Ruas

Cerca de 1945 frases e pensamentos: Ruas

Em uma noite fria senti no meu coracao uma angustia suprema, mas me acalmei ao ver anjos das ruas com uma grande chance de viver um amor sincero. Mesmo assim com uma rara calma, cantavam apenas uma cancao d amor, com esperanca de que logo apos o temporal nao iam mas se jogar do alto da pedra, mas sim esperar por um verdadeiro amor de uma linda menina. E ainda diziam te louvo em verdade Deus, pois so vc ouve as dores do silencio, e todos sabemos q sem voce, muitos choram, e ja te agradecemos SENHOR obrigado por estar aqui.

Inserida por Edson92

UM CÃO EM MEU PESADELO

Pelas ruas eu vi abandonado
Um cão abstrato e zangado
Do lado um jovem desamparado
Olhando para o animal perigoso

Correu pela calçada soando
Atravessou na frente dos carros
Do lado viu outro animal
Não teve jeito, logo passou mal

As forças acabaram no sinal
Sobre duas cabeças perigosas ficou
Correndo deu de frente ao hospital e parou

Logo ali ele entrou
Der-repente inúmeros cães o abordou
Após três segundos, do pesadelo retornou.

Inserida por lucianogaldino

Não é de hoje que as prefeituras de diversas cidades para tentar "limpar" suas ruas desovam moradores de rua em cidades vizinhas, estes ignorantes legislativos acham mais fácil jogar seu "lixo" no quintão do vizinho do que fazer uma politica de mudança social que realmente tenha exito. Estes mesmos ignorantes hoje aparece em rede nacional com uma campanha eleitoral que leva o nome a esmo de mudança social, ignorantes estes que não tem o minimo de respeito ao seu conterrâneo que hoje passa por uma situação que exige extremos cuidados, a final ninguém vive nas ruas por que querem. Sabe-se que eles não olham para os moradores de rua por que eles não votam por tanto sem voto pra eles sem valor eleitoral, os únicos projetos que vijam os moradores de rua não para beneficiar os mesmos, mais sim beneficiar os lojistas os comerciantes e os consumidores que vagam pelos centros das cidades. estes projetos só tem como objetivo limpar visualmente o centro de suas cidades e não gerar meios de ressocialização ou reestruturação dos moradores de rua. Os moradores de rua são seres-humanos igual a mim e a você, tem mais dignidade que todos nossos representantes legislativos juntos. Você não precisa ajuda-los mais tem por obrigação RESPEITA-LOS!!!

Inserida por AndreVEX

a elite de meu pais.
e uma elite tao sofrida.
pra eles as casas são blindadas.
e as ruas proibidas.

Inserida por coturnonoturno

Eu andava calmamente pelas ruas, era como qualquer outro dia de pensamentos insanos, sempre arranjando um modo de fugir dessa cidade tão mal frequentada, de gente que quer viver mais minha vida, do que eu mesma. Mas aí um velhinho, sentado no banco da praça, desvendou minha expressão de confusa que nem meus amigos mais próximos souberam notar, e me perguntou logo de cara “Tu ta aqui, e coração? Ficou lá?”. Como assim? Como ele soube acertar tão bem o que eu pensava, o que me corrói um pouco a cada semana que passa? Tudo bem que adolescentes normais pensam mais nisso do que em suas notas da escola no final do semestre, mas eu acho que ele notou o peso que eu carregava. Digo, pra quem conseguiu me decifrar fácil, deixando quase me sentir vulnerável a ser descoberta, ele soube me atingir. E ninguém soube fazer isso antes, não com tanta facilidade. Não, eu não sou uma anti-social, que sente revolta, ou que não se importa com a sociedade que critica pra caramba, mas as vezes me sinto ser mais do que até eu mesma penso ser, será que faz sentido isso? Pra ele parecia que sim. Eu fiquei sem reação, ele aparentava ser calmo, nem ligou pro meu susto e não pareceu se importar por eu ignorá-lo e sair dali. Tentei resistir, não pensar em relação ao que ele disse, mas minhas pernas se certificaram de me levar pra casa, me trancar no quarto e fritar os neurônios com o coração na mão. Aí fiquei sentada na cama, com os olhos focados em um lugar qualquer, mas eu estava bem distante.. Será que eu estava “lá” com ele? É que ele nem demonstrou saudades, quem sabe eu estivesse o tempo todo lá.

Inserida por laisheidemann

cansado...
pode ser do silêncio de ruas vazias das manhãs
pode ser dos sussurrares das vassouras batendo ao chão
pode ser deste eu mesmo, incógnito, meândrico, desleixado.
se for, só me resta finar-me
se não o for
me restarão todos os sabores na boca do beijo que nunca foi eternizado.

Inserida por robertoauad

não tenho a fé dos fervorosos devotos do vai e vem das ruas entupidas da estupidez canina.
não compartilho meu olhar numa noite de lua cheia, sem saber que existe um ser meu... a espera.
não acredito que os homens sejam solidários, exclusivamente na morte!!!
não quero ter a vida do destino reservada, num beijo gélido, incompreensível
não me quero numa rota suave e sem dores que o amor costuma nos presentear.
não tenho tempo de noites breves, pois estou com muita pressa.

roberto auad

Inserida por robertoauad

Não respeita a sua familia, os da ruas são melhor? Haha! O final já sei como será.

