Sede
Agora
Estou tão distante
De onde eu queria estar
Eu sinto sede
E o meu coração chora
Quando eu tenho você ao meu lado
Qualquer lugar é bom
Eu vejo anjos na noite
Eu colho estrelas no Céu
Escolho até as mais bonitas
Deus sabe o quanto eu queria
Transformar a todas elas
Nas poesias que escrevo
Em todas as poesias
Que eu fiz
Eu queria tanto ter sido feliz
Agora
Eu estou só e distante
E meu coração sente saudade
Pois você era estrela em meu céu
E foi um anjo na minha vida
Perdida
De tanto querer
Eu não soube escrever
A Poesia correta
Que exprimisse da maneira mais concreta
A tudo que eu quis dizer
E disse
Eu queria tanto
Que você soubesse agora
Talvez até que pudesse me ver
E saber
O quanto meu coração chora
E se ele chora
É por você.
Edson Ricardo Paiva.
Nasci, cresci e me mantive no ideal católico enquanto minha sede de saber era saciada com as respostas recebidas, mas, conforme a sabedoria popular, o que não se encontra em casa, vai ser buscar em outro lugar.
Peço licença para minha ignorância para saciar minha sede de conhecimento na fonte de sua sabedoria.
Espelho d'água,
te admirava em minha fantasia de criança,
te olhar me dava imensa sede,
te beber todo, uma saborosa esperança,
mergulhar bem fundo era o meu desejo ousado,
mas minha mãe não me deixava,
eu queria só nadar com cuidado!
Espelho d'água,
os dias me fizeram crescer,
nem me lembro daquela inocência,
despois de tanto passar pelo amanhecer,
Contudo, te vejo e a vontade surge do nada,
a sede sequer passou,
e submergir, permanece como inspiração ousada.
Senhor, aumenta em mim a sede pela Tua presença.
Tira toda distração que me rouba do secreto.
Desperta em mim o desejo de Te buscar com mais intensidade,
com mais tempo, com mais entrega.
Quero crescer na graça, na fé e no amor.
E sei que isso começa no meu tempo Contigo.
Me leva para águas mais profundas.
Que meu relógio gire ao Teu favor,
e que meu coração se aqueça no Teu alta.
Me dá sede do que vem do alto,
me ensina a pagar o preço no secreto.
Tira de mim todo comodismo espiritual.
Arranca de mim toda busca superficial.
A AFBA, Associação Fluminense de Belas Artes não tem uma sede oficial, via de regra é a casa de um dos diretores gentilmente cedida. A AFBA, nao tem acervo, pois o mesmo foi indevidamente dilapidado por anteriores administrações. A AFBA tem correções jurídicas que tem sido feitas e dividas a serem pagas negligenciadas por antigas festivas gestões. Agora a AFBA tem muitos fantasmas, pessoas inescrupulosas com vaidades espúrias que vivem colocando em suas biografias na internet falsos títulos se dizendo associados, diretores, comendadores, representantes, presidentes de honra, beneméritos, condes e condessas...que nem artista são, pois prejudicam e maculam a transparência e a idoneidade moral desta antiga e tradicional instituição das belas artes no Brasil.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Devemos buscar a verdade por sede de conhecimento mas jamais completarmos com ficção, quando se deparar com a falta de novas informações.
