Sede
O Teobromo (o alimento de Deus)é para aqueles que têm fome e sede de justiça, no qual os justos são saciados pelo Senhor.
O Sermão do Monte é um avalanche de refrigérios para os que estão morrendo de fome e sede de justiça.
A pressa excessiva com decisões ansiosas, e sede à vitória, comprometem a existência de todos os outros elementos no mesmo tabuleiro, porque o adversário espera pacientemente para desenrolar os seus mais fortes ataques.
Os homens trabalham em vão diante das oportunidades que matam a sua sede e a sua fome espiritualmente, desperdiçando suas energias com futilidades, riquezas e objetivos passageiros e mortos em sociedade.
Á água tratada é escassa, rara e cara, porém a Água da Vida é de graça: mata a sede do espírito e conduz a alma à Fonte eterna.
Assim como, quando se sente sede busca-se água, a obediência voluntária à quem amamos precisa ser um hábito, não um ato.
Ney Paula B.
O dia com sol é lindo, mas prazerosa é a chuva que sacia nossa sede.
O calor é maravilhoso, mas os dias fios nos permitem a abraçar com maior frequência e nos faz sentir o calor humano.
A vida é boa, mas temos momentos que nos faz desejar não mais existir.
Enfim, vamos em frente. Também pudera, quem é que pode no tempo retroceder?
Vamos viver, porque cedo ou tarde a este mundo não mais iremos pertencer.
Haverá outras civilizações após esta presente geração e na sede pelas conquistas pessoais e profissionais, a família será a última opção, visto que não estarão preparadas para assumirem compromissos de caráter duradouro, de propósitos elevados e muito menos, despreocupados com o futuro da terra.
No meio do mato, foi onde saciei minha sede, apaziguei minha fome, fortalecendo meu caráter e resguardando-me de mim mesmo.
sede de sentimento,
as borboletas só estão no meu estômago
porque eu tenho as engolido,
pois periodicamente não sinto nada.
dizem que isso só melhora com umas ficadas na noitada
mas nem me chamam mais pra nada,
visto que nunca estou presente,
não preciso pedir mais nada,
nem pra cupido, nem pra fada.
sou o futuro à caminho de um azul
onde só brilham resquícios do que um dia já foi escrito,
sentindo o vento dos aviões sobrevoando ao meu lado,
passageiros me assistindo nos televisores sincronizados.
subindo cada vez mais perto do céu,
olhares me seguem
e mesmo sem falar nada, os fiz descer.
é difícil olhar e me querer?
mas não é só um que quer me prender.
me denominam como a maior estrela,
como astro, como rei,
como um graffite que vai eternizar a sua arte pro resto da vida:
tudo roda em meu mundinho,
eu já sei de tudo isso,
portanto de mim, eles só ganham um simples selinho.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
de boca em boca, de ouvido em ouvido,
me aumentam mesmo sem eu ter percebido,
o príncipe deixou de ser plebeu (se é que um dia foi).
prontos para polir cada troféu meu?
graças ao talento que me cresceu,
por todos os dias que o mundo a mim perdeu,
todos os dias que minha alma mudou e reviveu:
até concordo com eles,
entre todos de mim, também escolho eu.
Tenho sede de travessias, e sou rio.
Tenho sede de movimentos, e sou ponte.
Assim, sigo meu curso.
Às vezes sou ponte, que atravessa o rio;
Outras vezes sou rio, que atravessa a ponte.
A perspectiva do momento é que me define.
A AFBA, Associação Fluminense de Belas Artes não tem uma sede oficial, via de regra é a casa de um dos diretores gentilmente cedida. A AFBA, nao tem acervo, pois o mesmo foi indevidamente dilapidado por anteriores administrações. A AFBA tem correções jurídicas que tem sido feitas e dividas a serem pagas negligenciadas por antigas festivas gestões. Agora a AFBA tem muitos fantasmas, pessoas inescrupulosas com vaidades espúrias que vivem colocando em suas biografias na internet falsos títulos se dizendo associados, diretores, comendadores, representantes, presidentes de honra, beneméritos, condes e condessas...que nem artista são, pois prejudicam e maculam a transparência e a idoneidade moral desta antiga e tradicional instituição das belas artes no Brasil.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Devemos buscar a verdade por sede de conhecimento mas jamais completarmos com ficção, quando se deparar com a falta de novas informações.
A sede de conhecimento, a fé em milagres e os sonhos impossíveis, são partes da composição, do elixir da vida, que bebo a cada novo amanhecer.
Se eu vou beber a água do rio, por que estou com sede e chegando lá, encontro um diamante. Não devo vender barato por que nada me custou, devo vender pelo valor mais alto e separar dez por cento para saciar a sede dos que tem sede.
