Texto sobre Música
É profusamente poderosa a música criada e reproduzida com emoção, transmitindo um calor amável em cada uma de suas notas, um desabafo da alma, a fala de um coração sensível, emocionado, usando palavras ou apenas uma sonoridade incrível com uma vívida sensação notável.
Um poder que é demasiado, tanto que mesmo estando cercado pela frieza, consegue aquecer, confortar, mostrar de fato a sua imponência que é capaz de converter em alegria, em libertação, em resplandecência a agonia, a tristeza e a solidão, trazendo uma aquietação indispensável ou uma deleitável motivação.
Feito precioso que a música alcança graças a grande identificação notada pela essencialidade de quem a ouve respeitosamente, quando sentimentos e verdades ficam afinados num diálogo pertinente e profundo, que torna-se um refúgio para a mente, musicalmente, falando.
Sentado na areia da praia, admirando o horizonte pintado pelo pôr-do-sol, ouço uma música hipnotizante numa forte emoção crescente, afinada intensamente com o amor tal como o canto atraente de uma linda sereia e a agitação presente nas ondas do mar, um resplendor que incendeia o espírito com o calor ardente de um legítimo amar.
Cenário incrível, inevitavelmente, renovador, pedaço de paraíso fascinante com uma beleza grandiosa por toda parte, muito tranquilo, causando uma emoção diferente a cada instante, permitindo belos sorrisos de felicidade, olhares radiantes e suspiros de liberdade num ritmo cativante que propaga a vitalidade com ímpeto incessante.
Lugar muito apaixonante de fato, mágico com a sua capacidade de transformar por intermédio da riqueza da sua simplicidade que é notável e bastante singular, do que se vê e daquilo que se ouve, portanto, não tem como não perceber que é resultado do poder divino em uma satisfação que envolve e deixa o ânimo profusamente vivo.
O amor, a música e a mídia.
-Não fale para quem não quer te ouvir,
fale para quem está no mesmo sentido de vida que você.
Querer atribuir a sua realidade a gente perdida, é pura perda de tempo!
Não adianta, dar amor a quem não sente que o amor, mesmo sendo pouco,
nunca é pouco! - Todo amor é muito!
Amor não se mede, recebe-se...
Amor, não é música de mídia!
Haredita Angel - abril\15
Poema vazio
Falta na música, a letra e o violão,
Me falta viagem o aperto de mãos.
falta-me braços pra tantos abraços,
me faltam espaços.
Na chegada de alguém que de longe partiu, faltaram as lágrimas.
Me falta o amigo que o carteiro não trouxe, ficou nas lembranças que deixei,
Faltou o azul da prata e o bronze que conquistei.
Me falta você, que tanto faltou... e sequer se explicou.
Me falta o bar, o cigarro,
um trago que aqueça o frio ,
que eu não perca o fio
e nem o porque de um poema vazio.
Eu hoje pensei numa música
Lembrei de você
Lembrei, com muita vontade
de te ver
Essa vontade foi se tornando
aos poucos necessidade
e aos poucos tornou-se muita
daquelas que não se aguenta
E agora
é tão básica em minha vida
essa necessidade
é quase que uma viagem
Eu vejo tua imagem
em qualquer paisagem
E em qualquer lugar aonde eu esteja
procuro um lugar qualquer
onde eu te veja
Veja você
Que um dia eu disse
que nunca mais queria ver
Se eu soubesse
que ia me lembrar assim
Não teria permitido jamais
que você tivesse ido
Pra qualquer lugar
Que fosse distante de mim.
"Hello, Thank you Adele"
"A música Hello da cantora Adele, é simplesmente um tapa na cara do futuro, sim, hoje você não terá a mesma importância, mas daqui há alguns anos quando ele ou ela, descobrir o erro que cometeu em abandoná-lo ou abandoná-la, será bem pior do que o presente momento em que apenas você se importou, o mundo realmente da voltas e você estará em outro plano e não mais chorando como o mesmo, que esteve por toda parte, mas não se adaptou a lugar nenhum"
ALQUIMIA DO CHORO NA MÚSICA INVISÍVEL DE CAMILLE MONFORT.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há instantes em que a alma pressente que a dor não é apenas um acontecimento, mas um rito. E é nesse território subterrâneo que Camille Monfort se torna a guardiã dos silêncios, aquela que recolhe as lágrimas antes que toquem o chão e as devolve ao mundo como tinta, melodia e presságio.
