Textos de Batalha
Já perdemos muitas batalhas. Perdemos familiares. Gente de bem, tão querida e amada, que sua falta nos tirou o chão. Perdemos amigos, através das circunstâncias que a vida nos impõe ou diante de fatos consideravelmente relevantes que nos obrigaram a nos desprender. Ao longo da vida, independentemente do tamanho da estrada, deixamos muitas coisas para trás. E isso deve ter machucado muito pois, nem sempre, queremos nos soltar. De um abraço, de uma boa conversa, de uma cidade. De uma casa que abriga amor, compreensão, tolerância. De um lar que, com toda adversidade chamada família, era o ninho perfeito para curar qualquer aflição. Já perdemos prova. Perdemos o primeiro lugar. O segundo. Ás vezes, perdemos tanto, que nem ficamos entre os dez. Perdemos coisas. Aquela coisa que a gente achou que iria ter pra vida toda e seria a nossa referência de saudade e boas lembranças no futuro. Perdemos todos os dias. Perdemos chances de sermos justos, de sermos bons. Todo dia, alguém necessita de uma palavra amiga e nós, simplesmente, perdemos a oportunidade de sermos o portador dessa luz. A gente perde, sempre. E essas perdas angustiam. E os amores que perdemos? Por comodismo, por sermos infantis, imaturos, incompreensíveis. Por perdemos a capacidade de nos colocar no lugar de alguém, talvez. Amores que nos davam norte e era o nosso solo firme. Perdemos e choramos. Gritamos por dentro, de um lugar onde só a nossa alma era capaz de ouvir. Noites de desespero. Prantos e lamentações. Perder é muito ruim. Perder, talvez, seja a vida nos dizendo que não somos perfeitos. Não somos invencíveis. Nós somos pessoas simples, que podem perder ou ganhar a depender das escolhas que iremos fazer. Mas, também, perder é uma das maiores provas de resistência que temos. A maior prova de que somos fortes é que chegamos até aqui. Vivos e dispostos a ganhar.
Um bom perdedor é na verdade aquele alguém que aprendeu nas batalhas diária da vida, que não existe somente vitórias, mas principalmente existem também as inevitáveis derrotas, e as mais sofridas são inevitavelmente as mais importantes e necessárias, pois é nas mais sofridas derrotas que se apende a ser um bom perdedor e é somente um bom perdedor destas inevitáveis derrotas que se tira a lição mais importante, que não é da extrema necessidade de vencer que a vida é feita, mas sim da extrema necessidade também de saber perder, pois só os bons perdedores sabem perdoar e é só sabendo perdoar que se aceita as inevitáveis e mais sofridas derrotas e é em consequência destas, que se conquista as mais gloriosas vitórias.
Sobre os troféus... São as cicatrizes de suas batalhas vencidas. Sobre armas... Espadas afiadas para travar outras lutas, mas sempre que pode ela vem desarmada, pois sabe entender as voltas e chances que o destino dá. Sobre os rancores... Ela tem o costume de não guardar desafetos no peito. Pelo contrário, joga todos eles aos ventos para esvaziar-se de tudo que é capaz de tirar-lhe o sossego, para então, servir-se de novos sabores. Sobre metades e pressas... Quadros mal pintados não preenchem as paredes de suas memórias, nem objetos descuidados, sem cores ou pouco interessantes enfeitam os espaços vazios. Sobre seguir em frente... Sempre planeja os passos seguintes, porque ela é do tipo que anda por caminhos sinuosos e arriscados, mas tendo a certeza de onde não deve pisar. Sobre precaução... Ela evita levar para dentro o que for dito por pessoas que destroem os sonhos e não deixa de ser quem realmente é para contentar quem não lhe contenta. Sobre intensidade... Sempre consegue viver o que rende histórias intensas e boas em tempos escassos e que, no entanto, valem por uma vida inteira. Sobre dúvidas... Ela não ignora que sabe pouco – e nem o pouco que sabe –, mas leva fé na convicção do que ela não quer. E sobre pertencimento a lugares ou pessoas, só há uma coisa a dizer: ela é toda dela.
Há vida além da escuridão, há vida após as batalhas perdidas, existe vida com Cristo. Para viver plenamente, é preciso caminhar com Cristo, o autor da nossa redenção, o dono do perdão, quem nos promete a vida eterna. Graça imerecida, porém concedida a todo aquele que nele crer... Que venhamos a ter a convicção de que Cristo supre qualquer falta, porque supre... Saber disso, traz paz ao nosso coração e mais contentamento aos nossos dias...
