Texto Filosófico

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Vamos repensar?

Albert Camus:

“A necessidade de estar certo é o sinal de uma mente vulgar.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“O ego transforma opiniões em fortalezas e transforma diálogos em guerras. A mente pequena não busca compreender; busca vencer. A maturidade intelectual começa quando o homem percebe que defender uma verdade é menos importante do que permitir que a verdade o transforme.”

Vamos repensar?

Albert Camus:

“A liberdade nada mais é do que uma chance para sermos melhores.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“A liberdade sem consciência é apenas a possibilidade de escolher a própria prisão. Ser livre não é fazer tudo o que se deseja; é ter domínio suficiente sobre si mesmo para não ser escravo dos próprios desejos.”


"Tem uma frase de Albert Camus que diz o seguinte: 'Quem vive de amor não vive, não sente, não faz nada além de sofrer.' E eu não poderia discordar mais que totalmente disso, porque tudo que se relaciona a você ou a nós dará vida, sentido e muita felicidade. O mais importante é que me dá uma absurda vontade de viver, não de um jeito melancólico, como de alguém que quer morrer, mas sim de alguém que quer viver tudo intensamente, tanto quanto eu já poderia sentir as coisas. Por causa de você, hoje eu não tenho medo do absurdo da vida e da intensidade que me conduz; muito pelo contrário, eu confio a mim fazer o melhor que tenho a oferecer para você.

E para não deixar o pai Alberto com uma carapuça de melancólico e de que não acredita no amor, há também outra frase que diz assim: 'Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela.' E eu não poderia concordar mais: você faz eu me sentir no meu auge todos os dias. Você é o amor da minha vida, Lívia! Eu quero passar o resto do instante que serão as nossas vidas da melhor forma possível." Te amo e Amarei a todo instante possivel

Inserida por Extintor

O jornalista, escritor de romance e filosofo Albert Camus ensinou algo fantástico.

"O homem tem duas faces: não pode amar ninguém, se não se amar a si próprio"

Diga-se de passagem, concordo com ele. Ate porque é impossível você dar algo que não tem, ou seja, só podemos amar, se primeiramente nos amamo; respeitar, se nos respeitamos; cuidar, se nos cuidamos...
Pois, quando estamos deliberadamente bem conosco mesmo, estaremos livres para viver leves, felizes e contestes com aquilo que tem acontecido conosco, pois uma coisa é verdade, só alcançamos determinadas coisas, quando estamos de bem conosco mesmo.

Inserida por Lugli

⁠O Mito de Sísifo

Segundo Camus, o suicídio é o único problema filosófico. Muitos visualizam no suicídio, somente uma maneira de conseguir o que almejam, a saber, extirpar o absurdo da existência. Então, provavelmente, ou é um pico de angústia muito alto, aliado a essa não subjetivação ou um pico, uma angústia contínua e perene que vive como ruído. É um pico de sofrimento tão alto e com pouco recurso para simbolizar esse sofrimento, você tem como defesa, desafetar, ficar em uma lógica um pouco cool, sendo mais da metade Blasé, sendo expert em defesas desinfetantes ou maníacas, indo ao movimento do consumo e se entretém e, quando você entra no olho do furação e enxerga sua própria vida, história, você mesmo não tem recurso, não tem pensamento, não tem formação psíquica, não possuindo conteúdo mental, verbal, simbólico, físico, sem linguagem, potencialidade, se ausentando da inteligência psíquica, cognitiva, para fazer face à vida, e se extingue o conhecimento e a consciência. É muito mais como uma defesa para uma angústia, para um afeto muito avassalador do que uma decisão de que está bom para mim.

Inserida por samuelfortes

Diz Camus, que o homem é o único ser que não aceita o que é
O espírito humano necessita de novidades diárias; e assim quando não as tem, as inventa...
Não viver satisfeito faz parte da natureza do homem, mas a natureza não é assim, sobretudo com os irracionais não ocorre a mesma insatisfação.
Os animais, que não possuem consciência nem sofrem com as ansiedades do amanhã, se contentam com seu vai e vem incansável de dias e noites sempre iguais. Contudo, se observa entre homens comuns, não raro a mesma motivação ou costume.
Vejo homens que vivem enjaulados, numa rotina obstinada ao fim caótico sem lamentar sua injusta sina.
Penso que entre homens que possuem o mesmo espírito, o da conformação, estes não são capazes de mudar seu Status quo, sua simples existência se resume em existir e não em viver.

