Textos sobre Crítica
Crítica - Como trabalhar e conviver hoje com essa proposta de forma imparcial.
A globalização e todos seus artefatos acoplados acarretam uma gama incontrolável de informações. Essa nova realidade em tempo real apresenta uma nova fase de exposição de idéias. Para tal velocidade as reações iminentes são um fato. Uma vasta oferta de todo tipo de produto digital disponibilizado de forma pública. Plágio torna-se um hábito. Uma forma de recriar?
Segundo Aristóteles "O ser humano é fundamentalmente Político, agrupa-se em comunidades e, dessa forma, além da discutível crítica artística ou cultural que é relativa e quase pessoal, de menor ênfase, mais próprio de esferas de vivência do cidadão do lançar uma moda e/ou costume”.
Não há um limiar ao que é expelido bem como ao retorno crítico devolvido. Em intensidade e proporções ilimitadas. Ação e reação geradas sem percepção dos sentidos. Efêmeras como as atividades virtuais.
Nossa sociedade, em muitos aspectos, caminha em passos reprimidos e isolados. Aonde uma minoria é engajada em solucionar, lutar, criar ou envolver-se por uma causa. A individualidade vivida apaga a união transformadora do todo.
Essa realidade social/virtual é belíssima e pode ser imensamente útil e aplicada em prol de todos. Porém, está vinculada como um descarte da opressão vivida. Na exposição de idéias e desejos ou críticas e revelias. Cria uma necessidade de ruptura emergente. Onde desloca o cuidado e similaridade ao próximo.
Criticar vem perdendo o sentido de acrescentar opinião evolutiva sobre algo conhecido e sugere uma forma de expulsar as opressões incrustadas no hábito ou fatos. Interna ou externa. Com sentido ou não. Independente de imparcialidade ou conhecimento de causa apenas pelo prazer de liberar. E para essa explosão cabe a tão usada “virtualidade”. O meio mais rápido e seguro. Aonde não cria laços reais. Onde o poder de concretizar esse contato pessoal invariavelmente depende do usuário.
Entre tantas violências expostas a virtualidade, aparentemente, apresenta certo conforto e distanciamento. Fictícia e bem melhor tolerada. "Segurança e Liberdade". Valores básicos para estruturar os passos. Construir valores e aprendizado de vida resultando no “Pensamento Crítico”.
A crítica construtiva é maravilhosa caso seja aplicada com intuito de melhoria. No âmbito familiar, empresarial e pessoal. Ofertada verdadeiramente para construção de algo melhor. Um impulso ao próximo... Mesmo distante.
Um texto escrito há tantos anos apresenta um formato claro de interpretar a essência da “Crítica” hoje trabalhada como Construtiva ou Positiva.
O IDEAL DO CRÍTICO
“Exercer a crítica afigura-se a alguns que é uma fácil tarefa, como a outros parece igualmente fácil a tarefa do legislador; mas, para a representação literária, como para a representação política, é preciso ter alguma coisa mais que um simples desejo de falar à multidão. Infelizmente é a opinião contrária que domina, e a crítica, desamparada pelos esclarecidos, é exercida pelos incompetentes. São óbvias as conseqüências de tal situação. Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, — será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, — essas três chagas da crítica de hoje, — ponde em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, — é só assim que teremos uma grande literatura. O julgamento de uma obra, cumpre-lhe meditar profundamente sobre ela, procurar-lhe o sentido íntimo, aplicar-lhe as leis poéticas, ver enfim até que ponto a imaginação e a verdade conferenciaram para aquela produção. Deste modo as conclusões do crítico servem tanto à obra concluída, como à obra em embrião”. (Machado de Assis, Publicado originalmente no Diário do Rio de Janeiro, 8/10/1865).
Qual sua opinião a respeito do texto apresentado? A empatia é aplicada nessa nova realidade havendo cuidado de compreensão ao outro lado?
Esta semana recebi uma crítica sobre a mudança que venho realizando no meu modo de encarar as circunstâncias da vida, no aspecto pessoal, profissional, acadêmico, etc. Escutei de um amigo que eu sou de “VENETA”. Que mudo rápido demais.
