Revolução

Cerca de 1209 frases e pensamentos: Revolução

Buscar revolução se divertindo no caminho

Inserida por daniel_augusto

Evolução sem revolução é involução

Inserida por maxrocha

Tô meio vazio
Meus poemas querem revolução deles próprios
São duas horas da manhã
Já li todas as notícias de esportes possíveis dessa semana
Já pensei mil vezes em escrever uma poesia
Falando da guerra fria da rede social
Amanhã tenho uma prova de redes 3.
Não consigo dormir.
Tive um sonho onde eu fugia constantemente
Passando por lamas, lagos e piscinas.
Acordei sem saber para onde fugir.
Tô bem cheio disso tudo
Mas ainda assim vazio.
Estou aos 45 minutos do segundo tempo
De um curso de engenharia
Ta três a zero pra mim.
Mas não to ganhando nada.
As construções de papel
Molham na primeira chuva.

Inserida por AldoTeixeira

Revoluir: a revolução da mente humana quando ela passa a evoluir. É irreversível. tks

Inserida por Todeschi

Obstinado senhores em revolução,
degradados momento em rumores,
obviamente d' traços d' indignação,
os outros seguidores, abraçam até,
estando em um estado de evolução,
degradante mente obtendo o carma,
no golpe profundo da me e mais vez,
recebo a trevas em que estive no ar,
aspirações ao longe, foram se, fogo,
mas, tentou negar, obvio no mar o ar,
deixado mais momentos inesperados,
destino afio o marco do desafio e dito,
na margem do destino algoz frio paira,
relativamente, trágico ador do veneno,
passado meramente és embalsamado,
nos dizeres do sumario, foste gravado,
dispendiosamente num rasto d' desejo,
revela se transpor, e instantaneamente,
dispôs atos renegados, nessa luxuria...
bem a qual esteja mergulhado a esta...
inóspita até tendencias as corriqueiras,
do querer transgride o vaco vagamente,
respira sonsas e turvas águas soberba,
gravuras sem testemunhas de tua voz...
espaço, explica tua aparição, atroz dor.
sempre o sendo algo que deriva do teor,
passado nu placido em ares vulgares...

Inserida por celsonadilo

Se o povo quer revolução, terá revolução.
Mas o povo é burro, e revolução hoje para eles é nascer, viver e morrer do mesmo jeito que vieram ao mundo . Então não temos revolução, e nunca teremos se continuar assim.

Inserida por EdersonSouza

A revolução de fora sai de dentro. Os sonhos de fora nascem de dentro. A revolução, quem faz somos nós.

Inserida por netomontana

Minha idéia da revolução cultural surgiu com a leitura dos livros de Lima Barreto, onde eu confirmava da maneira mais dramática a minha convicção de que o mal do Brasil era o desprezo geral pelo conhecimento, secundado, como compensação imaginária, pelo amor idolátrico aos símbolos convencionais do 'status' intelectual: cargos, diplomas, honrarias, essa merda toda. Quando me convenci de que, sem corrigir isso, era inútil discutir 'problemas brasileiros', achei que estava na hora de fazer algo a respeito.

Inserida por LEandRO_ALissON

..."Triste de um país que acredita na revolução das canetas, quando criminosos estão no poder." ... Ricardo Fischer

Inserida por RICARDOFISCHER2013

A revolução se baseia na comunicação, se faz pela luta e se adapta pela mudança e diversificação"

Inserida por lukee

Todo conhecimento que você teve até ontem, "está vencido"!
Na era da Revolução Tecnológica, da indústria 4.0, a atualização do cérebro precisa ser constante.

Inserida por Silaine

"Respeito, Retrocesso, Revolução começam em casa".

Inserida por oubi_inae_kibuko

Pais do carnaval
E de muita diversão
Imagine essa massa
Querendo a revolução
E questão de consciência
Ou e questão de opinião
Fazer a diferença
O viver com diversão

Inserida por jonas_junior

Descarte traz uma revolução na história da filosofia, falando do bom senso e da razão; a razão capaz de distinguir o verdadeiro e o falso e ele chamava esse bom senso de luz natural.

Ana

Livro - As Mulheres Invisíveis

Inserida por mariamadeiro

A Revolução dorme na Periferia

Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.

Inserida por JWPapa

"É o revolucionário que tem o desejo e a necessidade da revolução, não a sociedade".

Inserida por OSEIASFRANCISCO

A Primeira Revolução Industrial corresponde à primeira fase da Revolução Industrial, período caracterizado pelo grande desenvolvimento tecnológico iniciado na Europa e que, posteriormente, espalhou-se pelo mundo, provocando inúmeras e profundas transformações econômicas e sociais. A Primeira Revolução Industrial iniciou-se por volta de 1760, marcando a transição de um sistema feudal para o sistema capitalista, e durou até meados de 1850, quando, então, iniciou-se a segunda fase da Revolução Industrial.

Inserida por andre_serrano

A singularidade da revolução tecnológica não implicará apenas numa profunda transformação social, mas na extinção da humanidade, pois seres humanos perderão seu humanismo para tornarem-se cyber humanos.

Inserida por oseias_gulart

Eu sou o mastro da bandeira da revolução
Os restos do cavalo de Napoleão
Eu sou a brasa que matou Joana d’Arc
As 5 balas de John Lennon, reles cidadão

O lixo humano, escória da sociedade
Sou o que como e quem eu deixo de comer
Nasci do limbo e bailei pra essa cidade
Sou quem dá vida aos monstros que eu quero ter

Inserida por pensador

Não sou um ingênuo nem um utópico; eu sei que não haverá uma grande revolução. Apesar de tudo, podem ser feitas coisas úteis, como indicar os limites do sistema.

Inserida por pensador

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