Inserida por EvandoCarmo

"Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida." - Sêneca


⁠Viver mal não é apenas sofrer, é pegar o que o mundo tem de melhor e partir sem ter provado.
É aceitar a liberdade de existir e não fazer dela um voo.
É deixar passar a beleza do instante como quem folheia um livro sem ler as palavras.
Devemos nos apressar para viver bem, porque o amanhã é sempre um mistério e cada dia é, por si só, uma nova vida.
As oportunidades mudam. As escolhas mudam. E nós também.

O passado não pode ser alterado, mas o futuro se dobra ao cuidado de quem o planeja com intenção.

Há alguns meses, percebi que não estava vivendo bem, estava apenas passando pelos dias.
Esqueci da eudaimonia, da plenitude que nasce não da euforia, mas do sentido.
Transformei o essencial em hábito, e o hábito me deixou cega.
A felicidade estava ali, ao meu lado.
Mas eu a rotulei como "cotidiano" e deixei de enxergá-la.

Foi só quando isso doeu que decidi mudar.
Porque fingir felicidade não preenche.
E não há nada mais angustiante do que sorrir com o coração calado.

Descobri, então, que a felicidade é tão simples que quase passa despercebida.
Está em um chá quente entre conversas calmas.
Em assistir a um anime em silêncio, num dia frio, debaixo de um cobertor.
Em aprender algo novo sobre o mundo, como se a ciência fosse um livro escrito por Deus em letras minúsculas.

Essa é a minha felicidade. Esse é o meu viver bem.

Por isso, apressa-te também a viver bem.
Não porque a vida seja curta, mas porque cada dia é único.
E cada vida que você vive dentro dos dias, também é.

NADA É PEQUENO NO AMOR
Autora: Profª Lourdes Duarte

Já dizia Sêneca , “O amor não se define; sente-se”.
E como o Amor é um sentimento perfeito é além da nossa compreensão, o máximo que conseguimos fazer é “imitar” o verdadeiro e completo Amor. O Amor é benigno e não sente ciúmes. o Amor não é orgulhoso e não recente do mal: o Amor perdoa, seja qual for o erro. O verdadeiro Amor está além da distância, do toque, do cheiro...

Não busca-se razão para Amar, não se ama porque alguém tem qualidades interessantes ao se ver ou porque é bonito. O verdadeiro Amor é simplesmente Amar, coisa que nós seres humanos demonstramos uma imensa dificuldade, pois o Amor é algo que não pode ser explicado com palavras apenas com gestos, e isso não basta para responder nossos questionamentos em relação a ele.
O amor é algo de uma grandiosidade tamanha que chega a ser algo perfeito. E nós, seres humanos, não somos perfeitos apesar de sermos feitos a imagem e semelhança de Cristo, pois com o tempo nós mesmos acrescentamos nossas imperfeições às nossas personalidades. E quando o amor chega a dúvida aparece.

Nada é pequeno no amor. Quem espera as grandes ocasiões para provar a sua ternura não sabe amar. Fernando Pessoa diz que:
“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Há 1 ou 2 anos, li um livro que citava o grande Sêneca, dizendo algo mais ou menos assim: “Quer conhecer um povo? Veja o tipo de música que ele escuta.” Concordo, mas na época dele não se tinha o conhecimento de que a vibração acústica deve estar alinhada com a vibração do cérebro para que possamos nos sentir bem ou tristes. É o efeito das notas musicais.

Acredito que sou eclético no quesito musical; ouço de tudo um pouco, só não consigo ouvir sertanejo universitário.
Em nosso país, há uns 60 anos ou mais, já existia uma crítica a esse grupo por defender a elite agrária. Entretanto, o sertanejo raiz tinha composição e melodia; o universitário, para mim, é uma “mistura de lixo com estrume”. E, nesse ponto, Sêneca acertou.

Sou do RAP. Para muitos, é um gênero de criminosos. Sim, muitos artistas falavam de suas vidas, mas, se você sintetizar as letras, perceberá que eles não fazem apologia ao crime — eles nos mandam sair dele, porque é cilada.

