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Num modelo de estado democrático de direito há sempre a prevalência de um sistema harmonioso de direitos e obrigações; mas o que vivemos atualmente é um terrível sistema, atrofiado e corrompido, atroz e cruel, injusto e oneroso, inseguro e maléfico.
Nem toda reflexão é flexão; algumas raras são fruição. Essas últimas nos envolvem em um estado contemplativo que transcende o mero pensamento, permitindo-nos mergulhar profundamente na apreciação do momento presente e das emoções que ele evoca.
O início requer cautela, o fortalecimento é pura ilusão, a credibilidade é tênue e o rompimento previsivelmente abstrato não tem prazo definido sendo estado de espírito.
O paraíso não é um lugar, nem um tempo, e muito menos uma promessa distante. Ele é seu estado da arte, ou a totalidade do nada que chamamos de tudo. Lembre-se de não ser nada, apenas sendo.
Era uma vez, um GURU intitulado como o `parteiro do liberalismo e do Estado Mínimo` , que escrevia sobre a `mediocridade do povo brasileiro”. Um certo dia, ele ignorou sua cidadania americana e retornou ao Brasil para fazer tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A lógica desumana do capital não precisa de conspiradores, porque opera pelas regras impessoais, mudas e desumanas do mercado que obriga os capitalistas e burocratas de todos os Estados a sempre servirem à acumulação do capital mesmo contra a sua vontade ou opinião pessoais se não quiserem ver-se substituídos por outros capitalistas e burocratas mais eficientes que os derrubem jogando-os no inferno de se tornarem proletários. O cálculo frio do custo-benefício que guia a decisão de todos os capitalistas e Estados do mundo não decorre da opinião, consciência, vontade, nem muito menos da "bondade" ou "maldade" pessoal desta ou daquela pessoa da classe dominante, mas é exatamente o contrário: sua opinião, consciência, vontade ou perversidade pessoais é que decorre das forças mudas da mão invisível do mercado, da propriedade privada, da acumulação do capital que, se não seguirem, os joga no proletariado.
O Estado mínimo,cujos governantes insistem em se afastar da maioria que deveriam representar,ensaia hoje uma aproximação, mas com cacetete na mão.
Não há República sem servidores públicos livres. Não há Estado Democrático de Direito quando o medo e a opressão substituem a técnica e a ética. É urgente denunciar o extermínio moral dos servidores que ousam fiscalizar, questionar e cumprir com retidão o seu dever constitucional.
Fazem-se grupos em fartura
para ouvir a voz do povo,
mas há ainda mais censura
do que houve no Estado Novo.
Não é de esperar nem também de desejar que os reis filosofem ou que os filósofos se tornem reis, porque a posse do poder prejudica inevitavelmente o livre juízo da razão.
O estado educando a sociedade
Em 1970 a polícia educava com cacetete
Nas costas da classe trabalhadora.
Esta é apenas uma data
Próxima a data de hoje.
Em 2013 a polícia educava
Com cacetete, gás lacrimogêneo,
Bala de borracha, não que naquela
Outra época não tivesse isso.
Em 2014 a polícia educou
Da mesma forma, censuraram
Uma grande parte da sociedade.
Em 2015, também.
Em 2016 calaram a voz do povo,
Manifestante pode ser preso
Como se fosse terrorista,
É proibido grafite nas ruas
Manifestando-se contra o governo,
É proibido reunir-se na praça,
Durante as olimpíadas
Que já passou, tudo ainda
Continua proíbido.
Um funcionário público é sempre alguém treinado para defender e lutar pelo Estado.
Desconfie sempre, pois qualquer pessoa é falha e defende primeiro seus próprios interesses corporativistas. E os interesses corporativistas de um funcionário do Estado passam obrigatoriamente por fortalecer o Estado em detrimento do cidadão comum, por mais que a narrativa seja o contrário.
Voltar ao meu estado (Vulgo Bahia) é:
Procurar o melhor acarajé da cidade; e tem que ser quente porque baiano que se preze come pimenta.
Visitar as melhores praias e cachoeiras pra se refrescar.
Ir atrás de siriguela, umbú, cacau, graviola e cajá.
Reclamar do calor de matar:
- Ventilador ou ar condicionado por favor kkk.
Matar a saudade de quem a gente ama.
Tomar banho de água fria no quintal.
Comer pitú, caranguejo e siri.
Matar a saudade daquele famoso pastelzinho de bacalhau e do suco de cacau com leite de Ipiaú.
É procurar uma pedra na rua para "pocar" os "licuris" na calçada, comer cocada de cacau, biscoitinho de nata, sonho de goiabada.
Visitar a Bahia é voltar pelo menos uns 5 quilos mais gordo, kkkk porque a comida tem sabor, cheiro e tempero de verdade.
É ter o sotaque automaticamente renovado.
É aprender novas palavras de um dialeto que é próprio de lá. (Barril Dobrado, Lá ele, gaiato, massa, oxe, ó paí ó). Kkkk
É ter momentos inesquecíveis para recordar, partir de coração partido, morrendo de saudades de Morro de São Paulo e planejando o próximo retorno.
Te amo Bahia.
O papel do Estado em programas de auxílio social deveria ser possibilitar independências de um indivíduo, não garantir sua dependência pelo mesmo.
Alagoas, que beleza,
o Caribe brasileiro!
Mar e sol, altos coqueiros,
onde toco a natureza,
onde só vejo riqueza.
Pra ti, faço esse repente,
e te digo, eloquente:
ó, Estado de Alagoas,
és lugar de coisas boas,
és terra de boa gente!
O princípio islâmico da tolerância para com os <<Povos do Livro>>, ısto é, os judeus e os cristãos. O Estado İslâmico tinha, portanto, a responsabilidade de os proteger na prática das suas crenças. [...] durante quase toda a sua história, o império (Otomano) mostrou ao mundo um modelo político eficaz de um sistema político multi-religioso. // Livro: O İmpério Otomano.
Não existe instituição e nem pessoa que tire minha liberdade, mesmo que me prendam no quarto mais escuro e sem janela, a minha liberdade quem faz sou eu, mais do que ir e vir minha liberdade é um momento de espírito. O que os Estatistas e os Capitalistas querem são posses, mas quanto mais você possui, mais você é possuído. Eu não possuo nada, apenas usufruo e deixo ir...
O povo é refém da incompetência e autoritarismo estatal, que multiplica a violência e mortes ao invés de resolver as raízes dos problemas sociais. Eliminar o resultado não altera o produto se os fatores ainda são os mesmos!
O Liberalismo é interessante, mas praticamente inviável devido as condutas dos humanos atuais. No Estado, legislações são importantes por imporem limites à aquelas pessoas que, desprovidas de conhecimento, se iludem por acharem estar fazendo o certo, mesmo estando erradas para a coletividade.