Inserida por JonathasFolly

Noite dos cachorros perdidos

Enquanto o latido
Toma conta das ruas,
Restos são jogados
Como banquete.
Na tentativa
De amordaçar,
Bocas famintas.
Como uma sinfonia absurda
A raiva espumando pela boca,
Já contamina as diferentes formas de vida.
Dessem-lhe pauladas!
Duchas generosas de agua!
Por um breve momento recuam
Mas fome é tanta,
Que seu amo assustado recua.
Corre e com medo se esconde,
Atrás de falsas propagandas
De alegrias gratuitas.

Inserida por pablodanielli

Que eu não entre em ruas erradas e becos escuros.
Que eu chegue a tempo.
Pelo menos uma vez na vida, que eu chegue a tempo.
E, Deus.. se eu não chegar..
que você me espere um pouquinho.
Só um pouquinho.
Eu já te esperei tanto...

Inserida por saysaysay

⁠Conceição, terra que me viu nascer,
no calor das tuas ruas aprendi a viver.

Te carrego no peito, no passo e no sonho,
cidade pequena de coração medonho.
Aqui plantei meus afetos, minha história,
na poeira dos dias, escrevo tua glória.

Do volante ao olhar, respiro teu chão,
sou filho do barro, da fé, da paixão.
Na luta dos bairros, na voz que ecoa,
sou grito que pulsa, justiça que doa.

Por ti, Macabu, já enfrentei correnteza,
enfrentei o silêncio, venci a incerteza.
Com o povo na alma, sigo a caminhar,
pois quem ama sua terra não pode parar.

Te amo, Conceição, com força e ternura,
na brisa da tarde, na infância mais pura.
Sou tua semente, sou tua esperança,
sou o menino que voltou com confiança.

E até que o sol baixe atrás da serra azul,
eu lutarei por ti, minha Conceição de Macabu.

Inserida por obrennoeduardo

⁠
O Cincar Noturno

Não era o fumo que eu buscava,
era a noite.
A noite que dormia nas ruas vazias,
no asfalto úmido refletindo néon,
no silêncio que respira entre os prédios.

O maço? Apenas o pretexto,
a moeda de troca com o escuro.
A porta rangendo não foi interrupção, foi passagem.
O corpo, pesado de horas paradas,
desdobrou-se em passos,
e cada passo foi uma pergunta
ao chão das sombras.

Na bodega iluminada a ferro,
o balcão era um altar de luz fria.
O caixa, um sacerdote do trivial,
entregou-me o pacote retangular
— cápsula de folhas mortas —
sem saber que me dava
a chave de um reino.

Mas o milagre não estava no objeto,
e sim no regresso:
o ar noturno lavando a face,
a lua (sempre cúmplice)
desfiando fios de prata nos fios elétricos,
o próprio peso do maço no bolso
pequeno âncora do presente.

Ah, a magia!
Morava no intervalo:
na ponte entre o quarto estagnado
e a rua que pulsa devagar,
no instante em que o peito se expande volta a pulsar
para colher o vento noturno,
na solidão que de repente
sabe-se parte de um todo silencioso.

Cada passo, encruzilhados ultrapassadas, de volta
era um renascimento mínimo.
O maço, intacto, esperava,
mas eu já vinha transformado, aquilo talvez, um sonho,
trouxera na palma da mente
a quietude dos postes acesos,
a geometria sagrada das janelas escuras,
o cheiro da terra molhada
e o rumor distante de um mundo
que respira quando ninguém o vê.

Acendi o cigarro algum?
A brasa necessária
já ardia no peito:
era o fogo do encontro
com a noite descalça,
com o tempo que se curva
sobre pequenas peregrinações.

O maço repousa sobre a mesa,
ícone de um êxtase cotidiano.
Pois a verdadeira chama
— sabes agora —
nunca esteve no papel e no tabaco,
mas no caminho que o corpo fez
entre a necessidade inventada
e o abraço involuntário num beijo necessário,
com o mundo noturno,
puro,
indiferente,
e profundamente teu.

Inserida por OdaraAkessa

⁠Ruas escuras, destino traçado
Vida de fita, nunca fui moldado
Foco no futuro, terno riscado
Nasci no árduo, 4M nato

Inserida por pensadormusic

⁠*“O Lugar Onde o Amor se fez Mar”*
Eu andava pelas ruas da ausência —
um deserto de silêncio e de promessas,
onde o tempo escorria em pó e vento,
mas ouvia, no fundo, aquela canção:
o canto leve do rio, o sussurro da areia,
o abraço antigo da terra e do céu.

Sentei-me na margem do instante,
onde a água se dobra em espelhos de calma,
e o cansaço, esse velho amigo,
desfez-se como fumaça de cigarro na madrugada.
Ali, o mundo era só um gesto simples —
um abraço que não pede nada,
um silêncio que fala de eternidade.

