Revolução
A Primeira Revolução Industrial corresponde à primeira fase da Revolução Industrial, período caracterizado pelo grande desenvolvimento tecnológico iniciado na Europa e que, posteriormente, espalhou-se pelo mundo, provocando inúmeras e profundas transformações econômicas e sociais. A Primeira Revolução Industrial iniciou-se por volta de 1760, marcando a transição de um sistema feudal para o sistema capitalista, e durou até meados de 1850, quando, então, iniciou-se a segunda fase da Revolução Industrial.
DEUS é DEUS ele toma um posição
Li faz a sua revolução
Você não precisa d arma na Mao
Um choque de 220 volts
Tentou mais não conseguiu mim manda pro açoite
A proteção é alta e passei mais uma noite
O escorpião tentou mais foi pro chão
Eu pisei e falei by-by malandrao
Centro um facão na minha frente
Eu sai ileso é claro mais não sai da minha mente
Monte santo Rafael e uma Naifa
Quase que mim manda pra NASA
+ eu era chegado os irmão colou na casa
No ligeiro ameaças
Mais eu não tava nem ai eu ea na paz
Com o senhor isso sim
Rapaz
Pai nosso que estas no céu
Proteja todos meus amigos do gosto do fel
Der uma vida mais doce que o puro mel
O tempo passou tenho amigos e não inimigos
Por isso eu sigo
Proteja quem eu gosto e amo
Não importa quem seja
Só quero q com o senhor esteja
Use seu braço forte e jogue longe a má sorte
Expulse todo o mal que queria dar o golpe
Sei que pode , tire eles do ibope
Traga seus Anjos e que eles cortem
O inimigo para quem nunca mais voltem
Pra que pensem duas vezes antes d atacar
As pessoas que orem .
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Nós pedimos mudanças mas não fazemos revolução. Nós queremos mudar o sistema mas nossas palavras são todas em vão.
As mulheres fizeram uma revolução para tornarem-se “modernas”, e lutaram de forma fervorosa e xiita contras as “Amélias”.
Penso que nós homens mesmo muito confusos no que diz respeito a relacionamentos (este foram para o brejo!), ganhamos muito com esta revolução feminista.
Impensável para nós a alguns anos atrás, morarmos sozinhos, fazermos todos os afazeres de casa, passearmos ou mesmo termos a possibilidade de diversos casos amorosos sem a preocupação com a conquista e nos tornamos homens especiais.
Hoje, diante a propositura atual, podemos aproveitar muito nosso espaço, nossa cerveja, futebol, nossas saídas sem qualquer satisfação a namoradas, noivas (faz tempo que não vejo alguém com aliança na mão direita), e esposas.
Mas os homens podem aproveitar esta contingência sem cometer excessos. Devemos aproveitar esta conquistas, depurá-las e aplicá-las de uma forma consciente, construtiva e principalmente respeitosa com nossos valores.
Não é por que aprendemos a cozinhar que devemos lotar os salões de beleza, buscando depilações, ou por que temos a “liberdade” que devemos nos vulgarizar saindo com qualquer mulher simplesmente por que estão a disposição.
Acho que podemos sim manter a nossa essência masculina, e caminharmos a passos largos para uma evolução que nos trará mais felicidade, e que nos deixará sempre preparados para enfrentar a vida sem dilemas e com mais felicidade.
Um dia a mulher descobrirá pra que serviu a revolução em busca de direitos iguais ... aí será tarde , porque ela já não será mais mulher !
A necessidade é que faz a revolução.
Não existe revolução sem necessidade.
Caso contrário, não é revolução.
A diferença da antiguidade e os dias atuais para nós jovens é que a revolução era considerada "cabeça falha", hoje é ser "cabeça feita".
As Pétalas da Revolução:
[Geração de "Valor"]
A geração do dinheiro.
Vinte e cinco anos.
Cinco mil por mês.
Casa grande.
Carro chique.
Terno fino.
Coração frio.
A geração do interesse.
Cigarro caro.
Bar de elite.
Chop do bom.
Vestido apertado.
Cintura fina.
Batom vermelho.
Senta na mesa.
A geração do papo reto.
Olhar 43.
Cansados do trabalho.
Mãos bobas na perna.
Olhar razo.
Acabou o shop.
Vamos por quanto?
Entra no carro.
A geração da rapidinha.
Chega no AP.
Espera na cama.
Vem do banheiro.
Lingerie que inflama.
Acaba a tranza.
Deixa um bilhete.
"Valeu pela noite"
Você foi só mais um banquete.
Os impactos da revolução tecnológica
Com o avanço das tecnologias, a tendência é que boa parte do trabalho desenvolvido pelo homem seja naturalmente substituído pelas máquinas, e dessa maneira uma grande quantidade de pessoas estarão futuramente com mais tempo livre ou desempregadas. Porém, sobreviverão a essa realidade apenas quem estiver inserido nas atividades criativas, ou seja, aqueles que desenvolverem trabalhos onde a criatividade seja o diferencial para o mercado de trabalho, estes sem dúvida não sofrerão tanto com os impactos da revolução tecnológica.
O medo nos leva para trás.
Dar voltas, essa é a origem da palavra revolução, e assim vemos o mundo mais xenófobo, homofóbico, machista, dogmático.
Teóricos afirmam que estamos na pós-modernidade, em que as tradições perderam aderência e a existência precisa ser inventada por cada um.
Diante disso, vivemos uma era de consumismo e depressão, exibicionismo e solidão, fé cega e descrença.
A busca por uma revolução aponta para uma busca de referências, de um olhar para trás em busca de um conforto.
-"Na minha época a vida não era assim não..."
Todos nós já ouvimos isso, o passado parece um lugar maravilhoso, cheio de alegrias, paz e união, pois diante das angústias de um mundo livre (entenda livre como promovedor de maior possibilidade de escolhas religiosas, sexuais, profissionais, identitárias...) o pavor assume maior poder.
Se tudo é novo diariamente, tudo o que sabemos possui pouca serventia, pois o saber pressupõe coisas estáveis, para as instáveis é melhor a criatividade, o improviso.
Em um mundo medroso, resta o ódio ao medo, que se traduz por ódio a causa do medo.
E contra a corrente nos resta lutar por mais amor e mais coragem, pois com auxílio podemos sim propor uma evolução criativa e corajosa para mergulharmos no abismo, em especial no abismo que habita dentro de nós.
O crack fez a revolução do século na periferia
é a desgraça dos fins dos dias que não foi prevista pelo Messias.
A próxima revolução científica acontecerá na área das Ciências Humanas. Faremos grandes progressos na sociologia, na psicologia social e na economia."
Pierre Lévy, filósofo francês, na conferência Fronteiras do Pensamento.
