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TRAÇOS E RISCOS
Tudo que eu faço é uma obra única:
Ainda que os traços sejam imitações;
Que sejam os riscos curvos,
As linhas tortas,
Ainda que sejam os rabiscos, rascunhos!
Que sejam manchas, figuras
E sombras ...
São obras!
Traços, riscos e rabiscos...
São meus...
Ser transparente te traz riscos, faz você ser alvo e te deixa isolado porque ninguém quer saber as verdades que todos costumam ocultar.
Amar é ser vulnerável; e é apenas ao ser vulnerável e ao correr riscos – e não com a segurança – que superamos as trevas.
Não existe momento certo. Existe o momento em que você decide fazer algo e por ter saído tudo bem se assume que era o momento certo.
Em um mundo de riscos, tenha foco na chance de vencer na vida, mesmo que seja mínima e dividida, pois é melhor tentar manipular a matemática do que apenas aceitar e viver sempre do que o mundo te der.
Vê melhor quem olha para frente, mas se você não olhar para trás e para os lados corre risco de não ver tudo.
Arriscar tudo pode não conseguir nada. Arriscar nada é certeza de que não se vai conseguir tudo o que quer. Portanto, arriscar tudo ainda é a melhor alternativa, não tenha medo de conseguir o que quer correndo riscos calculados.
Tenho desejos infinitos com uma mulher
Faço dos seus defeitos, um empecilho qualquer
Te jogo as fichas
Só pra entender o porque do garfo, e não colher
E o que importa se for sopa?
Eu só quero voce por inteira
Com todos os riscos
Mas sem roupa
Gotas Mortas
São portas fechadas, o que eu sempre encontrei.
São janelas batidas no vazio... vazias de ti.
São sorrisos perdidos, abraços esquecidos.
São estradas contrárias dentro de um adeus.
São amores nunca revelados... estancados.
São olhares nunca vistos... imaginados.
São as incertezas impostas dos riscos.
São desejos certos para um medo infesto.
São músicas acabadas, sem danças ritmadas.
São as vozes do amor que se foram sem cantar.
São prantos, rastros de tristeza existente.
São toques solitários, mundos envolventes.
São tudo que senti: lembranças que não vivi.
São vontades que me definem, quando penso em ti.
São puras aflições, libertas emoções... utopias.
São gotas mortas de sentimentos vivos ainda em mim.
“Considero-me uma pessoa ambiciosa SIM, porque assumo riscos, e prefiro à tristeza da derrota que a vergonha de não ter tentado.”
A confiança exige correr riscos
Respeito quem pensa de modo diverso, mas eu jamais queria gratidão no amor, alguém sem sentimentos atuais que se sentisse grato por tudo que fiz e estivesse comigo por esse motivo.
Perceber as pessoas por trás das obras não é tão simples quanto parece, sou intensa no amor, mas não quero cobrar dívidas, não estou falando que reciprocidade não é coisa boa. Amo e faz bem, mas reciprocidade com sentimento.
Namorei cinco anos cheios de idas e voltas, custei a entender que era costume, medo do novo, pavor de não gostar da minha própria companhia, pânico de conhecer a mim mesma.
Estou sempre me sentindo envergonhada, quando recebo coisas sem ter feito nada, quando não é justo, quando parece que eu não tenho o merecimento de tais agrados. Sou da geração que precisa suar para conquistar.
Eu não estava preparada para ser traída, nunca me passou pela cabeça tamanha falta de respeito. Poxa! Eu só dei amor, fui sincera, leal, parceira, talvez boba, talvez besta, talvez melosa demais.
Os sinais estavam claros, eu é que não vi. Ele se expressava sem dar atenção aos meus desejos, sempre tomava suas próprias decisões sem se importar comigo. Era intrometido e sufocante.
Uma das vantagens de ser traída é poder palpitar com propriedade sobre o tema, algumas mulheres nunca se adaptam ao fato, outras tiram de letra. Não estou minimizando a dor de ser sacaneada, estou apenas não me importando com a atitude do outro. O que me importa são as lições que aprendi.
Apesar da decepção ele continua sendo alguém que você amou e teve momentos felizes, apesar da decepção me sinto incapacitada de processar sentimentos internos misturados com raiva, rancor e ódio.
Se por um azar você mantém esse relacionamento, você acaba se perguntando o tempo inteiro que vantagem você toma disso, você não desliga quando ele viaja a trabalho, você cobra respeito e impõe leis. É um trabalho árduo de nova composição do seu ser.
Ao combatermos a hesitação, corremos mais riscos, podemos experimentar mais insucessos, mas jamais ficaremos fadados à síndrome do “quase”, do benefício indelével da dúvida do que poderia ter sido “se” a decisão tomada fosse outra.
Os entretenimentos radicais e cada vez mais perigosos escolhido pela maioria dos jovens de hoje não são uma vertente de mais vida pela expansão de adrenalina como a maioria pensa e sim uma banalização da morte por acreditarem que a juventude é tudo e que em uma estrada de vida normal futura advirá sem grandes perspectivas, realizações e a não garantia de emoções tão fortes estimuladoras na maturidade e na velhice. Claramente um processo consumista maléfico que hidrata pouco a pouco na juventude planetária a crença cega materialista de menos fé, um distante e impossível bom futuro e aniquila por vez toda e qualquer possibilidade de dias melhores e esperança.
É preciso compreender as instabilidades e lembrar que um vulcão mesmo que adormecido é capaz de oferecer certos riscos.
Rê Pinheiro