Concordo em parte, sim, tenho necessidade de mudança, não gosto de rotina, isso me faz mal, quando percebo que estou acomodado e o ambiente em que me encontro está estático, eu mudo, simples assim, rotina não me faz bem, a mudança me excita me deixa extremamente eufórico a sensação de começar novas aventuras, novas amizades, novos erros e novas conquistas, enfim, a mudança está no meu sangue.
Levo ao pé da letra um texto do brilhante Fernando Pessoa que diz: Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente! Se estiver tudo certo, continue! Se sentir saudades, mate-a! Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!
P.S: Não é porque decido mudar que decido esquecer velhos amigos, esquecer bons momentos, jamais. Meus verdadeiros amigos não concordam, reclamam, mas percebem o quanto isso me faz bem e apóiam minha decisão, os melhores ainda se adaptam nessas mudanças e curtem mais do que eu... hahahahaha...
Porque você crítica o modo que eu gosto de viver , sendo que seu sonho é ser louco como eu fazer oque eu faço conquistando amizades que não são perfeitas mais verdadeiras e principalmente livre para conseguir sua felicidade , apenas tem medo oque as pessoas acham que é errado sendo que na verdade não estou fazendo o mau a ninguém . Apenas tem algumas pessoas que acham que são donas da razão quando na verdade ela é apenas uma marionete pela sociedade .
Não julgue uma pessoa porque as vidas alheias falam que ela não presta , procure conversa com ela e saber realmente quais são seus conceitos . Procure entender EU sou livre para fazer oque eu quiser apenas não vou sair destruindo felicidades dos outros para conseguir a minha .
Era da comunicação: todo mundo critica que o mundo tem crescido e evoluído muito rapidamente, a sociedade culpa a si própria sem perceber e faz questão de julgar a nova geração que é "rápida demais". Mas espera aí, não foram as gerações passadas que trouxeram a comunicação? Não foram elas que avançaram os conhecimentos tecnológicos dos quais dispomos, e que talvez sem eles, a nova geração não seria "tão rápida"?
Acho que têm se criticado muito sem saber em quem jogar a culpa, sem saber do passado e sem lembrar que as gerações seguintes são simples continuações às anteriores.
A dependência cultural, económica e política
Em relação aos países desenvolvidos é crítica
A dívida externa aumenta com vigor
A expectativa de vida baixou
Crescimento populacional elevado
Oligarquia perpétua, nepotismo acentuado
A mutação na economia mundial
E na geopolítica planetária como tal
Agravou a desigualdade da natureza
Da acumulação de riquezas e da disseminação da pobreza
O desenvolvimento, por sua vez
Assume padrões perversos
Marginalizando a maioria da população
Porém o desenvolvimento e a dogmatização
Das potências mundiais vive de modo patético
Às custas da exploração dos países periféricos
Controvérsias
Te escrevo esta lírica crítica poética
Como um tolo devaneio desta minha mente
Antes tão inerte, agora inquieta
Redijo substantivos e vocábulos
Tão mornos e oblíquos
Afim de encontrar acalento
À esta minha vida, morna e incerta.
De amantes a inimigos
Malditos escravos
De devaneios antigos
De estranhas aversões
Nossos nocivos estragos
Eu queria a calmaria
Do encontro das marés
Queria a melodia
Orvalhada dos ouropéis
Queria não ser tão estático
E poder não sentir
Essa minha dor
Mas não sei se queria
O privilégio de chamar-te de amor
No ápice de minha saudade
Houve um lapso temporal de desespero
Em que sem pudor ou medo,
Infligi a mim, uma dor de total desmantelo
Queimei-me a pele
Por não suportar o queimor que me aquecia por dentro
Meus epitélios pareciam desgrudar da derme
E seu nome não me saía da cabeça
A tu, eu perdi a sanidade.
Nem mesmo todo o tempo que passamos na estrada
Bastaria a compensar as horas que perdi delirando por ti
Queria não ter essa intensidade exacerbada
Mas das rosas que você me deu,
Sou a estragada.
