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A nossa história, meio que sem começo, conta como estamos ligados por querer a mesma coisa e mesmo assim continuamos separados só porque tememos coisas tão diferentes! Tenho medo de perder minhas asas enquanto você continua cortando as suas.
“Enganei-me profundamente quando confundi um ser humano com um ser angelical. Um anjo de luz, cujo permanente halo ofusca meus olhos, lumia todo o caminho a ser percorrido, deixando um laivo de intensa presença que se opõe à sua desforme ausência. Quando houve convite ao salto, encorajei-me de súbito, pois confiava cegamente em suas asas e, malgrado fora-da-lei não fosse, olvidei-me completamente que a gravidade pudesse exercer qualquer efeito sob nós. Não... não sob os anjos. Não sob os que amam, muito menos aos que tomam anjos por ser humano e vice-versa.”
A civilização é uma coisa vulnerável. Um capricho do destino. A qualquer hora, a batida das asas de uma borboleta pode afetar esse capricho.
ASAS DA POESIA
Escrevo com minha alma,
Mas reviso com a razão.
Os versos da minha palma
Escapam de minha mão.
Dizem mais do que eu queria,
Falam mais do que pensei;
As asas da poesia
Por que é que não cortei?
Quem dera com mil argolas
Prendê-las numas gaiolas,
Pegá-las num alçapão!...
Para conter as palavras,
Pra não voar sobre as casas,
Mas é tudo esforço vão!
Na vida real, diferente dos livros de história, as histórias chegam até nós não em sua totalidade, mas em pedaços, segmentos quebrados e ecos parciais, uma frase completa aqui, um fragmento ali, uma pista escondida no meio. Na vida, ao contrário dos livros, temos que tecer nossas histórias com fios tão finos quanto as veias que correm pelas asas de uma borboleta.
O universo inteiro nos espera quando aprendemos amar. Aprendizado que nos faz ganhar asas rumo ao infinito.
A nossa maior segurança e proteção ainda continua em estar , debaixo das asas de Deus!
Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!
Lucas 13:34b
Vírgulas
preciso vírgula
com urgência vírgula
desapegar-me das vírgulas vírgula
essas asas inversas vírgula
reguladoras dos voos livres
Bolha de sabão!?
Somos assim tão simples...
Somos sim!, tão simples.
Feitos por um sopro...di-vi-no sonho...
Impulsão e gotículas de emoção!!!!
Brilhamos e coramos sonhos.
Esféricas e transparentes voamos sem asas e sem direção...
E esse vento que suave vem
Conduz-nos pelos caminhos invisíveis
Vaaai bolha de sabão...
Nessa ternura momentânea,
tênue separação entre existir ou não
vaaai bolha de sabão...
Soobe mais e mais...
E estoura enfim...
Póc!
Se você tivesse asas, para onde voaria?
Para cima.
Mas onde pousaria?
Não pousaria.
Que sentido teria isso?
Se a ferramenta de liberdade não mudar suas perspectivas de destino ela age apenas como uma nova pintura na sua cela: muda a sensação, não a realidade.
Filhos de ícaro
Humanos com asas de cera voando com sua presunção. Tentando a todo custo beijar o sol e sempre acabam por beijar o chão.
Asas e as labaredas
Liberdade, liberdade.
Grito aceso contra a opressão.
Se preciso mando chuva, temporal, turbilhão.
Clama me tuas asas.
As chamas sacode as águas.
Arranque te as mágoas.
Ame as veredas.
No oculto, acendo as labaredas.
Tuas asas atravessam o fogo.
Um pássaro que não sucumbi a gaiola, vence o jogo.
Pássaro, pássaro meu.
Diante das grades canta a esperança.
Sedentos são pela bonança.
Repito, as chaves são de vós, a um preço foi paga.
Clame e cruz.
Duvida?
Faz prova.
Joga o coração na luz.
É verdade, a prova do tempo.
Mas se vós sois sedentos.
Não entrega os pontos.
São minhas as veredas.
Pouse tu.
Como chamas de labaredas.
Bate asas, acende a esperança.
Oiapoque ao chui.
Ponta a ponta.
Pássaro de fogo.
Manso, vence guerra, vence jogo.
O vôo de uma pomba.
Giovane Silva Santos
Caímos desamparados e incapazes de nos mover, nossas asas decepadas e altares destruídos, vertendo sangue quente, sendo acolhidos pela imensidão fria. Nos deixamos ser engolidos pelo remorso e culpa, regados pelo desprezo nos olhos daqueles que permaneceram sob as nuvens.
Mentindo para nós mesmos pois não queríamos aceitar a culpa dos pecados que cometemos e cegando nossos corações culpando os outros por coisas que fizemos por conta própria. Divididos entre fazer o que nos foi pedido e o que achamos correto, fomos condenados a afundar no abismo, assim a escuridão me engoliu, e aquele que mais me culpou fui eu.
Dê asas!
Quero um violão,
um por do sol com o mar a vista,
eu e você sentados na areia bebendo sem medo,
e quero da asas a imaginação.
Quando o sentimento se encontra com a razão e, em coro, gritam:
_"Deu saudaaaaaades"!
Não tem jeito, nos cabe apenas dar-lhes asas e, deixá-los voar.
Na imensidão do universo existem segredos que, talvez, um dia sejam revelados, até lá cada um vive o próprio mundo. Eu nunca me limitei a ir em outros planetas, mas algumas pessoas têm medo de voar. Não posso ficar no chão, o meu propósito vai muito além da terra firme, e se alguém quiser me encontrar provavelmente deverá criar asas e impulsionar em busca da sustentação necessária para permanecer nas alturas.
Eu estou sonhando
Nos espinhos andando
Mas ainda sonhando
Com você me amando
Tú és o anjo que veio me salvar
De todos os males me tirar
Apenas com teu olhar
Me dar o poder de voar
Estou te machucando
Tuas asas cortando
Tua liberdade roubando
Não quero continuar
Apenas te amar
De amor te chamar
Meu coração você quebrar...
No fim, não foi difícil me apaixonar
Asas que percorrem
Calma-te,
São apenas borboletas que passeiam pelo teu corpo.
Asas que percorrem os teus desejos.
Na prática,
São minhas mãos bobas que caminham desvendando teus segredos.
Adormeça-te,
Quando acordares,
Verás sua fome já saciada.
Respira-te,
Profundamente no mínimo três vezes.
Se te faltar oxigênio,
Farei em tua boca um boca a boca com minha boca.
Darei-te o direito de voltar ao seu estado normal,
Com um beijo meu....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O doce perfume
Do pequeno, a imensurável beleza;
Do belo, ao esplêndido;
Que diríamos ao ouvir o som;
Olho o deslizar em câmera lenta;
De suas asas planando no ar;
De repente tudo ao redor stop;
O mundo parou...
diante de meus olhos;
O deslizar de um
beija-flor
