Tag doação
A esperança renasce todos os dias, é como respirar.
um homem que não tem esperança de certo deve ser um homem muito triste.
O nosso sentimento é Deus conversando com a gente, as palavras são a fonte menos confiável da verdade.
O amor é um sentimento tão grande que mesmo quando a gente não quer olhar, ele dá um jeitinho de aparecer.
O que diria ao seu coração?
Que jurei nunca deixá-lo em abandono
Nem mais e por nada entristecê-lo
Se preciso fosse, palhaço seria
E da vida, um picadeiro de magia faria
Embrulharia em Serenata
Toda boa alegria... e te daria!
Mas acho que já não posso...
Olha, mesmo distante fio que faria
Te sinto ainda pulsante
E é ai que terás minha companhia
No bater de suas batidas
Nelas estarei sempre presente
Como você nas minhas...
Jurei também lhe dar poesia
Será ela nosso laço e elo absoluto
Fique então tranquila
Pois mesmo distante... corpo ausente
Darei a ti, por cuidado e carinho
Mesmo que sem rima ou talento
Um verso verdadeiro para seu sentimento
Sempre e sempre...
Faço o que desejo pela alegria de fazer
Compactuo com o cerne de minha razão
Realizando o sonho e a felicidade de tantos
Mas, faço em troca da alegria, da realização
Não me limito aos meus limites que tantos são
Supero barreiras, me entrego são e incontinente
Sustento meu sonho de fazer acontecer o do outro
Porque não sou desses que ouve indiferente
Me fiz quem sou sem caminhar à frente
Jamais ficando para trás nessa jornada
Que muitos chamam de vida ou destino
Sigo sempre lado a lado... sou mais vivo
Que me importa as críticas de muitos
Por ser quem e como sou, se assim sou?
O que me torna gigante em meu ofício são
É a entrega, é ser milagre talhado a doação
OS DENTES DE JOÃOZINHO
Joãozinho apareceu no primeiro dia de trabalho com um par de sapatos maior que o seu pé. As roupas, bem largas, dançavam em seu corpo delgado. Ainda não havia recebido o uniforme azul para a labuta, e por isso precisou improvisar. Todo mundo reparou o seu jeito meio desconjuntado, mas ninguém comentou patavina.
No outro dia, já de uniforme e sapatos luzentes do seu tamanho, veio de cabelos bem penteados e unhas cortadas. Apresentava-se sempre sorridente e cortês, assim como havia aprendido em seu treinamento para ser um jovem aprendiz, e assim também como, decerto, ditava a sua própria natureza.
Os dias foram passando e todo mundo se afeiçoou ao Joãozinho. Um garoto de costumes simples e jeito humilde, mostrava-se sempre prestativo, educado, gentil e bem humorado.
Pele negra, estatura pequena, bastante magro, cabeça ovalada enfeitada de madeixas negras encaracoladas, mãos, pés e orelhas desproporcionais, Joãozinho no auge de sua adolescência, tinha os dentes grandes e brancos sempre ostentados em um sorriso.
– Joãozinho, você cuida muito bem desses seus dentes, hein? – Disse como forma de encômio, no intervalo do café.
– Sim, senhora, cuido sim. Na verdade a mamãe faz uma fileira conosco todas as manhãs e no fim do dia. Ela mesma escova nossos dentes.
Sem entender muito bem aquela resposta, continuei meus questionamentos:
– Como assim João? Você já tem 15 anos de idade, já sabe escovar seus dentes sozinho. Sua mãe não precisa mais te ajudar.
– Sabe, dona, lá em casa a água é difícil. E não temos escova de dente. Mamãe pegou alguns sabugos de milho, cortou assim ó (mostrou com as mãos vários longos cortes na vertical) e cada um de nós tem uma “lasca”. Somos doze, né…
Eu continuei ouvindo estarrecida, não imaginava que era aquela a realidade de Joãozinho.
– Dos doze, dona, dez já tem dentes, dois são muito bebês ainda. Daí mamãe guarda nossas “escovas” bem organizadas na beira da prateleira e cobre com um paninho bem limpo. De manhã e à noitinha ela nos coloca enfileirados por ordem de tamanho, e começa o trabalho do menor para o maior. Os pequenos, que não tem dentes, ela limpa direitinho a boca e as gengivas com um rasgo de fralda umedecida na água. Na sequência, ela vai pegando as nossas “escovas”, passando um pouco de sabão de coco na ponta e esperamos todos de boca bem aberta. Mamãe é muito inteligente, dona, ela nunca confunde nossas “escovas” para não correr o risco de pegarmos bactérias da boca um do outro.
