Sede
Amo muito tudo o que eu vivo...e vivo muito tudo o que amo e tenho sede e fome de vida e de aprender muito mais!
Quando o diabo recebeu os reinos do mundo para governar,escolheu o local da sua Sede de Governo e disse satisfeito:
-Aqui será meu futuro paraíso,Brasília! Hummmmm!
Tenho sede de conhecimento, de reler a vida por meio do pensamento crítico, da inquietação à pesquisa e da disseminação do conhecimento.
A santificação humana é a realização da vontade divina em nossa vida, conforme ensinou Jesus: 'Sede santos, pois vosso Pai Celeste é santo' (Mateus 5:48).
Quando o ser humano se distancia da comunhão profunda com o Eterno, sua alma, em sede de sentido, busca ilusões nos prazeres efêmeros que o mundo lhe apresenta.
“O homem tem sede de destruição, não tem sensibilidade para “sentir” que as árvores só querem sossego.”
A fonte da espiritualidade é inesgotável, quanto mais se bebe mais sede tem, é eterno aquele que a encontra e insaciável aquele que a prova
Não me importa se há um oásis no deserto, o que me interessa saber é se suporto a sede em transformar sangue, lágrimas e suor no verdadeiro líquido miraculoso da minha salvação
—"Sede da própria alma."
Voe anseiamente!
Desapegue de tuas quimeras.
Escute isso,
incoerente morcego.
Morda-me!
E faça de minha essência,
Relevância à estranheza
Voe inevitavelmente!
Enlouqueça!
Arda pela tentação.
Voe pelo breu vasto da carência.
Mostre tuas asas
trêmulas à degustação!
Desperte-se pelo deserto
de vastos lírios
da provocação.
Seduza os pobres
espíritos que
anseiam de obsessão.
Enojado de discrepâncias,
Logo,
Deves estar efêmero à tolerância.
Termino tua sede,
Vivido à
conscientizar tua arrogância.
(Autora; Sther de'Lavíe)
BEIJOS DO DESERTO
Ele, só lhe pedia:
- Dá-me um beijo, se não morro à sede...
E ia desfalecendo...
Aos poucos, morrendo.
E ela, ao lado dele, atirava:
- Quem vai morrer, não precisa de beijo!
Ele então tropeçou,
Aninhou,
Levantou,
E caminhou
E cada vez mais dela se afastou...
Afastou...
Mais à frente ele encontrou
Um cato no deserto,
Que depois de aberto,
A sede dele matou.
E então correu, como proscrito,
Correu pelo deserto infinito...
Já não quis o beijo que lhe matava a sede.
Depois chegou ela e viu o cato.
O cato, já estava seco,
De facto,
Mirrado,
Como um cão esfaimado.
Mas ela para matar a sede
Beijou o cato,
Pensando beijar os lábios dele
E morreu...
Do beijo.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 24-11-2022)
Nossa Senhora da Imaculada Conceição, consolai-nos nas tristezas, desesperos e aflições. Sede nosso refúgio e fortaleza nesta terra, advogada na hora da nossa morte. Imaculada Senhora, rogai por nós junto a Deus toda vez que recorrermos a vós.
