Síntese
"Denomina-se 'ideal' a síntese em que se fundem, numa só forma e numa só energia, a idéia do sentido da vida e a do preço de sua realização: diz-se que um homem tem um ideal quando ele sabe em qual direção tem de ir para tornar-se aquilo que almeja, e quando está firmemente decidido a ir nessa direção."
Sem a síntese, que o ideal opera, entre o impulso de universalidade e os interesses do organismo psicofísico, não haveria meio de fazer um homem sacrificar-se, impor-se restrições, contrariar desejos e reprimir temores, em prol de algum valor moral, social ou religioso, para alcançar sua plena estatura humana e tornar-se, talvez, maior do que ele mesmo.
Somos a síntese, das nossas escolhas. Que possamos ter sabedoria suficientemente, para fazer as melhores, na vida.
Em síntese:
Segredo se mantém sob forte controle do ímpeto, sei! Só não sei, se posso esconder um infinito desejo, desta vez!"sirpaultavares"
Se houvesse uma palavra-síntese possível para a dor, creio que seria: necessária. A dor, multifacetada, escancara as limitações humanas.
pensar em algo inimaginável,
depois acreditar que realidade,
é a sintese de cada forma universal.
tendo em si a verdade que acreditamos,
as formas e jeito seja apenas uma parte da continuidade,
observando que a verdade sãos atos meros da percepção,
concedendo aonde está num tempo e espaço,
cogitando que acontece pode ser algo novo
esplendido, no senso do ser o âmbito seja o habitual,
ressurgindo, no que é o apogeu,
resumindo o ar vital do teu ser.
expressões que se dão apropriadas,
em momentos de desatino repelem o ser,
em proposito a gravidade se expõem...
nas dobras da variação atenua do espaço.
desvirtuando o instante, repelindo atos plenos,
dando o epilogo o status de vagante,
dentro de promessas, deslumbra com a realidade.
“Em síntese, a vida é alegre, mas o ser humano teima em apegar-se aos maus momentos vividos . Desprestigiando, portanto, aquilo que o aproximará da felicidade”.
Transformar gostos pessoais em leis é a síntese de um universo jurídico que enlouqueceu com o vício do poder. Esse é o destino de qualquer lei e autoridade: decisões judiciais que mais parecem ataques psicóticos incuráveis. O poder engolirá o poder.
Síntese
Poucas palavras quero
Pra expressar minha dor
E pra não tomar seu tempo
Resumo em uma só: amor.
Síntese do inacabado??!!!...
Síntese do inacabado
Ornamentado, verticalmente frívolo
Com a chegada abrupta do inesperado,
Inóspito, inteligente,
Afável débil;
Inebriado pela tortura
De ser torturador;
Compungido pela insanidade conformista,
Inercial e complacente do ser torturado
Lastimável alegria
Vivenciada pela paixão de viver
Apaixonado pela tristeza
Reverenciada, Circundante e ofuscante
Apraz-se com o clímax pragmático
Aflorado dos pensamentos ínfimos,
Resultantes de dogmatismos céticos,
Indubitavelmente dúbios
Deleita-se com os gemidos das almas;
Estressa-se com suavidade sonora das águas;
Extasia-se com a fraqueza
do vencido que se aclama;
Encanta-se com quem vence,
Escraviza, tortura e mata.
Apaixona-se pela sutileza dos fúteis
Amargura-se com a sinceridade dos justos
Admira e trilha - a Inércia do- (o)ócio intelectual dos néscios;
Refuta , de Du Barry, o glamour
E ojeriza a nobreza de Madame Pompadour
Vejo no olhar daquela senhora
Que fora criança outrora
A síntese de uma história
Perene em sua memória
O testemunho de uma geração
Narrado com o coração
Relato de uma cultura
Que hereditariamente perdura
Como se fosse um livro
De olhar tão expressivo
De contos tão interessantes
Que não se abandona na estante
Herói é o idoso
Ser digno de mérito honroso
Compartilha a todo o momento
Seu vasto conhecimento
Um com sentidos debilitados
Que necessita de cuidados
Outro com mobilidade reduzida
Daquele que é veterano da vida
O jovem é coitado
Com seu espírito ousado
E tamanha irreverência
Não conhece o preço da existência
Não sabe que no jogo da vida
O que vale é a experiência.
