Ser ou Não Ser Eis a Questão
Verdade e Ilusão
Verdade ou ilusão, eis a questão?
Qual é o seu sentimento pro meu coração?
Diga a verdade para um coração que não aguenta mais ser iludido!
Um coração que sempre te amou de verdade.
O que será que você sente por mim?
Será que é amor?
Será que é só ilusão?
Será que você me ama de verdade?
Será que você quer ficar me iludindo?
Enganando um coração que só sabe e quer te amar
Pois a verdade é que você me ama e em troca quer meu coração
Mas a ilusão é que quando você conseguir meu coração irá usá-lo e jogar fora.
Poxa amor porque ce faz isso comigo?
Será que tenho que ficar sofrendo vivendo nessa indecisão?
Porque você é assim?
Só se importa com seus sentimentos
E não liga, não dá valor ao sentimento de quem te ama de verdade.
Mas na verdade você vive nessa ilusão,
Porque de fato sente medo de se entregar,
Entregar seu coração e se apaixonar,
De uma forma que não conseguirá mais se livrar dessa prisão de amor!!
Inspiração:Daniel
Autora:Juliana Sampaio
Quando a relaçao se esgota, prefiro desfaze-la do que fingir ou trair, eis a questao de viver sem compromissos amorosos.
Amor de verdade? Eis a questão.
Pessoas desperdiçam seu tempo pensando nos amores do passado,enquanto no presente, vive um lamento de uma perda recente de um amor abandonado.
Como serás feliz ó pessoa presa nos amores do passado? Não enxergas que estás fazendo sofrer o verdadeiro amor que está ao seu lado.
FÉ, EIS A QUESTÃO!
A fé é racional...
Sim! Fé é uma construção de pensamentos, muito mais do que sentimentos. Fé é reflexão, estudo, análise, perguntas, inquietude, decisão.
Fé não é uma coisa que acontece por acaso, do nada, como uma explosão de convicções do subconsciente que surgem na – possível – maturidade espiritual.
Tipo: “Hoje eu acordei meio crente”... (???)
Quem tem fé não se contenta com as conclusões alheias. Quem tem fé não se permite enganar, nem pelos outros, nem tampouco por si próprio. Quem tem fé questiona e questiona-se.
Quem tem fé não anda com fé pelo fato de que a fé não costuma falhar... Isso não é fé, é fideísmo; a fé que cega, que impede o raciocínio, que proíbe o entendimento, que emburrece e escraviza, que acovarda e submete, que joga a responsabilidade para o “universo” na tentativa de se isentar das consequências dos próprios atos ou para culpar alguém que não seja a si mesmo.
Deus não criou fantoches, zumbis ou robôs. Criou seres a sua imagem e semelhança (ou seja, inteligentes, pensantes, proativos, criativos), soprou vida e deu o livre-arbítrio. Nossa escolha é muito importante para Deus, se não fosse assim Ele nos teria feito seres obedientes por natureza e eliminaria do nosso vocabulário os “porquês”; ou melhor, teria colocado arcanjos ao redor da árvore do conhecimento do bem e do mal para que a Eva fosse impedida de xeretar lá... Foi ter fé (sem questionamento) na serpente, olha o que deu...
A obediência pela fé é uma escolha pelo Deus do amor.
A obediência pelo fideísmo é uma imposição de um deus tirano.
Pela fé se perdoa, pelo fideísmo se mata.
Eis a questão!! A questão é que tudo aquilo que está em questão às vezes nos enfraquece e nos deixa sem ação diante da questão. A importância dada a uma determinada questão pode nos fazer definhar e lentamente nos matar. Então se livre desta questão o quanto antes ou a questão te arruinará!!
___Campos Alexandre
O laguinho do IFPE - Campus Recife
Um lago ou o lago
Eis a questão ou o livro inteiro
O propósito é simples, mas complicado
Porém citarei tudo que é retratado
Águas sórdidas, poluídas
Mas, entretanto, com vidas
Cada dia mais imundas
Com suas vindas e idas
Estudantes por perto
Porém incrédulos
Sem noção que ali
Há milhares de vidas
Matagal ao seu redor
Pois dificilmente cortam
Existem trabalhadores
Que nem se incomodam
Ao nascer do dia
As tartarugas flutuam
Peixes sobrenadam
Com muita pouca alegria
Ao entardecer
O sol reflete
Suas águas brilham
E rapidamente anoitece
No gesto,
Uma oração.
No verso,
Eis a questão.
Me empresto,
A uma doação,
De alguém que ingressa,
E usa minhas mãos,
Pra trazer,
Para a vida,
O fazer,
Do seu viver,
Aonde estás,
Pode ser um poeta,
Ou até mais,
Um atleta,
Ou o próprio criador.
Que deseja expor.
Algo de útil,
Para alguém,
Me mostrando,
Que não sou dono,
de nada.
E no abandono,
Sou só mais uma,
Alma penada.
A vagar e escrever,
Algo em algum lugar...
FOTOGRAFIA
O diálogo
Que arranha na garganta
E como conjugues, a celebrar
Eis a questão,
Do mesmo hexágono,
E ao decair a tarde
Quão lindamente
Nos devora lado a lado
A focalizar que vindes,
Eu vi, que vinhas!,
Repreendo o vento,
E sobre a palma da mão,
O suor, a se tornar um orvalho
Que colherdes das hortelãs
3 cubos de açúcar,
E um chá para nos dois.
Livro: 1.205 F: 251.
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