Texto de Amigas que se Chamam Paloma
O unico pobre que sairá rico de uma favela, e aquele que todos chamam de otario.
Felizes serão aqueles em que o mundo dá as costas. Graças as simpatias de pessoas recalcadas que fará de você um gigante, que achará esperança através do conhecimento, que fará que você dê a mão aqueles que os ignorantes derrubaram.
Me chamam de louco
Dizem que não te amo
Não consigo medir o tamanho
Mas com certeza não e pouco
Maior que tudo que já vi
É o meu amor por ti, ó querida
Eles me causam feridas
Por não saber o que já senti
Fico no escuro sozinho
Pensando nos meus sentimentos
E desejando o teu carinho
Já não sei mais se aguento
Como um passaro esquecido no ninho
Só quero jogar tudo ao vento
MEU NOME É TÓXICO
Oi, meu nome é Tóxico.
Alguns me chamam apenas de DROGA.
Eu entrei neste país sem passaporte.
Desde então, tenho feito algumas poucas pessoas ricas,
porém, milhões estão deprimidos e em destruição,
diuturnamente outros são mortos ainda jovens.
Tenho poder para assumir uma aparência sedutora,
numa falsa imagem, inofensiva, prazerosa e divertida.
Muitos me consideram mais valioso que diamante,
mais precioso até do que o ouro.
Convenço um estudante a ignorar seus livros,
faço uma bela rainha esquecer sua aparência.
Domino um célebre orador,
deixo-o pobre de raciocínio e esquecido.
Transformo mães em prostitutas.
Faço de um homem de bem um bandido.
Pego todo o dinheiro de sua casa.
Sou capaz de te fazer furtar, roubar, suicidar,
matar a quem te ama e até teus próprios filhos.
Ao estar sob meu poder, tu não terás mais o que desejar.
Chegará o dia em que ao contrário do que alguns pensam,
apagarei dos teus dias qualquer espécie de diversão ou prazer,
terás apenas uma breve sensação de saciedade, porém,
logo após aumentarei ainda mais teu desejo por mim, escravizando-te.
Ceifarei tua vida te humilhando, junto com a tua família.
Abortarei todos os bons momentos da tua existência.
Portanto, nunca mais esqueça dessa nossa conversa.
O MEU NOME É TÓXICO.
Se me provares uma única vez,
poderás nunca mais ver-se livre.
Eu tenho destruído atores, políticos, médicos,
advogados, executivos, poetas e muitos heróis.
Tenho desfalcado contas bancárias,
levando famílias ricas à total miséria.
Faço de tiroteios e esfaqueamentos casos comuns.
Ao deixar que eu entre em tua vida,
tuas opções serão muito poucas.
E AGORA QUE ME APRESENTEI, O QUE FARÁS ?
TUDO DEPENDE DE TI !!!
Ouça-me, e por favor, ouça bem.
Se aceitares a minha companhia,
Serás capaz de fazer de tudo por mim.
Me defenderás mesmo sabendo que vou te destruir.
Não terás mais vontade própria, tudo será em minha função.
Estaremos juntos até que a morte nos separe,
levando-te para “descansar” no inferno,
“te aliviando” enfim do peso que carregarás por querer ser meu amigo…
Chamam-me
chamam-se esdrúxulo porque dois me valem mais que um
chamam-me cético porque, ao ouvir o som, quis saber donde vinha
chamam-me ateu porque não podia aceitar um deus pior que o homem
chamam-me radical porque não conheci duas verdades
chamam-me severo porque ao malfazejo não pude chamar pastor e guia...
O servo de si e o Rei do povo
Você tem a coroa, a vestimenta real e todos te chamam de rei.
O jogo é na sua mesa majestade, mas ele está longe de ser seu.
Você nem conhece as terras que diz ter conquistado, nem o povo que nelas habitam.
Enquanto o banquete é servido no palácio, há uma espada que defende o “teu povo”,
há uma mão que socorre o necessitado, há um ombro que recolhe as lágrimas.
É este que não tem nome, que não é visto, é este que quando chega o coração nos diz:
Aí está nosso verdadeiro rei.
O VENTO A ÁRVORE E A CASA
Tarde de sábado.
A depressão do tempo castigava.
Agora, chamam depressão
Ao tempo mau que faz.
Porque não!?...
Mas o vento é sempre rapaz
E as árvores também femininas
Quanto velhas mais meninas.
Com a diferença que o vento
Tem agora mais lamento
E as árvores amém,
Nestas tardes sem ninguém.
O vento soprava,
A árvore balançava
Sobre a humilde casa.
Era aí que ele habitava,
Um homem pobre,
De rosto nobre.