Desvencilhei-me das lembranças tuas
Mas tua foto ainda está em minha cabeceira
Ainda sinto teu cheiro em pessoas alheias
Em minhas andadas rotineiras
Queria ter lembranças como as suas
Boas e puras
Mas nas minhas,
Só fomos dois inconsequentes
Cambaleando sob a linha tênue à margem da razão e da loucura
Beijei bocas das quais não lembro o gosto
Pousei em corpos estranhos, conhecidos e em tantos outros
Mas sempre foi você,
O fogo que me torna imune aos sopros
Estou numa bolha de inércia prestes a ser estourada
Meu mundo rosa tem coloração acinzentada
És parte fundamental desse caos instaurado em mim
E sem você, eu me resguardado
Nada mais vai ser cem por cento
Nada tem a beleza extraordinamente quântica
Linda, leve
Como teu sorriso e teus cabelos ao vento
Minha energia lasciva destruiu teu carro
E a minha sanidade,
Me trouxe os debates existenciais sobre a beleza da ida
Mas se eu não fosse azarada,
Não conheceria quem me ensinou a fórmula de resolução
Ou da destruição de minha vida
Toda a incompreendida chama que juravas ter
Era brasa molhada, fogo de palha
E agora, cobrança de saudade
Que só sobrou pra mim
Junto à esse romantismo ultrapassado
À imensidão de lirismo incompreendido
Você me trouxe de volta à monótona realidade.
Com a dor de ser o que sou,
Acabou.
Acabaram os vocábulos
Todos os numerados fósforos foram queimados
E apagaram
Só restou a fumaça
E a dor reconfortante de quem os segurou até o final.
Serei sua
Enquanto meus versos inconformados e desajustados
Insistirem em ser seus.
Thaylla Ferreira Cavalcante
O BOM CRÍTICO, VIA DE REGRA, DEVE SER ALGUÉM PERITO NA ARTE QUE CRITICA.
Interessa-me a opinião, apenas de alguém, que assim como eu faz da literatura seu macro ofício....
É muito comum ouvir homens que não são caçadores explicarem a melhor maneira de se pegar um animal, com armadilha X ou Y. Como também outros que nunca pescaram falarem sobre a emoção do pescador quando fisga um peixe grande.
Neste parecer, digo que as iscas foram lançadas, se não peguei nenhum peixe a culpa não é do pescador. A CULPA foi da apatia dos peixes, que não reconheceram a boa porção de carne gorda a eles oferecida.
As nove visões da Profecia Celestina
1º MASSA CRÍTICA - não existem acasos
A Primeira Revelação alerta para as ditas “coincidências” que acontecem na nossa vida e às quais, muitas vezes, não ligamos. Ou, pelo menos, não prestamos a devida atenção.
O primeiro passo para a descoberta espiritual é tomar consciência, conhecer outras possibilidades de ler o mundo, é a visão do despertar. Contemplamos nossa vida e percebemos que existem mais coisas acontecendo do que imaginávamos.
Além das nossas rotinas e desafios do dia-a-dia, podemos detectar a influência do elemento divino: "coincidências significativas" que parecem estar nos enviando mensagens e nos conduzindo a uma direção particular.
No início apenas vislumbramos essas coincidências enquanto passamos rapidamente por elas, praticamente sem notá-las. Finalmente, porém, começamos a diminuir a velocidade e examinar mais de perto esses eventos.
Receptivos e alertas, somos mais capazes de detectar o evento sincronístico seguinte. As coincidências parecem fluir e refluir, algumas vezes avançando rapidamente numa rápida sucessão, outras nos deixando quietos.
Contudo, sabemos que descobrimos o processo da alma que guia nossa vida para a frente. As Visões remanescentes mostram como aumentar a frequência dessa misteriosa sincronicidade e descobrir o destino final em direção ao qual estamos sendo levados."
Para quem critica minha postura mansa de ser, entendendo-a como, à espera do “ultimo suspiro”.:
Da vida, curta como ela é, quero apenas curtir meus netos, minha família, meus pratos preferidos, minhas lembranças boas. Contato com meus amigos inesquecíveis, de maneira prática, virtualmente.
Escrever, bem ou mal, aquilo que sinto e sou, sem interferências de outras opiniões, pois sobre mim quem sabe mais sou eu.
Curtir intensamente minhas músicas e qualquer modalidade de esporte onde meu país esteja disputando.
Assistir ao sermão do padre na minha igreja, pelo menos uma vez por mês. Não tenho atração por shopping centers ou outros lugares comuns onde se observa muitas alegrias aglomeradas, mesmo que, muitas vezes, falsas, e nem sou contra quem frequente tais lugares.
