Texto Pontos Autor Luis Fernando Verissimo
A nacionalidade de uma obra de arte móvel em regra corresponde da nacionalidade de quem a fez mas em alguns casos especificamente pode ser considerado a temática local, social, religiosa, histórica e cultural que a obra focaliza. Está colocação refere se especificamente para obras moveis pois quando se trata de obras imoveis, a exemplo nacional brasileiro temos o Cristo Redentor, no cidade do Rio de Janeiro uma estátua monumento art déco que retrata Jesus Cristo, localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca, que foi concebida pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e construído em colaboração com o escultor francês Paul Landowski e com o engenheiro compatriota Albert Caquot. No entanto o rosto da estátua foi criado a partir dos desenhos do escultor romeno Gheorghe Leonida e o corpo pelo artista pintor e gravador brasileiro Carlos Oswald. A construção da obra durou nove anos (entre 1922 e 1931), cartão postal oficial internacional da Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro e a sua nacionalidade é brasileira por que aqui está. Por mais que neste caso tenhamos uma multiplicidade de nacionalidades dos artistas envolvidos que participaram e elaboraram a obra, e por conta disto, até hoje, travam uma verdadeira batalha jurídica em vários tribunais, via herdeiros sobre os usos da imagem autoral do monumento.
Não venha dar palpite em minha vida; dizer o que eu devo fazer ou não, como eu devo me comportar ou não. Não venha dar pitaco em minhas escolhas, tenho maturidade e sensatez suficientes para saber o que é bom para mim. Saia para lá com o seu olhar de reprovação, com a sua negatividade, seu pessimismo e, o seu olhar raso. Não queira me enquadrar na sua visão estreita, na sua concepção medíocre de mundo. Poupe-me da sua explanação sobre o meu caráter. Eu o conheço como a palma da minha mão, convivo com ele desde que nasci. A minha história sou eu quem escrevo, faço as adaptações necessárias e dirijo. Veja bem: ela é minha história e não a sua.
No mercado de arte, de antiguidades e de cultura no Brasil, muitos falam bobagens por ignorância, maldade e vaidade mas poucos confirmam por escrito por bases acadêmicas e profissionais as suas inverdades e levianas opiniões. Grande parte disto se deve a falta de politicas publicas culturais do direito de autor tutelando a continuidade da obra e da impunidade criminosa que fortalecem o inconsequente rumor.
Não existe exercício racional ou lógico na administração e atividades processuais que se baseiam exclusivamente a vade-mécum. Cria-se a ignorância a partir de sua prática, além do adverso da flexibilidade para com a subjetividade de seus colaboradores. Nota-se a partir deste ponto a complexidade na metamorfose de conduta.
Quando não há mais o que dizer... E o silêncio é a resposta para as perguntas nem mesmo externadas. Os pensamentos permanecem na mente e as palavras não são geradas. Não existe nenhum argumento para insistir e a distância quebra o fio condutor da ligação. Pode excluir dos contatos, pois acabou a paixão.
Se quiseres pinto a escada de outra cor, Arranjo outros vasos para as flores, Visto o vestido azul que quiseres, sendo azul, qualquer um deles, amor. Se quiseres, não te esqueço assim que amanhecer o dia. Caso queira, apago as luzes, te arrepio em pelo, mudo a cor do acaso, o curso da vida, a rima de um verso, te beijo... Se quiseres pinto a escada de outra cor...
Se você procura uma leitura prazenteira, leve e serena, que faça o tempo passar ligeiro, e despercebido como uma brisa suave de fim de tarde, recomendo qualquer outro autor mais comedido, ameno e formoso. Eu não escrevo para leitores delimitados pelas letras, nem para olhos subordinados às palavras. Aos sem imaginação – que enxergam somente aquilo que as vistas revelam – creio que cartões postais, fotografias e revistas coloridas, valerão muito mais do que a minha busca visceral para tentar suscitar em palavras tudo àquilo que verdadeiramente sinto.
Paixão não é amor. Mais tem uma grande chance de uma grande paixão se tornar seu grande amor. Como não saberemos se uma paixão vai se tornar amor, temos que arriscar, temos que saber ouvir e aprender com nossa companheira, como ela também tem que ouvir e aprender com você. RESPEITO é o principal, temos que saber colocar as virgulas e pontos na relação, e como disse anteriormente “Ouvir” um ao outro para que der certo a relação, pois um relacionamento sem dialogo não é um relacionamento, e sim troca de prazeres e caricias, e pode ter certeza que isso nunca poderá ser amor.
