Texto de Amigas que se Chamam Paloma

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Me chamam de louco…
Mas se lessem meus pensamentos,
iam ver que a insanidade é só a ponta do iceberg.


Por trás do caos, tem um universo inteiro em expansão,ideias que explodem como supernovas,
planos que desafiam a lógica,
e sonhos que nem a realidade ousa sonhar...


Louco? Talvez.
Mas é só porque minha mente não cabe na caixinha deles."


By Evans .

A vida tem outro tempo.
E nesse tempo, muitos chamam a morte.
Como se ela fosse um refúgio,
um lugar onde a dor acabaria.
Sem tristeza, sem violência,
sem amores que ferem.
Um sono profundo.
A morte parece solução
para quem já não enxerga saída.
Mas viver também é aprender
a amar a própria solidão.
A solidão, às vezes, se torna companhia.
Porque conviver com pessoas
pode ser como uma facada inesperada,
um aviso escrito na pele das ruas.
E então você entende:
às vezes morremos por dentro
quando confiamos demais nos outros
e esquecemos de confiar em nós mesmos.

Chamam de véu a prisão,
riem da túnica como farsa,
mas esquecem que os santos
se vestem da mesma forma.

Maria não era oprimida,
era livre na obediência.
Jesus não era motivo de riso,
era luz na simplicidade.

O preconceito nasce do medo,
do olhar que não compreende.
Não é o pano que incomoda,
é o sinal de fé que resplandece.

Deus não se perturba com o puro,
não rejeita o que é santo.
Ele ama o coração humilde,
que se cobre de reverência.

Vestes são apenas símbolos,
a alma é o verdadeiro templo.
E quem ri daquilo que é sagrado
ri daquilo que não entende.

Chamam de sábio aquele que repete, palavras já moldadas, já ditas ao vento, ecoando pensamentos alheios como se fossem seu próprio alento.


Mas nunca ousou perguntar o porquê das coisas, nem mergulhou no silêncio do que não se vê, fugiu das verdades não escritas, com medo do que poderia entender.


Faltou-lhe a inquietação que desperta, a centelha que quebra correntes invisíveis, a coragem de enfrentar o vazio e questionar os limites possíveis.


Pois pensar dói… mas liberta, e enxergar vai além do olhar comum, é rasgar o véu das certezas frágeis e nascer de si mesmo, um por um.


Então não implore por respostas prontas… elas aprisionam mais do que guiam. Peça visão — daquelas que transformam, que inquietam, que desafiam.


Não busque abrigo no conforto raso, nem descanso em ilusões passageiras… busque compreensão profunda, mesmo que ela venha em tempestades inteiras.

​"Muitos chamam de feitiço o que, na verdade, é falta de caráter. Mas o tempo é o senhor da razão e a justiça de Deus não dorme. Sinto pena de quem troca uma história real por uma ilusão passageira, pois a colheita de quem planta dor é sempre amarga. A conta chega, e ela não aceita desculpas. ⚖️"
@SerLuciaReflexoes

[Bilhete Premiado]


O que chamam de sucesso na sociedade contemporânea, nada mais é que uma loteria. E como toda loteria, se fundamenta na exploração do outro. Não tem relação alguma com "trabalho duro" ou a "sorte" de uma pessoa, tem a ver com o azar de milhões.


Michel F.M.

Eles me obrigaram a ficar,
como se minha escolha não importasse.
Chamam de verdade, de regra, de certo…
mas eu só vejo julgamento disfarçado.
Não sou salvador de ninguém,
mas sinto o peso das pessoas em mim,
como se carregasse dores que nem são minhas…e ainda assim, continuam sendo.
É real, o que sinto agora...


