Sede
Quero recuperar a minha sede de adentrar na felicidade sem perder a coragem de arriscar no amor para me satisfazer;
Quero sonhar e me abraçar com os meus desejos de te encontrar para não mais viver esse caminho só;
Pois a história caminha em passos largos para dificultar as minhas investidas e ganhar o seu coração;
Suas pistas são os meus anseios de encontrá-la o quanto antes para te cultuar com os meus olhos sedentos de você;
Deixe-me tocar em teus sagrados lábios e sentir a pureza do encanto sentimental;
Enfim erguer-te para que todos ao teu redor possam enxergar a bela rainha que se formou com provérbios poéticos dedicados;
Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis;
Pois em minha sede não contemple com água, pois a minha sede é da vida;
Descansarei não no consumo de meu reflexo, mas na luta de minha história;
O segredo se esconde na curiosidade da sede
Em desalinho no meu coração, privado para com ele;
Saudade é um segredo oculto que tens um significado... Das lágrimas vem lembranças muita dàs vezes de um doce passado
Mas a esperança nunca deves morrer
Sei que meu amor está longe
Mas também sei que não irei perder
Mas ainda sim, continuo a amar
Um dia a minha felicidade com certeza irei encontrar!
A maioria das pessoas preferem morrer de sede que procurar a fonte! Só bebem um pouco de sabedoria se ela lhe chegar à porta. Só que a água na fonte é mais rica e tem muito mais sabor!
Não sacies a sede da tua alma em todas as fontes! Algumas têm tanto tratamento, que deixaram de ter qualquer pingo da sua pureza!
sede de sentimento,
as borboletas só estão no meu estômago
porque eu tenho as engolido,
pois periodicamente não sinto nada.
dizem que isso só melhora com umas ficadas na noitada
mas nem me chamam mais pra nada,
visto que nunca estou presente,
não preciso pedir mais nada,
nem pra cupido, nem pra fada.
sou o futuro à caminho de um azul
onde só brilham resquícios do que um dia já foi escrito,
sentindo o vento dos aviões sobrevoando ao meu lado,
passageiros me assistindo nos televisores sincronizados.
subindo cada vez mais perto do céu,
olhares me seguem
e mesmo sem falar nada, os fiz descer.
é difícil olhar e me querer?
mas não é só um que quer me prender.
me denominam como a maior estrela,
como astro, como rei,
como um graffite que vai eternizar a sua arte pro resto da vida:
tudo roda em meu mundinho,
eu já sei de tudo isso,
portanto de mim, eles só ganham um simples selinho.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
de boca em boca, de ouvido em ouvido,
me aumentam mesmo sem eu ter percebido,
o príncipe deixou de ser plebeu (se é que um dia foi).
prontos para polir cada troféu meu?
graças ao talento que me cresceu,
por todos os dias que o mundo a mim perdeu,
todos os dias que minha alma mudou e reviveu:
até concordo com eles,
entre todos de mim, também escolho eu.
Tenho sede de travessias, e sou rio.
Tenho sede de movimentos, e sou ponte.
Assim, sigo meu curso.
Às vezes sou ponte, que atravessa o rio;
Outras vezes sou rio, que atravessa a ponte.
A perspectiva do momento é que me define.
A AFBA, Associação Fluminense de Belas Artes não tem uma sede oficial, via de regra é a casa de um dos diretores gentilmente cedida. A AFBA, nao tem acervo, pois o mesmo foi indevidamente dilapidado por anteriores administrações. A AFBA tem correções jurídicas que tem sido feitas e dividas a serem pagas negligenciadas por antigas festivas gestões. Agora a AFBA tem muitos fantasmas, pessoas inescrupulosas com vaidades espúrias que vivem colocando em suas biografias na internet falsos títulos se dizendo associados, diretores, comendadores, representantes, presidentes de honra, beneméritos, condes e condessas...que nem artista são, pois prejudicam e maculam a transparência e a idoneidade moral desta antiga e tradicional instituição das belas artes no Brasil.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Devemos buscar a verdade por sede de conhecimento mas jamais completarmos com ficção, quando se deparar com a falta de novas informações.
