Seus Olhos Verde Mar
Fechar os olhos
Aquietar a alma
Esquecer toda dor e peso
Sentir a brisa com calma
Tocar no sossego ...
Entre o bem e o mal ...
Eu fico com a leveza de
Deus!
Cadê você.
Saio pela rua ,a te procurar .
Ando pela tua,esquinas ,bairro em toda a cidade.
Olhos atentos olhando para todos os lados .
Cadê você ,amo nossas conversas ,nossa confissão .
Todos os dias de manhã até o sol se por.
Quando você não vem um vazio não deixa de vir.
Entre letras e coração,e risadas escritas vou te amando.
Mas não sei como vc é, to que conheço como imagem.
Imagem mesmo linda ,e vazia e fria,não tem toque nem sabor.
Então caminho ,cada rosto que encontro fantasio você.
Olhos admiro ,dou um sorriso não é você ..
Queria pordes ter a lembrança de seus bjs,do som do seu sorriso ,o seu perfume.
Ando horas ,não te encontro vejo o relógio e hora de te encontra ,corro de volta todo caminho percorrido ,cansado chego e vejo que vc já está a me espera para mais uma vez matar saudade que não se sabe espricar.
31/03/2017 a.:t.:d.:mesquini
Ao caminhar pelas veredas da vida
Veio o cruzar dos olhos
Que fixou no rosto
E penetrou no coração
Era perfeita
Entre dois corpos
Fez com que eu eternizasse
Sua aura em minha mente
Sigo hoje e sempre
Buscando aquele rosto, corpo e carinho
Nas horas mais vazias
Uma dose me conforma
Dizendo em mim
És eterna em mim
Não sei bem, quando teus olhos tocaram os meus ! A primeira música que me tocou,
era tarde ! Sorriso puro, olhar de encanto... menino doce tocava músicas...sabia que me cantava. Me jogou flores; doces dias ! Tantos versos...risos, melodias ! De mansinho, calado...sem toques, foi me ganhando, cantando sonhos...fantasias ! Seduzindo, me fez poeta: me ensinou versos, poesias !
31/03/2017
A lucidez da loucura...
Onde se esconderam as cores?
Os olhos já não as veem e nem as têm
Evaporaram por algo errado ou certo
E algo insano não mais as permite por perto
Onde estão os amigos?
Vozes sem som, silêncio calado
Memórias de faces em finos rabiscos
Que se apagam no tempo dos segundos
Onde estão os irmãos?
Que mesmo distantes, ainda que pouco
Em prosas sadias, derramavam sorrisos
Até que o destino se cansou... e tudo parou
E a vida vem e faz novo e belo sentido
Na paixão de ter um amigo ou ser irmão
Por acaso, querência ou sem razão
Conta baixinho: amar nunca é em vão!
"E então esta paixão
apareceu, e em um piscar
de olhos rapidamente
desapareceu, amor, paixão
dois sentimentos e sentidos
diferentes, e uma só razão.
Amar é uma maravilhosa sensação.
Vem de de repente, e eu sorridente
quando parte, fica um vazio enorme
algo que foi e passou, porém muita magoa
deixou".
Há palavras que podem não fazer muito bem aos ouvidos, e aos olhos quando lidas, mas eventualmente a consciência poderá aproveitá-las de alguma forma.
Borboleta
São esses olhos tão lindos,
e esse teu sorriso faceiro
que fazem de mim,
minha linda borboleta
o teu eterno prisioneiro.
Vivo em sonhos esperando,
que um pouso possas vir a dar,
e com a rede do meu amor
com muita sorte te apanhar.
Rainha de asas lindas,
sonho com o teu carinho.
Bate as asas devagar,
pousa em mim bem de mansinho.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Enquanto meus olhos enxergarem a luz do alto, estarei sempre em ponto de batalha.
Por acaso não é de lá que chegam os reforços?
Acredito que sim!
Os olhos são filtros limitadores ultrapassados que bloqueia a ínfima capacidade de acesso a informação da onda.
Abriu os olhos, confusa, ás 05h15min da manhã em ponto. Sentia que havia morrido alguém querido...
Não queria despertar do sonho para um pesadelo que não era o que tinha pedido...
Rezou antes de deitar, adormeceu como um anjo acordou sem coração e com as asas partidas, revirou-se na cama não queria levantar.
Fumou um cigarro as mãos gelaram, levou uma das as mãos ao peito como quem quisesse se livrar da dor, notou um buraco de mãos mais frias ainda ficou.
Fumou outro cigarro, sentiu que havia morrido alguém querido...
Que roupa vestir, pra onde ir. O sol ainda não nascerá detinha um fio de esperança de não ser real tudo aquilo...
Calça, saia, em pelo ou um vestido? Tanto faz.
Mas, apanhou seus óculos escuros necessários, aquele dia dava prenuncia de que choveria.
O dia raiou belo, belo demais para um dia de inverno.
Corpo dormente a alma é quem sente; velório de quem?
- Difícil saber o coração havia sumido.
Sentia que havia morrido alguém, querido.
Sem te namorar
Te namoro com o olhar
Meu sorriso a chorar
Meus olhos a sorrir
Pois não posso lhe fazer rir
Ser odiado por você é um castigo pra mim
Não era pras coisas serem assim
Não queria me tornar oque tornei
Enfim, meu nome não honrei
Estupidamente passei de rei, à bobo
Viver sem te ter não é viver
Te ter sem te ver não é viver
Te ver sem te ter não é viver
Como me sinto? Como se colocassem dois olhos sobre uma mesa e que me digam a mim, que sou cego em certos criterios relacionado a você, em que aquilo que vê, essa é a matéria que vê. Toco os dois olhos sobre a mesa, lisos, tépidos ainda, arrancaram há pouco, gelatinosos, mas não vejo o ver. É assim o que sinto tentando materializar na narrativa a convulsão do meu espírito, e desbocado e cruel, manchado de tintas, essas pardas escuras do não saber dizer, tento amputado conhecer o passo, cego conhecer a luz, ausente de braços tento abraçar esse mesmo criterio. A sim me venha a confirmar que, dos maiores problemas que poderia encontrar, é a impossibilidade de qualquer pessoa procurar a verdade sobre qualquer assunto quando ela acredita que já a possui.
Carrego nós olhos o coralino avistar
Mais ando por caminhos belos
Sufoco ossos e almas com destreza
Mas tenho a fonte da sinuosidade
Na língua o veneno da perdição
Por onde galantes palavras atravessam
Os sons que lhe aspiram parecem ser agoniantes
Mas não passam de eterno chamariz dessa melodia
A beleza de cores e formas letifica
Mas não engana, acoberta enfeitiça
Sabendo não cativar
Aos pobres de alma se entregam e despencam no conto
Letargia que se acha normal
Mal se sabem o fim é uma construção abissal
Como serpente se aproxima, como um leão ataca
Sua fuga nem se vê, sua missão já foi feita
E pelas beiradas buscara os filhos da luz.
OTIMISMO.
Márcio Souza.08.06.17
OLHE SEMPRE PARA FRENTE, REALIZANDO O PRESENTE E COM OS OLHOS VOLTADOS AO FUTURO, PARA A CONCRETIZAÇÃO DE SEUS SONHOS PESSOAIS.
texto Marcio Souza.
será que os olhos delas são tão profundos que quando eu os ver, vou conseguir enxergar a mim mesmo na vasta imensidão do azul do seu olhar, vendo a minha própria alma ?
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