DeBrunoParaCarla

Muita gente costuma achar que o amor é uma grande fogueira, daquelas que queimam alto e chamam a atenção de todo mundo. Mas, com o tempo, eu percebi que o amor de verdade é mais parecido com uma tomada de tombadilho bem mansa: ele não faz barulho, mas tem uma força que ninguém consegue segurar. Amar você é ter um lugar seguro para onde voltar quando o mundo lá fora está um caos. É saber que eu posso desarmar todas as minhas defesas, tirar o disfarce de forte e ser apenas eu, com todos os meus defeitos. O amor cura a gente por dentro sem que a gente perceba, no silêncio de um olhar que diz: 'Eu estou aqui com você, não importa o que aconteça


DeBrunoParaCarla

⁠Chamam o sangue de sagrado como se DNA fosse diploma de caráter. Que tradição elegante: cobrir o egoísmo com a toalha da família, servir ignorância em porcelana e chamar obediência de amor. A mesa parece um altar, mas funciona como tribunal; todos falam de união enquanto escolhem, cuidadosamente, quem deverá carregar a culpa. Minha rebelião não grita — chega vestida de preto, ajusta os punhos e pergunta quem lucra com tanto silêncio. Pago pelos meus erros porque assumir o preço é mais digno do que falsificar inocência, embora até inocentes sejam condenados quando a família precisa preservar sua própria mentira. Ainda assim, nenhuma sentença doméstica supera a misericórdia de Deus. E nenhuma criança nasce culpada: venha do ventre ou de um laboratório, existir não é pecado. A ciência apenas transformou impossibilidade em nascimento — escândalo suficiente para quem confunde ignorância com fé. Quem vê profanação numa criança, mas não enxerga crueldade no próprio julgamento, não protege moral alguma; protege apenas o prazer de condenar. Eu não destruo verdades: retiro o medo que as mantinha de pé. Se desabarem, nunca foram verdades — eram somente tradições bem vestidas.


— Dr. Jeff Marconis | Marconismo

sem verniz, sem pedir perdão —
esse teu riso meio torto
que não cabe em padrão.
Chamam de ogro o que é verdade,
o que não sabe fingir,
o que prefere ser inteiro
a se moldar pra caber ali.
Mas não endurece por inteiro,
não deixa o mundo te levar:
até pedra guarda água
se aprender a escutar.
Helaine machado

Sonho que sou um Anjo
Minhas asas por vezes pesam
Descanso entre um voo e outro.

Chamam por mim
Penso em deixar as lembranças mais doces
E partir de novo.

Mas ainda não sei para onde devo dirigir o meu voo
Como Anjo que sou, tudo me é revelado
Desta vez não voarei rumo ao desconhecido.

Neste ultimo voo, estou mais feliz
Já não me pesam as asas
Talvez por saber o destino.

Será aquele que procurei em todos os meus sonhos... :)

Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.

Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.

Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.

Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.

Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.

Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.

A Lei do Sonambulismo

Chamam-lhe sonambulismo: o sono é pesado e voluntário da sociedade. Não é a ignorância dos factos, mas a vontade férrea de não os ver. É o pacto não assinado: ‘Deixai-me o meu sono, e eu deixar-vos-ei o vosso poder’. Enquanto houver mais medo de acordar do que de ser governado, o ciclo alimenta-se a si mesmo. O embriagado de poder e o adormecido pela preguiça são cúmplices numa dança milenar: um precisa do outro para existir.

Caótica da geopolítica e tabuleiro.


Polarização dos países chamam atenção a transformação do cenário mundial. A economia americana sofre com política de guerra e saques no mundo,
O espolho transcende a atenção da desvalorização do dólar mundial se perde com as novas possibilidades novos parâmetros do capitalismo
Novos capítulos do BICS lançando uma moeda e adereços de negócios bilaterais dando um novo conceito dos donos do mundo.
Vemos aglomerados de países se unirem contra o monopólio americano.
Por sua vez o povo sofre com as político do maestro americano.
O custo de vida nas alturas o caos reina.
Alienação intelectual morre na fogueira da alienação social, enquanto outros pais sobreviver é uma virtude...

🌳 O grito da Floresta à Hipocrisia dos Verdes de Gravata ...