Nossas maiores batalhas nunca serão apenas exteriores, mas principalmente interiores e nas regiões da nossa alma, mente e espírito. E aqueles que tiverem uma sabedoria introspectiva, e assim passarem a aprender com ela a lidar contra a sua realidade interior tanto do bem quanto do mal, deixará de ser seu próprio algoz, e passará de espectador da sua vida para autor da sua própria existência.
Uma das principais batalhas que travo comigo mesmo, é para tentar entender quais das vontades fazem parte das minhas reais necessidades. É parte da vida, viver cercado por futilidades, mas em algum momento a gente precisa parar e entender se aquele amontoado de coisas, seres e sentimentos, representam de fato algo indispensável para a nossa felicidade, ou se são meros acessórios. Adornos.
Se você não enfrenta batalhas espirituais, lamento ser eu a te informar, você não está caminhando com Cristo. Quem não representa ameaça ao inferno, possivelmente está associado a ele. A unção atraí a perseguição. O chamado incomoda a oposição. E se o propósito não demanda dependência total de Deus, ele é só seu!
Em cada um de nós reside a força silenciosa capaz de transcender as batalhas internas; basta cultivar o olhar atento sobre o presente e perseverar na jornada rumo ao amanhã, pois é na conquista de si mesmo que encontramos a verdadeira vitória, e ao iluminar nosso próprio caminho, iluminamos o de todos
Cuidado com "Os cegos”, porque eles são as pessoas que, embora “vejam as tuas batalhas, as tuas lutas e os teus sacrifícios”, não ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso que você alcança e posta. Eles te aplaudem e te felicitam, masnão têm boas intenções. Em vez de se inspirarem em voce elas te invejam. Porque sentem-se derrotadas e fracassadas quando vejam as tuas conquistas ou sucesso, elas só esperam apenas uma oportunidade para te criticar, te atacar e te derrubar. Essas pessoas são muito perigosas.
"Cuidado com os 'cegos', pois são essas pessoas que, embora 'vejam' suas batalhas, lutas e sacrifícios, não ficam felizes com as suas conquistas e o sucesso que você alcança e compartilha. Elas te aplaudem e te felicitam, mas não têm boas intenções. Em vez de se inspirarem em você, elas te invejam, pois se sentem derrotadas e fracassadas diante do seu sucesso. Essas pessoas estão sempre à espera de uma oportunidade para te criticar, te atacar e tentar te derrubar. Elas são extremamente perigosas."
Cada um conhece as dores que esconde no peito, as cruzes que carrega em silêncio e as batalhas que trava todos os dias. E só quem já estendeu a mão, ajudou de coração e se dedicou de verdade sabe o quanto machuca descobrir que algumas pessoas esquecem rápido os gestos de carinho e retribuem com ingratidão e indiferença.
Conhecer a si mesmo é, talvez, uma das batalhas mais difíceis que podemos enfrentar, é mergulhar nas próprias sombras, encarar traumas que tentamos esconder, angústias que sufocam em silêncio, frustrações que marcaram a alma, medos que nos paralisam e vícios que usamos como fuga, não é confortável, é doloroso, é cru, é profundamente desafiador, é rasgar as máscaras que aprendemos a usar para agradar, para sobreviver, para parecer fortes, e admitir quem realmente somos quando ninguém está olhando, é reconhecer nossas feridas sem fugir delas. A verdade pode doer, pode desmontar certezas e quebrar ilusões, mas é somente através dela que encontramos a liberdade, porque só quem tem coragem de se encarar de frente pode, de fato, alcançar a felicidade verdadeira.
O homem guerreia muitas batalhas solitárias, porque estas pertencem somente a ele. Contudo, a vitória é repartida com sua família, a parte ruim é que nem todos da família vão entender o sacrifício, ele será chamado de egoísta, ingrato, frio e distante, quando, na realidade, está provendo e zelando.
Quanto mais o tempo passa mais eu percebo que não devo iniciar batalhas para investir em sentimentos, não devo incapacitar minha saúde mental, esmagar meu peito pela mágoa, eu sei meu valor e sei que sou uma boa mulher, não devo agir com ganância, vingança ou ódio, a vida cobra e eu sou apenas um balde emocional que ao transbordar deve se encolher até que consiga controlar seu interior e manter seu valor longe do entretenimento fútil de um país que valoriza o desrespeito em vez da própria fauna destruída ou dos rios secos.