Não tenho mais, nenhuma emoção por viagens ou simplesmente sair do aconchego de meu lar, salvo a serviço ou outras raras exceções.
Pode até se dar a estes sintomas a explicação do pós-aposentado, porém, como minha idade ainda não é para tanto, prefiro entender tudo isto como um comodismo de corpo e alma, onde percebo ai, com toda a certeza, o mais importante de tudo, uma satisfação imensa sobre todas estas particularidades, e faço desta satisfação a razão de minha existência, á espera da eternidade junto à Ele.
Simples assim.
(Teorilang)
Apesar da minha crítica e preocupação sobre o ciberativismo que só faz morada no ambiente virtual, entendo que cada um tem seu lugar. Há quem vá pra rua, outros que se dedicam a estudar e viabilizar recursos e leis e não menos importantes, "aqueles que mobilizam".
Confesso que já estive envolvida em todos, mas ir pras ruas consciente de uma causa é com certeza o que mais me dá vida.
A crítica que precisamos ouvir
Essa nossa mente, que pensa, também um coração que sente, uma língua sem freio, fala da vida, do seu meio, julga, critica, palpita, ataca e conspira, mas a razão do entendimento pela sabedoria e conhecimento simplesmente é ignorada.
Veja o que a ocasião que medita, a razão que experimentou, aquele que tentou, se jogou, acreditou, da maneira existente ainda que seja errada, seja certa, calcada e diferente.
É que somos juízes e sem perceber somos réus, julgamos sem ter a capacidade de alcançar os céus, enfim é um estado ignorante ao léu, então meditar antes de ferir talvez seja a crítica que precisamos ouvir.
Giovane Silva Santos
Uma crítica ou um conselho, ainda que de uma fonte pouco conhecida, pode ser um sinal de alerta, uma placa de pare, uma bifurcação, um sinal de retorno, um aviso de curva perigosa.
Estejas atento as críticas, avalie o trajeto e mude de percurso caso seja necessário.
Em certas situações seguir em frente pode ocasionar uma colisão e cruzes ao longo da estrada.
Quando se trata de amor, você critica, xinga, diz que tem autoridade sobre a sua própria vida e que não vai fazer nada para mudar seu jeito, porque esse é seu jeito e se quiser é assim. Tá bom então!
Mas você se esquece das suas "amizades"são elas que te levam para o mundo. Influenciam, mesmo que você diga que não é influenciado. Essas pessoas que você chama de amigos, te dar a mão para você levantar. mas foi eles que te derrubaram. Lembre-se Jesus foi traído por Judas.
Se for para ser dono da sua vida, seja justo, honesto, íntegro e imparcialprimeiro. Então não seja influenciado pelo seu amor nem pelas suas amizades.
A educação é fluída e devia ter seus pilares pautados na ampliação da capacidade reflexiva e crítica do sujeito, proporcionando recursos para que ele torne-se protagonista de sua própria história.
Não tratemos a educação como mero meio de reprodução de conhecimento pautado em números, traduzido em resultados, extirpando a subjetividade em prol a um padrão de sucesso, a um único caminho a ser trilhado.
Existem pessoas tão miseráveis que a única coisa que partilham é a crítica ácida a qualquer manifestação de movimento e vida.Subsistem por sobre a pilha de livros lidos para embasar o palavrório que baseiam suas vidas escuras e sem luz.
Desdenham o Criador - manifestação maior de cor e tentam espalhar muita tristeza, para por pra fora de suas existencias vazias, angustia e ansiedade.
Fica a declaração dada a nossa especie: Não matarás. ....a vida.
Irmãos, não fiquem criticando uns aos outros! Quem critica o irmão ou julga seu irmão, está criticando uma lei e julgando uma lei. E se você julga uma lei, você não é alguém que obedece a uma lei, mas alguém que a julga. / Ora, só um é o legislador e juiz: aquele que pode salvar e destruir. Quem é você para julgar o próximo?
Tiago 4, 11-12
A crítica arrancou as flores imaginárias da corrente não para que o homem
viva acorrentado sem fantasias ou consolo, mas para que ele quebre a corrente e colha a flor viva. A crítica da religião desilude o homem, a fim de fazê-lo pensar e
agir e moldar a sua realidade como alguém que, sem ilusões, voltou à razão: agora
ele gira em torno de si mesmo, o seu sol verdadeiro. A religião é nada mais que o
sol ilusório que gira em torno do homem, na medida em que ele não gira em torno
de si mesmo.
