Texto Bodas de Ouro
Crepúsculo de Ouro
O sol despede-se em fogo e mel,
derramando luz sobre os ombros da cidade.
As montanhas, sombras líquidas,
respiram o último suspiro do dia.
Um raio tímido dança no vidro,
sussurra segredos ao vento morno.
O céu veste ouro, veste brasa,
desfaz-se em luz antes do adeus.
E a noite, lenta, estende os braços,
balsâmica promessa de silêncio.
Mas o sol, eterno, dorme apenas,
guardado nos olhos de quem o viu.
Evan do Carmo.
Resumão da Graça segundo:
Neopentecostais: Você é ouro puro de Orfir e não merece a morte, apenas dizime e oferte.
Liberais: Não importa o que você merece, Deus te salva.
Pentecostais: Você merece a morte, mas se você aceitar Jesus e obedecer nossos usos e costume, você poderá ser salvo.
Hipergracistas: Você é o ponto fraco de Deus, depois da cruz não existe mais pecado, agora você está trabalhando para reinar.
Calvinistas: Você merece a morte, mas se vc foi predestinado arbitrariamente, não importa o que você faça ou deixe de fazer, uma vez salvo, salvo para sempre.
Arminianos: Você merece a morte, creia em Jesus, permaneça fiel e receba a vida.
Uma Cronologia do Declínio do Cristianismo:
Cristianismo até o 3º Século (Período de Ouro).
Constatinização do Cristianismo.
Catolicismo.
Agostinianismo.
Ressurgimento do Monergismo Rígido (Maniqueísmo).
Calvinismo.
Liberalismo Teológico (Friedrich Schleiermacher teólogo calvinista).
Crítica textual.
Falidade Bíblica.
Nascimento virginal negado.
Divindade negada.
Ressureição negada.
Expiação negada.
Cessacionismo.
Milagres negados.
Ateísmo.
Fim do Cristianismo na Europa e USA.
Pense nisso e tente ter uma ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
FARSA:
Não me apraz
O ouro ou a prata
Eu nasci sob a casta
Que mata...
Meu coração?
Um misero palhaço
Não me impunha raça...
Não me faculta graça...
A construção poética, uma carcaça
Uma medonha farsa!
É flor sem perfume
Sonho que se sonha sem sonhar.
Não me apraz
O riso vulpino do poeta
Sobre a dor que tingida
De certo é dor fingida...
FELIZ DIA DAS MÃES
Minha mãe era vaidosa, gostava de estar arrumadinha.
Toda trabalhada no ouro...
Mas, eu sempre via nela um ar de tristeza mesmo quando sorria.
O tempo passou, eu fiquei crescido e nunca perdi esse olhar.
E o tempo trouxe consigo o mal que não queria ver
Mesmo o enxergando...
Às vezes em que eu ia lá era agraciado com aquele mesmo sorriso que transitava em seu olhar tristonho.
Hoje, voltando aqui, a saudade me corrói a alma.
Não, agora eu não quero mais nada.
Apenas cinco minutinhos!
Tempo suficiente para eu poder te abraçar melhor.
Te pedir perdão pelo rosto carrancudo.
Sentir teu cheiro e agasalhar teu sorriso triste.
Eu e o relógio:
O relógio marca as horas,
Eu, marca passos,
o relógio é de ouro,
Eu, de Freitas,
O relógio tem ponteiros,
Eu, tonteiras,
O relógio tem segundos,
Eu,só o primário,
O relógio tem rubis,
Eu, tive rubéola,
O relógio tem cordas,
Eu, tenho correias,
O relógio é de parede,
Eu, de Santa Helena,
O relógio é de pulso,
Eu, de impulsos,
O relógio tem quarto de hora,
Eu, quarto de pensão,
O relógio tem doze badaladas,
Eu, eu te espero chegar a cada uma delas...(Patife)
O Ouro Verde da Fronteira
Nas margens da Laguna Punta Porã, onde o Brasil e o Paraguai se tocam com as mãos entrelaçadas, a história da erva-mate floresceu como um elo entre povos, terras e destinos.
Antes mesmo de as fronteiras serem traçadas no mapa, a planta nativa já era cultivada pelos guaranis, que a consideravam sagrada. Com a chegada dos colonizadores e das missões jesuíticas, a erva-mate passou a circular além dos limites da mata, tornando-se mercadoria e símbolo de riqueza.
No pós-Guerra do Paraguai, a economia local foi devastada, mas a erva-mate emergiu como um novo ciclo econômico. A Companhia Matte Laranjeira, fundada por Thomaz Larangeira, explorou o potencial da planta, estabelecendo-se em Porto Murtinho e expandindo suas operações.
