Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Texto sobre Infância

Cerca de 965 texto sobre Infância

⁠"Infância, bons tempos de criança"
Que saudade de ser criança, de girar naquela ciranda, de entrar naquela dança, viver cheio de esperança, sonhos e mais sonhos, que saudade da minha infância. Agora que cresci, a vida me cobra preços muito caros, e eu só tenho centavos, minha dívida é a fortuna de um bilionário, mas é o preço, por ser um adulto salafrário... que saudade daquele peixe no meu aquário, quando tinha 10 anos e vivia em um mundo imaginário, saudade do meu primeiro cachorrinho, que eu queria que fosse eterno, mas a vida levou embora junto a minha juventude e disse: “agora chora, vou levar tudo embora”.
Eu choro, como antes chorava por ralar o joelho, só que agora o motivo das lágrimas são outros, e o peso de cada uma equivale a um colosso, tristeza colossal, pelo simples fato de ter de encarar o mundo real. Que saudade de ser criança, ingênuo, achar tudo legal, que saudade da minha infância.

Inserida por DITO

"A Lareira da Infância"

(EU)

Na casa do Outeiro, em Monsaraz,
junto ao lume que se ateia,
sentavam-se à conversa,
à hora da ceia,
meu Avô, minha Avó
e a Tia Josefa!
Era eu uma criança,
jovem entre velhos,
cheio d'alegria, Amor e Esperança!
Tanto calor que me vinha
da lareira da Infância!
Um leve odor ...
E a Tia Josefa, branca,
imponente, lânguida, serena,
sisuda, começava a conversa!

(PARA MEU AVÔ)

Ó meu irmão, que fizeste tu
da alegria que pela Vida fora
te conhecia?!
Às cores do teu rosto
que o Sol ardente te havia posto?!
Essa expressão, risonha e calma,
que me alembro, a força do teu corpo,
a Vida da tua Alma!!!
Onde, meu irmão?! Onde?! ...

(EU)

E estoira a lenha na lareira da Infância!
Meu Avô, atento, ouve a conversa,
e responde, fixando a Tia Josefa!

(MEU AVÔ)

Estou velho minha irmã!
O tempo passa ...
Mas como as bagas da Romã,
a memória fica junto ao Coração,
imersa, arreigada,
numa imensa solidão!
E ái do Coração! Ái do Coração!

(TIA JOSEFA)

É Verdade meu irmão! É Verdade ...
Fica a saudade... Nossa mãe, nosso pai,
já estão na Eternidade ...

(EU)

E a lareira da infância ardia,
queimava a lenha da saudade ...
Era lá que em criança
minha Alma se aquecia!
E minha Avó,
silenciosa que estava, ouvia!
Profunda, graciosa, sentia Esperança,
junto à lareira da infância! E dizia:

(MINHA AVÓ)

Ouve, meu Neto, um dia,
nenhum de nós aqui estará!
E a tua glória, será escrever em verso,
aquilo que nos ouviste,
junto à lareira da infância!
Mas escreve com Esperança, não te esqueças!
E triste, ou não, guarda sempre na lembrança,
a conversa da lareira, que ouviste
à hora da ceia, à beira de teu Avô, tua Avó
e da Tia Josefa!

(EU)

Em volta da lareira os três sorriam,
e minha infância, momento terno, era quente, com a Esperança, de quem sente,
que aquele instante podia ser Eterno! ...
Mas a Morte sempre vem! ...
É breve! E tudo leva!
Fica a memória na saudade
e a saudade nos meus versos!

É esta minha unica Glória!!!!

Ricardo Maria Louro
Na Casa do Outeiro em Monsaraz
Junto à Lareira da Infância
ainda ao lado da Avó.

Inserida por Eliot

⁠Sentir o cheirinho verde do mato me faz recorda minha linda infância
Manhãs de chuvas fortes enchiam todo o riacho era eu e minhas irmãs tomando banho de lama de cascatas nós lajeiro da barragem rsrss..

percebo que o tempo muda e com ele muda a gente mesmo sem permissão.
Era algo simples uma rotina até boba mas isso era apura alegria, alegria que o dinheiro não comprava era a felicidade natural descendo direto do céu e nos encharcava rsrsss..

Mas até duvido que nossas crianças saberão o que é diversão de verdade Ja que passam as manhãs nas escolas e o resto da vida em celulares na internet dentro de consoles e emuladores online a prisão e o mundo paralelo.

Inserida por YdevanAugusto

⁠A infância é aprendizagem

Desde meu tempo, quando busquei nos livros as grandes descobertas com o mundo das letras, vi um grande universo de tempo e foi na escola, que entendi, que toda certeza pode ser insólito, assim como a farsa é uma trivia teatral, me veio a ciência, as expressões matemática para um saber literal.

