Ruas
Onde estão os bons, se os maus transitam pelas ruas livremente, e não conseguimos entre eles deistingui-los?
Solidão
Novamente caminho sozinha por estas ruas prosaicas e sem expressão.
Os beijos e toques sem emoção, continuamente me fazem companhia...
Sinto-me no açougue e eu carne desejada apenas para saciar a fome.
Meu sabor perdeu-se como o ar puro... tão raro em nossas poluídas cidades.
Sou um um anjo sem asas e sem aréola à procura neste planeta terra da minha perdida graça
When Morning Comes
Sinta a queimadura
Sinta os demônios vindo para confundir
Encha as ruas com loucura
Não ponha suas mãos e lesões sobre mim
Caia onde a meia-noite morre e a manhã chega
Sinta o silêncio por aqui
Existe tanta vida aqui
E tanta dor
Nós esquecemos
Há tanta vida
Como a manhã que chega
E isso é real, o silêncio
Veja o sol que sempre cai
Deixe o retrocesso deslizar através das rachaduras
Nos mantenha a salvo de sempre rastejar
Me deixe um vida doce
Existe tanta vida aqui
E tanta dor
Nós esquecemos
Há tanta vida
Como a manhã que chega
E isso é real, o silêncio
Diga que você quis amar
E que você quer isso para sentir
Tão real pra sempre
Bem, se lembre por que você esteve vindo
E que toda a porcaria que cavamos se foi pra sempre
Ai amor, andei pelas ruas crivadas de olhos
tropecei em braços, escorreguei nas poeiras do asfalto,
sempre a procurar teu rosto, para sossegar meu corpo.
É você quem anda nas ruas se perguntando se as mentes alheias pensam coisas semelhantes aos seus pensamentos. Sou eu também.
Nas ruas onde passo,
ando triste e solitário...
vagando no mundo sozinho...
com um coração partido em mil pedaços...
Pensei que meus pensamentos eram meus amigos,
mas ate eles me abandonaram...
nesse mundo eu estava sozinho,
nesse mundo eu estava solitário...
Gritei desesperado...
mas ninguem me ouvia...
um corpo escuro e com trevas...
uma alma negra e sombria.
Perto do abismo vi uma luz a brilhar...
tentei saber o que era,mas era muito forte que não pude enxergar...
tentei chegar mais perto...
consegui me aproximar...
e vi que essa luz maravilhosa,
era o brilho do teu olhar.
A vida é um passeio pelas ruas do tempo: uns partem, outros chegam e muitos simplesmente não vão a lugar algum.
" Abilidade, para não perder-me nas ruas da vida, e acima de tudo que eu aprenda a valorizar aquilo que tenho, que tive e que ainda posso ter. "
Deus permita que meus ex-namorados não virem amigos, nem sequer se esbarrem em becos, ruas ou avenidas. Certamente não acreditarão que os amei intensamente, mas que menti convincentemente
Recite poesias pelas ruas,Recite poesias nos becos da vida,Recite poesias
para quem você ama,Recite poesias para Jesus Cristo dizendo que o ama.
A saudade que sinto por você
se mistura nas gotículas da chuva
que se espalha pelas ruas,
em algum lugar qualquer do mundo
e escorre pelas entranhas da vida.
— E ele, por onde anda?
Pelas ruas de um Porto […] Amando mulheres, garotas, meninas. Amando todas, menos à mim.
Quando o Brasil começar a ir pra ruas e lutar por seus direitos as coisas podem começar a mudar, mas enquanto ficarmos sentados sem fazer nada, nada vai mudar, continuaremos com as mesmas falcatruas, roubos, intolerâncias... E o bolso dos políticos? Vai muito bem, Obrigada! Querem mais que você nunca encostem na constituição, que nos sintamos impotentes diante deles, que continuemos exatamente como estamos, vendo o prédio desmoronar, e simplesmente assistindo a "bela" tragédia grega.
Adoro ver as pessoas andando pela ruas. São verdadeiras caricaturas ambulantes. Cada ser humano é uma poesia singular da beleza divina.
BARCAROLA
eu e (você) andando
, de mãos emprestadas, quase pelas ruas,
sem olhar para cima nem pros lados nem pra frente,
porém em direção ao Futuro. Ou ao Eterno. Ou ainda ao Sublime.
Ou coisa que o valha, ou qualquer coisa
que não valha nada.
eu (e você)
, nós dois, na noite quase escura,
pulando pelos paralelepípedos da rua asfaltada
brincando de amarelinha sem linhas nem pedra,
saltando por cima das regras, sem ligar a mínima,
eu e “você”, sem fôlego, sem direção,
furando sinais, cruzando fora das faixas,
comprando coisas em lojas fechadas
na parte mais feia da cidade
temporariamente morta,
eu e “(você)”, sem tempo, sem horário, sem
pressa nem propósito,
cortando a vitrine com o diamante do anel que
estamos tentando roubar da vitrine
que estamos cortando
com o diamante do anel que ainda vamos roubar
, eu e quase você, bêbados, desbundados, tontos de sono,
prostrados na praia artificial
polindo na areia plástica
a pedra do anel que a gente ia roubar
contando as estrelas que o dia já apagou
vendo o sol nascer às avessas
esperando o barco.
- Ó, lá vem o barco!
O barco.
Tudo que fazemos é uma escolha. Aveia ou cereal, avenidas ou ruas, beijá-la ou ficar com ela? Nós fazemos escolhas, e vivemos com as consequências.
Mas uma vez eu passei.
Como em outras historias, eu passei.
Como em outras ruas, avenidas e cidades, eu passei.
Deixando um pouco de mim, sendo util, mas so passei.
Espero na proxima esquina que dobre, no proxima estação, na proxima parada, no proximo porto encontre um lugar que me queira, que eu me encontre e diga: Dessa vez...
Eu fiquei
