Texto Filosófico

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A diferença de Jesus para Maomé, Buda, Confúcio, Rama, Papa Francisco, Mahdi, Gandhi, Dalai Lama é simples.
Eles diziam "ter" a verdade e Jesus diz "ser" a verdade.
Quem você já ouviu dizendo: "Eu sou a verdade!" durante toda sua vida?
A verdade não é um conceito, a verdade não é uma opinião, a verdade não é o que grandes líderes disseram ou dizem.
A verdade é uma pessoa, a verdade é Jesus. Porque tudo o que Ele diz é verdadeiro, tudo o que Ele faz é verdadeiro e é possível conhece-lo, através de sua palavra.
João 14.6

A Justiça do bom pai


Zilu perguntou a Confúcio: "Quando devo colocar em prática o que aprendi?". Confúcio respondeu: "Ainda estou lhe ensinando. Por que essa impaciência? Espere a hora certa". No momento seguinte, Gonchi perguntou: "Quando devo colocar em prática as coisas que aprendi?". "imediatamente", respondeu Confúcio. "Mestre, o senhor não age com justiça", reclamou Zilu. "Gongchi sabe tanto quanto eu, e o senhor não o proibiu de agir". "Um bom pai conhece seus filhos", disse Confúcio. "Freia aquele que é ousado demais e empurra o que não sabe andar com as próprias pernas".

​"Confúcio disse: 'Aprender sem pensar é tempo perdido; pensar sem aprender é muito perigoso.'


​Creio que cultivar a mente é o maior investimento de longo prazo que podemos fazer, pois o crescimento intelectual expande a visão do imediato para um legado que atravessa gerações.


​Em suma, a verdadeira sabedoria exige o equilíbrio perfeito: o estudo nos fornece a matéria-prima, enquanto a reflexão nos revela a compreensão do oculto."

Vamos repensar?

Confúcio — “Aquele que pergunta é um tolo por cinco minutos, mas aquele que não pergunta permanece tolo para sempre.”

“A pergunta revela humildade; a ausência dela revela arrogância. O verdadeiro ignorante não é aquele que não sabe, mas aquele que perdeu a capacidade de duvidar. Uma mente sem perguntas transforma certezas em algemas.”

Carlos Eduardo Balcarse

Vi uma frase de Confúcio:
“Uma vez passei todo dia pensando, sem comer nada, e toda noite pensando sem ir para cama, mas descobri que nada ganhei com isso. Teria sido melhor gastar o tempo estudando”
Destarte da frase conclui de que nada adianta ficar prevendo o futuro e imaginado nas consequências, se o pensamento não for fruto de transformação.

Inserida por cei

Confúcio anunciava "O pessimismo torna os homens cautelosos, enquanto, o otimismo torna os homens imprudentes."

E o excesso de confiança e esperança em nós mesmos nos destruiu. As tecnologias, os saberes humanos que tanto aglutinam, nos distanciaram definitivamente – Isolaram-nos numa bolha de orgulho e egoísmo, onde ninguém precisa de mais ninguém.
No fim tudo o que conhecemos se desfará. E quando da última 'crise de riso' alguém se despertar, descobrirá enfim: Nós causamos tudo isso! Destruímos nossas famílias, para acreditarmos em ilusões medíocres, para erguer bandeiras de ódio...; Fingir parecia ser tão divertido, todos fingem afinal.
Será tarde demais para entender que exagerar nos planos que fazemos para o futuro rouba de nós o presente; nos faz morrer sozinhos sem nenhuma boa lembrança da vida; sem sentimentos de honesta satisfação. E por fim, não haverá ninguém para velar nosso corpo frio, ninguém para regar nossas sementes, ninguém para alimentar o nosso cão.

Inserida por franciscirino

⁠Um dia entre 552 e 489 antes de Cristo, o filosofo chinês Confucio escreveu:

"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha."