Eis a crítica da Ignorância pura!
Se Kant Criticou a Razão pura, ou se la mostrou a razão, e se formos entender isso no sentido de razão in natura, elevamos a critica para a razão criada ou derivada de de outra, quando o sujeito a adere, razão esta que deve ser cultural, fruto de um meio, de um modo ou da imposição, da vontade de outrem a quem se submete.
Acho que nesse caso, poderíamos chamar essa cítica de, ignorância letrada, o ignorante letrado, é o instruído, porém mais ignorante que a própria ignorância. se há razão pura, deve haver ignorância pura, se há inteligencia pura é obvio que ha inteligencia construída, já a ignorância construída é o resultado da transformação da ignorância pura. ela pura é in natura, construída, pode se entender por uma ignorância fruto de informações viciadas nos meios, no cotidiano, é como pegar uma criança ingênua e sem um determinado conhecimento e ensinar-lhe por exemplo que política, religião e futebol não se discute, é obvio que esta aberração fará sentido em sua mente e toda vez que algo que se ligue e faça menção a um destes tópicos, isto será arrotado como verdade. agora imaginemos que esta criança cresça, estude e se forme em por exemplo, física ou matemática. Bom se admitirmos que este conhecimento é especifico e normalmente pouco exige no diz respeito a reflexão que não seja aquela exata, não que seja uma regra, é perfeitamente possível um grande intelectual, ter todo este conhecimento e muito mais. porém, seguindo este raciocínio, Eis um ignorante letrado.
A ignorância pura é aquela destituída de interferência da ignorância já definida nos meios e nos modos do cotidiano, pois assim como há verdades construídas, há também ignorância construída, esta é aquela que nasce da inteligencia in natura que já foi contaminada. Todos somos inteligentes, todos aprendemos coisas do mesmo modo, fazemos do mesmo modo, as desenvolvemos do mesmo modo, logo todos temos o mesmo tipo de pacacidade. então porque algumas pessoas possuem tanta dificuldade para certas coisas, para entender, conhecer e desdobrar. E a profundidade do seu entediamento? será mesmo que todos temos o mesmo tipo de inteligencia e de capacidade? seria porque assim como ha razão pura que é destoada pelo mundo, ha também ignorância pura por falta de cabedal de informações e pratica. assim de modo antecipado e precoce conclui se que a ignorância é o atrofiamento da pacacidade de desenvolver a razão e a interpretação. Assim sendo a noção de realidade fica comprometida por sensações irreais. exemplo fé. é um sentimento que tenta explicar o todo, porém esbarra no nada! (e ela explique o nada) kkkk
(Em Construção)
CRÍTICA MUDA
Para você, que faz comentário enjoadinho, crú... vive para a crítica muda (com receio do resultado), do pensamento sem brilho, querendo mas, nem vai, com medo até onde existe fantasia... Onde a criança interior parece estar sufocada, sem cor e alegria e, às vezes, num sono profundo ou, vai saber, já morta ou, até mesmo, petrificada mas não por isso que precisa ser escrachada! Onde não existe esforço pra manter ou arrumar um lugar bonito pra magia ou colorir seu dia!
Taí... É assim que sou.. Desculpe, mas é assim que eu me dou! Num caminho que, ás vezes, teima ficar sem flor, vou arando e plantando...Vou espalhando feitiços, brincando com a minha menina... colhendo amor;Voar na brisa da infância, meu interior!
Sempre agradeço a Deus, minha fantasia, minha força e a minha menina atrevida, levada, sonhadora e encantada que me protege o tempo inteiro e que uso e brinco, constantemente, sem o menor pudor! Morrer? Ah, com certeza, hoje eu sei, morrerei cobertinha de amor!
Em ti aflora a criticidade
Crítica sobre críticas incabíveis
Irreais e fantasiosas
Vive-se na mentira
Atrás da falsa máscara
Ser o que jamais foi
Eis a questão.
Nada se foi ou se é,
Mas se quer ser!
Tudo é mentira,
Outrora falsidade.
Envolta numa composição de inveja e imbecilidade!
