Ruas
#Saudades Mãe
Mãe tantas saudades suas
A saudade que sinto de faz-me andar sobre as ruas tentando ver se mãe não está por aí
Mas depois lembro que mãe está bem distante de mim
Saudades Mãe
Não sei Oque dói mais se é a distância que nos separa
Ou se calhar a solidão que nos ampara
Mãe por favor onde estás diz pra mim
Que eu preciso te ver
Mãe por favor Não minta
Mãe Hoje ando tão triste a procura do poema mais triste
No meu coração é o único sítio que posso achar porque a tristeza lá se mantém
A solidão define o sofrimento
E a distância define a saudade
Saudades Mãe
Quando irás voltar mãe
Eu estou esperando a meses
E mãe diz que irá voltar
Apenas quero saber quando
Que cansei de sofrer
Saudades suas mãe
#PrimeiroMcPoeta
Infância da saudade ...
Ah infância amada querida.
Pelas ruas do tempo tu ficastes pra trás.
Nessa esperança de um dia te vê-la novamente renovo cada dia minha alma em lembranças que marcaram época.
Ainda que o Sol abraça-me...fazendo-me lembrar dos dias gloriosos,gostoso e envolvente que tu deixastes.
Cada amanhecer é uma maciez na alma que me dá.
Afogo-me nos dias que ficou em outrora.
Ao longe, só vejo com saudade os dias que se passaram...
A primeira professora... nossa...nem do nome esqueço...rsrsrs
Isso é como se ela estivesse em qualquer lugar.
Como esquecer uma infância tão marcada com carinhos...?Não tem como esquecer. Paticamente minha infância foi marcada só de coisas boas.
Onde tantas vezes nós sentavamos debaixo de uma paineira onde a prosa não tinha fim.
Para degustarmos um delicioso assunto em família
Pamonhas acompanhadas daquele cafezinho feito no fogão a lenha.
Pãozinho feito com todo carinho que tanto amávamos.
*Ah fazenda "São Jorge...BARUK"*
Me recordo cada detalhe vivido nós seus encantos.
Talvez nos olhos de muitos não tem valor.
Mas minha infância marcada nela foi só bençãos.
Enquanto caminho percorros por aí...fica aqui registrado minha eterna saudade.
Pessoas passam por mim e algumas estão sentindo como eu.
Ainda dói...em lembrar de ti...
Pois, foi saudosos os dias que morei aí.
Procuro disfarçar as lágrimas, Meus olhos choram...em lembra de ti.
este lugar, esta fazenda, as árvores, os animais
as pessoas, a família...
Me lembra de você infância, tudo o que
vejo, o que ouço, fazem parte
dos inesquecíveis momentos
que vivi.
as lembranças ficaram gravadas
em minha memória, e se um dia eu voltar aí
neste lugar....
Louvarei a Deus por te rever.
Desse passado glorioso
tão lindo, tudo guardei em minha
alma e em minha mente,
Este lugar está cravado aqui.
Para fazer-me sentir saudades de vc
Ahoooooo Nova Fátima....
Autr Ricardo Melo
O mundo se calou!
Não se ouvi mais risos,nem buzinas, corre corre, sons pelas ruas ,famílias passeando um para cada lado ..
Não se ouve mais palavrões , badalação e nem abraços
As ruas estão vazias e as estradas parecendo deserto..
As pessoas com olhares tristes e medo que virou pânico..
Neste momento quem não se falava por motivos fúteis agora estão se falando ..
As famílias que se esparramavam um para cada lado agora estão juntos em quatro paredes ...
As bocas que só falavam palavrões agora rezam pedindo misericórdia para Deus
As festas onde todos iam curtir agora não vai ninguém, nem mesmo quem as programavam
Os abraços não são mais calorosos porque o medo de se tocar se tornou frio como gelo ..
O mundo parou..
Se repararem vão ver que nem os pássaros estão cantando..
O céu está triste assim como a terra está...
Onde estão as crianças que corriam de um lado para o outro?.
O medo se tornou prisão em uma gaiola ..
.
Talvez tenha cido a única forma de nós seres criatura de Deus enxergar o quanto erramos esquecendo de quem nos deu vida e quem é a nossa família...
Estou na estrada agora e refletindo e pensando de como somos ingratos em não reconhecer o verdadeiro amor recebido do nosso criador ...
Arrependimento, reconhecimento ,amor ,união e paz é o que pode salvar a humanidade ..
Olhemos para Deus e pedimos perdão pelos nossos atos e palavras ..
Olhamos para os lados ,dando as mãos para o nosso próximo fazendo a caridade ..
Não conte os bens adquiridos,..
Mais o bem que você pode fazer para alguém..