Sob sua música invisível, o pranto não se dissolve: ele se verticaliza. Cada gota assume a gravidade de uma estrela caída, e cada respiração se converte em um cântico cansado, como aqueles que, em que gravitam entre o anseio e o abismo. Nada em Camille é simples: sua presença é uma liturgia, sua voz um instrumento que atravessa o último refúgio do espírito e o obriga a reconhecer suas fissuras.
As lágrimas, ali, não se derramam. Elas se recolhem dentro da própria pele, como se buscassem um útero de silêncio para repousar. E ao repousarem, tornam-se tinta. Uma tinta densa, lúgubre, mas moralmente altiva, que escreve sem permissão e sem consolo. Ela se arrasta pelas páginas como o rumor de um vento antigo que conhece a ruína, mas ainda aposta na dignidade do sobreviver.
Camille, nessa paisagem, não é apenas musa. É uma presença que observa. Uma espécie de sacerdotisa de sombras que compreende que tudo o que é humano é feito de perda, mas também de uma coragem secreta que se mantém de pé mesmo quando o mundo interno desaba. Sua música infinita não ressoa pelos ouvidos, mas pelas rachaduras da consciência. É uma melodia que não pede compreensão; exige entrega.
Assim, a lágrima torna-se verbo, o verbo torna-se cicatriz, e a cicatriz, com o tempo, torna-se uma assinatura do espírito. Pois há dores que não se explicam, apenas se escrevem. Há tristezas que não se superam, apenas se transfiguram. E Camille Monfort é esse ponto onde a noite encontra sua própria voz.
A sua música está tocando.Então porque não sai da torre,princesa?
Tem medo do que está lá fora ou do que tem dentro de você mesma?
Porque não aumenta o volume e dança…dança….dança até ficar bem cansada?
Isso sempre a ajuda a esquecer,superar,te faz rir.Vá então,ponha uma maquiagem e dance.
Na Música diz: “Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.
Se observar é verdade, quando somos de todo mundo, naturalmente todo mundo é nosso também.
A magia sutil quântica essencial oferecida pela vida em fácil acesso quando maduro.
Não se dar mau com o mundo é o princípio para estar bem consigo.
O vento fazendo música
com as águas do mar,
O vento trazendo o desejo
com a vontade de beijar,
O vento carregando a onda
sobeja retocando na areia,
A carícia em rebento
percorrendo a alisar,
A música que eu compûs,
e você ainda não ouviu;
A poesia misteriosa nasceu
de uma conversa que surgiu.
Sim, deste contentamento
da onda do mar beijando
as areias e tocando a canção
do vento - divino carrilhão;
São letras de chamamento
convite para tocar as estrelas
Nas noites de plena excitação.
Sim, do apelo poético ondino
da rosa a desabrochar no verão,
Provoquei-te a curiosidade menina
a olhar este rimário de dama despida,
Como se olha através da fechadura
A cada verso de paixão uma loucura:
- Escrevo para você cair em tentação.
Ouço o sussurro do rebojo,
Danço a música do vento,
Assim distraio a tua falta,
Não perco a minh' alma.
Rabisco o meu caderno,
Escrevo o nosso enredo,
Respeito o valor do tempo
Resistindo a dor e o medo.
Nunca mais me distanciarei,
Rejeitarei os oceanos,
Sigo os teus passos ciganos,
Confesso, eu me apaixonei!
Como divindade, escrevo,
Nestas linhas não me nego,
Para todas elas, eu me entrego,
O amor é realmente cego...
Amo-te imensamente,
Confesso, és desconhecido,
... admito! Grito!
Viver livre de ti, eu não consigo!
Ao ouvir a música do vento,
Percebi os teus olhos zelosos,
Deparei-me com os teus passos
- macios
O balançar das amendoeiras
- doces ritmos
Fizeram-me contemplar:
os nossos instintos.
Ao sentir a tua presença,
Senti-me protegida,
Amparada, e tua amada,
A minha alma afagada,
- terna -
E feminina,
Distante das angústias,
Rendida por tuas ternuras.
Ao cair da noitinha,
À beira mar,
Sereno luar,
Amando a tua presença,
- vigilante
Aprendi o que é amar.