Os anos, esses ladrões de lembranças,
tentaram apagar o mapa do nosso refúgio,
mas o lugar ficou — intacto, suave,
como um verso guardado na pele.
Não é só um ponto no espaço,
é o começo e o fim do nosso tempo,
o jardim secreto onde o amor germina
mesmo quando a gente esquece de regar.

Hoje procuro com os pés cansados,
mas sobretudo com o coração que sabe —
a dor que é saudade é também promessa.
Será que existe um retorno?
Um caminho feito de memórias e luz,
onde possamos reviver a primeira vez,
onde o amor não morre, só se reinventa?

Vamos, então, deixar o tempo de lado,
e abrir a porta daquela casa antiga,
onde o amor se fez mar e a vida, poema.
Porque o amor que nasce assim, tão simples,
não se perde — só se transforma,
e será sempre o nosso lar,
o lugar onde o amor se fez mar.

Inserida por sezar_kosta

⁠Às vezes, o verdadeiro perigo não está nas ruas.

Dept. Q (série)
1ª temporada, episódio 2.
Inserida por pensador

⁠e foi nasruas do antigo
onde eu nunca cheguei a te levar
que eu percebi que meu corpo anseia por ti
que teu cheiro mexe com meu cérebro, mesmo sem perfume
deixa-me em êxtase

naquele dia molhadas de água salgada
quando vejo, já estou a abrir minha caixa
tentando buscar meu lar

eu disse que ficaríamos juntas
mas me pego questionando
se algum dia
tu vais querer voltar.

- depois de todo esse tempo, eu ainda te amo

Inserida por deceasednysmia

⁠Os olhos do Lince

O que passou...
Passou como vento que varre ruas vazias...
Foram tempos de descobertas,
dores e aprendizados.
Houve risos que ficaram na memória e lágrimas que caíram no silêncio de noites longas...
O que passou nos moldou,
nos quebrou e, de certa forma, também nos refez.
Mas já não está mais aqui...
vive apenas na lembrança.
O que continuamos vivendo...
É um reflexo do ontem,
carregado de perguntas que ainda não têm resposta.
Há uma pressa em seguir e uma pausa que insiste em nos frear. Vivemos entre esperanças e repetições...
tentando encontrar sentido no meio do caos e da rotina.
Cada dia é um recomeço disfarçado de continuidade.
E mesmo cansados,
seguimos.
E então vem a solidão...
Não a ausência de pessoas,
mas aquela que habita dentro, mesmo em meio à multidão.
A solidão de não ser completamente compreendido,
de sentir demais,
de esperar demais.
Ela se senta ao nosso lado quando as luzes se apagam e o barulho cessa.
E ali,
no silêncio mais cru,
somos só nós...
com tudo o que fomos,
o que ainda somos,
e o que,
talvez,
nunca seremos.
Darwin Melo

Inserida por darwin_melo

⁠Imaginava que as pessoas me veriam nas ruas e comentariam umas com as outras, me apontando: “É ela!” “Será?” “Sim, é ela!” “Vamos nos aproximar?”. E se aproximariam e me veriam esplêndida. E quando eu ficasse mais velha, com minha beleza mais ofuscada, ainda me reconheceriam pelo brilho nos olhos, pela postura elegante e pelo sorriso na face. E quando eu morresse, eu não morreria, permaneceria viva, aplaudida e admirada em toda minha beleza.

Inserida por maria_beserra

⁠CARTA PARA MINHA AMADA
LONDRES 19/03/2025

No coração das ruas, onde os sonhos sussurra em cada pedra
Você, tão linda quanto o Palácio de Buckingham, minha realeza, minha paz em meio à grandiosidade.
Eu e você, pelas margens do Tâmisa,
onde reis e rainhas desenharam seus legados, mas nenhum trono é tão poderoso quanto o teu olhar,
que me coroa com a certeza de sermos pra sempre nós.
Sob o céu cinza, ou dia ensolarado,
a luz dos nossos passos ilumina as ruas estreitas.
Você me guia por museus de memórias,
por castelos de séculos,
e eu me perco, não na história,
mas em você, que carrega o brilho
de ser única .
O frio nos abraça como a bruma matinal,
silenciosa e acolhedora.
E juntos, em cada esquina deste país de histórias,
construímos a nossa,
com a certeza de nosso amor sempre tão recíproco, e eterno.

Inserida por JessCamargo

⁠Sociedade X Indigentes

Os ébrios que andam pelas ruas de alguém
Cantando as músicas que não ouvem
Ouvindo os que falam sem língua e virgulas

Partindo para lugares que ninguém vai e virá
Desbravar o estado de suas mentes retidas
Ao tempo dos relógios, humanos de ternos
Olhando em pulsos vazios, sem alma e vida
Como aqueles esfomeados, ponteiros de vossos dias

São os atenuadores da saudade
Os amigos do esquecimento
Apoiadores convictos do real
O acaso de pessoas indigentes

Conhecem a mentira e a verdade
Não previnem o manhã "raquítico"
Pouco reagem ao descuido da tempestade
E desde sempre é a maioria que existe
Para nada existir, em motivo do povo

Inserida por guilherme_niemeyer