Invocou os deuses dos ventos
E dos contratempos
A ver se a borrasca amainava.
Qual quê!?...
O vento insistiu,
A árvore caiu
E a casa humilde ruiu.
E ele deixou de acreditar
Nos deuses dos ventos
E contratempos.
Abriu os braços e pôs-se a voar.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 29-10-2023)
Bem vindos ao culto
Chamam o receio de fé,
vestem luto por protocolo,
rezam por garantia,
e vivem por ameaça.
Aonde a certeza não é divina,
o velório não vira festa,
que celebra a travessia.
O choro é de dúvida,
a reza é por medo,
se ajoelham em temor,
não por respeito.
Moral baseada no medo,
conhecida como condicionamento.
Sua virtude de nada serve,
se você não vive com cabresto.
Céu símbolo de aceitação,
inferno, reflexo da culpa massiva.
Paraíso é viver com integridade,
Ainda que o céu não exista.
Que nenhum céu te negocie,
nem abismo te seduza,
o que te resta é chama viva
e com ela, que nada se reduza.
Dia 04 Nov Terça 22:45
Jocelene Aguilar idealizou e criou a base da poesia.
Nycholas Weissberg acrescentou, complementou e enriqueceu o texto original.
Podem discordar, dizer que sou repetitivo, mas sempre estarei a homenagear a aquelas que chamam de maduras.
Linda mulher madura...
O branco que se azula em seus cabelos escorridos
Mostra que o tempo lhe foi! Talvez bem mais que um amigo
Sua beleza se espelha no olhar que trás contigo
Mostra-me que tempo voa! Ao chão me deixa estendido...
Todos somos mesmo belos! Foi Deus que nos quis assim
A idade nos remete a um passado sem fim
Comparar-te a uma moça. Verdade não quis pra mim
Quis mostrar que a beleza! Existe sempre assim...
Para alguns que nada entendem! Confundem-se as belezas
Quer comparar em idades. Verdades em realezas
Uma moça de dezoito que trás ao rosto a certeza
Com uma de seus quarenta, das belezas verdadeiras...
Todos somos mesmos belos nas idades passageiras
No ontem eu tinha vinte! Hoje passei dos quarenta
Só mudou que envelheci, mas por dentro não anseia
Trago eu minha beleza, que minha idade falseia...
Uma mulher de quarenta! Verdades lhe trás na tez
Experiências e vivencia que vale por mais de três
De dezoito ou vinte anos experiência se fez
Conhece da vida a vida! No amor sofreu por seis...
Deixo a ti mulher madura uma homenagem sincera
Se te chamo de madura, é em sentido ainda mais belo
Da vida conheces tudo! Nem sempre foi só um martelo
Às vezes tu foste o prego, na mão de um besta singelo...
(ZILDO DE OLIVEIRA BARROS 08/02/13)
Eu preciso ir buscar uma planta
Que alguns até chamam de flor
Entre tantas outras existentes
Sei que é esta e somente esta
Que agradará o meu amor
Vai fazê-la me olhar com carinho
E querer ficar perto de mim
E gostar de mim pra sempre
Como um dia prometeu
E apesar de eu gostar muito dela
Esqueceu-se quem sou eu
Porém, esta planta delicada
Chama-se dente-de-leão
Quando aberta o vento a carrega
E a espalha pra Terra do Adeus
Mas ela ainda está em botão
Isso me dá algum tempo, então
E eu preciso chegar até ela
Caminhando devagar
Sentindo paz no coração
Eu sei que acabou de brotar
Num lugar inquietante
Um pouco mais longe de além
Mais além do ponto mais distante
Que eu posso enxergar
Quando eu olho do Mirante
Esta flor está lá me esperando
Sei que eu vou chegar lá
Não sei quando
Tenho pressa, pois sei que nasceu
Lá na Terra dos ventos uivantes
E peço ao vento por favor
Tenha calma, me espera chegar
Não carregue este presente
Que eu agora estou indo buscar
Pra ofertar ao meu amor.
O poder da vontade que muitos chamam de fé, nada mais é do que a capacidade de querer, desejar tão profundamente a ponto de mover forças internas que exteriorizadas atingem o seu objetivo.
É aquela que desenvolvida a um pequeníssimo potencial, comparado ao tamanho de um grão de mostarda, como dizia Jesus, será capaz de mover "montanhas."