A história não é feita apenas de grandes batalhas ou tratados — é escrita por pessoas que ousaram existir de forma intransigente. Hammurabi, há quatro mil anos, compreendeu que a justiça precisava ser escrita para ser real, mesmo que imperfeita. Aristóteles, séculos depois, desafiou o mundo a pensar, a questionar, a não aceitar verdades prontas. Joana d'Arc, com dezenove anos, provou que a coragem não pede permissão — ela simplesmente age, mesmo quando a fogueira a espera. Rosa Parks, cansada, recusou-se a ceder o assento e desencadeou uma revolução sentada. Angela Davis, presa e perseguida, transformou a cela em púlpito e o silêncio em denúncia. Miriam Makeba, exilada, cantou a África para o mundo e fez do palco um ato político. O que une essas vidas tão distantes? A recusa em ser invisível. Cada um, à sua maneira, disse "eu existo" em voz alta — e o eco ainda ressoa
"A história da humanidade é tecida pelas batalhas que vencemos juntos. No momento mais doloroso do nosso século, a ciência não foi apenas uma resposta técnica; ela foi a luz que nos devolveu o abraço, o fôlego e a esperança de um amanhã. Cada dose de vacina aplicada, cada vida salva e cada diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) representam a vitória do amor ao próximo sobre o medo. Contra o esquecimento e a desinformação, preservamos a memória de que a nossa maior arma sempre será a solidariedade guiada pelo conhecimento."
Estamos destinados a vivenciar batalhas, superar desafios e enfrentar o desconhecido, se você quer chegar no topo da montanha deverá caminhar pelas suas trilhas, se você almeja conhecimento deverá mergulhar nas linhas da leitura e nada é mais justo que ao desejar o sabor do mel, enfrente as suas agressivas abelhas... E isso vale para o amor, se queres o doce beijo de sua amada, enfrente o desafio diário de conquistá-la.
Fico muito feliz, que cada vez mais vejo os povos originários fomentando novas batalhas, enfim tenham chegado em conjunto, vindos inteiros para as lutas sociais pelo direito pleno de suas culturas, suas artes, identidades e ancestralidades. Agradeço particularmente as vozes de todas mulheres guerreiras, que sempre buscaram o melhor para todas as crianças da tribo. Agradeço a energia feminina da terra. Sinto me gratificado, por pequenos passos que dei e incentivei a alguns índios e índias neste sentido por estas lutas de ressignificação artística, social e cultural ao longo dos tempos para que o mundo todo passasse a ser uma aldeia só e resgate moral de seus direitos das escolhas na liberdade.
O Sábio Sábado nos convida a tomar uma decisão, nossa vida é feita de lutas e batalhas, somos avaliados, analisados e julgados e tempo todo. Nações espirituais dominam nossos pensamentos, espíritos de guerras interiores, espíritos de corrupção, de violência, de ameaças. Temos que nos decidir a fazer parte do povo, do exército do Senhor, hoje é dia de tomar essa decisão de nos render para o bem e servir somente o bem. Esta na hora de viver uma vida de reconciliação com Deus, um despertar verdadeiro de arrependimentos e correção de atitudes, deixe Deus fechar a arca dos pecados em sua vida e comece a exercer a vocação sagrada da conquista da obediência a Jesus Cristo, levante esse espírito guerreiro que existe em você e coloque para correr todos os demônios que impedem você de pensar e participar das coisas boas desse mundo. Não seja do grupo que ouviu falar e sim do grupo que faz! Sua vida é abençoada e você é uma benção que existe para participar das bençãos de Deus. Deus ama todo mundo, mas gosta de pessoas corajosas, valentes e seguras. Rei Davi conquistou o reino de Deus sendo corajoso, nenhum medroso cansado conquistará vitórias nem nessa vida, nem na outra.
Hoje, ao voltar os olhos e reconhecer o caminho percorrido, as batalhas vencidas, as perdas transmudadas, a jornada inteira resplandece de sentido. Cada conquista miúda ganha peso e brilho, mesmo aquilo que o mundo chama de ínfimo é, para mim, prova concreta de resistência, de trabalho e de um cultivo paciente do meu próprio ser.