Ilda Leite
18/03/020
CAMINHO SÓ VAGUEIO
Vagueio por estas ruas acidentadas
Escuto o som das algemas da mente
Onde o amor mudo roía-me desde dentro
E mastigava as flores de todos os sorrisos
O vento que uiva voa invisivelmente
Rasga a alma sombria com o pranto do dia
E veio a noite verter as lágrimas do céu
Para poder morder as palavras já escritas
Desfazendo a carne sem deixar os ossos
Âmago olhar imortal na calma do silêncio
Sombra inércia perde-se no nada dentro da íris
Nos submersos movimentos que a poesia penetra
Tristeza de criança
Criança, eu queria estar contigo nas ruas da sua infância.
Correr os campos e jardins com flores.
E dar-te os olores
que a vida te negou.
Queria trocar nossos sapatos,
talvez gostasse mais dos meus.
As minhas roupas (das sobras também), te daria.
Mentiria... Por um sorriso de quem ganha um novo presente...
E você nunca saberia que eu houvera trocado meu riso
pelo teus tristes olhos, contentes!
Minha alma vaga triste
Pelas ruas da cidade
Procuro um grande amor
Ou uma simples amizade
Amizade pode ser
Um ser humano
Ou um animalzinho
Pois não tem diferença
Pois por eles tenho carinho
AS CONEXÕES HUMANAS
As luzes dos postes se acendem. Se ouve carros nas ruas, buzinas estridentes e conversas paralelas. Neste exato momento, cada um está por enfrentar suas movimentações físicas e psicológicas. Há pessoas por todos os lados. São casais, são amigos e são desconhecidos na avenida movimentada. Há música, há festa e há energia em abundância. Muito além do que se consegue descrever, só se sente. Ser humano é ser movido pelos sentimentos e pelas conexões. É se aceitar e ser aceito. É criar laços e cortá-los. É conviver no ódio e na harmonia. É errar e reconhecer erros. Contudo, observar e também fazer parte de tudo isso é de fato sem explicações. A energia humana é algo que parte de dentro pra fora, que exala sem pedir permissão, que une todos os corpos. Ser vivo é ser além do respirar e o do bombear sangue. Ser vivo é se conectar a si mesmo e aos outros através da alma.
Júlia Dias.
As vezes encontramos o que se é perdido no mar,
na leitura, no caminhar das ruas, nas gravuras.
Encontramos o perdido na canção,
no toque do piano, no suor que escorre da alma,
à medida que bate o coração.
As vezes encontramos o que se é perdido em alguém,
no encontro de dois corpos, num beijo incompetente,
no luar do olhar de quem tasse bem.
Encontramos o perdido num drama,
num romance vermelho, na personagem vulgar,
na ousadia de quem se ousa a mudar.
Encontramos o nosso perdido em tanto lugar...
No entanto, não nos damos conta nessa busca hostil entre âmago e dracma,
Que o que sempre está perdido, quase sempre está em casa.
Quando atravessamos a porta, o fraco ruído noturno das ruas desapareceu e tudo que restou foi um silêncio tão profundo que fazia meus ouvidos zumbirem. Era como entrar em um túmulo.
É Natal -
É Natal nos sopés da madrugada!
É Natal na voz de cada Homem ...
Pelas ruas! Pelas casas! Há em mim,
como em todos, um apelo de ordem,
amemo-nos uns aos outros sem ter fim.
Tocam sinos na voz dos horizontes!
Há luzes que se acendem na escuridão ...
Há desejos que convergem para a Paz,
nasceu um Menino que esmaga a solidão,
e eu, ao longe, contemplando Monsaraz.
É Natal! E nós precisamos de Natais!
Precisamos que o Natal chegue aos Corações.
Que cada Homem saiba o que é o Bem ...
Que não viva apenas de paixões
e traga Amor no seu olhar também.
É Natal na Raiz do dia vão!
Aquele que nos esmaga sempre
que não sabemos por onde ir ou que fazer
ou que nos apetece regressar ao ventre
da nossa Mãe p'ra voltar a adormecer ...
É Natal nos vales da escuridão!
Aí onde a Luz precisa de brilhar.
Amemo-nos uns aos outros sem ter fim
porque nasceu um Menino p'ra nos salvar,
cultivemos o Amor como Rosas num jardim.
Quem vem
E não se arrisca
Voltará no trem da vida
Quem prever
Esperança?
Nessas ruas desumanas
Quem acreditar
Floresce
Com o raiar do sol na pele.
Será Natal onde não há grandes festas?
Será Natal onde as ruas não estão iluminadas?
Sei que é Natal nessas praças enfeitadas,
e que é mais Natal onde há grandes "orquestras".
Onde uma criança não tem pão, não pode haver consoada;
onde um mendigo passa frio, o Natal é mais escuro!
Tampouco será Natal onde um coração é duro,
nem tampouco terá Fé quem não acredita em nada.
E por vermos andar os outros, fazemos o nosso Natal,
com presépios e estrelas da divina ostentação;
e desta maneira, ninguém quer uma festa igual às dos outros,
que, com garbo, também querem distinção.
