Textos sobre Dor

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Não há como a tua dor não ser também a minha dor. Uma vez que Deus nos criou a todos, somos irmãos em espírito e não posso ser impassível ao sofrimento de meu semelhante.

Eu entendo a tua dor porque eu senti a mesma dor,
o frio que te congela igualmente o faz comigo,
a fome que ruge em teu estômago, sei bem quanto dói,
eu sei o significado do teu sorriso, pois já sorri pelo mesmo motivo,
a lágrima que corre em teu rosto, qualquer que seja o motivo, em nada me é estranho,
eu compartilho dos teus temores, já que eles também são os meus,
eu perdoo as tuas falhas, tais falhas já fizeram parte da minha existência,
eu respeito as tuas fraquezas, não sou mais forte do que você,
eu te estendo a minha mão, pois a mim também me fora estendida um dia,
eu aceito a tua mão, seria uma honra ter a minha aceita também por ti,
eu não te julgo... Na opressão que te abate eu sou teu companheiro,
eu me regozijo com a tua ventura, pois ela também toma conta do meu coração.
Eu sei! Em tua existência você irá vencer!
Nossa trilha é a mesma e chegaremos ao mesmo destino... Deus!

Inserida por duilioamoraes

⁠Dor

Aprendi a correr sozinha,
Aprendi a chorar sozinha,
Aprendi a cantar sozinha,
Aprendi a me conformar sozinha,
Aprendi a me amar e isso também sozinha.

Eu fui o meu refúgio, minha paz e
meu pronto socorro.
Eu aprendi a ser meu próprio colo de consolo, Então não venha com suas críticas querer invadir meu pequeno mundo!

Inserida por SAFIRASOUZA123

⁠Dor…

Por que as pessoas frequentemente atribuem aos outros a responsabilidade por seus próprios erros? Isso ocorre porque atribuem a culpa a terceiros, como em um exemplo: se eu perder o emprego, a culpa é do meu filho que continua a me atrasar todos os dias. Eles apagam sua culpa para atenuar seu próprio erro.

Assim, eles nunca admitirão a responsabilidade, pois outros já assumiram a responsabilidade por eles. Pessoas assim nunca perceberão o quanto já infligiram dor às pessoas devido a suas ações ruins, sempre serão as vítimas de suas próprias ações.
Dizendo: o que fiz foi no passado, eu não acho que você precisa remoer as feridas antigas, não doeu tanto, certo? É impossível beber a mesma água de ontem, então, por que você insiste em falar sobre o que já aconteceu? Isso já passou, já pedi desculpas! Não percebe que possuo diversos problemas pessoais, e ao falar para os outros sobre o que já fiz, você só me causará mais problemas, pois não consegue perdoar? Sou vítima das minhas ações e você está agindo traiçoeiramente.

Inserida por SAFIRASOUZA123

⁠Quando a dor te faz companhia
Te perseguindo como um cão
Dia e noite, noite e dia
Parecendo assombração.

É um aviso da alma
Que caminha na contramão
Implorando uma atitude
Te puxando pela mão.

Refaz teus passos com calma
Constrói de novo teus planos
Renova os teus velhos sonhos
Abraça os teus desenganos.

Inserida por sildacio_matos_filho

⁠A marca dilacerante
Da perda, num ínfimo instante,
Que acaba de acontecer.

A dor, de agora em diante,
Será companhia constante
Insistindo renascer.

Jamais seremos os mesmos
Os fantasmas, agora respiram,
E quase podemos os ver.

A vida tomou novo rumo
Perdemos o norte, o "prumo"...
O luto acabou de nascer.

Inserida por sildacio_matos_filho

⁠A mãe veio ao mundo
Pra fazer valer a pena...
Ensinar que uma dor grande
Pode se tornar pequena.

Que a vida vai aprontar
Que as quedas vão ocorrer,
As lágrimas, escorrerão...
Mas ela vai sempre estar lá
Grudadinha em você.

Sorrindo ao nosso lado
Para a gente perceber
Que embora ela chore por dentro
Vai sempre te defender.

Que o amor que ela entregou
Jamais vai cobrar de você,
Nem as dores que ela sentiu
Você irá conhecer.

Inserida por sildacio_matos_filho

⁠"A falta que você me faz, traz uma dor que não se vai.
As lembranças que tenho com você, cada uma delas queria reviver.
Viver outra vez, como se fosse a primeira vez.
Mas quando lembro que nunca mais te verei, o desespero me toma conta outra vez.
Às vezes me pego pensando, o que estaríamos agora conversando.
Penso que estaríamos nos olhando, e sobre nosso futuro, juntos falando."