Inserida por biohelioramos

A nossa infância


Dizem que sou infeliz
Se alguém olha para o meu corpo abre a boca e diz:
Roupa rasgada
Os pés descalços
Terra na cara
Feridas e cicatrizes por todo o lado
Ele é realmente um necessitado!
O que não sabem, é como eu vivo
E de onde vem o sorriso nos meus lábios

Dizem que sou infeliz
Que estou desnutrido
Porque na minha mesa faltam cereais, leite, amido
Então venham comigo
Esse é o meu matabicho:
Pão e chá
Feitos de folhas medicinais
Com os melhores sabores que há
Lanche em casa?
Não tenho!
Isso depende do meu empenho
Manga, Safú, Jaca …
Já nem sequer almoço ao chegar em casa
O que ninguém esquece
É daqueles banquetes em que eu simplesmente era:
“O cozinheiro chefe”

Inserida por GS

⁠A nossa infância - Made in Casa

Dizes que sou pobre
Vens com brinquedos importados
Bonecas, Barbies
E carros telecomandados
Nas suas etiquetas dizem:
Made in China
Mas a mim
Fazê-los a todos é o que mais me fascina

Bonecas de folhas
Ou feitas de pano
Criteriosa é a minha escolha
Pois tudo é reciclado
Na minha garagem
Há um trote um trator e uma gualala
Nas suas etiquetas dizem:
Made in casa
E São Tomé e Príncipe está em suas placas

Dizem que somos pobres
Mas não somos os únicos
Os doutores e engenheiros
Professores e ministros
Ainda se lembram
E hão de falar-te sobre isso

Se agora são ricos ou pobres
Cheios de azar ou de sorte
Mesmo um bem-sucedido empresário
Declarar-te-á: como eu era rico
Como era um felizardo
Sem compromissos
E cheio de sorrisos nos lábios
Quão boa era a nossa infância!

Inserida por GS

Melhor época é a infância, nela queremos ser tudo pra tudo e pra todos, somos mais felizes, mais perdoadores e inconstante.
Mas aí cê cresce, a sua luz não é mais a msm,
A felicidade vai se sucumbindo, os brilhos nos olhos vão se apagando e o menino e a menina q sonhava em ser " astronauta", " médica " etc... Para salvar o mundo e as pessoas q ama, hoje já não conseguem nem salvar a si msm...⁠

Inserida por vitor_santos_15

Constância,

O puro do coração de uma criança,
Todas as alegrias da infância,
Misturada à sabedoria da idade,
Ah!
Mas, que saudade...
Quando a morte bate na porta,
Já não se sente mais a aorta,
Em minhas mãos se foi,
Como a última partida da nossa escopa de quinze,
As brincadeiras de madrugada de caixa,
Nossa lanchonete,
Pesqueiro no teu tanque...
Tanta coisa,
Coisa de Vó,
No teu último suspiro,
Em mim foi quase um tiro,
A saudade aperta,
A lágrima é certa,
Nunca irá existir outra como a Senhora,
Apavora...
Nossas idas à praia,
As caminhadas pegando as conchinhas enquanto o sol ainda preguiçoso raiava,
E você lá comigo,
Meu abrigo,
Só pra me fazer sorrir,
Me ensinou o que é o sentir,
E sinto você na minha estrada,
Seus pezinhos marcados na areia,
Unhas sempre feitas,
Vermelhas,
Me dizia que eu era seu ouro,
Um tesouro,
Porque ela tem coração de criança,
Ela é minha Avó,
Ela é Constância,
Essa foi a minha infância.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠Saudades.



Saudades da infância,
Saudades da escolinha do interior,
Saudades da chinelinha simples,
Saudades das professorinhas,
Saudades da bolinha de gude,
Saudades da fieira e do pião,
Saudades de fazer ele rodopiar,
No chão bruto daquele sertão,
Saudades dos parquinhos,
Saudades da maçã do amor,
Saudades que ficaram,
O tempo passou e apagou,
Se foram e se perderam.
Veio também chuva e levou,
Mas na minh'alma ficou registrado,
Esses tempos de criança,
Que foram tempos de glamour....


Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Vidas


Vidas!
Momentos de doce ilusão,
São lembranças da infância e do coração,
Vidas,
Nascente que jorra com emoção,
Águas que descem e regam,
E vai inundando o meu sertão,
Vidas,
Chuva fina que brota do céu,
Vai lavando a terra,
Me afoga nesse imenso colorido véu,
Vidas,
Vidas vivas de um paraíso colosso,
Maltrata a mente do moço,
Que escreve isso com amor,
Por ser jovem,
Por ser homem,
Por ser poeta,
Por amar o que faz,
Esse sou eu,
Um admirador da natureza,
E apenas Deus,
É capaz de tirar de mim,
Esse dom de amar a vida,
Com todas as suas belezas....


Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠ESCONDERIJO EM SI MESMO

É...foi na infância que tudo começou!
Quando eu te via e depois não te via
E que alívio era quando você dizia:
“Achooou!”

E era só uma brincadeira
Que durava a tarde inteira
“É pra esconder!”
“Xiiii...barulho não pode fazer!”

E hoje, pra me sentir protegido,
Pra passar despercebido
De me esconder precisei
“Me cansei!”

E nesse esconde-esconde me perdi
E tentando me encontrar já me percebi
Será que sou mesmo assim?
“É que me escondo até de mim!”

Talvez falte só resgatar
Da criança o brilho no olhar!
Brincar de viver é pesado!
A regra é se encontrar, se aceitar
E no escuro, escondido, fica ainda mais complicado!

Inserida por tania_junia_soares

⁠Quem dera voltássemos a infância
Em que nossa única preocupação era brincar...
Quem dera tocássemos as estrelas e a lua
Para mesmo em noite de chuva, fazê-las brilhar...
Quem dera não houvesse lutas, nem guerra,
E que a verdade do mundo, fosse apenas ajudar...
Quem dera nossos melhores sonhos se tornassem realidade, ao abrirmos os olhos quando acordar...
Quem dera fôssemos apenas uma canção
Para com nosso toque, a todos emocionar...
Quem dera entendermos que a Vida é uma criança
Para sempre nos braços, podermos aconchegar.

Inserida por GiseleScatamburlo

Meus queridos lembrem-se do que a mãe de vocês tem falado desde sua infância, se seu amigo se jogar da ponte você irá se jogar?
Acredito eu que não, então antes de fazer as coisas mundanas lembre- se também deste conselho, a mãe é única que chora e dobra os joelhos orando e te pedindo proteção

Inserida por Larissaloraschi

⁠Na infância somos moldados...
Na adolescência e juventude pesquisamos
Para tentarmos descobrir...
Como sermos felizes na vida adulta.
A maioria das nossas pesquisas...
Não dão em nada:
Algumas interrompem precocemente a vida;
Outras, as mais cautelosas e idealistas,
Tornam-nos chatos e desesperançosos...

Inserida por Atsoceditions

⁠Momentos do passado.


Tantas coisas que passamos na vida.
Aquele caderninho borrado da infância.
Aquele momento que a professora puxava a orelha.

Aquelá época de querer somente brincar.
Tudo se vai,
Tudo se foi...
Mais na lembrança fica.
Acho que foi a melhor fase que vivi.

Os versos que fiz,
Os versos que joguei,
Os versos que guardei,
Versos que para ti e nunca os mostrei.

Também são versos de momentos.
São versos escritos nessa exata hora em meu assento.
De um momento vivido.
E a data exata tenho certeza que eu , jamais me lembrarei.

Senti,
Vivi...
Teve toque e não teve retoques...
Que nunca demonstrei.
No diário da alma ,gravado ficou.

Secreto, delicado e debaixo das minhas lembranças vividas que sempre foram segredos...

Por segundos ou minutos,
Te desejei...
Mais o tempo é enigmático.
Onde guardo tudo....
Não sei se posso chamar isso de poema ou conto.

Mais decidi não ilustrar,
E sim relembrar,
Das quatro paredes estreitas do passado.

Fiscalização?
Nossa!
Tinha até de sobra...
Duas mães,dois pais num almoço que fomos convidados...

Trago no peito uma honra ,por não ter sido pego em flagrante e nunca isso com alguém ter desabafado.
Trago no juízo essa alma inspiradora e no corpo uma boca pouco falante.

Perfurei os anos que passaram.
Vivi pontos na vida em aventuras e desventuras.

Mais foi,
Marcada por mim.
E os sonhos foram sepultados..

Miragem ou paisagem.
E isso não é carência fragelada...
E agora vivo a saudade nos descrevendo nesse ilusório teclado.

Nas mãos,
Um dom de escrever...
E tudo que escrevo aqui,
Planteio então o que não tive...

Vangloriar-me daquele momento? Jamais.
Porém, teve o momento.
Olhos azuis.
O mar te inveja com tanta beleza...

Talvez por ser tímido e machucado pelo destino,
Calei....
Mas o destino me trouxe dádivas e tormentos.
Para certos momentos eu agora descrever.....

E na carta poesia, que alimentei aqui em uma fantasia de outrora.
Então,
Que eu beba então nela sozinho, a ilusão que por vontade própria...
De ti,
Me lembrei....



