Textos sobre relacionamento para refletir
Começamos relacionamentos de qualquer jeito amamos de qualquer jeito , colocamos pessoas de qualquer jeito em nossas vidas , e assim acabamos esquecendo que Jesus não nos ama de qualquer jeito , ele nos ama profundamente e verdadeiramente.
Quando algo ruim nos acontece sempre nos perguntamos por que meu Jesus , por que tanto sofrimento e acabamos nos esquecendo que nós mesmo somos o culpado, pois escolhemos amar de qualquer jeito e consequentemente sofrer .
Então não ame de qualquer jeito , não coloque pessoas de qualquer jeito em sua vida , não se entregue de qualquer jeito ,ame do jeito que Jesus nos ama , pois assim tenho toda certeza do mundo que você não irá se decepcionar jamais , seu coração é algo muito valioso para ser entregue de qualquer jeito e não esqueça JESUS TE AMA
Relacionamentos não acabam por falta de amor.
A cultura romântica nos fez acreditar que o amor é condição para tudo dar certo. A vida, os relacionamentos e a experiência clínica nos mostram que na pratica a teoria é outra.
Pergunte a um pai ou mãe recente como foi a construção da relação com seu filho, se o sentimento de amor foi imediato a saber da gestação, se foi no parto ou se é um processo em continua construção?
Pergunte a um casal com mais de 30 anos de casados se o amor está firme e forte todo os dias da relação?
Pergunte a um universitário ao fim da graduação, se o que ele aprende ainda lhe da tensão?
Relacionamento é suor, trabalho e dedicação, é decisão de construir e manter esse amor, contornando e enfrentando os obstáculos e não apenas amando de pires na mão.
Respeito, cuidado e consideração, vontade debate e concessão, lutar por algo pode resultar em amor ou em frustração, mas não há caminho outro senão a implicação.
É a forma de se relacionar que nutre o amor e não o amor que nutre a forma de se relacionar, pois a maioria das relações acabam com dor para todos os lados, pois elas terminam mas o amor não.
Se nossos relacionamentos estiverem embasados no amor e no perdão, não existirão tantos atritos. Porém muitas vezes percebemos que houve uma inversão em nossos relacionamentos atuais, pois estão todos embasados no atrito, e não existe amor e nem perdão.
"Relacionamentos não são como as cadernetas de poupança, que mesmo sem outros investimentosites, continuam rendendo."
O brasileiro tem o habito de esquecer das coisas, haja visto tantos relacionamentos arrebentados pelo chicote do esquecimento das juras de amor que prometemos no começo do namoro. vivemos que nem loucos atrás de algo que não mais sabemos o que é, porque no meio da carreira esquecemos o que no inicio nos motivou a correr... E por isso, morremos sem nunca ter havido cruzar a linha de chegada.
"Sentir-se solitário e infeliz nos relacionamentos, muitas vezes é o simples deixar de perceber as infinitas possibilidades que todos possuímos, de encontrar novas partes de nós mesmos e novas partes de outras pessoas, ou de reencontrar as partes de nós e dos outros que sempre nos fizeram bem, mas perdemos ou nos afastamos por descuido no meio do caminho.
Relacionamentos sempre exigirão nossa flexibilidade de visão para percebermos em nós e nos outros o que nunca nos permitimos perceber, e também o que sempre percebemos, mas por algum motivo, deixamos de enxergar com o tempo e as adversidades da vida. Nem sempre o melhor caminho é buscar novos relacionamentos que nos despertem novas visões, mas sim nos permitirmos construir uma nova visão, ou recuperar uma visão perdida, sobre quem está ao nosso lado."
O ser humano vive em busca de dominação, sendo em seus negócios ou em relacionamentos, essa dominação que visa ter o poder sobre outros, causa desastres e perdas, pois o domínio sobre outro ser humano é uma busca constante e sem fim.
O cinismo em que vivemos perpetua o amor escasso e opaco em nossos relacionamentos; precisamos criar coragem e amar de verdade, aceitando o outro como ele é, sem olhar a cor, sem olhar a fé, do gênero homem, mulher ou outro qualquer; às vezes, o amor reinante é apenas um simulacro, um arremedo do verdadeiro Amor.
O centro vital da espiritualidade é o relacionamento.
Nossa experiência com relacionamentos molda o nosso
encontro com o que é sagrado.
Na vida, os obstáculos à intimidade também são barreiras
à espiritualidade.
Dar-nos a alguém ou a alguma coisa além de nós mesmos
exige confiança e entrega. Temos medo da confiança e da
entrega porque elas parecem nos ameaçar com a perda de
nós mesmos. Desse modo, o fazer sentido e a intimidade
chegam até nós com dificuldade, quando chegam.
Frequentemente nos escapam.
As coisas nunca foram fáceis pra mim,principalmente quando se refere a relacionamentos.To longe de ser o tipo que os homens procuram.Sempre fui independente demais,cabeça dura damais,decidida demais.Não aceito amores pela metade,namoro digno de comercial de margarina (mas que na verdade não passa de uma propaganda mais que enganosa),declarações na internet(mas mensagens apagadas no whatsaap) ,não dou segundas,terceiras e quartas chances.Sei lá,sou mulher demais,transbordo demais pra me afogar nesses amores tão rasos que as pessoas tem pra oferecer por aí.
Encontre a satisfação interior e torne sua vida melhor, seus relacionamentos mais saudáveis, seu trabalho mais produtivo e o mundo um lugar melhor para viver.
Tudo é um elo, sua vida, seus amigos, os relacionamentos, a paz, seus objetivos, a solidão. Vemos um elo até na perda, um ciclo vicioso que insiste em ficar.
Os relacionamentos as vezes são como um elevador, você tem que parar, abrir a porta e deixar o outro sair.
Muitas vezes relacionamentos se desmoronam por fatalidades, sejam fatalidades do destino ou de escolhas. Independente da fatalidade que ocorreu, nós sempre sabemos quando alguém nos ama, e caso você não me amasse, provavelmente não estaria mais aqui.
Era como se em todo jardim bom e escasso, que os relacionamentos produziam, eu fosse a flor que, com o passar do tempo, tornou-se a contaminação de todo um pomar. Mas era algo que necessitava de uma visão em diversos ângulos, afinal eu era a sua contaminação e ele era a minha, completávamos-nos até na dor.
ter medo de coisas simples é um prazer doloroso:
de conseguir, de arriscar, de relacionamentos, do tal futuro que é muito duvidoso.
o medo mais temível é viver a vida com medo de vivê-la. E nesse dilema que segue a dúvida continua: ter medo da vida ou se divertir com ela como se fosse brinquedo?
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