Convidada à flutuação
do meu corpo colado
ao teu e os meus
pés sobre os teus
e a música das estrelas
a nos rodopiar,
é uma indomável
e sublime premonição.
No meio desta savana
temperada a dançar
sob a luz da querida Lua,
o meu afeto de namorada
para você vou devotar,
e à ele tu se renderá;
amor insubstituível amor
a nossa hora chegará.
Os raios amáveis da Lua
que passam as folhas
das suntuosas árvores
desenhando sobre nós
rendas que nos enfeitam
para esta festa
que na minha intuição
já tem acontecido
por antecipação
nestes olhos cansados
desta distância
que se enchem de brilho
quando você ouve
ou alguém fala no meu nome.
Quem dera dominar
a arte da música,
para me salvar
de um mundo
que só se sabe gritar.
Sei, a poesia salva
mesmo silenciosa,
mas não é a todos
que de fato ela toca.
Ah, se eu soubesse
tocar no meio desta
humana tempestade,
onde uns depreciam
a própria liberdade.
Sei, a poesia me leva
para onde talvez
nunca vou estar:
lá nos raios de luar.
As minhas veias
são as ondas do mar,
e estão as sereias
que fazem você
o tempo todo pelo
meu nome clamar.
Ah, nesta onda ruim
não vou mergulhar!
O tempo vai melhorar
e o céu se abrirá
ao nosso amor que virá.
São Bento do Sul
Da Música, da Dança, da Literatura
e de cada herança da imigração,
Eis me poesia dedicada
com o balanço das matas dos parques
e a revoada das tuas aves,
Passeando de Maria-Fumaça
com todo o direito e charme.
São Bento do Sul, amada
fostes, és e para sempre será,
A cidade bonita que embala
o meu amor por todos os lugares
e me dá motivos para venerar.
São Bento do Sul, a sua poesia
está até na movelaria,
e por ti retribuo com a poética
da cada dia para que a gente
se encontre, converse e sorria,
és a minha razão de viver
e a melhor companhia.
São Bento do Sul, adorada
fostes, és e para sempre será,
A cidade que me leva
a qualquer hora a estrada cruzar,
e me dá razões para nela morar.
Rodeio lá no teu Kaspereit
Memória da Ponte Pênsil
antiga e da música
entoada pelo vibrante rio,
Caminhos estreitos,
clima aconchegante
e Natureza em esbanjamento.
Rodeio lá no teu Kaspereit
eu encontrei descanso
para o meu coração e pensamento.
Rodeio lá no teu Kaspereit
eu te amo ainda mais
e me orgulho de ter essa paz.
Rodeio lá no teu Kaspereit
o esplendor do verdor
da tua Mata Atlântica
só aumenta o meu amor
com a tua potência romântica.
Sexta-feira em Rodeio
Escutando música
de bailanta,
Rodeio na sexta-feira
és meu lugar
que o meu peito
nunca enjoa e não cansa.
Sexta-feira em Rodeio
renova a nossa energia,
faz com não se esgote
a fé na vida e a esperança,
neste Médio Vale do Itajaí
é onde se encontra a temperança.
Rodeio na Escuridão
Poetisa daqui
de Rodeio na escuridão
ouvindo a música da madrugada
e pelo Médio Vale do Itajaí
cercada que têm me feito
todos os dias mais apaixonada,
Num ânimo catarinense
de corpo, alma e coração;
Você sabe que tenho amor
e paixão de morar neste rincão.
Enquanto a música tocava,
eu dançava a Chula Marajoara
com as moças da cidade,
o meu coração você encantava
com a sua flauta mágica,
o amor sublime nos guiava,
o seu olhar tonto e fixo
no rodopiar da minha saia
escrevia o destino que nenhum
dos dois imaginava que
a intuição com o teu primeiro
sopro doce me antecipou.
O meu nome há de ser a sua
música favorita quando menos esperar vai se pegar cantando
porque sei que o seu coração
está todos os dias embalando.
Entre Enfeitados e Mascarados
dançando com o Boi Calemba,
Sou eu a dama deste folguedo
vestida com este gentil poema.
Quando este folguedo for findado
a Lua estiver bem posta,
e sem precisar de aposta:
não me negue a serenata
amorosa de cavalheiro apaixonado.
