Tag limite
Um dia, a algum tempo atrás, eu tinha uma visão de amizade que ia ao limite do ter e do poder, do quanto eu podia dar e o quanto eu poderia esperar, porém mesmo não tendo tudo que gostaria de ter, nunca deixei um amigo na mão, como uma obrigação interior, nunca me senti bem ao ver um amigo estendendo a mão pedindo ajuda e mesmo na impotência do não poder sempre preferi estender as mãos o tanto que pude, nunca por obrigação, ou porque não queria ouvir mazelas a meu respeito, pois palavras nunca fizeram meu caráter, sou homem o suficiente para assumir minhas responsabilidades, e se errei com um amigo sempre preferi assumir os erros e deixar para que ele decida entre partir ou me dar mais uma chance, aprendi que um amigo nem sempre é um pai, uma mãe ou um irmão, que não é secreto, mas é preciso descobrir, procurar onde ele se deixa encontrar, aprendi nessa vida de vários tombos e desilusões que as vezes um amigo nem sempre é aquele que está junto o tempo todo, mas pode ser também, dependendo das circunstâncias, que um título é um título, e nada vai mudar se eu não decidir ser diferente, que quando alguém disser que pela idade ninguém muda, então posso ir contra essa tese de normais, pois estou ficando velho e mudando a cada instante talvez por isso seja considerado louco pelos que não querem entender, a mudança vem do esforço interno de um ser em movimento, que sabe seu lugar no mundo, e não acha que o mundo gira em torno de si, quem sabe nossos amigos mais leais são os nossos amigos secretos de cada dia, aqueles que nos encontram na rua e nos cumprimentam, aqueles que nos ajudam sem nunca sequer ter nos conhecido, aqueles que sorriem pra gente sem nunca ter nos visto antes, aqueles que dizem para nós que não irão nos abandonar e no limite da sua espontaneidade choram junto conosco, pois reconhecem o peso de uma lágrima, quem será que nunca teve um amigo secreto assim?, Quem sabe estamos tão atordoados com nossa guerra interior, tentando suportar a própria imagem destorcida no espelho, pensando onde encontrar esse amigo, eu posso dizer com toda franqueza de uma vida em busca do meu amigo secreto, encontrei-o na minha pior situação, na pobreza do meu eu encontrei-me e percebi que posso ser ainda melhor se for meu amigo antes de ser amigo, que as coisas começam a clarear mesmo quando tudo o que eu pensava ser real, só era real para os outros, que a minha realidade eu carrego dentro de mim, e ninguém pode tirar de mim, a não ser que eu seja fraco o suficiente para aceitar dos outros o que eu não quero pra mim, hoje sei o que quero, e se eu mudar, será para o meu bem, não para o gosto de quem quiser.
Sempre ouvi dizer que o céu não era o limite, porém, todas as vezes que olhei para ele as nuvens, as estrelas e a lua, foram as únicas coisas que meus olhos enxergaram.
O pensamento pode nos projetar para onde, quando e com quem queremos estar, não há limite, quando sentir vontade voe para onde desejar, não há quem possa te impedir a não ser você mesmo.
AFETO, LIMITE E SEGURANÇA
Afeto para curar
E para transformar as intenções.
Afeto para romper barreiras,
Quebrar regras e imposições.
Limite para libertar
E para voar pelo mundo afora.
Limite para lacrar com intensidade
A minha imensa e espantosa liberdade.
Segurança para sentirmos fortes
E para sermos porto seguro.
Segurança para abrigar a fé
No que cada um quiser.
Dentro; Fora
A escola não pode ser um mundo à parte da sociedade,
como se lá fora não existisse
e não exercesse influência no agir das pessoas do lado de dentro.
Os portões não devem ser o limite do cárcere
entre o mundo de fora e o de dentro.
"A escola não pode ser, não deve ser uma bolha". (Emicida)
Talvez, não precisássemos de muros com quase três metros de altura
protegendo as escolas do agir desmedido das pessoas que estão,
que ficaram ou foram deixadas do lado de fora,
se não houvesse essa divisão - dentro; fora.
Talvez, não precisássemos de muros, portões, grades...
Se agíssemos no "entremundos",
incluindo os de fora e acolhendo os de dentro.
Abaixo os muros das escolas!
Os físicos, os invisíveis, os idealizados...
Que limitam e provocam segregação.
Ajamos no "entremundos", incluindo os de fora e acolhendo os de dentro.
Abaixo os muros das escolas, das casas, das fábricas, das mentes.
Pergunte-se:
Devo agir,
sentir,
pensar,
como os outros?
Limite imposto
é só para quem
não possui
domínio próprio...
Todo horizonte é, a um tempo, possibilidade e limites. Nas horas de entusiasmo, são as possibilidades da razão que emergem na reflexão filosófica; nas horas mais tranquilas, ou, quiçá, de depressão, os limites vêm à tona com mais facilidade. É a hora, então, do ceticismo, da dúvida, das posições mais cautelosas, a respeito da real capacidade humana para a verdade.
PERDOAR É O LIMITE DA ALMA..
guardamos rancores de todas as maldades desde a infância más
no ciclo da vida devemos ser o mais sensato possível pois
no final de todas as injustiças oque restará serão apenas pobres espíritos perturbados implorando perdão...
Vivo tentando superar os limites, pois sei que cada limite é um obstáculo e cabe ao meu esforço o tempo da final..
O limite segundo o dicionário: " . Que atingiu um ponto máximo ou extremo"
Para os sonhadores, limite é algo bem diferente! Muito diferente!
este coração que bate no peito, já não escuta a dor do náufrago, perdido e de asas cortadas...extenuado a chegar ao limite, não podendo mais libertar-se e voar.
