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Se eles não têm pão, que comam brioches!
Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a Maria Antonieta, mas, na verdade, foi escrita no livro autobiográfico “Confissões”, de Rousseau. Ele afirma que uma princesa proferiu essas palavras ao saber que o povo estava com fome, mas não menciona sua identidade. Na época do manuscrito da biografia, Maria Antonieta ainda morava na Áustria.
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Aprendi diversos tipos e uma só regra: fazer pão é como se apaixonar. É preciso sentir os ingredientes. A cócega que a farinha provoca na palma da mão, o deslizar da manteiga, o fermento que é fino mas pesa um pouco e gruda nas linhas das mãos. Depois, dedicar atenção à sova, ao amassar vigoroso. O repouso da massa aproxima os cozinheiros dos escritores. Assim como um texto precisa descansar as palavras por um tempo antes de ser apreciado por olhos alheios, a massa pálida do pão precisa ficar só para se fazer magia. Estufada, com o dobro do tamanho e uma textura areada está quase pronta. Dependendo do forno, dá para fazer até dois tipos de milagre ao mesmo tempo.
O PÃO NA MESA
Suor pingado
O dia difícil
O precipício
E o pião rodando
Coração cansado
No meio do hospício
Viver é um vício
As vezes minguando
Resiliência, fé
É quase um ofício
Mantedo o suplício
Do pião rodando.
Na Multiplicação dos pães e peixes, a expectativa Humana era de despedir a multidão, porém a Visão de Jesus estava no que a Multidão poderia ter para o milagre ser realizado!
Deus nunca despreza nossas necessidades, mas valoriza o que temos a oferecer!
Mas o pão é mesmo só para os filhos de Deus. Se alguém não é filho, não tem direito ao pão que está na mesa do Pai! Têm que ser mesmo filho de Deus!
“Ainda são tantos os necessitados neste mundo e, com certeza, não poderemos alcançar a todos. Mas, quando depender de nós, que nosso coração esteja aberto com o mesmo amor que Deus nos dispensa. E que, além do pão material, possamos assistir às carências afetivas, emocionais e, principalmente, espirituais dos que estão à nossa volta” (Zelene Reis).
Fonte: Presente Diário, nº 27, 2024 (RTM)
ENTÃO!
Sonhei uma padaria num pão de moça bonita...
Que só para com minhas mãos,
sovar suas avenidas.
E numa troca de desejo e calor,
Eu acordo e vejo o MEU amor;
Que é quando derreto kkk
e então posso a pincelar em meus beijos,
e no calor de meu coração,
eu te aqueço.
Quando você troca um pão com um semelhante, continua com a mesma quantidade, mas ao trocar uma ideia, ambos saem com, no mínimo, duas.
Dia 3
Coisas que talvez só um Border entenda...
Hoje me peguei vestindo aquele tênis vermelho que você usou,
ainda com pedras e areia do bosque,
Meu coração disparado,
Quase ejetado do peito pela boca,
Tudo lembra,
Tudo exacerba,
Portanto, hoje,
Decidi te entregar as cartas,
Será melhor quando nos vermos,
E estaremos melhores,
Como uma cura à laser,
Da miopia da alma,
Está na hora de enxergarmos sem as lentes,
Sinto falta do teu cheiro,
Do carinho,
Das conversas infindas,
Aguardo a tua chegada,
Quero que saiba o quanto te preso,
E que jamais em um segundo sequer,
Você sai do meu pensamento,
Intenso,
Como o café que você gosta de tomar,
E claro ....
Sempre tudo vai melhor se tiver um pãozinho!
Como podes clamar por um "Pai nosso" se ages como se não tivesses irmãos e pensas somente em ti?
Como pedes o "pão nosso de cada dia" se, quando o tens, não buscas partilhá-lo?
Se o Pai não é de todos, sou órfão.
Se o pão não é de todos, estou faminto.
Miserável sou, mendigo e solitário, se não encontro Deus nos outros e se os outros não O encontram em minha vida!
O trabalho seja onde for,
é o pão de cada dia,
mas pra ser compensador
tem de ter no seu sabor
dignidade e alegria.
Meu Pai Celestial: assim como teu filho multiplicou os pães e os peixes, multiplica a minha fé para que eu seja digna do teu amor e merecedora da tua graça.
Feliz Natal!
Natal é renascimento...
é uma nova oportunidade de ser.
É mais significado que festa.
É ver sacralidade na rotina de um jantar.
É memória que volta ao presente:
os passos do avô, a voz da mãe,
as mãos entrelaçadas ao redor da mesa
e a fé que se estende além do tempo.
É o convite para acolher o estranho,
para enxergar o outro com olhos de amor.
Natal é verbo que se faz atitude:
é ser Deus no abraço de quem estende a mão.
É convite para que sejamos neste dia,
como o menino em seu berço singelo:
pequenos na matéria, grandes no afeto,
humanos no gesto, divinos na entrega.
É quando Deus se limitou a um só lugar.
É prova que o finito pode conter um infinito.
É sentir Deus em um menino.
É repartir esse Deus em fatias de pão.
Natal é época de se repartir e sempre sobrar.
O gigolô do estado, pessoas que escolhem ficar de boa por opção.
Sabemos que o Brasil é um país extremamente desigual. Por isso, louvo aquelas pessoas que deixam de lado a vitimização e vão à luta por um lugar ao sol.
Essas pessoas precisam carregar uma cruz muito maior e mais pesada do que a grande maioria, passando por portas extremamente fechadas e cheias de obstáculos por anos e anos de suas vidas.
Talvez essa lógica cruel faça muitos desistirem de pagar esse preço. Assim, acredito que alguns, de forma consciente, e muitos, inconscientemente, optam por usufruir da política do "pão e circo".
