Religiosos
A fé exacerbada e fanática, crenças ilusórias e fantasiosas e dogmas religiosos emburrecem e cegam a mente ao afetarem comportamentos.
Afetam nas escolhas inteligentes e nas decisões com bom senso, sejam elas individuais ou coletivas.
"Nos dias de hoje, humanos (religiosos) usam o termo deus para preencher a lacuna do tudo das coisas, pois na sua preguiça intelectual de questionar a autoridade, não descobrem o conhecimento científico e suas teorias racionais para explicarem os grandes questionamentos da humanidade".
"Enquanto existirem lideranças para impor seus dogmas religiosos extremistas como verdade absoluta para o mundo, nunca iremos vislumbrar a liberdade e o respeito a dignidade da pessoa humana".
"Existem dois tipos de religiosos:
aqueles que servem à Igreja e aqueles que servem a Deus. Homens de paz não se misturam com homens de guerra santa."
Não existe amor em religiosos e nem vida na religião! Seria o mesmo que esperar amor de um robô e ter esperança na conversão de zumbis.
Os Canceladores do Natal
Em alguns ambientes religiosos, tem uma turma de meninos que ainda são fracos e rasos na fé (Lc 7.31-34; 1º Co 3.1-2; 1ª Co 13.11; Ef. 4.13-15; Hb 5.11-14; Hb 6.1-2), que quando chega o fim de ano, começam uma campanha de cancelamento do Natal.
Aqueles que entram nessa paranoia e ficam preocupados com a origem de coisas, nomes, festas, datas, etc. (Cl 2.20-23; Hb 13.9), terão que sair do mundo. Temos que amadurecer na fé e pararmos de tratar tais coisas como se fossem do diabo, pois, então, virarão coisas do diabo mesmo em suas vidas.
Paulo ensinou que a gente deve ir ao mercado (hoje: supermercado, shopping, restaurantes, etc.), comer de tudo, dar graça a Deus, e celebrar a vida em paz (1º Co 10.25-33). Aqueles que celebram o Natal estão pensando no nascimento de Cristo, na família e nos momentos com seus entes queridos e nunca no diabo.
O Apóstolo Paulo ensina que não devemos ter tais conflitos, mas termos paz com uma certeza: Todas as coisas são puras para os puros; porém para os de mente impura, tudo fica impuro (Tito 1.15).
Infelizmente algumas pessoas veem o diabo em quase tudo. A mente delas está cheia de medos, fantasmas, decepções e amarguras; e tentam fazer discípulos de seus próprios medos e superstições. Não entrem nessas paranoias! Se entrarem, a cabeça se tornará um caos cada vez maior, se tornando escravos do medo e não tendo mais prazer em nada na vida.
Celebre com sua família e amigos o Natal em Cristo. A árvore é linda e foi uma inspiração de Lutero. O Papai Noel é só um marketing de vendas. Tentar paganizar ou demonizar o Natal é para pessoas paranoicas que tem o mesmo espírito de Herodes que desejou matar o menino Jesus (Mt 2.1-16). A vida já é difícil demais e ninguém deve se preocupar com a Árvore de Natal e o papai Noel. Os únicos censurados por Jesus não estavam vestidos de papai Noel, mas de “santos religiosos”, a qual Jesus chamou de filhos do diabo (João 8).
Aqueles que têm a Árvore da Vida no coração (Ap 2.7; Ap 22.1-2; Ap 22.14) não se preocupam mais com outras árvores. Foi para liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5.1).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Para infelicidade da religião e dos religiosos, o Evangelho da Graça não se adapta aos nossos desejos e costumes.
A lacração sempre foi uma marca dos religiosos e das universidades. Wesley e seus amigos do clube santo eram cancelados diariamente na Universidade de Oxford, onde eram difamados e apelidados de “Sacramentários”, “Entusiastas”, “Mariposas da Bíblia” e “Metodistas”. Esse último espantalho ou lacração acabou sendo definitivo, se tornando o apelido do movimento Metodista no século 18.
A marca mais gritante dos religiosos é que para eles as regras, os rituais e as tradições tem mais valor do que pessoas.
Muitos líderes religiosos quando percebem que um membro ou vários membros sinalizam uma possível saída da instituição, usam o artifício mental do medo, tagarelando que quem fica trocando de "igreja" é isso, é aquilo, vai acontecer isso, etc... Esse artifício é um jogo mental para manter o membro cativo em lugar que não o atende mais, nem espiritualmente e nem intelectualmente. A grande verdade é que se o lugar te faz mal, você pode trocar quantas vezes forem necessárias. O que você não pode fazer é trocar o Deus verdadeiro (Jesus) por outro deus.
Religiosos são apaixonados com a lei, com confissões de fé, e com formulas doutrinárias humanas que normalmente matam a vida - do que com o Evangelho da Graça que é o poder de Deus para transformação daquele que crê.
Infelizmente, as minúcias que os teólogos (religiosos do tempo de Jesus) gastavam tempo para interpretar raras vezes tinham qualquer relação com o amor. Eles não criavam regras detalhadas sobre o que significava amar o próximo ou ser misericordioso com alguém. Em lugar disso, a maioria dos regulamentos dizia respeito a coisas como guardar o sábado, definir as punições por fazer o mal, as formalidades necessárias para um casamento ou divórcio válido, voto de nazireu, dízimos e celebração da Páscoa. Em suma, eles achavam que rituais, cerimônias e dias santos eram as partes mais importantes da lei.
Infelizmente estamos presenciando uma geração de líderes religiosos viralizando e ficando famosos nas redes sociais não por ensinarem a Sã Doutrina ou refutarem falsos profetas e falsos mestres, mas por postarem vídeos de danças e outras futilidades. Assim, esses pseudos líderes têm sido mais agentes de distração e alienação do que da salvação.
Os religiosos e religiosas, em cada oração silênciosa renovam sua alma com o fogo vivo do amor que vem de Deus.
O mundo é uma grande latrina,
e os políticos e os religiosos hipócritas
são os excrementos mais fétidos.
Estes religiosos fanáticos, que curavam tudo, agora negam a COVID, pois descobriram que não curam nem uma #gripezinha