Inserida por brandaojhonate

⁠⁠Até quando fingirá que está bem, que nada mudou?
Isto não convém, só aumenta a sua dor,
Não se trata de fingir, mas de resistir,
de atentar-se pra aquilo que conquistou,
que houve obstáculos pra chegar até aqui,
Mas, graças a Deus, você chegou
E assim continuará, entre tensão e tranquilidade,
a cada dia, uma emoção,
uma nova oportunidade.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Nas águas da sua dor,
quase que chega a se afogar
por mergulhar na profundidade
de seus sentimentos
depois ter seu amor desprezado
até o momemto que,
milagrosamente, conseguiu
subir para a superfície
em seguida, suas águas evaporaram
e voltaram em forma chuva
de uma sensação necessária
de liberdade
e agora possui a sensata conduta
de quem ama-se de verdade.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Consigo ver os monstros
que te perturbam,
é notória a tua dor,
mas pra ti, não acabou,
sei o quanto que estás tentando,
em ti, ainda há amor,
também sou humano,
tenho minhas falhas,
enganos e agonias,
portanto, quero que saibas
que, apesar das circunstâncias,
não estás sozinha,
podemos lutar juntos,
um dando força e conforto ao outro,
nos atentando mais aos momentos
de alegrias,
Deus continue no comando,
quero ser como uma luz no teu dia.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Amandha, que sabe amar, que recebe amor,
apesar de se decepcionar e sofrer tanta dor,
É realista, mas não deixa de sonhar, luta com fervor,
grata por cada conquista,
É gentil e agradável, coloca-se no lugar do outro,
ainda que sem uma vida fácil,
Bela e delicada e, ironicamente,
forte, inteligente e determinada,
Com uma alma felina aparente
que não tenta agradar sempre,
valoriza seu espaço, é independente
E assim a muitos encanta
sendo amor, sendo Amandha.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠ ALÉM DA DOR.
" Perdoa sempre,porque o pior que virá te acontecer é se ti mantiverdes mergulhado em rancores que te enegrecem o teu íntimo,materializando no corpo a falta de amor.
Quem ama vive melhor e visivelmente mais feliz. "
Trexo Do Livro: Primavera De Solidão.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Jesus vive

O maior ato de amor foi demonstrado na cruz: Jesus deu Sua vida por nós.
Na dor, Ele nos trouxe perdão, esperança e salvação eterna.
Que neste tempo de Páscoa, nossos corações se lembrem do sacrifício divino.
Não se trata apenas de ovos ou festas, mas de redenção e renascimento.
Cristo venceu a morte para que tivéssemos vida em abundância.
Seu sangue foi derramado por amor – amor que nos alcança até hoje.
Celebremos com gratidão, fé e o compromisso de viver como Ele nos ensinou.
Que o verdadeiro sentido da Páscoa permaneça vivo em cada gesto nosso.

SimoneCruvinel

Inserida por simone_cruvinel_1

⁠Aqueles que não se importam com a dor de quem perdeu uma mãe, é porque ainda têm a bênção de poder abraçar a sua.

Só quem já chorou essa ausência sabe o vazio que fica, a saudade que aperta e a dor que não passa.

Enquanto isso, muitos seguem frios, indiferentes, como se a perda do outro não significasse nada, esquecendo que um dia, essa dor também baterá em sua porta.

No Dia das Mães, o céu parece mais cinzento para quem sente a falta; é quando cada lembrança dói mais fundo, e o coração implora por um abraço que nunca mais virá.

Valorize quem você ama hoje, porque amanhã pode ser tarde demais.

Inserida por DhelsonPassos


Um fracasso.

Em versos tristes, a alma se revela,
Um labirinto de sombras, onde a dor se instala.
O fracasso, um manto que me envolve e pesa,
E a cada passo, a esperança se dispersa.
As lágrimas, como rios de desilusão,
Afogam os sonhos, a doce ilusão.
O espelho reflete um ser desvanecido,
Onde a alegria se perdeu, em um passado esquecido.
A solidão, companheira constante,
Acalma a alma, em um abraço distante.
As palavras, como navalhas afiadas,
Cortam a carne, ferem as esperanças frustradas.
Mas em meio à escuridão, uma faísca teima em brilhar,
A chama da resiliência, que insiste em não se apagar.
Pois mesmo na queda, a força se encontra,
E no fracasso, a oportunidade de recomeçar.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

⁠ESTRUTURA VITAL

Você é a estrutura da unidade vital.
Somos uma dor profunda e terrível.
Que faz tremer as fibras do coração.
Pensamos, conhecemos os fundamentos, a partir do que sofremos.
A dor é o combustível da existência, sua estrutura...
O início da vida é o choro da criança.
É preciso acreditar em algo que dê sentido a vida...
Amém!