Não sou muito fã de rosas, sou terrivelmente apaixonada por tulipas de todos os tipos. Prefiro o aconchego ao moderno, de que vale algo maravilhoso que não te permite estar à vontade? Amo as luzes da cidade de São Paulo, nunca fiquei tão feliz em ter voltado para casa, afinal aqui é o meu lar. Meu estilo de música é totalmente contraditório, reggae, indie, folk, rock, jazz e sertanejo. É, acho que não me lembro de ter dito que sou uma garota normal. Tanto o céu como o mar me trazem calmaria e uma plena paz. Os filmes antigo são meus amantes, àqueles em preto e branco de 1940 em diante. Aí, como o outono me agrada, àquele delicioso friozinho fraco. A primavera também é boa, todas àquelas cores trazem inspiração. Ah, gatos.... e mais gatos! Felinos são tão independentes, que gosto de me comparar a eles. Apreciadora da arte, da beleza da natureza, da coisas simples. Mas que encanto, viu! Costumo devorar livros pela noite e, uma boa xícara de café também. Queria tanto escrever sobre tudo que eu gosto e não gosto que acabaria me perdendo na imensidão das palavras, terminei por aqui.... agora deixo o resto à seu critério.
O medo de saltar o abismo pode ser o receio de não ter como voltar, achando que se quiser retornar, tudo terá desmoronado. Mas se não permitir-se ver o que tem do outro lado, jamais vai saber. E vai achar que todos que ultrapassaram esse abismo buscando um coração acabaram voltando com uma pedra na mão.
Um dia inteiro pela frente... não saber quando será o último é que torna a vida tão especial. Ter a chance de viver cada um como de fato é: único... de viver cada capítulo com graça e sentimento... de ser coautor da própria história, podendo melhorá-la aqui e ali e torcendo para que o Autor principal goste das nossas sugestões e ideias a ponto de criar um epílogo com final feliz...
Analiso e chego a uma conclusão que o século 21 se apresenta de uma forma intrínseca, a humanidade atravessa um período negro da sua historia, período esse que chamo de perda de identidade. Olho para o mundo globalizado e reparo que a grande maioria dos jovens de hoje não tem um propósito sobre a vida e pouco ou nada tendem a idealizar sobre a construção de um novo mundo.
O eu. Se analisarmos uma palavra que se diz constantemente em latim: “alter ego” e que quer dizer “o outro eu”, poderemos compreender melhor o que levou o ser humano a se interrogar sobre a primeira questão, “quem sou eu?”. Em resumo o alter ego define bem o comportamento que levou a humanidade a se exprimir sobre o seu Eu e que na verdade nada mais era do que “o outro eu” que estava como adormecido dentro do primeiro ser humano.
Mas afinal o que é realmente o “alter ego”? Ou melhor, dizendo na língua corrente: o outro eu? Estou convencido que o outro eu, nada mais é do que o nosso verdadeiro eu, o que faz com que cada um nós seja em si diferente. Iguais numa imagem humana, porem diferente na forma de se ver ou avaliar o universo que nos rodeia, por isso nos debatemos com as diferentes culturas em si existentes.
Vontade para algo graciosíssimo, se nós falta algo acredito que podemos encontrar nesse mesmo espelho das coisas que nos são reais apenas pelo simples facto que as vemos como as vemos e sobre elas nos interrogamos. ES o nosso outro eu que nos ensina tantas coisas que parece ser apenas coisas banais, mas que no fundo e na profundidade de cada imagem e interrogações é que nasce esta tão grande vontade de melhorar cada ato e gesto, por mais simples que ele seja o universo esta a nos ensinando a ver como outros olhos para alem dos olhos que sempre temos. Se eu me deparo com algo novo, mas tão pouco sei sobre isso, então em mim há um querer bem maior que qualquer querer que é o da transformação, ES a mudança que vai fazer toda a diferença.
Eu quero acreditar neste dia como um dia eterno aos olhos dos que um dia esperar por ele e pouco ou nada compreenderam sobre este todo que se desbrava como um palco de ondas junto da praia em que os milhares de grãos de areia são a historia de Deus aos homens e que tudo em si já esta escrito e existe antes do que se escreve.
temos um só desejo, o da mudança urgente face ao universo tão vasto que nossos olhos contemplam e mal compreendem. Uma mera estrela entre o céu noturno para alem do infinito a mistura de uma mente alargada e que analisa cada grão de areia que a luz que igualo a de uma estrela entre tantas estrelas nos obriga a esta reflação.
Que daqui pra frente tudo dê certo em seus dias, que aconteça alguma coisa bem linda e intensa com você. Te desejo uma força enorme, momentos inesquecíveis, tudo em qualquer coisa que vier a escolher, não importa o quê, nem onde, como e nem com quem. Eu te desejo tudo de mais bonito, sim, menos que me faça acreditar em tudo outra vez.
Aos poucos, ver o que não existia foi se tornando sua maior especialidade. O via caminhando pela casa bebendo café amargo, via atravessando a rua, correndo na praia, tomando sol nas tardes de sábados no parque, e fazendo palhaçada por trás das vitrines das lojas. Achava que, caso se alimentasse dessas coisas, jamais morreria sufocado no próprio soluço.
Fiquei tão desacreditado que cheguei a pensar que o tempo jamais passaria, não iria me curar nunca. Mas passou. Mas curou. Como dizia minha vó, o tempo sempre passa, essa é uma das maiores crenças que uma pessoa pode ter na vida. Fora a morte, que, claro, um dia ela chega. Mas hoje não quero pensar nesse negócio de morte, Deus me livre. Quero pensar é na vida. Na minha nova vida daqui pra frente.
