Frases sobre Setembro

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Odair Flores

7 de setembro

.




Vem, e me trás o teu jeito de olhar, para que eu enxergue o mundo de uma maneira melhor! Me empresta as tuas razões para que eu caminhe com segurança nas minhas loucuras, chega mais perto, e me de o sal das tuas lágrimas para que eu consiga tirar o doce enjoado, do gosto das falsidades que tenho sido obrigado a engolir ! Me deixe beijar a tua boca, para que eu possa no mel da tua saliva, abrandar o fel das minhas amargas decepções, vem e me mostra como é ser fêmea, para que eu busque o homem que há em mim, e te faça mulher!
Adentra no meu reino, para que eu extasiado diante de ti, te sirva com o calor da min há experiência, e te embriague de sonhos, onde reinaras única sobre o universo da minha vida, que será rica por estares nela!
odair flores

Inserida por odairflores

Não,
eu não estava
em 11 de Setembro.

Não poderia estar
porque era um natimorto
acéfalo em Hiroshima.
Esfacelado por sua bomba
em Nagasaki.

Não estava
em 11 de Setembro
porque era uma menina
navaja,
comanche, sioux, apache.
Menina estuprada por seus soldados
de olhos e casacos azuis.

Sinto muito,
mas em 11 de setembro
os abutres se alimentavam
de minha carne pouca
em Ruanda, ou qualquer
cidade de Etiópia,
Serra Leoa e Angola,
para saciar sua sede de ouro
e diamante.

Exatamente
em outro 11 de setembro
minhas mãos eram decepadas
num espetáculo macabro
de um estádio em Santiago do Chile.
E minha democracia morria
sob seu bombardeio.

Em 11 de setembro
eu era o alvo fácil
de um fuzil sérvio
que você fabricou.

Era um menino
com a pele queimada
por seu napalm no Vietnam.

Talvez não acredite,
mas em 11 de Setembro,
eu era mais um camponês
assassinado por Trujilo,
Stroesner, Somoza, Banzer...
Ou qualquer outro de seus mercenários.

Infelizmente em 11 de Setembro
eu me prostituía
nas Filipinas,
Tailândia, Havana
ou qualquer praia.
Pelos cassinos,
assistindo aos seus jogos
de destinos.

Por isso
não poderia estar
em 11 de setembro,
e também por que a bota
de um soldado de Israel
esmagava a dignidade
de meu pai palestino.

Talvez não seja uma
razão bem forte,
mas naquele momento
de um 11 de Setembro
havia uma descarga elétrica em minha genitália
numa sessão de tortura de seus carrascos
do Rio de Janeiro,
Buenos Aires ou Montevidéu.

Sei que nada justifica
minha ausência em 11 de Setembro,
mas não sei como
se justifica sua onipresença
em tantos outros setembros.

E é por isso,
somente por isso
e algumas coisas mais,
que não pude estar em 11 de Setembro.
Justamente em 11 de Setembro.

Talvez não acredite,
sei que não vai acreditar,
mas confesso que desejei
ver a história mudar
como você disse que aconteceria.
Mas a verdade é que ela se repete
em todos os dias, meses e anos
de um único setembro.

Em todo o mundo
um sempre mesmo setembro
me violentando.
Como refugiado afegão,
faminto do Gabão,
soterrado
nos escombros de Bagdá,
torturado em Guantánamo.

Todos os dias, durante todos os meses
a cada ano
de um só setembro...

Por isso é preciso que desde já
você entenda que não poderei estar
em outro 11 de Setembro.

Talvez também não
em outro 11 de Setembro.

Talvez nunca, enquanto
um 11 de Setembro
não mudar
esse sempre mesmo fato
de todos os setembros,
todos os dias
e momentos
do mundo.

Se acontecer, por favor,
entenda as razões
dessa ausência
em 11 de Setembro.

Talvez não aconteça,
espero que aconteça.
Não quero que aconteça.

Mas mesmo sem
uma desculpa convincente,
peço antecipado
que me perdoe por não estar,
não chorar em 11 de Setembro.

Não em 11 de Setembro

Inserida por cauech

Ventos agustinos invadem setembro. Os incautos sofremos com esses tempos impredictos. Me sinto Farafra. Sol a pino. Minha sombra apenas.

Inserida por ranish

Enfim, o mês esperado por todos chegou, que setembro possa nos proporcionar coisas boas, se DEUS quiser.

Inserida por tatybarros

Dom Quixote, viveu e lutou pelo o que acreditou...

