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De repente vem alguém e te toca. Toca a sua música, toca a sua alma, toca o coração e tira suas emoções para dançar. E entre um rodopio e outro, num toque mais forte da percussão você somente deixa essa canção tocar, o amor.
Pendurei a tristeza no varal, vesti a face com alguns sorrisos, abracei o amor e fui ali ser feliz hoje. Amanhã? Amanhã pode ser tarde demais para correr atrás do tempo perdido.
A vida tem lá seus amargos, mas se dermos uma mexidinha aqui e outra ali, sempre haverá algo de doce lá no fundo para se viver.
Pretendo ter a capacidade de perdoar a todos que me ofendem ou magoam, porque a partir do momento desse perdão minha alma ficará mais leve.
Há momentos em que pensamos que Deus não nos proveu como gostaríamos. Mas se Ele não fizesse nada mais além de perdoar nossos pecados e nos garantir o céu, já seria abundantemente generoso! Alegremo-nos hoje em nosso generoso Deus.
Sábio não é aquele que ouve e guarda, mas aquele que escuta e prática seus ensinamentos diante da vida.
Amores por conveniência nunca me fizeram a cabeça. Vivo minhas carências, mas não me doo a qualquer amor. Não. Eu me nego a chegar a um desconhecido e num ato de desespero dizer: Toma, meu coração é teu!
O homem que é corrigido muitas vezes e não muda seu comportamento errado, será derrubado violentamente, de repente, e não haverá recuperação para ele.
Provérbios 29.1
Aparentemente você consegue expressar qualquer vulgaridade como algo lindo, só precisa escolher as palavras corretamente. Poesia funciona da mesma forma que aquelas músicas em outras línguas, você acha lindo até perceber que só está descrevendo uma foda.
"É difícil juntar todos os pensares num só, sendo que cada pessoa tem a sua linha de pensamento e trabalho. Nesses momentos, surgem novas ideias, desafios, é um ir e vir... Assim, nós vamos crescendo enquanto profissionais, tendo a certeza de que somos melhores que ontem, pois, sabemos que compartilhar, discutir, romper com nossos paradigmas, nos faz caminhar, ter visão de onde queremos chegar".
Passarinhos
Durante o concerto de piano ontem, dois pensamentos não me saiam da cabeça...
Que o terno do pianista estava puído e que ele precisava urgente de um corte de cabelo.
Enquanto a música envolvia o teatro meu estômago doía. Lembrei que não havia almoçado ou jantado, e temi que um ronco acabasse com o silêncio da sala.
Havia um outro pensamento insistente me azucrinando e que eu tentava a qualquer custo evitar. Mas pensamentos são como passarinhos soltos. Eles pousam e voam em singela liberdade.
Era a lembrança de um outro concerto, numa outra noite, em outra cidade e outro país, talvez, numa outra vida.
Durante o espetáculo você segurava a minha mão. A cada novo movimento sinfônico você apertava mais forte.
Ao sairmos do teatro, um grupo de músicos se apresentava na rua. Você estava lindo, num terno marinho e me tirou pra dançar. Meu vestido vermelho de saia rodada dançava ao som da mesma melodia e nos abraçava a cada rodopio.
Nos beijamos na frente dos outros casais. Estávamos felizes. Era verão, a noite ainda estava começado, éramos jovens, apaixonados e tínhamos toda a vida pela frente.
Um movimento rápido do piano me traz de volta ao teatro.
Preciso comer quando sair daqui mas não tem nada em casa.
Esse moço precisa cortar o cabelo...
E rodopiávamos livres pela noite em Paris.
#euprecisavadizeristo
Como tudo na vida, viver, tem seus efeitos colaterais. Uma vida sem sacrifícios, não é vida. Só vive de fato quem se atreveu a viver suas amputações sentimentais, amorosas e abandonou esse vício chamado rotina que nos joga nesse abismo que é a zona de conforto.
