Seus Devaneios
Devaneios Emergentes
Hoje em dia está cada vez mais difícil se ouvir um "Eu te amo " realmente sincero
aquele dito não só com os som das palavras ,mas sim aquele vindo do coração...
Aquele sentimento puro e verdadeiro,onde se é capaz de fazer nascer uma flor em um deserto,
que não se enquadra a sites de relacionamentos...
que não se compra,que não se vende,e que nunca se troca, como quem troca um favor .
Talvez eu nem seja a pessoa mais adequada para falar desse tal amor,que mexe tanto
com as pessoas... que tem uma capacidade incrpivel de mudar um olhar,uma atitude
que faz perder a fala,suar frio,e que de uma hora para outra tira nosso chão,e nos põe á realidade .
Eu falo do amor que tudo crê,que tudo espera... onde não venha a ser egoísta,
pois o amor não se tranca,não se sufoca,não se manda.... ele nos encontra .
Sim! falo desse amor que te invade de esperança,que te faz acreditar em seus sonhos,
que te faz acordar e ir em busca de realizar seus sonhos .
Em tempos que o uqe mais se vê são pessoas dotadas de um sentimento
vazio,uma sede por dinheiro,status,um carro do ano... como se tudo isso fosse a única,
coisa que se realmente seja capaz de deixar alguém feliz .
Não que seja ínutil tais referências,pois tudo que tento dizer é apenas abrir seus olhos...
Em dias de total deturpação,ja não se é capaz de ver qual o significado da expressão
"Eu te amo" ”, um interesse oculto, uma carência ( de afeto,carinho e até do próprio amor) . O interesse e a carência as vezes têm o mesmo fim, como uma borboleta,que quando está vivendo seu doce sonho (á vida) é logo pega pela morte e pouco vive . O amor nem sempre resulta na paixão , pois o amor não tem prazo de validade,ja a paixão dura apenas ate onde à satisfação das próprias necessidades e vontades se resultam ao corpo .
Ah o amor... para uns utopia ou até mesmo loucura, para mim é a busca de uma felicidade propriamente dita .
A felicidade talvez só seja compreendida quando vista não pelos olhos,mas sim sentida com o coração,onde não seja preciso o tempo para reafirmar o que se sente por alguém,que não venha a machucar,para saber que o amor sangra também... enfim ! que não faça um " Não" um motivo para matar,pois o amor é livre...
não é egoísta,não pode ensinar como quem adestra um cão,não é aquele que se dita as regras como em uma conta de matemática,não se obriga ninguém a amar,se dá boas razões para que haja uma troca de amor...
e se não for corespondido garanto que sempre haverá alguém na mesma situação que a sua .
Onde se crê que sempre terá um outro amanhecer,e com ele as esperanças se renovam
as forças se refazem,o brilho no olhar se invade e contempla mais uma vez a chama do amor .
Esse amor que ainda não esta ameaçado de extinção mais que cada vez se faz apagar e juntamente com ele os seus amantes do amor e todos aqueles que se deixam inebriar por este sentimento essêncial e especial .
Mas... antes que ele se vá definitivamente ou que consigam extingui-lo .
14-Mar de devaneios
Em momentos de devaneios sombrios
Tenho navegado pelo mar da incompreensão
Na vã tentativa da fuga de meus apelos por ti
Bailando com a morte a cada ato dos nossos desencontros.
Não por opção, mas pelo fardo,
Da absurda arte do suplício.
É incrível que,
Mesmo com você ofuscando as estrelas com seu brilho
Eu ainda continue nas trevas do seu descaso.
Como em tempos idos, existe a chance
De navegarmos por águas tranqüilas
Sob a luz de uma lua em festa
E de estrelas trocando de cores, pela felicidade tua.
Basta você segurar minha mão
E confiar nesses meus sentimentos
Que insistem em lhe proteger de falsas promessas.
E sorrindo, venha me alimentar de vida com seus beijos.
Meus caminhos reencontrados na luz do teu brilho
Minha vida devolvida no calor do teu corpo
Súplicas de quero mais você...Te amo.
Cadê o herói que vem nos salvar de situações já corrompidas, sensações oprimidas por devaneios de xerifes que por tempos conduzem nossas vidas?
Da primeira vez que te olhei.
Da primeira vez que te olhei
em devaneios infinitos me perdi
tentei acordar, desisti.
Tudo da primeira vez que te olhei.
O sol resplandecia em sua face
justamente da primeira vez que te olhei
Por vários dias me perguntei
se tua beleza tratava-se de miragem.
Da primeira vez que te olhei
Desejos insanos, ardentes, incoerentes
tomaram espaço nessa minha pobre mente
em um minuto, nunca tanto sonhei
Ah! Da primeira vez que te olhei
pude ainda sua voz ouvir
nos "olha lá" é "fróids" me perdi
Tudo da primeira vez que te olhei.
MEDO DE AMAR
Ofereces teu amor em devaneios,
Prometes paixão infinda, eterno zelo.
E eu que já não creio em vão apelo,
Duvidosa, contenho meus anseios.
Teu olhar me invade, me toca fundo,
Em meus lábios um sorriso se desenha.
E por mais que te evite e me contenha,
Teu amor já invadiu todo meu mundo.
E assim entre temores e desejos
Sonhando com teu corpo, com teu beijo,
Vejo-me enfeitiçada nos braços teus.
Amar-te para sempre é o que quero
Embora por temor me desespero
Receando a hora amarga de um adeus.
