Texto Pontos Autor Luis Fernando Verissimo
Usar imagens, ideias, criações artísticas e intelectuais, pelo simples gesto de copiar e colar pela internet ainda que de forma não muito ética e nem muito moral pois na grande maioria das vezes não atribui a titularidade ao autor, ainda vale por falta de alguns protocolos legais mais rígidos para o navegar no mundo digital. No entanto quando sai do mundo virtual e vai para o mundo real, mesmo pensando no errôneo conceito de cultura livre que não é nada disso, pela lei do direito autoral vigente no Brasil, e em vários outros países, é crime e passivo de todas as sansões penais e cobranças indenizatórias correspondentes.
A muitos escritores (dentre eles Autores e Poetas, se não todos) deve ser considerada a necessidade de se passar algum tempo sem escrever. Sem falar. Sem nada dizer. Apenas a produzir silêncio – do melhor e mais intenso tipo. Ou em diferentes níveis (não lineares, por falar nisso). Saber que o Silêncio é elemento essencial à sua obra é um sinal de maturidade.
Quatro Dias
Já faz quatro dias,
Sinceramente
não vi o tempo passar,
pois a felicidade
não me deixou perceber,
para que eu não estragasse
esse momento com você,
foi na primeira vez que te vi
algo emocionante naquele
momento eu senti,
foi exatamente a quatro dias
que em nossos corações
foi semeada a sementinha do amor,
juro acho que em mim já brotou,
enquanto escrevo esses versos
que dedico a ti
um sorriso aberto nasce em mim,
a cada momento que paro
e fecho os olhos, em minha mente
vem seu olhar a me cativar e hipnotizar,
acho que nem vou duvidar
pois hei de estar apaixonado,
estou louco para novamente te ver
e te sequestrar por todo viver,
finalizo dizendo novamente
que amo você!
Uma Reflexão para cada Mês, Goianésia, 01 de agosto de 2020
Finalizamos julho com muitas expectativas; agora vamos encarar o mês de agosto. Diante de alguns meses que estamos passando por essa pandemia, paro e penso se adiantou alguma coisa este tempo todo dentro de casa com a nossa família ou até longe de quem a gente ama.
Será que depois disso vamos mudar a nossa forma de viver? Será que a saudade que estamos sentindo seja tanta que daremos mais valor às pessoas? Será que vamos aproveitar mais os momentos com quem amamos? Ha algum tempo atrás, eu li uma frase que dizia assim "É necessário que, ao menos uma vez na vida, você duvide, tanto quanto possível, de todas as coisas“ o autor era René Descartes. Me lembro muito bem de quando li o texto e encaixa muito bem ao momento que estamos vivenciando pois temos que duvidar da saudade que dizemos estar sentindo, temos que parar e pensar. E depois que tudo isso acabar como vai ser?
Hoje vemos que muitos casais estão se separando pois não suportam um ao outro; algumas pessoas estão em depressão ou já tiveram; muitos estão a passar fome pois não tem como trabalhar para o alimento levar para sua família. Será que quando a pandemia passar tudo vai voltar a ser como antes? No meu pensar as coisas não vão voltar ao normal de uma vez: tudo vai se tranquilizar aos poucos, como muitos estão a sofrer pela perda de entes queridos que não estarão ali mais quando tudo normalizar, somente a saudade vai restar que possamos reaprender a magia de ser feliz, saber aproveitar as alegrias que a vida tem a proporcionar.
Encerro essa pequena reflexão deste mês dizendo que tudo vai se normalizar. Basta acreditar e voltar a sonhar pois o possível e o impossível dependem de você para acontecer.
Insight para VOCÊ se superar, evoluir e crescer!
O consumismo, a saciedade e os sentimentos de ingratidão, dor e rebeldia são superados quando o indivíduo se enriquece de equilíbrio emocional decorrente do desapego, da simplificação do modo de vida, da compaixão, do destemor e da comparação.
VOCÊ deve voltar a viver sua singularidade e assim resgatar QUEM VOCÊ É de verdade. @realpaulosilveira
Tenha um excelente dia hoje e sempre;
Pois o mercado é do tamanho da sua
competência, influência e reputação.
O sentimento de rejeição quase sempre é proveniente da indiferença diante de certas necessidades psicológicas, emocionais ou comerciais; vinculadas direta ou indiretamente ao amor, a compreensão ou a inveja.