A produção e exportação de erva-mate impulsionaram o desenvolvimento da região, tornando Ponta Porã um centro produtor e exportador de destaque.
A erva-mate, conhecida como "ouro verde", desempenhou um papel crucial na formação da identidade cultural da região. O tereré, bebida típica feita com a planta, tornou-se símbolo de hospitalidade e convivência entre brasileiros e paraguaios. As rodas de tereré, compartilhadas em praças e ruas, representam a união e a amizade que transcendem fronteiras.
Com o tempo, a produção de erva-mate enfrentou desafios, incluindo crises econômicas e mudanças no mercado. No entanto, a planta continua a ser um elemento central na cultura da região, presente nas tradições, na culinária e no cotidiano das pessoas.
Assim, a erva-mate permanece como um testemunho vivo da história e da cultura da fronteira, conectando passado e presente, Brasil e Paraguai, em um laço verde que resiste ao tempo.
Ouro que Cega.
Ouro não vê, mas cega o olhar.
De quem, com sede, o começa a buscar.
Na ânsia de ter, o homem se engana:
pensa ganhar e a si profana.
Constrói impérios, destrói o chão.
Perde o afeto, fere o irmão.
Com sua ganância, sonha com poder.
Mas seu maior tesouro deixa de viver.
E qual é esse bem, tão puro e singelo?
É o riso do filho, o amor mais belo.
A paz no almoço, o toque na mão.
As coisas que moram no coração.
Na corrida por ouro, a alma se esvazia.
E o que era calor vira noite fria.
Pois nenhum ouro no mundo compensará.
O que, por cegueira, deixou de amar.
Há aqueles que se perdem na febre de acumular tesouros, como se o brilho do ouro pudesse aquecer o coração nas noites frias da alma.
Correm, ansiosos, atrás do que reluz, mas esquecem que a verdadeira luz não se encontra em cofres trancados, e sim nos sorrisos partilhados, no abraço sincero, no tempo dedicado àqueles que amamos.
Tornam-se escravos do próprio desejo, prisioneiros de metas que não nutrem o espírito.
E assim, cegos pela ambição, deixam de saborear o café com os filhos, a conversa serena com os pais, o silêncio pacífico do entardecer.
Não percebem que a vida essa dádiva sutil segue seu curso com ou sem fortuna.
E que a alegria mais autêntica habita nos gestos simples que o dinheiro nunca poderá comprar.
COMEÇO
Seis vidas passadas a lua era minha,
Era minha a rainha de ouro, a dama de espada,
Por sobre os telhados das casas era eu que comandava
A burguesia e o proletariado
Eu pisava a relva como um guerreiro,
Vitorioso depois da batalha,
Sabia que águas correntes e águas paradas
São lágrimas de arrependimento
Dos que caíram por amor...
Seis dias atrás eu ainda era
Um vitorioso nas minhas empreitadas,
Perdera parte do baralho,
Mas ainda tinha um trunfo, um coringa,
Tinha um sorriso na parede,
No quarto uma silhueta feminina,
E uma moringa com água fresca,
Pra matar a minha sede...
Seis minutos atrás diante de um sorriso
Não havia uma batalha que eu não tivesse vencido
Há seis segundos atrás, diante de um olhar
Eu não sabia o que dizer,
Eu aprendi o que é ansiedade,
Eu descobri este lado frágil,
Eu comecei a viver...
Meu cavalo de prata
minhas esporas de ouro
fustigango o seu dorso
nessa lua opala
a gravidade engravida a vida
a diva dessa insanidade
minha paixã0,
o meu cavalo de ouro
minha espora de prata
mulata galopa no meu coração
eu quero entender o cavalgar
na ilusão lunar da minha solidão
Meu cavalo de prata,
Minhas esporas de ouro
Fustigando o seu dorso
Nessa lua opala...
A gravidade engravida a vida,
A diva dessa insanidade:
Minha paixão...
O meu cavalo de ouro,
Minha espora de prata,
Mulata galopa no meu coração...
Eu quero entender o cavalgar
Na ilusão lunar da minha solidão...
Meu cavalo de bronze
Cavalga longe
E o amor se esconde ...
Meu cavalo de ouro
Domina o touro da minha ilusão...