Assim são nossos objetivos...Fazendo um pouquinho todos os dias, fará crescer a transformação e dará a sua persistência uma forma grandiosa.

😊

Inserida por luciano_marques_2

⁠Ainda não vi ninguém que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo, já dizia Confúcio.
Ele estava certo, pois em qualquer época,em qualquer situação, a beleza sempre fará uma diferença.
A virtude muitas vezes é necessário convivência para perceber la, mas a beleza física ,essa madrasta que o tempo consome, é a primeira coisa que se percebe naqueles que são agraciados com tal atributo.

Inserida por dungatrismegisto

⁠“Qual seria sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?"
Confucio
Gosto deste movimento:
Quantos anos você tem?
Geralmente as pessoas respondem prontamente tenho (X) anos... e diz com base na data de seu nascimento! Então, devo lhes dizer que você não tem mais estes anos, por uma simples razão: Eles já passaram.
Os anos que você tem se baseiam unicamente no tempo que ainda irá viver. Podemos ter uma ideia singular, simples, mas não certeira, pois não sabemos quantos anos ainda temos.
Digo sempre que os anos que já se passaram você não os tem mais.
Sua idade será fácil saber... Agora
Quantos anos você tem?
Para mim é muito simples, pois com sorriso nos olhos digo: tenho muitos, porque quero evoluir e ajudar muitas pessoas nesta vida terrena! Agora minha idade 😊

Inserida por giovanabarbosac

"Queria que o tempo parasse... queria que as ondas se acalmassem... Queria que o vento parasse... Queria que a poesia da tua voz me cercasse... Queria eu te ver, te tocar... queria eu poder te apreciar... Assim como Lua olha o mar, queria eu poder te levar... Levar pra onde? Pra de baixo da ponte? Morar na rua e beber água da ponte? (Rsrs) Te levar pra nosso céu, nem que seja em avião de papel, beber nosso amor, pois ele nos enche de calor... Calor pra viver, calor pra sonhar, apenas em teus abraços aprendi descansar"

⁠Para o deleite das causídicas e dos causídicos, relembramos duas citações no Senado Romano antológicas do legado do grande Cícero: “Habemus reum confessum — non in verbis, sed in facto, in timore, in oculis tuis (Temos o réu confesso — não em palavras, mas nos atos, no medo, nos teus olhos)”. E outra: “Nox testis fuit, sed aurora veritatem revelavit (A noite foi testemunha, mas a aurora revelou a verdade).”

Inserida por giuliocesare

SOMOS NECESSÁRIOS

Todos nós somos necessários,
somos verdadeiros responsáveis,
por cumprirmos com os nossos
deveres.
Somos necessários...
no amor, família, no trabalho
e em todos os lugares,
que nos dizem respeito.
Somos necessários...
no mundo, para cumprirmos
com a nossa parte.
Zelar de toda a natureza
e dos nossos semelhantes,
com o devido respeito
e consideração...
somos necessários
para praticar ao que é bom...

Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

A nossa responsabilidade


Todos temos responsabilidades
E devemos cumpri-las
Da melhor forma possível
Que assim a vida brilha.

O ser responsável
É herói colaborador
Com todo o meio existente
É realmente um provedor.

A nossa responsabilidade
Devemos abraçá-la
E cumprindo com o dever
Não forjamos a real escala.

Temos responsabilidades
Profissionais e familiares
E com todo o meio ambiente
É bem melhor para toda a gente.

Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

COMO FLOR

Como uma gostosa flor
A exalar o seu perfume
Você nasceu para mim
E a minha vida floresceu.

Você chegou sorrindo
E o seu amor eu fui sentindo
Que era o mais perfeito
O mais lindo já existente.

Como flor você chegou
E demasiadamente me amou
Levando-me ao êxtase
Entre as nuvens em deleite.

A minha vida tornou-se florida
E muito bem assistida
Por você a minha linda fada
A flor mais adorada.