Chamam de investimento
aquilo que fede a culpa.
Três bilhões de dólares, dizem,
para “salvar o planeta”.
Mas o planeta, cansado,
já sabe contar mentiras humanas.
Não há salvação quando o dinheiro
vem do mesmo punho
que derrubou as árvores,
serrou as raízes,
e agora quer plantar discursos.
A Noruega,
essa dama do Norte de gelo e lucros,
vem banhar de verde a própria consciência,
enquanto a Amazônia sangra em silêncio
sob a mineração que carrega seu nome.
Pagam.
Pagam para lavar as mãos.
Pagam para comprar perdão.
Pagam e posam sorridentes,
como quem doa,
quando na verdade devolve migalhas
do que arrancou da terra.
E o mundo aplaude.
Aplaude porque é mais fácil
bater palmas do que abrir os olhos.
Enquanto isso,
a floresta grita sem microfone,
chora sem manchete,
arde sem hashtag.
E o nome disso,
que ecoa entre as copas das árvores e o aço das máquinas,
é um só:
HIPOCRISIA.
✍©️@MiriamDaCosta
#COP30 #Belém #Amazônia #CriseClimática #TFFF #Noruega

🌍 Manifesto à Hipocrisia Verde 🌳


Chamam de investimento
o que é, na verdade,
um perdão comprado.


Três bilhões de dólares
para silenciar o som das motosserras
que ecoam desde suas fábricas,
onde a madeira da Amazônia
vira móvel de luxo europeu.


Pagam
e se lavam das próprias culpas.
Pagam
e posam de santos do planeta.
Pagam
e o mundo aplaude,
porque o marketing é mais verde
do que qualquer floresta viva.


Não é benevolência,
é disfarce.
Não é investimento,
é penitência paga em dólar.


Enquanto isso,
há uma mineradora com bandeira norueguesa
cravando o chão da floresta,
bebendo o sangue da terra,
enquanto falam em sustentabilidade.


O nome disso?
HIPOCRISIA.
✍©️@MiriamDaCosta
#COP30 #Belém #MeioAmbiente
#CriseClimática #Noruega #TFFF

A semana dita "santa"


Chamam de santa
uma semana
onde a memória sangra.


Dizem sagrado
o que foi feito de cordas,
de açoites,
de carne rasgada
e silêncio forçado.


Eu olho,
e não vejo santidade.


Vejo mãos humanas
erguendo a própria crueldade
como espetáculo.


Vejo a multidão
(os mesmos que hoje rezam)
gritando ontem
pela condenação.


Vejo o peso da madeira
não como símbolo,
mas como instrumento.
frio, concreto,
real.


E me pergunto,
em que instante
a dor foi coroada de divina?


Em que momento
a atrocidade
ganhou nome de redenção?


Chamam de santa,
talvez porque precisem
que seja.


Talvez porque encarar
o abismo humano
sem adorno,
sem promessa,
sem justificativa,
seja insuportável.


Mas eu não consigo.


Não chamo de santo
o que nasceu da violência,
nem beijo
o que foi instrumento
de tortura e de morte.


Se há algo sagrado ali,
não está no ato,
nem nas mãos que feriram.


Talvez esteja
no que sobreviveu...
apesar de tudo.


Ou talvez…
na recusa de olhar na cara
a atualidade
das mesmas atrocidades
(e até piores)
que a humanidade
é capaz.
©️ @MiriamDaCosta

Duas almas.



Chamam de acaso, eu prefiro chamar de destino,
duas almas cansadas cruzando o mesmo caminho.
Feridas pelo tempo, marcadas pela solidão,
descobriram descanso no abraço da conexão.


Não precisam viver lado a lado a todo instante,
pois o laço verdadeiro permanece constante.
A distância não desfaz o que o coração construiu;
quem nasceu para ser porto jamais se diluiu.


Eram intensas demais para viver pela metade,
escolheram a coragem no lugar da vaidade.
Romperam as correntes, recusaram a prisão,
e fizeram da liberdade a sua própria direção.


Sobre os muros caminharam, sem medo de tropeçar,
porque quem encontra a alma certa aprende também a voar.
Não é o tempo que aproxima, nem a presença, afinal;
é o silêncio que responde aquilo que é essencial.


Se existe um nome para isso, talvez ninguém possa dizer.
Alguns chamam de encontro...
eu chamo de duas almas que nasceram para se reconhecer.

TODO TIRANO TEM UMA PALAVRA BONITA PARA CHAMAR SUAS CORRENTES




“Chamam de liberdade o direito de escolher. Eu já vi o que os homens fazem quando podem escolher. Se preciso retirar deles uma parte da liberdade para impedir que destruam tudo outra vez, então que me odeiem. Prefiro carregar o ódio de um mundo vivo a receber o perdão de suas ruínas.”




— Malak-Asur, personagem




Fragmentos, The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.