Portanto, pacifique a sua mente e siga em frente com total discernimento, lucidez e cooperação com seus semelhantes. @realpaulosilveira
Tenha um excelente dia hoje e sempre;
Pois o mercado é do tamanho da sua
competência, influência e reputação.
O Caminho Invisível - A
Jornada do Arvoricionismo
Em um mundo onde as verdades se ocultam
nas sombras, O Caminho Invisível conduz o
leitor a uma imersão profunda no
Arvoricionismo, revelando o que reside além
do visível.
Misturando misticismo, filosofia e sabedoria
ancestral, esta obra vai além de uma simples
leitura – é uma provocação à mente e ao
espírito. Através de enigmas, reflexões e
histórias enigmáticas, você será levado a
questionar a realidade e os mistérios do
universo.
Esta jornada é para aqueles que ousam
encarar o desconhecido e desvendar o que sempre esteve oculto.
"Perdi pessoas que eu achava que não viveria sem, e ganhei pessoas que eu nunca imaginei que entrariam em minha vida. Ri até chorar, e chorei como se não fosse mais rir. Sonhei alto, cai muito, machuquei e me levantei. Senti saudade, morri de saudade, mas também deixei saudade. Disse coisas que não deveriam ser ditas. Calei-me quando mais deveria ter falado. Chorei. Como eu chorei! Mas também fiz pessoas chorarem. Briguei, brinquei e me arrependi. Guardei coisas bobas e deixei coisas importantes passarem. Algumas vezes fui feliz, outras vezes triste. Arrependi-me de coisas que disse, e disse coisas da qual não me arrependo. Xinguei, gritei e perdoei. Errei querendo acertar, e acertei quando achei que tinha errado. Acreditei no “Para sempre”, “Eu te amo” e “Conte comigo”, e também fiz pessoas acreditarem. Prometi coisas que não cumpri, e cumpri coisas que nem ao menos prometi. Perdi e ganhei. Sorri e chorei. Ergui-me e desabei. Mas nunca deixei de acreditar no amor."
Em um certo ponto da vida, cada segundo é extremamente valioso. Precisamos saber exatamente o que queremos e não perder o foco. Neste quase fim de estrada, não podemos desviar-nos do caminho, tomando atalhos. Temos que seguir em frente, encontrar alguém disposto a caminhar, com amor e respeito, e desviar o olhar das armadilhas dos desvios laterais, que são muitos, e cheios de beleza que nos engana e só quer nos causar destruição, tristeza e quebrar nossas pernas. E isso está na beleza enganosa dos atalhos que temos pela frente. Temos livre arbítrio para escolher. Vá em frente ou entre no atalho complicado e caia.
Os índios americanos caçavam e trocavam seus produtos entre si. Vieram os "civilizados " e lhes ensinaram o comércio. "Desensinaram-lhes" a trocar bens naturais e culturais por __ álcool ... __ armas !... __e...quinquilharias... Assim, em vez de lhes altearem o espírito __ com esta simples, mas, perversa __prática__... terminaram por lhes rebaixar a Alma !..."
Talvez nós sejamos um dos últimos por aqui.
Mas mesmo depois da passagem sei que eles ainda estão lá ... os momentos.
Eles continuam lá em algum lugar inacessível aos olhos mas perto da alma.
sinto que esse tempo faz parte da minha jornada e apesar da solidão espero permanecer aqui, por mais aventuras.
Te encontro nas melhores memórias.
Vivemos à mercê do prazer, ou seja, do entretenimento contínuo. Tudo graças às novas tecnologias que estão presentes em nosso dia a dia, tudo isso nos fornece um prazer momentâneo e inconsistente.
Há muito e muitos anos atrás, éramos obrigados a buscar nós mesmos nosso próprio entretenimento através de livros, brinquedos, histórias, brincadeiras e muito mais… mas hoje a única coisa que nos pode conceder esse prazer são horas e horas de vídeos no celular. Infelizmente a humanidade perdeu essa capacidade de se auto- entreter precisamos do celular para ficarmos felizes, mesmo que falsicadamente e momentaneamente.
Tenho medo de que no futuro as pessoas se esqueçam de que vivem, de que tem uma vida fora da tela do celular, tenho medo de que no futuro não existam mais crianças com histórias verídicas e empolgantes de suas viagens espaciais, tenho medo de que ursos de pelúcia não tenham mais a hora do chá. Se consegue entender o que quero dizer, sabe o quão profundo é o que estou escrevendo. Como parte desta nova geração, oro para que abram os olhos e vejam o quão triste está a nossa realidade.