A moderação é uma lei que serve pra tudo na vida.
Nada se deve passar dos limites.
Exceto nossos sonhos.
A palavra limite serve só para separar o impossível do possível. De que lado você está e para que lado quer ir?
Nunca faça nada em sua vida para atingir o máximo muito menos a nota máxima, o importante é alcançar e passar. Quem se dedica para alcançar o limite não alcança nada pelo desgaste que outros alcançaram com a média. Ser o melhor não é ser utópico, mas sim o moderado, pois aos poucos se atinge o auge do sucesso e lhe sobrará tempo para desfrutar daquilo que esta ao seu lado precisando de sua atenção. Todos tem qualidades e defeitos, alguns erram mais, outros erram menos, mas os maiores sábios não se cansam de dizer que aprendemos muito mais nos erros que nos acertos, pois quem muito acerta se engrandece naquilo que pensa que foi, acha que é e no fim nunca foi.
Autor: Massáo Alexandre Matayoshi
A vantagem de se chegar ao limite de uma fase ruim, é a certeza de que a fase boa esta bem perto. Essa alternância faz parte de um ciclo em que esgotando-se toda a possibilidade de azar, eis que chega a sorte! Pode acreditar, para a paz sempre existe um caminho, um guia, uma carona... A primazia do que não existe esta justamente na possibilidade do que pode ser inventado, ao passo que o "não consigo" é sinônimo do " não me esforcei o bastante para conseguir"
Eu de fato não tenho uma receita exata para medir a quantidade de tolerância que você deve usar nas suas relações , apenas posso te dizer que independente da personalidade que você tenha o ponto limite deve estar nos valores de vida que você construiu ...
Quando a atitude de alguém afeta a sua paciência, você até pode suportar, por que na verdade a paciência depende do seu momento, do seu dia, do seu humor e isso é flexível e ajustável. Mas quando alguém ultrapassa a linha da paciência e invade os seus valores de vida, você precisa criar uma barreira de defesa, por que quando você arranha seus valores você automaticamente fere sua dignidade e a dignidade uma vez ferida, inflama seu coração e adoece sua alma...
O limite da sinceridade
Para tudo precisamos estabelecer um limite, por mais fortes que as pessoas se apresentem, todas elas tem o que chamamos de “sentimentos” e esses não devem ser feridos. Temos que ser cuidadosos com os sentimentos dos outros. Muitas vezes nós acreditamos que sinceridade é tudo, que devemos ser sinceros o tempo todo, mas, qual o limite, em que essa sinceridade vai ajudar o outro? É muito difícil estabelecermos limites. Tudo faz bem até determinado limite, a água sacia a sede, mas se bebemos muita água, morremos afogados, o fogo aquece, mas se intensificado, queima a pele, assim também vejo a sinceridade. É muito louvável uma pessoa sincera, mas devemos nos ocupar dos sentimentos (dos nossos e das outras pessoas) para nos orientar no momento de nossas falas, de nossos desabafos. Na intensão de sermos verdadeiros, muitas vezes magoamos alguém, sem em nada ajudar aquela pessoa.
Cada pessoa é um ser único, devemos respeitar esse fato. Todos nós somos diferentes, pensamos diferentes e temos limites diferentes para cada situação. Devemos procurar usar da sensibilidade para perceber o outro, sentir suas possibilidades, seu momento de vida, suas dores, seus desejos. Só porque uma pessoa é boa, forte e inteligente, não significa que essa pessoa esteja pronta para suportar nossos ataques de sinceridade. Devemos ter muito cuidado, mesmo que estejamos diante de “defeitos corrigíveis”, cada um tem seu momento, e há momentos em que não se tem forças para corrigir nada e aquelas palavras (na tentativa de sermos sinceros e ajudar) só irão trazer dor, só irão ferir aquela pessoa.
Não é fácil calar, muitas vezes ouvimos colocações de nossos amigos, de nossa família, de nossos amores, que temos vontade de responder, de fazer colocações em relação àquela pessoa, às vezes, elas estão nos falando de defeitos que elas mesmas têm e não são capazes de identificar, e fica muito difícil de calar diante disso. Mas é preciso nos esforçar, pensarmos em que nossas palavras poderão ajudar, em que nossa sinceridade vai acalentar a alma daquele ser. Se verificarmos que nada mudará a partir disso o mais certo é calar. É mais importante cuidarmos dos sentimentos dos outros, e, controlarmos os nossos próprios, para que com melhores sentimentos em nossa volta, possamos nos tornar pessoas melhores e ter a cada dia mais perto de nós aquelas pessoas queridas. Estabelecer um limite entre a sinceridade e o silêncio é uma arte.
Ana Paula Silva
Autora do Livro: Me Apaixonei Por Um Poeta
https://www.clubedeautores.com.br/book/187032--Me_apaixonei_por_um_poeta#.VafGivlViko
Em relações humanas, não quer ser ofendido? Simples. Não ofenda antes com atitudes e/ou palavras. As pessoas não lhe devem obrigação alguma em suportar. A regra é simples, mas pouco observada: o limite de um acaba exatamente onde começa o do outro. Pisou no território do "inimigo" que imagina ter, acaba por dar o direito a ele ser igual a você, ou não, isso depende das situações. Ofendeu antes e não quer ser ofendido? Nesse caso seria importante fazer exame de consciência, pois nem sempre o mundo está contra você, o contrário pode ser verdade, mas o mundo, todo o mundo, nem sempre.
