Religiosos
Dogmas religiosos não salvam nosso destino, o conhecimento surge através do questionamento, nossas ações revelam os valores que nos movem.
Mais importante que a divindade é a dignidade de reconhecer o que se é.
A vida é uma incógnita que permeia o abstrato, dependendo da singularidade do espírito e harmoniado macro com o micro.
Enquanto à frente da comunidade Cristã estiverem esses manipuladores, religiosos dogmáticos que dizem seguir ao Deus vivo, mas seguem as suas próprias paixões infames, seus propósitos exclusivistas, e deixam vulneráveis os propósitos da verdade do evangelho, Deus não despertará a nossa nação.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Mais importante que frequentar templos religiosos, é fazer do teu coração um templo que seja frequentado por Deus.
Uma das funções do mal é inibir a prática do bem. Muitos políticos e líderes religiosos encontraram a fórmula perfeita para formarem um exército de gente que, praticando o mal, atendem a demanda do falso bem que eles pregam sem qualquer pudor.
Em todos os tempos, da história da humanidade, o poder e o dinheiro foram os reais objetivos dos grandes líderes das massas. Contudo, a nossa atual realidade, é que os fracos e fanáticos, não estão nem aí para a história. O prazer deles está na submissão, pois sempre foi mais fácil, acreditar, cegamente, em líderes oportunistas. Sempre foi mais fácil criticar quem pensa. Sempre foi mais prático condenar quem valoriza o próprio intelecto.
Desejo que a religião e os religiosos possam voltar-se novamente para Deus, colaborando no restabelecimento do diálogo, no incentivo à paz e na promoção da tolerância entre todos. Que assim possam fazer a diferença de maneira positiva na sociedade, tornando o BEM mais presente em seus discursos e práticas.
Os estados americanos que ainda permitem a palmatória são religiosos. Sam Harris, em sua crítica à religião e aos métodos tradicionais de educação e moralidade, frequentemente aborda como o condicionamento por medo ou punição é arcaico e contraproducente. Um exemplo que ele destaca é a prática de punições corporais em algumas partes dos Estados Unidos, especialmente nos estados mais religiosos.
Os negacionistas são como os religiosos: temem abrir as cortinas do mundo real e enxergar além de suas crenças. O medo de ver seus mundos ilusórios desmoronarem os leva a sustentar essas ilusões com mentiras, enganando a si mesmos — a pior de todas as mentiras.
No passado líderes religiosos
tinham um estilo de vida reservado, se manifestavam nos limites das suas congregações e se inspiravam na leitura e interpretação das escrituras, em orações e jejuns. Atualmente, não resistem aos holofotes e nutrem o seu espírito com boatos das redes sociais.
Aqueles que se curvam e aplaudem governos/autoridades corruptas e líderes religiosos falsos, serão os primeiros a se curvarem e adorarem a besta e o falso profeta.
¨Nasci nas dependência de uma igreja, aprendi ensinamentos religiosos, minha educação tem fundamentos religiosos e a sociedade em que vivo tem conceitos religiosos.
Não tenho emprego, não tenho família, vivo sozinho e a culpa é só minha.
O que foi que eu fiz até agora ou o que fizeram realmente comigo?¨
Muitos líderes religiosos se perguntam aonde é o caminho, Jesus Cristo fala, eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Todo bom homem é ateu.
Não tem como ser diferente, obviamente pode ter bons homens* religiosos, sem dúvida, mas para ser racionalmente/consciente bom só sendo ateu
*Apesar que sempre haverá dúvidas, ele é bom por que a bondade é consciente e racional ou ele é bom porque ele acha que deus mandou ser bom, mas se deus mandar ele ser mal ele não seria mais um bom homem.
Embora o Brasil seja marcado por uma história repleta de opressão e agressão por motivos religiosos, destaca-se que boas práticas pedagógicas que incluam a comunidade educacional, pais e representantes, podem ser eficazes se as necessidades forem levadas em conta e as preocupações de todos. Se forem bem-sucedidas, as práticas educativas poderão ser reformuladas e contextualizadas para implementação em outras escolas, o que poderia estimular melhorias na qualidade do ensino, além de promover a formação continuada de professores e gestores neste campo educacional.
É difícil debater com quem está enraizado a uma ideia.
Antes os fanáticos religiosos eram os cristãos, hoje são os ateus.
Deus pode ser comprovado pela existência da vida; agora me pergunto: como provar que não há imanência na natureza?
Voto de pobreza dos religiosos*
O voto de pobreza do religioso é o desapego das posses terrenas ou seja mundanas, segundo os mesmos, fúteis, bem como o desinteresse da elevação dos valores adquiridos pessoal em benefício de outrem em sua vida comunitária. Deste modo, visto que uma pessoa acumula fundamentos, bases ou alicerces, carecerá preocupar-se em intentar os semelhantes, com quem convive diariamente, promovendo seu desenvolvimento de vida espiritual, devotada, intelectual, especialista, repartindo cultura e sabedoria aos irmãos de congregação como se reparte o pão. O religioso que pensa unicamente em sua própria vida, moradia, bem estar, esquecendo o Instituto, irmãos consagrados, tendo conhecimento das reais necessidades das obras e iniciativas, vive uma pobreza falsa. A pobreza de cada religioso será refletida na Instituição, com sua oração, seu trabalho, seu esforço e dedicação, pois não é o Instituto de Vida Consagrada que constitui e faz o seu membro, mas sim este o constitui. Seu exemplo, seu testemunho vivo, é que o exterioriza e o lança no meio ambiente como germe inesgotável do amor cristão. tão importante, exercido pelos religiosos professos, concluo que o voto de pobreza será vivido na intensidade apresentada se os religiosos atenderem ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis.
Texto baseado ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis. Solange Malosto
Muitos religiosos parecem nos separar do resto do mundo, das espécies. Uma vez tentava defender os cachorros com um religioso, estudado formalmente, sem sucesso. Os cachorros que criem seu próprio Deus, seu próprio céu! No céu não tem cachorros nem gatos!