O que esperar, se na vida tudo é um breve,
Breve adeus, uma curta esperança.
Sem romper incertezas, espere,
Espere que venha uma grande bagunça.
Não espere, a vida precisa de ousadia,
Onde o adeus, não deve ter espaço.
Rompa com a insegurança e faça,
Seja o seu melhor não um tolo.
Esvazie- se e preencha os espaços,
Com amor e valor,
Com fervor e audácia.
Festeje, mesmo que sozinho, na dor,
Abrace a alegria da vida,
E faça valer seu maiores desejos.
Você conhece os 10 “F” que levam a Finalizar qualquer relacionamento?
Falta de Respeito! Falta de Fidelidade!
Falta de Compreensão! Falta de Sentimentos reais!
Falta de Diálogos reais! Falta de Altruísmo! Falta de Transparência! Falta de Cumplicidade! Falta de Caráter! Falta da Reflexão do “Se”!
Qual seria a definição de status “antigamente”?
Era ter uma favorável posição social ocupada na sociedade! Qual era o nome disso? (consideração, prestígio ou renome!) E hoje em dia qual é a definição? É ter que colocar qualquer coisa mesmo que seja insignificante para mostrar alguma coisa! Qual é o nome disso? (WhatsApp)
Qual a definição de “ateu”?
(A-teu: sem-Deus, sem-crença) O termo, inicialmente, foi usado para descrever uma ausência de crença ou negação aos deuses e não na inexistência de Deus, e passou a significar tanto os que negam a existência dos deuses como as de Deus também. Hoje em dia tal definição ainda se mantém de pé.
Aconteça o que acontecer, jamais deixe Cristo!
Você pode até se afastar de tudo ou de todos, mas nunca de Cristo!
Para quem iremos nós se só tu tens palavras de Vida Eterna?
João dimensiona a regência do verbo (ir) que é para "lugar", porém ele coloca (quem) para enfatizar que o lugar é uma "pessoa"!
E de fato Jesus disse isso (João 14.6)
Sabe por que tem gente na família que cria situações para não falar mais com você?
Porque eles são incapazes de ficar na sua frente e expor o que sentem e depois te ouvir. Como são irredutíveis e idiotas (só acham que só eles estão certos e o resto que dane-se) eles não conseguem se controlar, pois a ignorância reina e o descontrole emocional poderá tomar conta, já que o orgulho e a incapacidade de reconhecer que existe a outra versão ofuscará o outro e a outra versão. Enfim, não perca tempo com esse tipo de pessoa; lamente, siga em frente, pois o futuro dirá e mostrará quem é quem!
Há dias não escrevo
Há dias não escrevo uma linha sequer,
para contar estória.
parece que fui tomado
por um surto repentino de amnésia.
Até aquele ”eu” invisível
que me confiava seus segredos,
seus delírios absurdos
sumiu, literalmente sumiu.
E o eu, eu,
neste momento emocionado,
coração acelerado,
com a mão trêmula tatuando
essas palavras em forma de desabafo,
num pedaço de papel amarelado.
Com os olhos úmidos
parecendo uma janela de vidro
exposta à chuva, vendo tudo embaçado.
Já imaginando o dia
em que minhas poesias
sem nexo, mal escritas e sem rimas
ganharão o mundo.
Ganharão o mundo,
como um filho fugindo de casa
para habitar, as estantes distantes de bibliotecas famosas
ou de sebos empoeirados das cidades.
É...
talvez seja esse o motivo
pelo qual,
há dias não escrevo
uma linha sequer pra contar estória.
Sentado à beira-mar
Sentado à beira-mar,
Com o corpo levemente curvado
Braços apoiados em suas pernas
Com o livro da vida nas mãos
Olhar perdido por trás das lentes
Alheio ao vai e vem dos pedestres
Que vez ou outra param para fitá-lo.
Sentado à beira-mar,
Alheio ao vai e vem das ondas em sua retaguarda,
A aurora e o arrebol,
A noite enluarada acendendo as estrelas,
O orvalho e a chuva,
A brisa suave e a ventania.
Sentado à beira-mar,
Inerte, dia após dia, integrado ao seu silêncio
Divagando em sua própria quietude
Sem preocupação com o tempo
Seu tempo agora é eterno.
E agora Carlos?
Que não há mais pedra em teu caminho...
Drummond e agora?
E agora que você se foi
Poesia não escreve mais...
Carlos... E agora?
E agora você?
(homenagem póstuma ao grande poeta Carlos Drummond de Andrade)