A música fala de seu povo; os intelectuais dos primórdios já sabiam disso. Só que, naquela época, não se entendia a relação entre as vibrações sonoras e o cérebro, que podem nos deixar felizes, tristes ou eufóricos. Essas notas nos fazem sentir emoções que, sem elas, não teríamos.

"A perseverança é o caminho do êxito", Sêneca.
A frase nos faz lembrar que o caminho para a derrota é sempre o mais fácil, pois ele exige apenas a nossa desistência, enquanto o caminho para a vitória é muito mais difícil, pois ele exige renúncia, desafios e força e coragem para persistir, insistir e não desistir para alcançar o sucesso e a vitória almejada!
O caminho para a derrota é pouco exigente, mas também é sempre muito frustrante.
O caminho para a vitória é muito mais exigente, mas é o que traz a satisfação de vencer a si mesmo e a certeza de que o impossível não existe!


Bom dia!

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

Sêneca era contra a escravidão e contra as diferenciações sociais entre as pessoas. O que pode dar valor e nobreza a uma pessoa é somente a virtude e essa todos podem ter. Na sociedade o que define se alguém vai ser escravo ou um nobre é somente a sorte do nascimento. Em sua origem todos os homens eram iguais. A nobreza é uma construção de cada homem no desenvolvimento do seu espírito.
(da filosofia de Sêneca)

Inserida por DavidFrancisco

No segundo capítulo do livro de Sêneca, temos mais dois aspectos a levantar.

1-) Objetivo de vida

Todos nós temos objetivos pessoais, sociais, profissionais, afetivos. Mas existe um objetivo de vida comum a todos nós, que concerne a todo ser humano. Esse objetivo é o de evoluir. Nossa alma está em nosso corpo para evoluir, para ser livrar de coisas ruins. E a única forma de evoluirmos e nos tornarmos melhores como seres humanos é através do conhecimento a respeito de nós mesmos. Conhecendo a si mesmo, conhecemos nossas luzes e sombras, nossos valores e princípios, nossas virtudes e ideais, e dessa forma podemos iluminar nosso lado obscuro, nos livrarmos de paradigmas e características que nos travam e deixar nossa alma o mais iluminada e limpa possível.

É um trabalho muito longo o trabalho de conhecer a si mesmo, mas é um grande aprendizado. É aprender e refletir todos os dias. É ter a mente aberta para se analisar todos os dias, a todo o momento. Ser crítico consigo mesmo, olhar para dentro de si e estar aberto para aprender sempre.

Esse desejo de sermos melhores deve nos acompanhar desde que tomamos a consciência de nossa existência até o fim dela. É algo que nos acompanha a todo o momento, e é a razão de estarmos aqui.

2-) Vícios e prazeres que nos afastam da verdade, do objetivo.

Devemos tomar muito cuidado com vícios e prazeres que nos distraem, que nos fazem perder tempo. Que não permitem que paremos um tempo, pelo menos uma vez por semana, para refletirmos sobre nossas atitudes, nossos pensamentos, valores e princípios. Que não nos permitem parar um tempo para ler, estudar, aprender. Que nos distraem e fazem com que o tempo nos carregue sem percebermos. E aí quando acordamos já é tarde demais. Devemos vigiar para que esses vícios e prazeres não nos afastem do nosso verdadeiro objetivo de vida: evoluir.

Inserida por carolgdc

Ensaio a respeito de Sêneca
A virtude nada mais é que a razão certa.
O que dizer ?
Bondade?
Vaidade?
Virtude?
A bondade nada mais é que uma virtude,
Virtude quando falada não é virtude
É vaidade;
Virtude?
Há essa tal virtude que contida dentro da alma alimenta!
De certo modo o que se alimenta, enche!
Esse tal ser humano quando enche transborda,
Mas se enchermos até ao ponto de transbordar que seja de virtude.
Transbordo que que alimenta o ego não é virtude, é vaidade disfarçada.

Inserida por beatrizcouth

"⁠Um timoneiro que se preze continua a navegar mesmo com a vela despedaçada."