Devaneios que torturam, que machucam a cada palavra, a cada olhar que não diz nada. Que certeza incerta essa que parece ser minha desgraça?
Quero ser feliz contigo, mas estou incerta de que me queres ao teu lado.
Dúvidas, dor e ilusão... é só isso que vejo pela frente, meu amor, minha perdição.
Oh, amor
Vem que eu ainda te espero.
"Não demores, nem faças devaneios
Me lembre, amor..Me lembre.
Ás vezes sou imatura e te procuro demais
Ás vezes quero te esquecer.
Mas, me treme, amor...
Me treme saber
Que posso ter aminésia....
De te querer."
OUTRA ESTAÇÃO II
Devaneios e anseios
Um tonto que ainda crê
Que houve aquele amor
O louco por você
Um beijo na beira da noite
Ribeira do rio do caos
Quase enlouqueci no açoite
Do vento nas velas das naus
A firmeza ao declarar seu sentimento
Repetidas vezes a confirmação
Por que sua mão em minha nuca?
Porque é mesmo tudo ilusão!
É, é tudo exatamente assim
Pra chegar, brilhar e ferir
Arvorei-me a amar e paguei
O preço de sozinho seguir.
" Devaneios turvos afligem a circunstância do meu ser;
Afogo-me em desalento, solstícios na órbita do calvário me desalinham...
Voluptuosas vozes vazam pelas arestas do caminho perdido;
Incorporo diante dos meus olhos o ópio solene...
Deveras ser dita na incerteza ou não "
Uma pessoa que invade imensamente toda a tara aguçada que me faz em devaneios ir à Marte para cantar e em seguida dançar na Lua toda desnuda, é capaz de conquistar a minha intrínseca e conscientemente alma apaixonada.
Devaneios de uma mulher.
Um cheiro, um afago: coisas que sonho e quero. Calor que sinto, ondas de frios me invadem, estradas de sonhos percorrem minhas veias, pulsam do lado esquerdo, parte que te escondo. Um cafuné para acalmar meus medos, um abraço para acariciar minha alma; devaneios de uma mulher !
Sinta-se flor como eu e juntos vamos perfumar o mundo.
O mundo de sonhos, ilusões, devaneios...paixões !
O mundo dos loucos, dos tortos, dos acertos e desacertos
Vamos nos embriagar com o cheiro dos amados, amantes e enamorados
Vamos perfumar nossos desejos, nossas vontades...
Até nos perder nos cheiros !
SILÊNCIO
é quando todas as outras vozes se calam e apenas uma sussurra devaneios no pescoço da pessoa amada.
Devaneios altruístas de uma mente abstrata.
Sem forma exata, sem motivo, sem noção. A mente divaga, sorrateira, por um fio, o limite entre o sentimento e a razão.
Estimas que pareciam seletas, muito bem escolhidas, agora já não são.
Ao passo que a vida, outrora divertida, toma rumo invertido num simpósio de emoção.
Ah, quem dera as escolhas feitas refletissem por completo a intenção do coração. Todavia fugindo ao controle, o que foi estabelecido passa a ser compreendido como um erro, sem retratação.
Alma pesando, corpo sentindo, beira até a solidão. Embora esteja cercado, por amigos verdadeiros, de carinho e atenção.
Medidas tomadas sem sapiência, abandono de raciocínio. O que se pensava ser sim, na verdade era não. O que se pensava ser luz, era treva. O que se via como claro, escuridão.
Mas, na vida se ensina que na beira do abismo o próximo passo a ser dado é em outra direção. Muda-se o sentido, e o que estava agredindo já não encontra ocasião.
Somente aquele que é forte encontra um norte em meio à provação. Diferente do ignorante que permanece, infame, seguindo o mesmo trilho que vai levar-lhe a um destino de medo e deterioração. Agora, já não se lança à sorte, o que na verdade é morte, tristeza e desolação.
A mente compreende, elabora e sintetiza uma definição. Passos mais curtos, dados com cautela. Que projetam, elucidam e determinam a tomada de decisão.
O passado serve de aprendizado e o futuro começa a ser determinado. Com a esperança de que, daqui para frente, não sofra a mente: Elucidada contra sofismas, quebrando paradigmas e estabelecendo a condução.
Em meus devaneios me perco por completo, lembranças de uma passado feliz. Dizem os antigos que recordar é viver, creio que esta frase carrega consigo um punhado de morte a cada flashback.
Não que signifique arrependimentos em sua totalidade, jamais, porém, aquele que em algum âmbito da vida não tiver aquela vontade de mudar um virgula do lugar, verdadeiramente, não sabe o que significa viver.
Viver não é um emaranhado de acertos, de convicções lucrativas, viver verdadeiramente é errar, cair, chorar, mas fundamentalmente, é aprender com todos esses fatores.
Hoje o que são lagrimas, amanhã serão sorrisos, onde ontem caiu, hoje se levanta e até mais firma do que jamais estaria ou sentiria estar. A vida é um arranjado de confusões, que ao longo do tempo, vai por si só, sendo organizado, basta ter força, fé e ter aquela pitada de ousadia.
E ouso dizer com firmeza, aquela a que dedico este texto, aprenda e entenda, e até sugiro que anote minhas palavras, a felicidade não erra de porta e não bate mais de duas vezes, pode até ter demorado, mas chegou, não a deixemos escapar, lutemos e firmemos nossa força, e verá que nenhuma luta será vã.