Inserida por AntonioCicerodaSilva

É raro um homem que é bom como filho e obediente como jovem ter a inclinação de transgredir contra seus superiores; não se sabe de alguém que, não tendo tal tendência, tenha iniciado uma rebelião. O cavalheiro dedica seus esforços às raízes, pois, uma vez que as raízes estão estabelecidas, o Caminho daí brotará. Ser um filho bom e um jovem obediente é, talvez, a raiz do caráter de um homem.

Confúcio
Os analectos. Porto Alegre: L&PM, 2006.

Certa vez ouvi de um filósofo que: " Tudo que está sendo dito hoje, já foi dito por todos os filosofos no decorrer da história. Fui até minha casa e pensei: Puxa será que até sobre coisas não existentes como no caso da INTERNET?. Eu já estava convicto que o filosofo estava equivocado. Foi quando abri e li a República de Platão e lá pelas tantas vi o mito do anel de GIGES, poxa percebi que o anel atribuía poderes mágicos da invisibilidade, tal qual acontece com o usuário de internet hoje na atualidade. Platão que nunca teve Facebook, explica no mito do anel de GIGES o que muitos fazem hoje em dia.

Inserida por RicardoMoura

Toda arte, toda filosofia pode ser vista como remédio e socorro da vida em crescimento ou em declínio: elas pressupõem sempre sofrimento e sofredores. Mas existem dois tipos de sofredores, os que sofrem de superabundância de vida, que querem uma arte dionisíaca, e desse modo uma perspectiva trágica da vida – e depois os que sofrem de empobrecimento de vida, que requerem da arte e da filosofia silêncio, quietude, mar liso, ou embriaguez entorpecimento, convulsão. Vingança sobre a vida mesma – a mais voluptuosa espécie de embriaguez para aqueles assim empobrecidos!

Esse foi super inspirado pela intimidade espiritual e ferida de “Maya” (Tagore) e pelas ideias de Camus — o Absurdo, a lucidez que dói, o amor que tenta tocar o irredutível silêncio do mundo

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"Da vontade de gritar com todo meu amor."



Há um instante, quase imperceptível, em que o amor deixa de ser apenas sentimento e vira pergunta. Uma pergunta muda, suspensa entre dois corpos, que ninguém sabe responder. Talvez seja isso que Tagore chamava de maya: esse véu tão delicado e tão firme que cobre tudo, confundindo o que é desejo com verdade, o que é presença com sonho.


Eu te amo nesse lugar de incerteza — onde tudo parece ao mesmo tempo eterno e prestes a desaparecer.


Camus diria que amar assim é enfrentar o Absurdo no seu estado mais puro: olhar para alguém e perceber que nenhum gesto, nenhum abraço, nenhuma palavra é capaz de garantir permanência. E mesmo assim insistir. Mesmo assim se lançar. Mesmo assim arder.
Há uma melancolia suave na forma como eu te penso. Não é dor, exatamente. É mais como a consciência aguda de que te amar é tocar o limite daquilo que posso alcançar. Você é real o suficiente para me transformar, mas distante o bastante para que eu nunca te possua por completo.


E talvez seja por isso que minha alma se curva quando penso em você — não num gesto de rendição, mas de reverência.


No silêncio entre nós dois, sinto a doçura amarga de algo que não se explica. E não precisa. O amor não é uma equação a resolver, é uma chama que se aceita. Ainda que dance sozinha.


Às vezes, penso que te amar é como caminhar por uma manhã cinzenta: tudo parece frio e suspenso, mas o simples fato de você existir colore o horizonte com uma promessa que não sei se é real ou miragem. E mesmo assim eu sigo. Sigo porque, de algum modo, minha lucidez se curva diante da tua presença, não para se perder, mas para admitir que há uma beleza que ultrapassa qualquer lógica.