Neste lugar, dos quais alguns chamam de pátria - já chamaram de Vera e Santa Cruz, outros de uma grande roubada, ou até uma morada, onde todos permaneceram no mesmo barco, mantinha-se uma união entre pessoas e ideias para a formação de um Estado, o que foi aclamado de Brasil. Não foi por um acaso, a manutenção desse extenso cortpo de terra continental, como sua distribuição e utilização nos dias de hoje, para uma das mais reconhecidas e influentes economias, cultural e tradicionamente esbanjadora de belezas naturais, atravês do espaço que pertencemos.
Estas provas de riquezas e belezas que acumulamos a rever fazem-me lamentar a ausência de um povo e Estado unido mediante algo mais grandioso em prol do futuro investimento e credibilidade, cujo ele - a forma de governo - não demonstra nenhuma eficiencia, dita em cada livro didàtico da História do Brasil. Dentre muitos tipos de como governar, apenas 2 jã forma utilizados após a independencia á coroa portuguesa: República e Monarquia; De ambas, lidamos com a República a pouco mais de 130 anos, mais da metade quando avista-se a monarquia, de 1822 á 1889. Estatisticamente, passou 1 século e pouco se têm benéficos resultados a população, carregando 2 ditadura, ou 3, envolvendo tortura, perseguição, atrasos políticos aos direitos sociais e fundamentais, educacionais, morais e éticos.
Portanto, sua história verdadeiramente estarrecedora marca um declínio a algo que ainda poderá ser salvo, com aguma solução legal, por direito, a depender da vontade da maioria. A partir disso, a queda da monarquia se caminhou da revolução militarizada pelo quartel do Rio de Janeiro e seus subjulgados, como última fuga para concretizar as suas ideologias positivistas no Estado de direito - sem o uso da democratização, a respeito do povo. Estes soldados armados, junto com Marechal Deodoro da Fonseca, - heroi da Guerra do Paraguay - depuseram Vinconde de Ouro Preto, no cargo como Primeiro Ministro de Governo, exemplificando a ação como uma reclamação conjunta ao governo. Mais tarde, no dia 15 de novembro, insitaram o próprio Marechal a ser o autor do golpe, afirmando que seu amigo, Dom Pedro II, Imperador do Ímperio do Brasil, substituiu o antigo PM por alguém chamado Silveira Martins, tal qual foi o homem que conquistou sua amada, Maria Adelaide - filha do Barão do Triunfo. A proclamação redigida por Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e outros positivistas outorgava a proclamação da República, em nome de Deodoro.
Proclamou ao mérito de uma mentira, e mais de 1 século de arrependimentos, nascendo assim, o regime, o qual nasceu pela disputa de amor, entre dois homem por uma mulher.
É um verdadeiro horror quando chamam os políticos de palhaço. Isso porque o palhaço é um artista e merece nossos aplausos, não nosso desprezo. Palhaços são honrados, criativos e, muitas vezes, verdadeiros gênios da arte de fazer rir.
Com talento e sensibilidade, eles conseguem arrancar sorrisos até dos mais carrancudos. Enquanto alguns usam palavras para enganar, os palhaços usam a arte para encantar. São alegria em forma de gente, carregando no rosto a missão de transformar o mundo com humor e leveza.
Além disso, os palhaços trabalham com honestidade, dedicação e paixão pelo que fazem. Eles não fingem, não fazem promessas vazias, não traem a confiança de ninguém. Seu compromisso é com a alegria, e seu talento é genuíno. Desmerecer o palhaço é um erro. Se há quem mereça críticas, que sejam aqueles que traem o povo, e não aqueles que, com suas cores e gestos, tornam a vida mais bonita.
Não sei nada e me chamam de ignorante
E se a vida é curta ou longa não tenha um sentimento preocupante
Eu me faço satisfeito com tudo que a vida é
Pois envolve e é intensa eu respeito o que ela quer.
E ela quer:
Acolhimento
Envolvimento
Carinho de onde vier.
Eu insisto e repito... É disso que a vida quer
Acaricias que contagia
Respeito para se promover
Sentimento que se sacia... É um caminho pra você;
puro fogo, alma de ouro.
seus olhos de ressaca
me chamam para a sua casa.
hipnotiza, desequilibra
lembrando do caos da sua vida:
proibia, fugia.
lembra daquele dia?
que como uma fênix, você ressurgia?
mas era nas trevas que sempre se prendia
amando os corações queimados que escondia.
no inferno, descobriu que lá era o seu paraíso.
de certa a errada,
sabia que o maior pecado era não ser amada.
idade das trevas, você precisa de férias.
você merece mil rosas roubadas,
maratonar clássicos do cinema,
escapar de todas as roubadas,
reler histórias que já foram contadas.
ser feita de evoluções, discussões, (c)orações.
ser feliz é sinônimo de loucura,
"loucura é elogio": avise à cada um que te puniu.
liberdade é dar costas às opiniões,
o mundo não quer estar preparado para receber tantas emoções.
pois você ama se perder para se encontrar,
viajar para qualquer lugar,
amar quem quiser amar,
essa é a receita infalível para alguém te odiar.
mas estou esperando o convite
para dançar contigo quando o mundo for acabar.