Sêneca

O TIMONEIRO, A NAVEGAÇÃO, A VELA DESPEDAÇADA são apenas ilustrações para dizer que na vida, mesmo diante das percas, da dor, da tristeza, da desilusão e do coração despedaçado, sempre haverá forças para aqueles que se dispõem a continuar seguindo em frente, e assim não se deixar afundar em meio às turbulências que as vezes a vida nos impõe.
A deriva muitos provavelmente se encontram, mas não poderão continuar assim por muito tempo. As vezes a vida nos ajuda colocando em nossos caminhos os ventos da boa amizade, da boa base familiar, das aparentes coincidências e do restabelecimento da lucidez, nos levando a um porto seguro para a restauração de nossas energias, para reformulação de novas idéias para que posteriormente possamos seguir novamente rumo ao nosso próprio destino.

Inserida por AdmilsonNascSantana

"Platão dizia que 'verdade conhecida é verdade obedecida'. Tão logo você enxergou nitidamente que certa conduta é má, tem de evitá-la por todos os meios. Até lá, tem uma certa margem de erro justificado, como exigência inerente à própria noção de aprendizado, com a condição de confessar o erro tão logo o tenha percebido como tal e de não teimar nele depois disso. Quando você descobriu o que é bom, não o largue por dinheiro nenhum deste mundo."

Inserida por LEandRO_ALissON

Milhares de anos atrás, na República, Platão ofereceu uma visão curiosa de pessoas que confundem sombras lançadas numa parede com a realidade. Na Ilíada, os troianos caíram por um cavalo. Shakespeare preferia sorrisos a pontas de espadas e colhia rosas mesmo sabendo dos espinhos. E, nos últimos anos, o viés cognitivo é utilizado como o último desespero para salvar a raça humana e substituir a coragem. O uso de palavra de sentido inverso ou oposto ao que quer ser proferido é empregado para gerar confiabilidade na informação. Como quando a televisão te manda desligar a televisão.

Inserida por Gazineu

Desde o Meno, de Platão, é possível estabelecer que o professor não é, em primeiro lugar, alguém que sabe instruindo quem não sabe. Ao invés disso, ele é alguém que tenta recriar o assunto na mente do estudante. Sua estratégia é a de antes de mais nada fazer o estudante reconhecer o que potencialmente já sabe, e isso inclui a quebra dos poderes de repressão interna que o impedem de distinguir o que sabe. Eis aí a razão de ser o professor, e não o estudante, quem faz a maior parte das perguntas. Esse traço de ensino em meus livros provocou algum ressentimento entre meus leitores, ressentimento que se deve muitas vezes à lealdade para com outros professores. Esse ressentimento vem junto com a percepção de uma certa esquiva deliberada de minha parte, trazida à baila sobretudo porque não dispenso a ironia, coisa essencial, para todo o professor desde Sócrates. Nem toda a esquiva, entretanto, é apenas uma esquiva. Até mesmo as parábolas de Jesus eram ainoi, ou seja, fábulas com uma característica de enigma. Em outras áreas, como no zen-budismo, o professor no mais das vezes é alguém que mostra sua capacidade por se recusar a responder às perguntas ou que as varre com algum paradoxo. Responder a uma pergunta (ponto a que voltaremos no curso deste livro) é consolidar o nível mental em que foi formulada. A menos que se deixe algo de reserva, sugerindo a possibilidade de uma pergunta melhor e mais completa, o avanço mental do estudante se detém.

Inserida por LEandRO_ALissON

Os brasileiros vivem no dia a dia o mito da Caverna de Platão. A exemplo daqueles escravos presos e assistindo o desfile de imagens na parede da caverna, os brasileiros assistem diariamente o desfile de autoridades dos três poderes da república, que,- agora em telas digitais e até mesmo ao vivo -, falam, prometem, encantam, decepcionam, mentem, assaltam e deixam os escravos ainda mais escravos. Mas como os antigos escravos da caverna, também os brasileiros continuam iludidos que tudo que vêem é a verdade. De tempo em tempo, alguns destes escravos se libertam e se tornam um daqueles e tentam mostrar para os que não entraram na política que as coisas são bem diferentes do que eles imaginam. Mas como mito original, continuam acreditando nos políticos safados como se honestos fossem e que lhe falam a verdade.

Inserida por carlosmachado67

⁠Qual era a religião de Platão? Jesus era formado em quê? Essas perguntas retóricas destacam que acumulação nunca foi sinônimo de liberdade. A acumulação, seja material ou espiritual, acaba se tornando um fardo ou uma prisão. Quando o demais se torna de menos, isso é o cúmulo da ignorância.

Inserida por evermondo