Se está sob Grilhões Quaisquer
Adquirir o verdadeiro conhecimento liberta-nos dos grilhões, ao passo que a ignorância mantêm-nos acorrentados
Os medos que estão dominando nossa mente são os grilhões que nos impedem de evoluirmos.
A doutrina do mínimo esforço possível está tão propagada em nossa cultura que as pessoas estão viciadas em obter lucros fácieis.
É comprovado que que a eficiência pode diminuir a quantidade de energia em uma determinada tarefa. No entanto, o que vemos, com frequência, é uma geração que não quer sair da sua zona de conforto. Antes da conclusão de um projeto virtuoso foi necessário um exercício da mente e a execução de muitos testes até dar certo.
Precisamos de força para mudar o que deve ser modificado.
A coragem para enfretar nossos medos pode ajudar muito para evoluirmos.
Enquanto o medo governar nossas decisões teremos uma prisão invisível em nossa alma.
Os nossos medos são os grilhoes que nos impedem de evoluirmos.
Esconder-se não irá nos trazer grandes vitórias.
Quando tivermos coragem para enfrentar o sussurro da dúvida e fazer com que o agir do nosso corpo responda o comando da nossa mente estaremos experimentado o prazer de ser livre.
Cada passo que dermos em direção a escuridão com um mapa bem definido donde queremos chegar estaremos mais perto de grandes conquistas.
O esforço com honestidade é algo que chama a atenção do sobrenatural.
Se o ambiente que você estiver não lhe der honra pelo esforço emanado de suas mãos com o propósito divino. Deus irá lhe reconhecer e irá tirar você desse lugar.
A transformação que precisamos está dentro de nós.
Execraveis Andrajos
Racionais do mundo, uni-vos, nós não temos nada a perder exceto os grilhões da nossa liberdade e da sabedoria, porque o que te preocupa, te escraviza.
Pertencentes a execraveis grupelhos de indivíduos pedantes, fomentado pelo comum desejo de sermos iguais em mediocridade.
Aguda sapiência
Destrua os grilhões que te prendem
Plenamente estás liberto da quimera
Os impostores finalmente se rendem
Ao teu gênio impetuoso de pantera
Romance sem as luzes apagadas
Pois não há nada para esconder
Casais andando de mãos dadas
Para que todo mundo possa ver
Fale em público em alto e bom tom
Assim serás por uns quantos notado
Não se esqueça de aumentar o som
Quando o teu hino de vida for tocado
Boa ação sem exigir dividendos
Afinal o caráter é o maior lucro
Distribuir sinceros cumprimentos
Sendo a humildade um invólucro
Atire o projétil da aguda sapiência
De modo que finde a ignorância
Combata a popular maledicência
Proferindo discursos de relevância.
”A queda é destino de quem ergue impérios sobre grilhões. A liberdade, ao contrário, floresce na leveza de quem compreende o fim e ainda assim escolhe o amor.”
“Desfaço, pouco a pouco, os grilhões da vaidade e caminho descalço entre as sendas das ideias e os templos dos ideais.”
Na existência, os padrões comportamentais atuam como grilhões invisíveis, moldando e muitas vezes limitando a experiência humana. Essas repetições automáticas, frequentemente adotadas inconscientemente, tornam-se as grades que aprisionam a autenticidade e o potencial de cada indivíduo.
Esses padrões, muitas vezes enraizados na cultura, na educação e nas experiências passadas, agem como espinhos que ferem a expansão da consciência. Ao condicionar respostas automáticas, impedem a exploração de novos horizontes emocionais e limitam a percepção de possibilidades.
Essa repetição de comportamentos limitantes cria um ciclo vicioso, alimentando sentimentos de baixa frequência. A autoestima é corroída, enquanto a sensação de inadequação e insatisfação se torna constante. Esses padrões, como sombras persistentes, obscurecem a luz interior, impedindo a expressão plena do ser.
No entanto, ao lançar luz sobre esses padrões comportamentais, abre-se uma janela de oportunidade para a transformação. Reconhecer as amarras que envolvem é o primeiro passo para quebrar os grilhões. A conscientização se tornam aliada poderosa na quebra desses padrões, permitindo a liberação de sentimentos de baixa frequência.
Desafiar os padrões comportamentais limitadores exige coragem e auto-reflexão. A busca por novas respostas, a exploração de territórios desconhecidos emocionais e a adoção de práticas que nutrem a positividade são fundamentais para romper com as correntes que aprisionam o potencial humano.
Em um mundo vasto de possibilidades, é imperativo transcender os padrões comportamentais condicionados, liberando-se para experiências mais ricas e elevadas. A transformação interior, guiada pela consciência, desenha um novo horizonte onde sentimentos de baixa frequência cedem lugar à ressonância de uma existência mais plena e gratificante.
Os escravos perdem tudo ao serem acorrentados – até mesmo o direito de se libertar dos grilhões; amam a escravidão tanto quanto os companheiros de Ulisses amavam seu embrutecimento. Portanto, se existem escravos por natureza, é porque existem escravos contra a natureza. A força fez os primeiros escravos, a covardia os eterniza.
Se o Filho vos libertar,
Verdadeiramente sereis livres!
Não há grilhões que resistam
Ao poder que vem dos altos céus.
A paz que procuras está dentro de ti e não fora, é preciso romper os grilhões internos que te prendem nesse cárcere chamado comodismo de emoções e sentimentos.
Marcada, calada, benévola, agrilhoada
Pode ser que eu seja tola
Desajeitada
Eu diria que nunca tentei ser mais
Não que eu não quisesse...Sei lá.
Talvez eu seja pequena
Um ser humano chato, até tacanho
Sem valor, sem importância
Reduzi-me a nada
Calada
Marcada
Nunca fui amada
Minha vida sempre foi um deserto
Seco. Só isso, de certo.
Mas a estrela, enfim, brilhou
Hoje o mundo me notou
Fui arrancada de supetão
Daquela triste solidão
Daquele mundo cruel, então.
Ser mulher, e, oh! atroz, tantálica tristeza!
ficar na vida qual uma águia inerte, presa
nos pesados grilhões dos preceitos sociais!
(in “Cristais Partidos” 1915.)
Perdi-me dentro do labirinto do meu eu,
De forma tão avassaladora á não ver fim,
Achando-me no domínio,
Vi-me escrava de mim,
Incontrolada, rastejava-me,
De modo tão sútil camuflava-me,
Vestia-me de uma confiança fingida,
Mas, dentro, perdida e aflita,
Álter ego abalado,
Quase findado de tanto chorar,
Novamente vestia-me de sorriso,
Definição do meu eu outros dias...
Cercada de falsas alegrias,
Completa solidão dentro de mim,
Foi assim, sem chão e ferida,
Encontrei guarida,
Nos Teus braços e Tuas mãos.
Como a Terra, antes da criação,
Sem forma e vazia,
Recebi-te com alegria,
E por Tuas palavras, fui novamente moldada,
Grilhões rompidos,
Acabaram-se os olhos aflitos,
Sigo na fé,
Por Aquele que me põe de pé!
Os diamantes que ornamentam o pescoço de uma mulher rica são os mesmos que foram retirados por pessoas com a cerviz adornada por grilhões.
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