Joãozinho descrevia aquele rito com uma absurda riqueza de detalhes, e com os olhos tremeluzindo de orgulho da sua tutora esmerada. E ainda teve mais:
– Ela escova nossos dentes, dona, pois pela manhã, por exemplo, só temos um balde grande de água para tudo. E mamãe, para não desperdiçar, faz o trabalho ela mesma, evitando que entornemos ou que um de nós use mais água que o outro. Ela pega o copo de ferver a água do café, enche, e faz com que aquela porção dê conta de todos os nossos dentes. Sabe, dona, sabão de coco não é muito gostoso não, mas olha o resultado (e arreganhou os dentões todo soberbo). Como sou o maior e mais velho, sempre fico por último, e às vezes saio de casa com gosto de sabão na boca, pois o que sobra de água para mim para retirá-lo às vezes é bem pouquinho.
Joãozinho relatou sua higiene bucal e a de seus irmãos com muito empolgamento e a mesma alegria estampada na cara, do começo ao fim. Pelo que se podia perceber, era um momento ímpar de união familiar e partilha, promovido pela mãe daquela trupe.
Após o seu relato, engasgada, não consegui falar muita coisa. Terminei o meu café, já frio, agradeci pela história em murmurejo e saí dali de volta para o meu gabinete de trabalho. Mas não consegui ficar sentada por muito tempo. Peguei a minha bolsa e avisei a minha secretaria que iria rapidamente a um supermercado nas redondezas.
No final do expediente, como era de costume, Joãozinho foi até a minha sala perguntar se existia mais alguma demanda para aquele dia, e, em caso de minha negativa, sempre se despedia com o mesmo mantra “deus te abençoe, te dê tudo em dobro e a faça sonhar com anjinhos, dona”.
Estendi a mão com uma sacola plástica com as compras recém-adquiridas e entreguei ao Joãozinho. Lá dentro quinze escovas de dente de tamanhos e cores variados, alguns pacotes de algodão, dois pacotes grandes de lenços umedecidos, cinco tubos de pasta de dente com sabores diversos, um vidro grande de enxaguante bucal e duas embalagens de fita dental.
– Toma João, coloca na prateleira da sua mãe.
João recebeu a sacola com uma interrogação na fronte. Abriu e espiou, matreiro. João não sabia o que fazer de tanta satisfação. Abriu, vislumbrou e fechou aquela sacola plástica um milhão de vezes, como se ali escondesse uma grande e reluzente barra de ouro. Ele não acreditava no que via. Não sabia se agradecia, se me abraçava ou se saía correndo dali para encontrar logo a mãe.
– Dona, isso é pra nós mesmo? É sério? – Perguntou, com os olhos marejados.
– Corre, João, sua mãe precisa se organizar para o ritual da tarde. – Respondi.
Joãozinho, se não bastasse, deixou a sacola sobre a mesa, e subitamente, ajoelhou aos meus pés principiando um Pai Nosso bem alto, com as mãos para cima. Tentei retirá-lo dali puxando-o pelo braço, constrangida, mas foi em vão levantá-lo. Deixei-o terminar a sua oração. Era o seu jeito de agradecer por aquele gesto tão ínfimo da minha parte.
– Deus te abençoe, te dê tudo em dobro e a faça sonhar com anjinhos, dona.
E aconteceu. Naquela mesma noite eu sonhei que estava no Céu. Doze anjos negros e lindos, cabelos pretos encaracolados, vestidos de branco, asas enormes, suspensos do chão, cantando divinamente em uníssono, alinhados, mostrando os seus sorrisos com dentes tão brilhantes que ofuscavam o meu olhar…
"Quando investimos nosso tempo com as pessoas, ganhamos muito mais do que doamos. Experimente e ame!"
Educação é conquista de quem busca, e não doação para consumo. É uma necessidade integrativa e não consumitiva.
Gente falando explicando o Amor,
O Amor ? Não se pode explicar, acontece assim, sabe-se lá, quando se percebeu já está amando, doando-se apenas sendo por entender que só recebe quem doa, isso é Amor!
O amor é um presente do qual não se pede. Recebe-se de livre doação; puro encantamento de uma bela expressão de quem sabe amar.
Sou sim, ou não...
(Nilo Ribeiro)
Sou feliz pela imperfeição,
porque tenho boa intenção,
porque tenho bom coração,
porque mudo de opinião
sou legítimo, ou imitação,
cordeiro, ou leão,
empregado, ou patrão,
sério, ou brincalhão
esta não é a questão,
sou sim, ou não,
sou luz, ou escuridão,
sou real, ou ilusão
sou lógico, ou intuição,
coerente, ou percepção,
sou autêntico, ou invenção,
cobrador, ou doação
sou anjo, ou bicho papão,
sou único, ou camaleão,
sou vida, ou ficção,
vivo por essa razão,
pois sou paixão, ou paixão...
