Religiosos
É difícil debater com quem está enraizado a uma ideia.
Antes os fanáticos religiosos eram os cristãos, hoje são os ateus.
Deus pode ser comprovado pela existência da vida; agora me pergunto: como provar que não há imanência na natureza?
Voto de pobreza dos religiosos*
O voto de pobreza do religioso é o desapego das posses terrenas ou seja mundanas, segundo os mesmos, fúteis, bem como o desinteresse da elevação dos valores adquiridos pessoal em benefício de outrem em sua vida comunitária. Deste modo, visto que uma pessoa acumula fundamentos, bases ou alicerces, carecerá preocupar-se em intentar os semelhantes, com quem convive diariamente, promovendo seu desenvolvimento de vida espiritual, devotada, intelectual, especialista, repartindo cultura e sabedoria aos irmãos de congregação como se reparte o pão. O religioso que pensa unicamente em sua própria vida, moradia, bem estar, esquecendo o Instituto, irmãos consagrados, tendo conhecimento das reais necessidades das obras e iniciativas, vive uma pobreza falsa. A pobreza de cada religioso será refletida na Instituição, com sua oração, seu trabalho, seu esforço e dedicação, pois não é o Instituto de Vida Consagrada que constitui e faz o seu membro, mas sim este o constitui. Seu exemplo, seu testemunho vivo, é que o exterioriza e o lança no meio ambiente como germe inesgotável do amor cristão. tão importante, exercido pelos religiosos professos, concluo que o voto de pobreza será vivido na intensidade apresentada se os religiosos atenderem ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis.
Texto baseado ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis. Solange Malosto
Muitos religiosos parecem nos separar do resto do mundo, das espécies. Uma vez tentava defender os cachorros com um religioso, estudado formalmente, sem sucesso. Os cachorros que criem seu próprio Deus, seu próprio céu! No céu não tem cachorros nem gatos!
Livra-me Senhor
da falsa moralidade
Que paira sobre os homens religiosos
Que ensistem se justos aos seus próprios olhos.
Hipócritas religiosos são aqueles que se escandalizam com pequenos pecados nos outros enquanto acariciam grandes pecados no coração.
Alguns comportamentos e vícios são considerados como pecado por grande parte dos religiosos, julgados como algo em que os "pecadores" praticam por fraqueza ou falha de caráter, resultantes da falta de fé e comunhão com Deus onde se tem como consequência a influência do maligno na vida dessas pessoas... Quando na verdade - na maioria ou em boa parte das vezes - tais "pecados" tratam-se de transtornos cientificamente comprovados, não possuindo assim relação intrínseca ou tão somente com a espiritualidade e práticas religiosas, isto é, não necessariamente dependem de fé, força de vontade e ação voluntária por parte daqueles que os tem. (Refiro-me aqui - obviamente - a comportamentos, condutas e vícios relativos aos transtornos que não envolvam atos maldosos e criminais dos quais se tem por objetivo prejudicar ou ferir o outro).
Levando em conta o fato de que ultimamente está cada vez mais frequente situações de "escândalos" protagonizadas inclusive por líderes religiosos, em que parece ser inadmissível a condição de humanidade de um pastor ou padre. É nítido que muitas vezes eles próprios se colocam no mesmo nível de santidade de Jesus, quando passam - propositalmente ou não - uma imagem irrepreensível, ocultando suas limitações e falhas em uma tentativa vã de esconder os seus dilemas e transtornos, seja por não saberem ou simplesmente não quererem lidar com isso; uma vez que geralmente são eles os primeiros a apontar, julgar e até condenar os pecados alheios.
Depressão, ansiedade, fobias, entre outras comorbidades ou distúrbios correlacionados e resultantes de transtornos não corretamente laudados e tratados, como: TDAH, TEA, TOC... É mais fácil fingir que não acontece e espiritualizar tudo, do que reconhecer e falar sobre o assunto?
Isto nos faz questionar: Até que ponto a ciência e a religião não devem se misturar? E como ficam essas questões para o mundo real e para o Reino?
Crenças ou pecados, é para quem estão sob o julgo de dogmas religiosos de uma religião em primazia, não para quem está fora deste sistema de engodo e mentiras. E se algo requer fé para ser aceito, então é um absurdo acreditar no que quer que seja que estão dizendo sem ter provas de suas alegações extraordinárias, que requer também provas extraordinárias.
Milagres: muitos querem
Passeios pelos lugares religiosos: muitos querem
Conhecer e estudar a fé católica:
é como 3 pessoas católicas de "estatística" de cada 300;
70 pessoas católicas de "estatística" de cada 7000...Desse compromisso muita gente foge!
A maioria quer os benefícios de Deus, mas poucos servem a Ele do jeito certo!
Eu tenho três pedidos para os religiosos das diferentes crenças do mundo inteiro. Primeiro, respeitem a tradição das outras religiões e se esforcem para impedir os conflitos e as guerras religiosas. Segundo, as entidades religiosas devem colaborar umas com as outras e devem servir o mundo. Terceiro, para cumprir completamente a missão da paz mundial, deve se estabelecer uma organização na qual os líderes de todas as religiões possam participar.
Os religiosos, que conduzem a humanidade para o mundo ideal, nunca
podem se esquecer por um segundo sequer que cada um ocupa a posição de mensageiro da paz.
Os religiosos têm que tomar a dianteira para salvar a natureza. A natureza é a criação de Deus e um presente dado para a humanidade.
O mundo atual realmente necessita da participação de religiosos que
alcançaram um bom nível de espiritualidade através da fé.
Os religiosos são justamente as pessoas que se opõem à abundante injustiça e ao pecado do mundo, praticando o amor verdadeiro.
Entre ciência e religião, fico com a ciência, a não ser que todos os religiosos ao sentirem algum desconforto busquem socorro nas igrejas e não nos hospitais, e sejam curados é claro.
Os fundamentalistas religiosos, se incomodam com tudo, menos com a sua religião, demonstrando como são infelizes e frustrados, e que nada refletem da sabedoria e do amor divino, pois tudo se esvazia em suas atitudes sectárias de uma violenta antipatia, se tornando mera falácia numa hipocrisia extrema. Quem é feliz e bem resolvido na sua espiritualidade não se incomoda com a felicidade dos outros.
O inferno é temido pelos crédulos e religiosos, devido suas capacidades limitada de usar o intelecto, usando uma viseira como uma bússola que aponta um mesmo norte. Portanto eles só pensam que existe e nada mais.