Não obstante, com mais de dois mil anos de atraso,
numa modesta manjedoura dos arrabaldes de Belém,
se Jesus Cristo levantar a cabeça, por acaso,
constatará que o seu Natal não é quase de ninguém.
NOITE: ARDOR E MELANCOLIA.
Olho em volta pelas ruas aonde ando,
Ouço o silêncio que vem junto com o medo
De encontrar o desespero, de ouvir um grito
Ou ecoar um berro ou escutar tiros de balas
Noite cruel, malina, traz consigo seus estragos.
Ah, negra amarga!
Auspiciosa e voraz
Não baila mais a minha lida
Companheira de tantas outras datas
Agora, fadigo nos fiéis compromissos da vida.
Que saudade de ti, menina...
Lembro de nossa amizade,
Quanta cumplicidade, alegrias, dores e amores.
Carregas comigo um laço que teimas em não desfazer
Porque como a ti, sou negra, obscura, estranha, cruel, malina,
Doce, meiga, afável, bela, serena, acolhedora e encantadora.
Amada escuridade,
Não aguento mais este cativeiro de livros, pdfs e artigos;
Preciso de ti, do teu consolo, do teu abraço, do teu corpo;
Corpo esse que me blinda de romance e longas histórias;
Por isso te quero novamente em minha vida!
Somos mais que amigas...
Pelos locais que encosto, buscando abrigos, sorrisos,
Vejo que tens outros amantes, felizes, e assim,
Embebeda-nos com teus contos, mentiras,
E cheiro fétido de cerveja passada no chão,
Junto a baganas de cigarros mal tragados.
Eu queria poder me separar de ti,
Não te ver mais, não te desejar,
Mas tudo que sei, nesses últimos dias,
É pensar, quão bom seria estar de preto
Sem me preocupar com as horas.
E assim, vou seguindo meus dias...
Imaginando o momento que andarei por tuas ruas,
Dobrarei tuas esquinas, beberei do teu mel,
Sem me preocupar com o fel da ressaca no dia seguinte,
Somente por te amar, por não conseguir te esquecer,
Por te ansiar nesta dura rotina.
Não desista de mim! Espere!
Pois em breve meu corpo vagará por ti,
Desfrutando de cada néctar que emana do teu existir
E continuarei a persistir até que meus dias findem
Ou que haja um significado existencial pra não te querer,
Madrasta noite,
Me tens em ti...
Mesmo levando minha santidade...
Meu resguardo espiritual...
Minh´alma à perdição....
Sou tua refém,
Sem saber como fazer...
Sentindo o enorme amor...
Sem capacidade de administrá-lo...
Sempre acabo me entregando a ti...
O que fazer
Pra não mais
Querer-te assim,
Diante da mania,
Chona, concubina, amada?!
Noite traíra, dissimulada, ácida, pacata, gentil e amiga...
Santa Suellen.
Viajando
Em ti pensando, e vendo a noite
passar.
Meu pensar viaja.
Perambulo em ruas, praças e paro
em qualquer lugar.
Noto calor em meus braços, é o sol
a raiar.
Dormi em uma poltrona,
após passar a noite, a te amar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Mrmbro da U.B.E
"agora estou caminhando pelas ruas, as lâmpadas dos postes clareiam meu caminho, repentinamente, percebo que minha sombra indiferente aos meus movimentos, tira o chapéu, se inclina e desajeitadamente faz uma reverência à vida"
IRMANDADE
Seres perambulam pelas ruas e becos,
Seres que eu costumo chamar de irmãos.
Por eles passam homens de gestos secos,
Gestos de quem nunca teve mãos.
...
Seres desprezados pela Consciência,
Seres que são filhos de Deus como nós.
Habitam o Mundo triste da sobrevivência,
Um outro mundo que não possui voz.
...
Seres que se alimentam da miséria
E se cobrem com o nevoeiro noturno,
Seres nunca esquecidos pela Existência aérea.
...
Seres que se alimentam da sofreguidão
E se consolam com o anjo taciturno,
Simples seres que eu amo de coração.
RIO, ENCANTO MEU
Quantas ruas, becos e vielas
Transpassam dentro de mim
São as esquinas da vida
Que escondem meus fragmentos.
Nas largas avenidas
Que amolecem os meu pisar
Ah, princesinha do mar
Garota encanto de Ipanema
Ah, sol da Prainha
Barraca do Pepê
Reserva Marinha
Desenrola meu espírito.
Alô, alô!!! Realengo, Madureira, Penha !
Trilhas de profundas caminhadas
Tijuca, Andaraí e Vila Isabel
Marchinhas de muitos carnavais
Meu Império Serrano
Nascido no alto da Serrinha
Tudo canta meu Rio de Janeiro
És tu que mora nos cantos de mim.