A Nossa Caridade com o Outro, com nosso irmão... só é valida quando conseguimos e quando damos o que temos de melhor, quando abrimos mão de algo valioso pra nós em prol do Outro. Sejá: nosso tempo, nosso afeto, nossa atenção, nossa amizade, nosso amor, nossas coisas materiais. Mas coisas que pra nós ainda tem valor. dar sobras não é Caridade, é se desfazer. Quando abrimos mão do que nos é valioso, ai sim estamos conseguindo nos desprender, dividir, compartilhar o que de melhor temos. Que nossa mão direita não saiba o que a esquerda doou, ou seja; não nos engrandaçamos em Compartilhar.
Hoje é dia do amor!
Comemora-se hoje, dia de São Valentim, o protetor do amor.
Mas olha que interessante, fim de carnaval e inicio de quaresma, será que isso quer dizer algo?
Vamos refletir...
Quantas bocas se beijam por aí pelo simples fato de beijar?
Quantas pessoas se relacionam por interesse financeiro e/ou status?
Infelizmente, esse sentimento foi banalizado, tantas pessoas querem ser amados por alguém, querem está com alguém, mas são incapazes de se doarem a um relacionamento e se desapegarem de suas bolhas particulares.
Nos tempos de hoje, se faz ainda mais vivo aquele ditado que diz: "antes só do que mal acompanhado." E é a mais pura verdade. Antes de se enfiar em um relacionamento, esteja bem com você, se ama, se respeite, se admire, e busque no outro aquilo que lhe completa, e não o que lhe falta, pois o que te falta, é o que você ainda não plantou.
*UM POUCO DE HISTÓRIA*
Em alguns lugares principalmente nos EUA, há inúmeras trocas de cartões em comemoração ao dia dos namorados. Na antiga Roma, durante o império de Cláudio II, era proibido o casamento, pois ele acreditava que isso enfraquecia o seu exército. Porém, como sempre há um rebelde em toda história, o bispo Valentim, realizava o casamento entre jovens em segredo, quando foi descoberto o imperador mandou prende-lo. Na prisão todos os dias, ele recebia diversos cartões de jovens com mensagens de amor, um dia ele recebeu de uma jovem cega, que mais tarde teve a permissão para visita-lo na prisão. Ao vê-la, ele se apaixonou. Valentim a escreveu um cartão, declarando todo o seu amor, e a moça voltou a enxergar.
Assim, com a sua morte, o milagre dessa jovem, o consagrou como o protetor do amor.
Viva São Valentim!
redes sociais @deb_pretta
Encontre você, então poderás relacionar-se, e esse relacionamento será uma doação de você para você, sem nada perder ou ganhar....
Kairo Nunes 16/01/2018.
DÍZIMO: QUEM MUITO PODE, OFERTA COM AMOR!
Dízimo?
Dou tudo que posso, às vezes tudo o que tenho, sempre que me pedem ou mesmo que eu perceba que é preciso; afinal, não sei dizer NÃO para uma ajuda e doar me faz bem.
Não dou só 10%... Isso é para os fracos!
Dou 50%, dou tudo, já doei 100%. E não fiquei sem.
Dou 50% do meu tempo, dando tudo de mim. Dou 100% do meu coração, mesmo ele não saindo daqui.
Me divido em duas, três, até quatro... Dou meus ouvidos, minhas palavras, minha mão, meu abraço.
Dinheiro não é tudo, e às vezes é só o que algumas pessoas têm de valor.
10% é quase nada, e quase sempre é só o que basta para que alguns se sintam proprietários de Deus e melhores que todos.
Deus não quer só 10% de você. Ele quer você por inteiro!
Devolva a sua alma ao Senhor, pois não é o seu "dízimo mamom" que vai te garantir a eternidade ao lado dos justos.
Para muitos, o dízimo é um financiamento de um espaço na glória.
Para outros, é simplesmente amar.
Amem 10%, amem 50%, amem 100%...
Para quem sabe amar, muitas vezes o pouco é muito, e o muito nunca será pouco.
Quem é generoso dá tudo de si, o tempo todo, sem medidas, sem quantias, sem validade, sem nem mesmo reciprocidade.
O que se empresta, se cobra. O que se trabalha, se ganha. Mas o que se dá, se tem.
Dinheiro é coisa de humanos, feito para comprar o que está a venda e para dar valor ao que não vale nada.
Amor é sobrenatural, e naturalmente se troca.
Quem vende amor, tem pouco dele para dar ou para trocar.
Quem compra amor, está vazio dele e perdeu o manual de autoprodução.
Deus é fonte inesgotável e autossuficiente de amor, não aceita negociação.
Dê aos homens o que é do homem.
Mas a Deus, dê a sua alma! Comece dizimando, devolvendo 10%, 50%, até você ser completamente Dele.
Pois o dízimo é a décima parte do processo DO AMOR que iniciou para um dia ser inteiro novamente.
O amor de Deus não tem preço... Mas tem muito valor!
Quem pouco pode, paga com dinheiro. Quem muito pode, oferta com amor!