SÍNTESE DO INCABADO II
...Ostenta, do “fogo eterno”, a sua chama... “beleza”;
Macula o olhar inocente de uma criança que geme, maldiz, clama
E implora ao Criador: - Perdoe-me, na Tua criação, a minha fraqueza?!
Oculta das ondas do mar: a sua dança;
Ofusca a luz que reluz do sol e deixa a lua em chama;
Retira da lua – vermelha, linda e nua- toda beleza!
Confunde o cosmos – à luz da imensidão –
Extraindo siluetas, beleza e inocência provindas da Sua ação;
Com maldade tenra, inebria a Luz Divina que reluz na escuridão;
Libera a morte: mortalizando a pureza de Eva e de Adão...
Sussurrando-lhes anseios pecaminosos contrários à imaginação
De Quem – com onipotência, onipresença e onisciência –
Não conseguiu manter Seu próprio desejo de imortalidade
Inerente à Sua nobre criação!
E quem (eu) – condenado a ficar calado –
Amargura-se amargurado
Diante do poder e da glória
Daquele que – de um nada imaginado –
Transformou a vida em morte, no ápice da divina criação?!...
...E, diante do imortal – agora mortalizado –
Ganhou o prêmio de torturar, matar e extrair sempre a razão
De um ser (eu) condenado a ser – da gênese até então –
Um Miserável Ser Mortal Inacabado!...
A maldade maculou a inocência,
Forçando o Criador a deixar, de lado, Sua onipotência...
...Ignorar a Sua própria onisciência;
Dissimular não ter onipresença;
Não lutar pelos Seus próprios desígnios;
Mortalizar a quem Ele imortalizou;
E ainda, a Maldade, Ele premiou,
Dando-lha poder sobre a terra e
E sobre a inocência, a qual ela enganou.
No prélio entre a Maldade, Criador e Criação,
QUEM MAIS PODER OSTENTOU?...
A SÍNTESE DA VIDA
Nada
é
irremediavelmente
tão
obscuro,
tampouco
tão
nítido.
Entre
a transparência
e o não
óbvio,
reside
a síntese
da vida.
SÍNTESE DE NÓS
Algumas
vezes -
serenos,
pacíficos...
Outras
vezes -
inquietos,
impulsivos!...
Somos
um
misto,
afinal,
de brisa
e vendaval.
Que a síntese tem muito poder na poesia. Independente das regras estruturais. Sugiro que pensemos nisso: a poesia não precisa ser literal
A criação artística é a emancipação da consciência.
A consciência é a síntese da inteligência.
A inteligência é o arquivo da alma.
A alma é a porta-voz do espírito.
O espírito é essência da imortalidade.
A imortalidade é o conjunto infinito de todas as obras de arte.
A obra de arte é o começo e o fim da roda da vida.
No saber das estações...
O outono faz seu "duo" com a primavera...
Para planear o "gran finale"alquímico...
Entre o inverno e o verão...
"A síntese do saber universal que chega até você é o eco das suas buscas e pode ser percebida simultaneamente em algum lugar distante, neste exato momento, ou daqui a centenas de anos."
Que mistérios podem existir na planitude que sustenta essa imagem, que, de tão ordinária, é síntese de todas as mandalas, essa simetria líquida transparente de leque e luz? Que segredos teria essa ave, tão de novo e de velho nascida, de louvre e lavra tecida numa primavera parisiense? Que filigranas de inéditas emoções e sensações escondem essas penas que tingem o voo e nos ofuscam a dor?" O último verão em Paris, 2000
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