Eu te amo sabendo que o mundo é surdo às nossas súplicas. Que o tempo não para. Que nada garante que esse sentimento sobreviva ao próprio peso. E, ainda assim, eu escolho. Escolho com a teimosia dos que sabem que a vida é curta demais para esperar sentido, mas longa o suficiente para amar com profundidade.


Talvez o verdadeiro milagre não seja você, nem eu — mas o espaço brilhante que se abre entre nós, onde o impossível se arrisca a respirar. Ali onde minha lucidez machuca, mas não vence. Ali onde meu coração entende que continuar é o gesto mais humano que existe.
E se tudo isso não passar de ilusão, de maya, de sonho que se desfaz no vento, então que seja.


Prefiro o risco do encantamento à segurança do vazio.
Porque te amar, mesmo sem garantias, é o modo mais bonito que encontrei de existir diante do Absurdo.


Y.C (Para Nanyzita)

Nestas ideias, guiado pela energia crua e íntima de “Amor Incendiário” (Yago Oproprio) e atravessado pela filosofia de Camus: o Absurdo, a lucidez que queima, a beleza de continuar mesmo quando tudo parece torto
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"Faísca incerta."




Há dias em que tudo dentro de mim soa como um incêndio lento — não aquele fogo glorioso que ilumina, mas o que resta: brasas escondidas debaixo da pele, consumindo devagar, sem anunciar nada além de um cansaço silencioso. Talvez seja isso que Camus chamava de lucidez: perceber o próprio coração queimando enquanto o mundo segue indiferente, como se o meu caos fosse apenas um ruído distante na paisagem.
E, ainda assim, eu continuo. Não porque faça sentido, mas porque desistir exige uma lógica que eu nunca tive.


Há um tipo estranho de dignidade em continuar existindo mesmo quando tudo parece desalinhado. Como se cada passo fosse uma pequena rebeldia contra o vazio. Eu acordo, respiro, e carrego esse amor incendiário que um dia me atravessou — não para reacender nada, mas para lembrar que eu fui capaz de sentir, mesmo quando sentir parecia uma falha.


Camus diria que o absurdo nasce desse choque: o coração querendo mais e o mundo oferecendo nada.


O amor, quando acaba ou se deforma, deixa um cheiro de fumaça nos cantos da memória. E eu caminho entre esses restos como quem tateia um quarto escuro, procurando sentido nas ruínas. Não encontro. Nunca encontro. Mas às vezes, no meio desse vazio, algo brilha: talvez uma lembrança, talvez a minha própria teimosia.


E isso basta. Por um momento, basta.
Eu carrego minhas dores como quem carrega um fósforo aceso no bolso: perigoso, inútil, mas profundamente humano. Há quem diga que a cura vem com o tempo. Camus responderia que não há cura — há apenas o trabalho contínuo de aprender a conviver com aquilo que não tem resposta.


E é isso que faço: convivo. Não com esperança, mas com uma estranha espécie de fidelidade à minha própria história.
Continuo porque, no fundo, existir já é a forma mais silenciosa e bonita de resistência.
E se o mundo não responde, eu respondo por ele: com as minhas cicatrizes, com a minha lucidez ferida, com a chama pequena que ainda se recusa a apagar.


No fim das contas, talvez seja isso:
não renascer das cinzas, mas aprender a caminhar com elas.


Y.C

Inspirado no som "Ouro" de Rubel

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"Instantes que fica."

Te guardo no peito
como quem segura água nas mãos:
sabendo que escapa,
sabendo que fica.


Há beleza no que some,
no que falha,
no que não promete —
e mesmo assim toca.


Você foi meu instante de ouro:
não o metal,
mas o brilho humilde
que aparece quando o sol bate
no que já estava quebrado.


E eu, tão cansado de buscar sentido,
encontrei no teu silêncio
um espelho.


O mundo segue mudo.
Mas quando penso em você,
ele cintila.


Não porque responde,
mas porque — por um momento —
eu paro de perguntar.