Alguns chamam de Sexta-feira Santa.
Eu chamo de dia de renascer.
Depois de tanta escuridão,
me debati, me refiz, me alinhei.
Hoje, rasgo o casulo com coragem.
A borboleta que sou começa a surgir.
E mesmo que voe só no meu jardim,
sei que será o voo mais lindo da minha vida."
— Diane Leite
Sonhos e Coragem
Existem sonhos que nos chamam,
Que acendem o fogo em nosso peito,
Desafios que nos fazem crescer,
E a busca incessante por ser feliz.
É sentir que fez o melhor,
Ter coragem de mudar o destino,
Começar do zero, de alma renovada,
Enfrentar os medos com o coração firme.
Com pulso forte, avançar na estrada,
Viver o propósito que Deus escreveu,
Mesmo nas fases que trazem temor,
Saber que a mudança é um renascer.
Há uma libertação na verdade,
Uma sinceridade que não se esconde,
Pois a vida é feita de ciclos e lutas,
E cada passo é um ato de fé e coragem.
Diante dessa loucura que muitos chamam de solidão,
Me encontro como um violão sem afinação,
Embora sem perfeito tom, ainda sai algum som.
Por mais louco ou solitario eu seja,
Encontro nisso uma razão feliz pra viver.
Muitos consideram felicidade algo distante da infelicidade.
Assim como muitos consideram felicidade viver em pura infelicidade.
Como sempre é questão de opnião e não me importo com sua opção,
Se te faz feliz, no minimo será bom pra mim.
rapazes fortes sarados e bonitos
te chamam atenção
podem até te dar água na boca
mas não se comprometem não
você pode ser usada maltratada
e apaixonada cair numa ilusão
porém um gordinho
pode te dar muito carinho
e dará também atenção
fará sentir-se uma princesa
te valorizando de montão
além do mais você pode ajudá-lo
a um pouco emagrecer
colhendo os resultados
que fizer por merecer
Só não pode ser um gordo pobre
Que ai dá liga não
Pois além de te levar passear na sola
Fará vc andar de mercedes ou volvo busão
mas se vc gostar
preste bem atenção
mais vale um gordinho amoroso e apaixonado
do que o outro que te deixa na mão
Com acerto, os Filósofos chamam de "luz natural", a razão inerente ao homem.
À luz da Teologia, pós- queda edênica, chamamos de luz natural a parte da razão lúcida que ainda restou no homem caído. Comparo essa pequenina luz, a uma faísca! Pois com esta, é possível se acender uma fogueira. Através desta fogueira, é possível causar um incêndio de proporção florestal! Por meio mesmo da pequena luz natural que lhe restou ( ao homem ), é possível que esta inflame e percorra todo seu ser, com a ajuda da grande fogueira do Espírito!
Um grande incêndio sempre começa por uma pequena fagulha.
O Homem dos Sete Instrumentos
Chamam-me assim —
homem dos sete instrumentos —
mas não sabem:
não são sete,
nem instrumentos.
São cicatrizes.
São fomes.
São vozes que nunca couberam num só corpo.
Toco o violão como quem acaricia um amor perdido
que ainda respira na madeira.
O piano, como quem dialoga com espectros —
meus mortos têm teclas.
Canto como quem sangra acordes pela garganta.
Escrevo como quem rasga o próprio peito
à procura de um som
que ainda não nasceu.
Componho canções, poemas,
romances e vertigens.
Verso o que não sei nomear.
Não sou um, nem sou muitos.
Sou aquilo que sobra
quando o som se desfaz,
quando o aplauso se cala
e só resta o eco.
Sou o intervalo entre duas notas,
a pausa onde mora o abismo,
o silêncio que sustenta a beleza.
Cada instrumento em mim é um vazio domesticado,
uma ausência que aprendi a afinar.
Cada palavra, um grito soterrado.
Cada acorde, uma oração profana.
Sou feito de ecos e assombros,
de mãos que buscam o invisível,
de olhos que enxergam o que não se mostra.
Carrego um palco dentro do peito —
feito de memórias e ruínas —
onde cada noite,
sem que ninguém veja,
enceno minha última vez.
Se me chamam homem dos sete instrumentos,
é porque ainda não perceberam:
sou o que resta
quando a vida desaprende a dizer,
quando o mundo se recolhe
e só o humano
ainda insiste
em cantar.
