caminho de flores. Muitas vezes, o vento sopra forte e as dificuldades aparecem para testar a nossa paciência e a nossa fé. Mas eu aprendi uma coisa importante: quem tem raízes fortes e confia em Deus, não cai.
Mesmo diante de todas as lutas, eu decidi que me manterei firme. Não é só por mim, mas por todos aqueles que estão ao meu redor. Ser esse porto seguro para a minha família, para a Carla e para os nossos amigos é o que me dá forças todos os
Cuidar de quem a gente ama é a missão mais bonita que existe. Seja nos momentos de alegria em nossos acampamentos, ou quando o dia está cinzento, eu estarei lá. Estarei firme como aquele viaduto de ferro que a gente tanto gosta, resistente ao tempo e sempre pronto para segurar o peso que vier.


​A nossa vida em Itaipuaçu, cercada pela natureza e pelas bênçãos de Deus, é o que me renova. Olhar para as nossas flores, para o nosso cantinho e sentir a proteção dos anjos me faz ter a certeza de que nada vai nos separar e nada vai nos derrubar.
​Seguimos juntos, com o pé no chão e o coração em Deus. Onde houver dificuldade, eu levarei cuidado. Onde houver cansaço, eu serei o apoio.


DeBrunoParaCarla