Ruas
Sai pela rua
não eram
ruas de outono
Apenas ruas
não solitarias
e nem cheias de
casinhas de vovós
com cheiro de
bolinho de chuva
e café saindo
pelas janelas e portas
e nem com aquelas fumacinhas
ficticias ..
Porém
esgoto,bichos e animais
crianças e homens
mulheres e roupas
nos varais,não em
suas casas mais sim ..
sai pela rua.
Ando pelas ruas da vida procurando.
Atendo a tudo que possa me interessar.
Tal qual um colecionador...
Olho, vejo, sinto e pego.
Pego para mim:
Promessas e dissabores.
Amores e sorrisos.
Cores e decepções.
Lágrimas e abraços.
Saudades e orgasmos.
Alegrias e paixões.
Lembranças e beijos.
Alguns itens são compulsórios, aceito! São meus!
Guardo todos em lugares especiais.
Pequenos pedacinhos, doses na medida certa.
Doses de puro sentimento.
Vezes busco um ou dois... Desfruto.
Compartilho outros tantos.
E assim caminho: busco, cato, sinto, divido e vivo.
E morro.
Sem nada levar, pois um pouco de mim ficou no caminho.
A cada pessoa, a cada momento, a cada situação: um pedacinho deixei.
E essa será minha herança, esse será o meu legado.
O amor supera tudo
Como dois amantes,
Caminhamos pelas ruas, entre muros pichados da cidade,
Contemplando toda desigualdade,
Com o céu de testemunha das lagrimas e de nosso amor.
Pelos becos escuros, famigerados,
Sem tetos e famintos, observam
A soberba, fartura de nosso amor.
O mau cheiro das sarjetas,
Este, já não nos atrapalha mais,
E assim, passeamos por praças quebradas,
Mal iluminadas e abandonadas.
Contemplamos a beleza de ser diferente,
Em um universo igual.
E pelas calçadas esburacadas, chegamos ao nosso destino final,
Para nos amarmos ao som de balas cruzadas,
Em meu apartamento de vinte metros quadros,
Distribuídos entre sala e quarto,
Na periferia da cidade.
Dançando com a morte!
Amarrem a morte já não aguento mais
Nas famílias, nas escolas, nas ruas, nos hospitais,
Parece dominar, parece imortal,
Ela é multiforme,
E às vezes parece de uma forma até legal
Vem em forma de mulher, cigarro, bebida, coisa e tal
Aparece em forma de um abraço
Na carência por que escolher
Se der mole o tempo passa
O perigo é não viver
Na sede da vida estão bebendo o cálice da morte
Conhecem o da vida
Mas preferem contar com a sorte
E a morte continua solta
Te chamando para dançar
Uma música aparentemente boa
Com letras impossíveis de si decifrar
No salão não existe ninguém que desta dançarina não seja freguês
Pois quem dança com a morte
Dança apenas uma vez!
Minha convicção de fazer o bem sem olhar a quem, sai bem cedo de ca-sa e circula pelas ruas até altas horas da madrugada, sem nunca ter dado ouvi-dos ao estridente toque de recolher!
Caminharei, outra vez, pelas ruas, sob o sol...
Olharei as estrelas, brincarei sob elas novamente...
Irei viajar mais vezes, irei sorrir mais vezes...
Continuarei acordando todos os dias e olharei la fora as pessoas passando...
Ainda voltarei a dizer: "Eu te amo!". "Você é tudo pra mim", sim, voltarei a dizer isso, porém não para ti...
Nunca mais para ti, nunca mais contigo...
Nunca mais voltarei a olhar em teus olhos...
Nunca mais iremos ouvir "The Heart Never Lies" juntos, Nem a cantarei para ti pelo msn...
Nem nunca mais um irá acordar o outro com beijinhus...
Nem nunca mais iremos sonhar juntos, brincar juntos, passear juntos...
Nunca mais sremos um só.
Nunca mais seremos namorados apaixonados.
Nunca mais iremos para a missa, juntos, todos os finais de semana.
Nunca mais brincaremos juntos, em sua casa, enquanto tomamaos café da manhã...
Nunca mais sentiremos o gosto dos lábios um do outro enquanto nos beijamos com todo o amor do mundo...
Enfim, nunca mais viveremos juntos.
Nunca mais, provavelmente, nem nos veremos...
Simplesmente, nunca mais.
"Aprendi que a mais árdua e bela das peregrinações é aquela em que percorremos ruas e becos de nós mesmos."
RODA VIVA GIGANTE
A pressa nas ruas me apressa
Mas não me entrego, não
Continuo com meus passos lentos
E deixe que falem, chatos, emburrados
Eu só quero que o dia termine bem
Bem, sem estresse
Leve e calmo como uma folha que cai
Se incomodam por eu não ter pressa
Ou por eu ser a única a não ter
No meio dessa gente toda?