Inserida por bmdfbas

ALÉM DA DOR

Por mais densas que sejam as névoas que se interpõem entre ti e a claridade dos dias, lembra-te de que, além delas, a harmonia divina sustenta o universo em silencioso equilíbrio. Nada é desordem na Criação — o que parece caos é apenas parte de uma sinfonia que ainda não compreendes por inteiro.

As cores vivas da esperança e da alegria não nascem fora de ti: germinam primeiro no campo interior da alma. Aprende, pois, a vê-las em ti mesmo, e o mundo refletirá o brilho do teu olhar pacificado.

Não te detenhas nas sombras dos que te julgam ou te ferem. Preocupa-te, antes, em conservar o coração livre de ressentimentos, porque o rancor é a febre da alma que adoece o corpo e entorpece o espírito. O perdão, ao contrário, é a higiene moral que restaura o equilíbrio e reconstrói a saúde interior.

Quem ama verdadeiramente ultrapassa as fronteiras do ego, e encontra, no gesto simples de compreender, o segredo da serenidade. Se alguém não te estima, não te amargures: cada um projeta no outro o que ainda traz em si. Tu, porém, nasceste para aprender a amar — e o amor é a mais alta escola da evolução.

Não te iludas: a tarefa é árdua, mas profundamente libertadora. Cada vez que renuncias ao revide, uma nova luz se acende em ti. As vozes que te acusam hoje, amanhã se calarão diante da força silenciosa do bem que praticas.

Segue, pois, fazendo o bem sem interrogações. A dor é uma névoa passageira, mas o amor é o sol eterno que jamais se apaga.

Muita paz e que tua luz brilhe sem pressa, mas com verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

LITURGIA DO AMOR QUE NÃO VOLTA.
Capítulo V - LIVRO: DOR DA MINHA DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 1995.
Em minhas mãos há muitas mãos.
Nenhuma é inteira.
Todas tremem.
Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou.
O amor não partiu.
Ele permaneceu distante.
E a distância é mais cruel que a morte.
Há um amor que não passa porque nunca se foi.
Ele apenas se deslocou para um lugar onde a memória não alcança e o corpo não suporta.
Desde então carrego no estômago um vazio que dói como fome etérea.
Não é ausência de pão.
É ausência de alma.
A noite entra pelos olhos, é linda.
Não pede licença.
Ela se senta ao meu lado e sussurra o que perdi, não, não foi um assassinato foi um suicídio.
Cada lembrança é um sino fúnebre tocando dentro do peito.
Cada silêncio é uma pergunta sem resposta, corta o segredo do nosso silêncio.
A tristeza aqui não grita, não é preciso é existência.
Ela se ajoelha.
Ela reza com palavras quebradas.
E eu me ajoelho com ela porque amar assim exige humildade diante do irreparável realizado por nós.
Meu amor não foi um erro.
Foi um excesso.
Amei com tamanha profundidade que o fôlego do mundo se tornou insuficiente para contê-lo.
Quando partiste algo em mim continuou indo ao teu encontro todos os dias,todos os dias...
Há dores que não querem cura.
Querem testemunho.
Esta é uma delas.
Carrego o amor como quem carrega um cadáver querido nos braços como judeu errante da profecia.
Não o enterro.
Não o abandono.
Aprendo a conviver com o leve peso.
O coração já não bate.
Ele ecoa.
Cada pulsar é um chamado que ninguém responde.
Sei que este amor não terá redenção no tempo e nem no vago.
Ele pertence ao domínio das coisas que só existem para doer com beleza.
E é por isso que volto a estas palavras.
E voltarei aqui quantas vezes me doer e me querer esse amor. Suas veias finas, lindas nessa pele translúcida, é nelas! É nelas que eu leio-as outra vez uma impossível esperança.
E outra vez.
E outra vez me perco de mim em teu roubo fácil de mim mesmo.
Não paramos esquecer, estranho, o nada não tem vez aqui.
Mas para manter viva a única forma de eternidade que me resta.
É admitir-me imortal em humilde homenagem a dor fiel que me ama mais, e sempre mais além de mim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.

Inserida por marcelo_monteiro_4

POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4