Foi em 29 de setembro de 1547, em Alcalá de Henares, que Cervantes nasceu...
Na cidade de Valladolid – Espanha – ele cresceu.
Em Madri e Sevilha ele estudou... em curso nenhum se formou.
Foi a vida que grande escritor o tornou.
Nômade como seu pai... um dia no Exército ingressou...Contra o Império turco ele lutou... Nesse episódio, alguns dizem que o braço esquerdo ele perdeu...
Outros, que apenas ferimentos graves foi o que sofreu...Pouco depois se restabeleceu.
Na África também combateu...
Foi capturado, levado para Argel... mas não se abateu.
Cinco anos de detenção... para Madri retornou...
Em vários locais trabalhou... e na literatura paralelamente incursionou.
Não obteve sucesso imediato o nosso Miguel...
Mas não desistiu... persistiu... e com 58 anos de idade consagração conseguiu.
Dom Quixote... Sancho Pança... um fidalgo e seu escudeiro saem para lutar contra o mundo inteiro.
Dom Quixote perdeu a razão em razão de muito ler... sem juízo, acredita que em um herói pode se converter...
Sancho Pança, bem realista, tem outro ponto de vista, acompanha seu senhor... tentando a todo custo a real realidade lhe fazer ver...
Moinhos de vento... gigantes... Exército de ovelhas...
Dom Quixote no mundo do irreal entrou e nele se aprofundou...
O cavaleiro em sua insana imaginação o próprio cenário criou... e nele lutou!
Lutou contra uma irreal realidade... na mais pura insanidade.
Viveu o que acreditou... viveu e lutou.
No fim... à real realidade retornou...
“Até a morte, tudo é vida”, disse Cervantes...
Seu Dom Quixote viveu... e viveu tudo no que acreditou.

Inserida por RosangelaCalza

Triste Partida

Meu Deus, meu Deus. . .

Setembro passou
Outubro e Novembro
Já tamo em Dezembro
Meu Deus, que é de nós,
Meu Deus, meu Deus
Assim fala o pobre
Do seco Nordeste
Com medo da peste
Da fome feroz
Ai, ai, ai, ai

A treze do mês
Ele fez experiência
Perdeu sua crença
Nas pedras de sal,
Meu Deus, meu Deus
Mas noutra esperança
Com gosto se agarra
Pensando na barra
Do alegre Natal
Ai, ai, ai, ai

Rompeu-se o Natal
Porém barra não veio
O sol bem vermeio
Nasceu muito além
Meu Deus, meu Deus
Na copa da mata
Buzina a cigarra
Ninguém vê a barra
Pois a barra não tem
Ai, ai, ai, ai

Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Meu Deus, meu Deus
Entonce o nortista
Pensando consigo
Diz: "isso é castigo
não chove mais não"
Ai, ai, ai, ai

Apela pra Março
Que é o mês preferido
Do santo querido
Senhor São José
Meu Deus, meu Deus
Mas nada de chuva
Tá tudo sem jeito
Lhe foge do peito
O resto da fé
Ai, ai, ai, ai

Agora pensando
Ele segue outra tria
Chamando a famia
Começa a dizer
Meu Deus, meu Deus
Eu vendo meu burro
Meu jegue e o cavalo
Nós vamos a São Paulo
Viver ou morrer
Ai, ai, ai, ai

Nós vamos a São Paulo
Que a coisa tá feia
Por terras alheia
Nós vamos vagar
Meu Deus, meu Deus
Se o nosso destino
Não for tão mesquinho
Cá e pro mesmo cantinho
Nós torna a voltar
Ai, ai, ai, ai

E vende seu burro
Jumento e o cavalo
Inté mesmo o galo
Venderam também
Meu Deus, meu Deus
Pois logo aparece
Feliz fazendeiro
Por pouco dinheiro
Lhe compra o que tem
Ai, ai, ai, ai

Em um caminhão
Ele joga a famia
Chegou o triste dia
Já vai viajar
Meu Deus, meu Deus
A seca terrível
Que tudo devora
Lhe bota pra fora
Da terra natá
Ai, ai, ai, ai

O carro já corre
No topo da serra
Oiando pra terra
Seu berço, seu lar
Meu Deus, meu Deus
Aquele nortista
Partido de pena
De longe acena
Adeus meu lugar
Ai, ai, ai, ai

No dia seguinte
Já tudo enfadado
E o carro embalado
Veloz a correr
Meu Deus, meu Deus
Tão triste, coitado
Falando saudoso
Seu filho choroso
Exclama a dizer
Ai, ai, ai, ai

De pena e saudade
Papai sei que morro
Meu pobre cachorro
Quem dá de comer?
Meu Deus, meu Deus
Já outro pergunta
Mãezinha, e meu gato?
Com fome, sem trato
Mimi vai morrer
Ai, ai, ai, ai