Não sou eu que preciso de respostas
Pois delas me alimento todos os dias
Na imensidão de um quarteirão
E na fraqueza das mentes caretas
Eu tenho vontade de rir
Mas na verdade, estou triste
Não ter alguém que me acompanhe
Nessa roda-gigante que chamam vida
E me pergunto: para que servem as rodas-gigantes?
São para enfrentar medos
E até mesmo acompanhar o vai e vem da vida
De forma tão lenta a perceber
Como a pressa desvaloriza momentos
Mas ninguém se importa
Nem mesmo eu que escrevo,
escrevo,
escrevo...
E nada muda
Cidade de poucas ruas, quando eu for, um dia desses.
Quero poeira em meus olhos.
Vento frio de madrugada, e a mesma mulher pra amar.
Você ajuda as pessoas nas ruas! com dinheiro, comida, água! Porque graças a Deus, não é você que está pedindo ajuda.
A perfeição dos teus olhos me causa arrepios, a beleza da tua voz me canta e me leva a ruas rosas. Cada parte do teu corpo é um brilhante aos olhos meus, joia rara de canto e encanto, de cor e flor.
Por tantas ruas já andei procurando encontrar
O que tanto já sonhei, por quantas vezes imaginei
E por ventura me deparei um dia com teu olhar
Teu jeito de ser você, a essência do seu ser, eu sei
Foi amor desde o princípio
Só precisei te notar para saber
Que vou viver te amando feito vício
Repara em meus olhos, eles vão te dizer
Eu sou os rios, a mata e o mar
Sou o Sol que te ilumina
Sou a lua e as estrelas no céu a brilhar
Sou passarinho fazendo cantiga
Eu sou moda antiga, sou flor a brotar
Eu sou a alma gêmea perdida
Que você procurou nas ruas encontrar
Me deixa se aproximar, me deixa cantar pra você
Me deixa te amar e ser quem você quer ter
Me deixa realizar, mas por favor não me deixa se não gostar
Pode me moldar, me desfazer, me reinventar
Talvez eu tenha tanto amor trancado em mim que já não cabe mais falar
Poemas eu já fiz para recitar
Canções eu já compus para cantar
Nunca me conformei...
Quero tudo poder lhe dar
Tudo que nada possa comprar
Meu amor já lhe entreguei
E ninguém pode tomar
Quantas vezes tentei, mas fracassei
O corpo congela, o coração dispara
Tua foto na tela, meu sorriso na cara
Escrevo e apago sentimentos
Lanço a fumaça nos ventos...
...Que ecoando meu coração
disparado por essa emoção
balbucia pelo espaço-tempo
no compasso da vida e de cada momento...
Amor Genuíno e Incondicional é o que sinto por você...
( Tainah Amaral )
as vezes caminhamos pelas ruas sem rumo só para tentar esquecer essa dor acumulada no peito, muitos te olha passar mais não entende o que você estar sentindo, o vento sopra no seu rosto e faz com que você relembre o que quer esquecer e no seu coração fica uma ferida da qual nunca aparenta-se cicatrizar a dor de perder uma pessoa é grande e dói mais ainda vê-la parti e junto com ela metade do seu coração, não sei se verei você novamente mais uma coisa eu sei nunca me esquecerei do seu lindo sorriso e vou caminhando por baixo desse lindo céu estrelado na esperança de ver seu sorriso pela última vez
Espirito vitorioso, nobreza monarca sobre suas espáduas
Raios crepusculares lhe anunciam nas ruas
Leve nossos pedidos como uma mensageira divina
Irresistivelmente na direção da luz jovem alerquina
A onde mora o fogo, de onde vem os visionários
Pronta preparada para seus martírios
Peito fechando ar aos poucos escapando
Pele cansada, pernas caindo jovem senhora
Como uma águia sofre a duras penas por seu povo
Renascendo autora radiante, uma volta triunfante
Guerreira rainha, dos jovens oprimidos dos que estão desfalecidos
Dos desesperados consolação fonte eterna de sua salvação
Que seus passos sejam perdidos pelas trevas que ti caçam
Que o guardião herói, se preciso for sofra o suplício.
Você quer o quê?
Quer se iludir?
Achas que há brilho nas ruas?
A rua é cinza.
Fosco como uma esfera de chumbo,
Chumbo que invade a carne
E tinge a estrada de rubro
Trilha de um caminho de alguém que esteve lá
E por alguma força
Não chegará,
Nem voltará.
Caminho interrompido,
Escolha ou destino.
Apaixonado pela vida
É assim que sou
Caminhando pelas ruas
A procura de um grande amor
Amor que eu possa ter
Sempre ao meu lado
Uma pessoa para qm eu possa dzr
Que eu estou apaixonado.
É o que eu chamo de masoquismo, talvez... Ver seu nome em postes, em ônibus e ruas sem saídas. Imaginar seu sorriso falecendo na margem dos lábios de uma estátua de pedra que guarda a ponte que mais me faz lembrar você. Ou então, só por um momento olhar para o céu e, em uma piscada, ver seus olhos refletindo a negrura das nuvens no seu mais lindo dia nublado.
