Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Toda escola concretiza suas ações na medida em que se propõe um foco para o seu percurso. Há várias maneiras de se caminhar, através disso é preciso prever, antecipar e avaliar sua trajetória. Algo denuncia que a relação pedagógica anda mal quando esse espaço mostra a mesma arrumação e os mesmos registros, diante disso faz-se necessário problematizar alguns pontos para que dessa forma haja reflexões sobre o vivido e o que ainda há de ser vivenciado.
"Um em meio há tantos e tantos,cada um ocupando seu espaço e conquistando também,é assim que deve ser.
Cada um usando o respeito e recebendo também,sem mais.
É assim que deve ser.
O sol nasce para todos."
Temos que labutar há cada dia para fazer de nosso espírito
o templo de Deus.... É onde Ele mais deseja habitar.
Não em grandes construções forjadas por mãos humanas,
mas dentro de nós, onde Ele mesmo arquitetou.
Abrigar o sagrado dentro de nós, eis a verdadeira
concepção de adoração.
Sou católico há 68 anos (com intervalos de indiferença) e, depois de tudo o que aprendi a respeito, embora saiba defender perfeitamente o catolicismo contra a militância ateística e contra os inimigos do cristianismo em geral não me considero qualificado para defendê-lo com argumentos teológicos adequados numa polêmica com protestantes. Prefiro deixar isso para quando eu estiver mais crescidinho, e sugiro que meus alunos façam o mesmo.
Há momentos em que precisamos apenas de um olhar carinhoso, um silêncio cheio de significados vindo da alma e um abraço caloroso.
Um enigma_ duas almas
Há uma magia entre
a sua alma e a minha,
prantos e risos somos
Indivisíveis, inconfundíveis.
No silêncio de nosso pensar
há um desejo, um querer...
basta-nos
uma doce e suave melodia
tocando nossos corações
e nossa alma canta.
Seremos dois, ou se, totalmente.
Seremos uno
por inteiro.
Entre encontros desmedidos
nossas almas em espera,
há um mistério que excede e transcende
e um enigma nos atrai.
Neste laço
que envolve nossas almas
quão doce é nosso sentir.
Não prometemos ficar
entretanto, não podemos partir.
Porque nunca há somente uma razão para amar. Ama-se porque há fascínio, liberdade, respeito, cumplicidade,... porque o amor enche a alma de sol e ilumina todo o nosso ser!
COLISÕES
Há,
nas estradas
de nossas
vidas,
algumas
colisões
entre
o passado
e as lembranças,
que deixam
nossas
almas
levemente
machucadas
ou,
intensamente,
feridas!...
Haicai da prisão…
(Nilo Ribeiro)
Preso ao laço,
preso ao passo,
preso ao teu abraço…
haicai, poesia singela,
poesia lúdica,
e para a mulher mais bela,
ofereço esta música
é o amor que despejo,
como meu coração quer,
é assim que te desejo,
te desejo toda mulher…
Muito além do meu umbigo há um mundo interessante...
Há vida em profusão,
há quem tem muito a me ensinar,
há quem eu preciso estender a mão...
Há muitos talentos, muita cultura...
Muito além do meu umbigo
é possível ver que quase nada sei
da difícil "arte de viver".
Cika Parolin
Pessoas, chegam na nossa vida, e só se há empatia ficam, e do nada se tornam amigos, e outros amigos verdadeiros com quem vamos conviver em toda nossa jornada. Amigos de alma limpa, sem interesses, que também tem necessidade de amigos. Gente que é educada, amável, carinhosa, atenciosa, que aprende, que ensina, gente assim no mundo de hoje ta raro. Então vamos conservar. Eu em particular sou grata pois dou sorte e cada dia novas irmãs, novas amigas, e até novos vizinhos, entram na minha vida e boa parte pra Somar. Sempre penso que quem tem amizade verdadeira por nós, quer nosso bem, nossa boa sorte em tudo, e nos abrem os olhos, nos mostram muitas vezes que estamos errados, e nos instigam a agir corretamente. E assim cada dia tenho tido gratas surpresas, cabeças maravilhosas, aprendizado, tudo que faz o dia ser mais leve. Num simples dialogo comercial tem surgido novas amizades, o que é deverás muito bom, e gratificante. Obrigada as amizades antigas e as que chegaram agora. Já vos amo por Allah. E desejo com a alma boa sorte em tudo que for fazer.
No passado uma alma perdida...eu sei
Sem rumo, desamparada....há vagar
Em uma esquina...Teu amor encontrei
Fiquei leve....flutuava, em vez de caminhar
Um amor inexplicável...que contagia
Meu sofrimento aniquilou
Teu amparo....sim....sentia
Sabiamente, sussurrando, me alcançou
Novos caminhos....traçou
Senhor, guia-me....aqui estou
Letras Em Versos de Edna
Há ainda, os que julgam e condenam com facilidade, mas julgar a sí próprio, será sempre impossível. Cada um vê em si, um ser incapaz de equívocos.
by/erotildes vittoria (2008)
Há crianças em todo o mundo que tremem ao ouvir um simples bater de porta empurrada pelo vento. São crianças que jamais saberão se algum olhar é de amor ou se desejam apenas saber sua reação diante de um fuzil apontado para suas cabeças, seja a arma, de aço, intolerância ou de ódio.
by/erotildes vittoria (2008)
Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.
Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas...não seria no presente?).Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).
Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post.Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!
Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se...?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.
E tem mais!
Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!
Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.
Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi! Eu também perdi o sentimento de perda. Esse - que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia - continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.
Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui...
Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência. As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente...materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!
É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”. É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.
E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.
E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.
Pois é. Eu perdi muito.