E a linda pequena
Tremendo de medo
"Mamãe, meus brinquedo
Meu pé de fulô?"
Meu Deus, meu Deus
Meu pé de roseira
Coitado, ele seca
E minha boneca
Também lá ficou
Ai, ai, ai, ai

E assim vão deixando
Com choro e gemido
Do berço querido
Céu lindo azul
Meu Deus, meu Deus
O pai, pesaroso
Nos filho pensando
E o carro rodando
Na estrada do Sul
Ai, ai, ai, ai

Chegaram em São Paulo
Sem cobre quebrado
E o pobre acanhado
Procura um patrão
Meu Deus, meu Deus
Só vê cara estranha
De estranha gente
Tudo é diferente
Do caro torrão
Ai, ai, ai, ai

Trabaia dois ano,
Três ano e mais ano
E sempre nos prano
De um dia vortar
Meu Deus, meu Deus
Mas nunca ele pode
Só vive devendo
E assim vai sofrendo
É sofrer sem parar
Ai, ai, ai, ai

Se arguma notícia
Das banda do norte
Tem ele por sorte
O gosto de ouvir
Meu Deus, meu Deus
Lhe bate no peito
Saudade lhe molho
E as água nos óio
Começa a cair
Ai, ai, ai, ai

Do mundo afastado
Ali vive preso
Sofrendo desprezo
Devendo ao patrão
Meu Deus, meu Deus
O tempo rolando
Vai dia e vem dia
E aquela famia
Não vorta mais não
Ai, ai, ai, ai

Distante da terra
Tão seca mas boa
Exposto à garoa
À lama e o paú
Meu Deus, meu Deus
Faz pena o nortista
Tão forte, tão bravo
Viver como escravo
No Norte e no Sul
Ai, ai, ai, ai

Agosto me trouxe muitos desgostos; setembro ainda não conseguiu me curar completamente. Tenho esperanças para outubro.

Inserida por verdadeiramente

Boa noite...
O Rock in Rio não começou...
Só a partir de 18 de setembro até 27 de setembro...
Hoje foi só para quem não vai ter oportunidade de tirar foto e postar como se tivesse ido.
Mas entenda...
Dia 28 você volta a ser pobre, o ENEM será mês que vem e quem te sustenta vai morrer primeiro que você, pelo menos ele espera isso. Então para de show porque BRT é transporte e não destino.
E estude...

Inserida por ProfGlaucoMarques

19 de Setembro - Dia do Ortopedista
Nossa homenagem a quem dedica sua vida para dar movimento à vida de outros.

Inserida por MarcosAlvesdeAndrade

Cinco de Setembro

Em nome do que agora é medo
Esconde-se o dissoluto aspecto da solidão
Imediato e matinal desejo
Invólucro ao breu na escuridão.
Delírio silencioso e sem fim
Remete ao espelho um rosto condoído por mim.
O tempo vence...

Inserida por dienison_cardoso

30 de Setembro CHEGOU:

Esse sorriso meio sem jeito, sem pose, sem plano, representa muito bem quem eu me tornei até hoje, ao longo de 29 anos. Opa, coffcoff ( me engasguei), isso mesmo, não vou repetir. Um sorrisinho de quem enfrenta grandes perdas desde os 5 anos de idade, mas continuou caminhando, um sorriso que quem já viu sua mãe esquecer seu nome, mas seguiu em frente pq o amor vale muito mais do que apenas letras, um sorriso de quem já passou por pequenas confusões de identidade, surtos de alegria, mil aventuras na mente e fora dela. Um sorriso de quem encontrou em Cristo uma razão quanto tinha 10 anos e continua crendo nela. O sorriso de quem já se despediu mto, mas que nunca fechou as portas pra mais visitantes. Um sorriso rodeado de amigos, uns longeee e outros bem juntinho. Um sorriso que sempre amou a arte e hoje vive só dela. Um sorriso que viajou tantas vezes, mas pousou seu coração lá no Ceará. Um sorrisinho que sem querer ganhou uma Casa, um lar, um coração e um pé de seriguela no jardim.
Um sorriso que não merece nada que tem, mas é extremamente grato a Deus por tudo que ele concedeu.
Grata e feliz eu termino meu textinho e peço: Deus me conceda mais sorrisos, mais choros tbm, mais vida pq a única certeza que eu tenho é que eu ainda quero viver por coisas maiores.

