Tédio
Quando a atrativa beleza do mistério é desfeita, um enorme tédio nos impulsiona para as sombras do desconhecido.
Noite de domingo. O tédio escorregava nos meus olhos
a hora que passava, parou pra me admirar
suspirando bocejos de tempo, Mas nao pelo fator desanimo de esta prestes a bater na porta de uma nova semana. Que ja sabemos oque nos espera nela. Acordar logo pela manha nublada de Sao Paulo. Na correria desta cidade que nunca para, ja saindo com duvidas e certezas em nossas cabeças tremulando sem parar, Sera que os planos feitos para este inicio de semana sairao como planejados a duvida corroi aos que vive em uma cidade que quase nunca temos uma segunda chance. Mas temos tambem aquele nosso lado destemido que ja sai com todos os segundos planos arquitetados. Assim nossa margem de erros cai para zero. Enao quando nos deitamos para dormi nesta noite de domingo ja dizemos para nos mesmo dormir, bastante acordar disposto, pois amanha tenho uma Segunda feira para derrotar, Tenho certeza pois sempre coloco deus no controle
E chega uma época da vida da gente, que ser certinho demais cansa, é chato, bota a gente num tédio danado. Dai, a gente que já se acostumou à mesmice, fica traçando estratégias pra ser um pouco mais ousado. E só o fato de sair à rua se sentindo um espetáculo, já é uma aventura daquelas de dar inveja ao Indiana Jones. E a gente volta pra casa com a sensação de que andar por ai com sorrisinho no rosto, é a melhor coisa do mundo. Assim, aos poucos, a gente vai se autorizando a ser um pouquinho mais atrevido e passa a se divertir com tantas coisas boas que a vida passa a trazer pra nós, e que estavam guardadas por falta de uso.
Tudo há de ficar bem, tropeços não são fenômenos, dores não são castigos, e a vida não é um tédio, em saúde, contemple, enfermo, reflita; Resista ao ódio e não haverá guerra, entregue-se a paz para residir no amor que é onde está Deus, pois... a felicidade não é um meio, mas um fim, logo, com fé, tudo há de ficar bem.
Permitia-se um pouco de equilíbrio como uma trégua, mas que o tédio logo invadia. Até que, na vontade mórbida de novamente sofrer, adensava esse tédio, transformava-o em angústia.
Cada dia é tão só-um!
Dura tão pouco e arde tanto!
Quanto mais de mim me espanto
Mais o tédio □
(escrito em 17.5.1913), In Poesia)
CACHAÇA.
É bom pra curar nosso tédio
o amigo quer sempre tá junto
no copo pequeno ou no médio
na rodada nunca falta assunto
pode até lhe servir de remédio
ou quem sabe levanta defunto.
Ah, o tédio é um crime. Pegue a pequena quantidade de tempo que é dado a um homem e, em vez gastar em indolência ou afogar em prazer, mas está lá, sugando, comendo, eu não posso suportar isso.
O tédio é um crime! Morte ao tédio! Morra, morra, morra agora. Morra, morra, morra! Você morreria! Morra!
A poesia é um bom remédio pra curar o mais profundo tédio de uma alma que vive a procurar um bom lugar pra descansar.
As mentes fracas são hipnotizadas pelo senso comum, enquanto para as melhores ele é um tédio. Já dizia Oscar Wilde: “As pessoas morrem de senso comum, um momento de cada vez.” Logo, se liberte desse domínio, seja diferente sendo você. Falamos tanto em amor próprio, então vamos ter amor por a nossa individualidade, e tenhamos respeito pelas nossas opiniões também. Porém que elas sejam nossas porque nós queremos e não porque é o senso comum. Seja livre. Seja Você.
todos dias mesmo tédio...mais
tudo se repete...
quero dormir um pouco,
acordo reclamações ainda nem tomei café,
logo estou em um escritório,
o aperto e deliquescia
parece ser o ponto alto do dia...
o respeito e moralidade são frias como seus lábios,
nada corresponde as vozes na mente,
a gravidade parece ter novas formas enquanto a dor
parece ter mais um momento...
me desculpe por não continuar,
sei tudo uma questão de ponto de vista,
dentro da minha tristeza ouvi o som da liberdade.
