Solo
Adão era só, ele e sua viola.
Descalço, pés na terra, terra sua: solo de Adão.
Na viola ponteava - solava Adão....
Pois era tão só Adão: solidão.
Urrah! O que mais falta agora? Nós militares não admitimos em nosso solo sagrado, onde juramos defender a nossa pátria contra qualquer tipo de inimigo. O nosso inimigo hasteou sua bandeira em nosso solo. Levantou sua bandeira na terra sagrada, chamada Brazil. Declararam guerra! Declararam guerra ao povo trabalhadore. Devemos aniquilá-los. Devemos destruí-los. E você, que tem a permissão de -- no seu cargo ou na sua função -- pegar um fuzil em suas mãos, não ouse apontar para o povo brasileiro. Não ouse apontar seu fuzil para a sua mãe, para seu pai, para seus familiares, para seus vizinhos, ou para seu próprio povo.
Os comunistas são o seu inimigo. Os vermelhos são o seu inimigo. Aldo Rebelo é seu inimigo. Dilma, Lula, e todos os os petistas são nossos inimigos. Eles nos querem ver abaixo de um sistema comunista, onde até a comida é racionada, onde só eles são ricos, só eles tem direito à tudo que é de bom.
Brasileiro Graças a Deus
Piso no solo sagrado.
Onde tanta gente pisou.
Gente boa.Trabalhadeira.
Gente nem tanto. Hospitaleira.
Todas lidando o próprio chão.
Plantando a vida,
e passando de mão.
Se desenhou território,
surgindo nossa nação.
Tanta gente, tanto trabalho
que deve continuar.
Tirando do solo sagrado.
Que tudo que essa terra dá.
Por isso. Querendo ou não.
Somos todos irmãos desse lugar.
Nos fortalecemos de todos dos frutos.
De nossas mãos a trabalhar.
Logo cedo aprendemos.
Que a todos pertencia.
Não seria de um bando.Com uma carta de alforria.
E a ideia de justiça. Cada vez precisaria crescer.
Partilhada para todos. O tudo, da construção.
Muita gente passaram. Dormiram com essa esperança.
Que um dia. Tudo ia melhorar.
O mesmo sonho, ainda acalentado.
Que devemos por honra.Guardar.
E saber que um dia. Isso vai se realizar.
Diferenças de idéias. Em todo lugar se tem.
Mas conhecer a verdade. É como ascender uma luz.
E, colocada na prática. Para todos melhora.
Se estamos conseguindo. É claro que não.
Verdade dita. É pouco governo e muito ladrão.
Depois de tanto trabalho.
O que de justo, escoa pelo ralo.
Dessa maldita corrupção.
E a cada imposto cobrado.
É recebo de otário.
Para toda população.
Chega de ser enganados.
Aqueles que nesse solo surgiu.
Aqueles que Nele cresceu,
e se alimentou de Brasil.
Devemos aos nossos entes.
Essa insatisfação.
Cinismo de malandros,
sindicalizados, enjangados,
togados ou não.
Mãos sujas de podridão.
Ser bom. Não é ser bobo.
Precisa aumentar a indignação.
Só de conversa não se cuida do povo.
E só de retórica, não se faz o pão.
A cada criança mal cuidada.
Quando cresce . Não espera nada.
E pouco devolve para essa terra.
Desculpas não há.
O Principio do estado. É cuidar.
Moralidade.Esta escrito. É só praticar.
A res-publica pertence ao povo.
E não para charlatão.
Bobo alegre , que quando passa.
Falta o bom ar em toda praça.
Enquanto desce o caixão.
O momento é histórico.
E não devemos esconder.
Devo isso a pátria.
Do que ela fez por você.
Chega de corrupção.
É a obrigação de nossa gente.
E quando dormirmos em berço esplendido.
Deixaremos nossas marcas. De um pensar diferente.
De um povo humilde, mas inteligente.
Que eliminaram os sangue-sugas.
Que roubavam nossa gente.
marcos fereS
Brasileiro Graças a Deus
Piso no solo sagrado.
Onde tanta gente pisou.
Gente boa.Trabalhadeira.
Gente nem tanto. Hospitaleira.
Todas lidando o próprio chão.
Plantando a vida,
e passando de mão.
Se desenhou território,
surgindo nossa nação.
Tanta gente, tanto trabalho
que deve continuar.
Tirando do solo sagrado.
Que tudo que essa terra dá.
Por isso. Querendo ou não.
Somos todos irmãos desse lugar.
Nos fortalecemos de todos dos frutos.
De nossas mãos a trabalhar.
Logo cedo aprendemos.
Que a todos pertencia.
Não seria de um bando.Com uma carta de alforria.
E a ideia de justiça. Cada vez precisaria crescer.
Partilhada para todos. O tudo, da construção.
Muita gente passaram. Dormiram com essa esperança.
Que um dia. Tudo ia melhorar.
O mesmo sonho, ainda acalentado.
Que devemos por honra.Guardar.
E saber que um dia. Isso vai se realizar.
Diferenças de idéias. Em todo lugar se tem.
Mas conhecer a verdade. É como ascender uma luz.
E, colocada na prática. Para todos melhora.
Se estamos conseguindo. É claro que não.
Verdade dita. É pouco governo e muito ladrão.
Depois de tanto trabalho.
O que de justo, escoa pelo ralo.
Dessa maldita corrupção.
E a cada imposto cobrado.
É recebo de otário.
Para toda população.
Chega de ser enganados.
Aqueles que nesse solo surgiu.
Aqueles que Nele cresceu,
e se alimentou de Brasil.