Inserida por ivybrito

que setembro
chegue voando
florindo
sorrindo a todos
nos trazendo o perfume das flores
o colorido da natureza
o amor está no ar
está em toda parte
está na beleza
no calor do sol
cobrindo a frieza
do inverno que passou
trazendo leveza
e luz
e a santa paz
e a vida ressurge
recomeça
dentro de nós!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Dois de setembro de 2021, o sol da tarde não brilhou como em outros dias, os pássaros não cantarolavam no fim da tarde como de costume, os sorrisos calaram e as lágrimas escorriam em meu rosto como rios sem rumo e meu coração arde em silêncio dilacerado como outrora ..
Marilene para alguns Marlene para outros ..
Líder de muitos nesse mundo afora ..
Filha, irmã, mãe, tia e avó..
Mulher guerreira, de fibra, caráter, personalidade forte com ideais e metas alcançadas, que por onde passava deixava seu legado de força e perseverança por um mundo melhor ..
Seus dias de luta terminaram aqui na terra e seus dias de glória chegaram, pois agora a imensidão do céu azul é todo seu.
Lembraremos de ti eternamente.

Inserida por berg_cruz

O que pode ser dito

⁠Quase indizível o experimento histórico,
porque o mês é setembro,
o ano, o de 2011
e às três da manhã me percebo acordada
me equilibrando à beira de um buraco
de que só agora meço o fundo e escuto
a radiação contínua de uma dor
por anos de distração ignorada.
Quem pode me consolar
a não ser Vós, face desfigurada de solidão e tormento?
Que fiz eu, desatenta a vida inteira?
Com que ocupava as horas
quando, à minha frente, muda
levantáveis os olhos para mim
esperando mais que migalhas?
Chorem comigo, céus,
para que o desvão transborde.
Me socorre, pai, mãe, me socorre,
irmãos meus, ancestrais, pecadores todos.
Quem viu o que vejo
venha me socorrer.
Sempre quis ver Jesus
e Ele esteve comigo o tempo todo.
Só era preciso um olhar,
um olhar atento meu.
Era só ficar junto e de modo perfeito
tudo estaria bem, de modo miraculoso.
Ó Vós que me fizestes,
bendigo-Vos pela cruz
da qual ainda viva me desprendes.
Eu não preciso mais acreditar.
Na minha carne eu sei que sois o amor
e é dele que renasço
e posso voltar a dormir.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.
Inserida por cainanbao

Em 8 de setembro tive desprezo no chão do meu quarto
Uma segunda chance me faria comer meu pedaço de bolo
E eu beberia o vinho que minha mãe comprou para comemorar
No dia seguinte eu tive você em cima da minha cama
Foi quando eu percebi
Que o sabor dos 20 anos de idade é amargo pela noite mas doce pela manhã.

Inserida por ryanbentes

⁠Porque além de setembro
Tem outubro, tem novembro.
Tem dezembro e algo a mais.
E os passos que deixamos para trás.

Inserida por fabio_henrique_canata

⁠Flor da quaresmeira (mística flor)

Quase setembro, o cerrado fantasia
Esplende, num colorido bem vindo
Na ramaria as corolas se abrindo
Compondo singular e bela poesia
A planície de magia vai cobrindo
Monte a monte, em farta quantia
A luz do sol ascende em sinfonia
E os tons violáceos ao céu, lindo!

Quase fim do inverno, a primavera
Surgindo, com toda a sua ternura
Enchendo com cheirosa quimera
Sublime encanto, suspiro e vigor
Da cor ametista, no sertão figura
Flor da quaresmeira, mística flor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 agosto, 2023, 05’07” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Setembro vem toda cheia
de inspirações pendentes
tal qual Brinco-de-Princesa.

Quero que não se esqueça,
que em mim corre a herança
Farroupilha embora seja serena.

Ter nas nossas mãos as folhas
de Erva-Mate para fazer do jeito
certo um Chimarrão de respeito.

Estou preparando o coração
como preparamos as pilchas
para rodopiar contigo pelo galpão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para nós construí um abrigo
onde só a troca de sossegos
em setembro nos é permitido.

Onde os hemisférios ajustados
nos encontram e as ruélias
coloridas se espalham poéticas.

O melhor não tenho dúvida
que irá nos encontrar
com o seu ritmo encantar.

Porque ser feliz é um capítulo
que por nós é imperativo ser
escrito sem tormentas ou ruídos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Saber que em setembro
floresce o Pau-brasil
que é a Árvore Nacional
é lembrar que tenho raízes,
e em mim está a Independência.

Saber que em setembro
floresce o Ipê-amarelo
que porta a Flor Nacional
e em mim está a Independência.

Saber que em setembro
o Sabiá-laranjeira se multiplica
é que é a nossa Ave Nacional
e em mim está a Independência.

Saber que não foi somente
em setembro e que a Independência
nasceu com os pés descalços,
e não no fio de uma única espada e coroa,
em mim está viva a Pindorama
na alma, no corpo e na memória.

Saber que para existir de forma longeva
ter Independência é viver com diligência,
em relação a sua própria existência,
e não buscar nenhuma interveniência.

Inserida por anna_flavia_schmitt