Com amor.
Ricardo Melo.
O Poeta que Voa

Inserida por JoseRicardo7

⁠PERA, UVA, MAÇÃ OU SALADA MISTA?
Na inocência de uma brincadeira da infância.
Na espera do prêmio desejado; o beijo!
Assim lembramos do tempo de criança!
Nesta inocente brincadeira de desejo.
Desejo que só o coração sabia!
E assim que tudo começava.
As emoções! Inocentemente fluíam.
Quando os olhos eram tampados! Nos enervava.
É esta? Assim perguntavam!
O frenesi da resposta à vista.
É este? De novo balbuciavam
Sim!!! Pera, uva, maçã ou salada mista?
Talvez fosse à tão sonhada pessoa!
Inocentemente; o que fazer!
Uma fruta a escolher; e teria que ser a boa!
Pois o selinho na boca era de todos, o bem querer!
A pera! Um aperto de mão; de bom gosto.
Uva! Um abraço fraternal!
Maçã! começa a ficar bom! É um beijo no rosto.
Salada mista! Este sim; é fenomenal!
Ah! Que tempo bom; brincadeira gostosa.
Que pela criancice era inocente
Ter a sensação de ser uma pessoa vitoriosa!
Com um selinho na boca puramente.

Inserida por gilsondamasceno

⁠Na infância que me deixa só,
Nos caminhos de terra a navegar.
Vejo o meu ser ingénuo,
Ao atingir o pico da plenitude.

Hoje volto lá e olho,
A poeira das ruínas onde um dia fui feliz.
Na casa onde fui mais eu,
Do que alguma vez serei.

Sem alma e sem euforia,
Recordo-me dos tempos em vão.
No azul tão cinzento e chuvoso,
Olho e sinto de novo.

Inserida por Maarynes

⁠CARTA ABERTA AO MEU AMOR


Na minha infância e até a adolescência, eu sempre tive o pensamento que quando a pessoa certa chegasse na minha vida, eu a agarraria com todo o meu amor e a faria feliz acima de todas as adversidades da vida.
Já adulto, o pensamento ainda vive em mim.
De tanto vagar por aí, criei raízes, no entanto, raízes fracas que nunca foram regadas com amor.
dos lugares que andei, nunca senti um frio na barriga que me causasse um frenesi.
Hoje acredito no poder das palavras e de como as coisas do universo se alinham para que aquela palavra dita, se cumpra.
Agora, eu à agarro com todo o meu amor
que fora guardado por tanto tempo à sua espera.
Amo você!

Inserida por BianeyRodrigues

⁠Na infância, te vi, inocente e risonho,
Sentado num bar, destino traçando sonho.
Amigos na escola, cuidado em teus olhares,
Evitando os caminhos tortos, éramos pares.

Crescemos juntos, o afeto a florescer,
Cuidavas de mim, como o sol faz ao amanhecer.
Na escola, nos laços da vida a tecer,
Percebi, era paixão, não só dever.

Histórias entrelaçadas, vinho a misturar,
Crescia o amor, difícil de conter.
Até que outra pessoa, em teu coração,
Entrou, levando-nos à separação.

Soluços na despedida, tentativas na escuridão,
Escondidos, na noite, buscamos razão.
Mas forças maiores nos conduziram a partir,
Caminhos diferentes, corações a ferir.

No entrelaçar da vida, amores se desfazem,
Guardamos as memórias, enquanto cicatrizes crescem.
O tempo, curandeiro de feridas, há de trazer,
Novos horizontes, para eu e você renascer.

Inserida por MORFEUUCHIHA

⁠O que canto em abundância
são retratos de saudade...
És a flor da minha infância
E um cartão de identidade.

I
Nas passagens do rossio
o colorido do ervado,
velhas eiras, algum gado
e cem anos de pousio...
Na riqueza do teu brio
eu vivi sem importância,
sem o vício da ganância,
no carinho do teu leito,
é sincero e por direito
o que canto em abundância.

Ii
Para sempre a minha escola,
o meu teste de memória,
professora dona Vitória
e mil sonhos na sacola...
Sua imagem me consola
num padrão de eternidade,
vi em ti a liberdade,
muita força e muito medo,
e as promessas dum brinquedo
São retratos de saudade.

III
Aquela imensa multidão,
as promessas arrojadas,
com pessoas encantadas
oferecendo a exaustão...
Boa-Nova e devoção
demonstrados na constância,
o teu povo em abundância
vê passar mais um petiz,
mas que hoje ainda diz:
És a flor da minha infância.

IV
És a página mais amena
no meu livro desfolhado,
o sentimento emocionado,
a nostalgia que me acena...
Neste abraço para Terena
há carinho e amizade,
e aquela fraternidade
que eu guardo de criança...
foste tu a minha esperança
e um cartão de identidade.

Inserida por AntonioPrates