Devemos aos nossos entes.
Essa insatisfação.
Cinismo de malandros,
sindicalizados, enjangados,
togados ou não.
Mãos sujas de podridão.
Ser bom. Não é ser bobo.
Precisa aumentar a indignação.
Só de conversa não se cuida do povo.
E só de retórica, não se faz o pão.
A cada criança mal cuidada.
Quando cresce . Não espera nada.
E pouco devolve para essa terra.
Desculpas não há.
O Principio do estado. É cuidar.
Moralidade.Esta escrito. É só praticar.
A res-publica pertence ao povo.
E não para charlatão.
Bobo alegre , que quando passa.
Falta o bom ar em toda praça.
Enquanto desce o caixão.
O momento é histórico.
E não devemos esconder.
Devo isso a pátria.
Do que ela fez por você.
Chega de corrupção.
É a obrigação de nossa gente.
E quando dormirmos em berço esplendido.
Deixaremos nossas marcas. De um pensar diferente.
De um povo humilde, mas inteligente.
Que eliminaram os sangue-sugas.
Que roubavam nossa gente.
marcos fereS
Ofereço-te flores. As flores que cultivo no terreno fértil da amizade, nesse solo mágico, embebido de ternura.
É preciso pisar no chão, descalços, todos nós, pés no solo amado, sentir o incomodo das pedras, o frio, o calor, o conforto e o carinho, o abraço aos dedos de terra mãe tão gentil. É preciso sair às ruas sentir o cheiro daquilo que desconhecemos, daquilo que achamos que conhecemos, é preciso estranhar o estabelecido, o posto e o imposto.
Calçados estamos, desatentos, ou muito, a nós mesmos, cheios de pressa, alguns de bota, outros de chinelos, tênis, sapato, todos bem abotoados, presos, amarrados, não tocamos a poeira virgem de pés descalços, não sei a dor que sentiria, ou o sorriso ingênuo que daria, não conheço o abraço, não sei calor ou frio, sou cego, surdo e mudo de paladar e tato inexistente.
Vivo repetindo, multiplicando, aderindo, calço sapatos que me protegem, uso calças e blusas, coloco meu casaco de general, gorro e guarda chuva, dia de sol, praia, chuva, lua, o mais em si mesmice do mesmo de todo dia. EU...
Ousa, o mais que puder, enxerga, escuta, senti, vem em minha direção, sorri e segue adiante, tira, pisa.
Em notas cravadas
Galopeia pensamento,
foi aquelas andadas minha jornada,
neste solo semearão mil cavalgadas,
dum gélido e sólido covil,
inconsciente amor ao dorir,
sono em breve anseio faz florir;
nos meados dessa ceada,
fartar-me-ei nessa calada e pertinente dor,
sou terminante,
minhas promessas mausoléu cascalhas,
morte; abrigo por mal ao bem viestes,
serei a ida dessas ceifadas boas vindas.
Aos Mestres e aos que caminham com honestidade de propósito, minha reverência até o solo; aos frequentadores hipócritas do Poder eu quebro, mas não vergo!
(Amante da Liberdade)
Sidney Poeta Dos Sonhos
O Arameu, de caminhos errantes,
Que vaga o solo terreno entre erros e acertos
Para, ávido por um descanso,
senta-se a margem do lago cinza em terra distante.
Refletindo sobre suas falácias
Escuta seu interior.
Todo poeta fala de saudades...
Neste caso "pseudo"...
Pretenso, falador de bobagens...
Enfim; embora falar de saudades tenha a ver com te-la,
Não esta empírico que os fatos voltem.
As personas revirem...
A saudade e feita de momentos...
... Já se faz tarde, o arameu bate a poeira da chuva cinza...
Acomoda a cabeça ao chapéu,
E segue...
Solo per emerge Campana
Che gode il piacere di ascoltare voi , che vedono a volte il tuo sorriso dolce .
Solo per emerge la campana
Non divinità felici possono eguagliare.
Solo per emerge la campana
Mi sento una sottile vena di corsa fuoco nella vena della mia carne , O dolce e quella campana visibile .
Allora questo è magnifico come il grilletto della mia campana
Il trasporto dolce mia anima irretisce sento il campanello scossa e circa una voce in sordina .
Solo per emerge la campana
Una nube confuso mi appanna via .
Ho sentito di più. Cado in un languore suprema consegnare .
COVA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Se a semente que vai ao solo terreal,
odiasse a "cova" que lhe subtrai a vida solar,
jamais aconteceria a benção do pão.
Não teríamos pão à mesa.
Se Neil buscasse inspiração poética, ao pisar no solo lunar diria:
Um pequeno passo para o poeta, um grande salto para a poesia.
Você não pode fazer um dueto sem saber fazer um bom solo, você só faz alguém feliz se você for feliz!
Ho vagato per il mondo
Come un cane senza padrone
In cerca di te
Volevo solo vederti
Ho dormito tranquillo
Bevuto acqua di pioggia
Scritto poemi Perché volevo vederti
Lascia che Láchia que io sia tuo amore
Tua bambina
Tuo fiore...
E vivere un grande amorecon te
La mia anima senza destino
Non ha paura di soffrire-
Se canterò
So che verrai con me
Il profumo della passione
Riempierà il tuo cuore...
Volevo dirti ti amo
Ma è presto Per te
Se ancora ancôracredi al destino:
Guarda un po’ te
Riesci appena a trattenerti
Sai, ho percorso il mondo intero
Il profumo della passione
Riempierà il tuo cuore...
Volevo dirti ti amo
Ma è presto Per te