A SERPENTE
O diamante duro e resistente
adornado ao ouro branco no seu dedo,
os seus cabelos brilhantes de bronze
tinha o olhar da multidão e as luzes da tarde,
sua pele de tecido macio,
seda persa, perversa, me induz ao pecado,
ao inferno que arde em meu peito,
eu sem jeito, demônio tímido atraído pela santa serpente,
não ouso olhar nas esmeraldas dos seus olhos,
não ouso sonhar com seus dentes mordendo meus medos,
não ouso os demônios urbanos,
nem os anjos da periferia,
não ouso espíritos campestres...
a serpente desliza entre as vitrines, hipnotizada pelo neon,
Outdoors e grifes;
sonha virar diva e viver mil historias de amor,
mas na madrugada a paixão domina o encanto
e a serpente rasteja na relva de uma floresta...
e a mulher se perde nas abstrações que edificam a vida,
esbarra em paredes e em escadarias,
se perde nos números, nos passos, nos rostos da multidão;
então percebe que existir é exatamente essa indefinição,
essa magia, esse prazer de estar sempre procurando...
procurando... até o momento que a porta se abre
e você dá de cara com a naja...
POÉTICA
Disperso meu olhar em ouro turvo
Desperto aturdido e atônito
Ainda existo, ainda existe o mundo
Das coisas vãs e supérfluas, antônimo
Quem se dedica a tal amor profundo
Nuvens magentas salpicam o horizonte;
O outono dourado dos faustos mitos
Desfolham sem alardes as florestas
A calmaria duma brisa no infinito
Sussurra a estação dourando em festa
A relva tem a idade dos delírios
Pluma leve pros tombos do passado
Momentos lacônicos de paixão suavizados
Pela insanidade de um lírico visionário
Dez quilos de algodão, cem grama de ouro
Enquanto dez quilos de algodão custa menos de duzentos, cem grama de ouro custa trinta mil.
Na vida, algumas pessoas possuem muito, que não lhes representa nada, outros têm bem pouco, que para eles valem muitíssimo.
Contrapondo o paralelo de abundância escassez, a diferença é a vida que se leva
Existem muitos ricos que são mendigos emocionais e precisam de muito para sentir tão pouco, ao passo que algumas pessoas bem humildes vivem enorme alegria, com quase nada.
Não é o excesso de pessoas ao seu redor, nem o extrato da sua conta bancária.
Quando damos valor às pequenas coisas, temos na vida uma melhor jornada.
Nunca despreze os pequenos começos, nem os gestos que parecem comum, muito que desprezamos , para outros é fonte de desejo.
Nunca espere ser tratado como alguém com rei na Barriga, e em vez de selecionar amigos que você possa contar com eles, se alegre se de alguma forma você pode ser útil.
Eu te quero mais do que o ouro Eu te quero mais do que os tesouros
Eu te quero mais do que a minha vida Senhor
Te desejo mais do que mil bênçãos
Meu anseio é agradar Teu coração
Outro bem não possuo além de Ti Senhor
Tu És a porção da minha herança
És o Bem maior pra mim
O meu coração não pode mais
Viver sem o Teu grande amor
A caneta!
Comprei uma caneta,
toda coberta em ouro,
No papel eu escrevi:
Querida tú és meu tesouro.
A sua escrita brilhava,
parecia puro cristal,
em cada traço que dava,
mas que coisa genial.
Escrever é um dom,
Mas tú és a fonte,
de minha inspiração,
viver sem ti não consigo.
Longe de ti,perco a razão,
deusa da minha vida,
mulher do meu coração.
.
A minha eterna namorada !
Com tinta de ouro escrevi o teu nome,
quanto mais o tempo passa, te amar me consome.
Longe de ti não posso viver, tu não és a minha praia.
Mas, sim: O meu oceano, perto de ti, renovo os meus anos.
Tú és a estrela e a luz do meu caminho, sem te eu não posso, seguir sozinho.
Por pior que seja, a minha jornada,
querida tu és: A minha eterna namorada.
Não clamamos por tesouros de ouro prata ou brilhante, mas pela edificação de um reino que não se corrói por traça ou ferrugem. Ao Rei Ciro foi concedido a honra de reconstruir a Jerusalém terrena... Quanto a nós, fomos
chamados para reinarmos com Cristo e almejarmos única e exclusivamente o que ele almeja para si e para o seu Reino
Riem os deuses do ouro e do poder,
Enquanto a esperança se deixa morrer.
Lacram os olhos dos pobres que ficam no escuro.
Mas na rima da vida, há um verso de revolta,
Que desafia os dogmas, e a todos os cultos.
Assim, com humor, eu brinco e satirizo,
As correntes da fé que o mundo precisa.
Que a liberdade venha, que a mente se abra,
E que o amor verdadeiro seja a nossa caminhada.
