Religião
"A busca por pertencimento e conexão espiritual pode ter um custo alto. Muitas entidades prometem abrigo e acolhimento, mas cobram um preço por isso. Algumas exigem dízimos e ofertas, enquanto outras pedem mensalidades, transformando a espiritualidade em um produto a ser comprado e vendido. Por trás das palavras de amor e compaixão, muitas vezes se esconde a verdadeira intenção: o lucro. A fraternidade e o companheirismo são condicionados ao pagamento, e quando a contribuição cessa, a "fraternidade" desaparece. Isso mostra que, para muitos, o valor não está na pessoa, mas no que ela pode oferecer em termos materiais. A espiritualidade verdadeira não pode ser um negócio; ela reside na conexão genuína, no amor incondicional e na busca interna, livre de cobranças e exigências."
Quando morremos para o mundo e passamos a viver para a glória de Deus, as minhas batalhas deixam de ser somente minhas e passam a ser também do Senhor dos Exércitos.
Não creio que esse relâmpago passeio, que não dura nem um século, possa prender alguém pra sempre em algum lugar.
"Somos os arquitetos de nossa própria salvação; não confiem em fontes externas para encontrar o que está dentro de você."
Um ateu pode praticar boas ações tanto quanto um cristão. A bondade está mais ligada à espiritualidade do que à religião.
Cumprir dogmas em busca da salvação revela mais sobre contrapartidas do que compaixão.
Além das Religiões: Encontre a Salvação que Transforma de Dentro para Fora!
“Católicos e cristãos de diversas tradições falam em graça, muçulmanos em fé, budistas em nirvana, hindus em moksha, espíritas em evolução espiritual. Cada religião traça seu caminho, mas a verdadeira salvação ultrapassa doutrinas e dogmas. Ela nasce no silêncio do coração, onde arde a luz que liberta e vibra a verdade que transforma. Nenhum templo erguido por mãos humanas é maior do que o santuário interior onde habita a essência do ser.”
As religiões — e principalmente o Cristianismo, no Novo Testamento — criaram a figura de Lúcifer, a partir de uma tradução mal sucedida.
O termo significa “Luz” ou “Aquele que traz a luz”, um anjo belo e elevado.
Entretanto, no Cristianismo pós-moderno à brasileira, ele se tornou um ser horrendo e essencialmente mau.
Sabemos que esse ser mítico surgiu, em parte, para punir aqueles que não aceitariam a nova religião.
E a Santa Inquisição foi instituída justamente para perseguir e castigar esse “povo mal”.
Na minha concepção, Lúcifer é o nosso próprio pensamento — aquele que nos impulsiona a dizer ou fazer o que depois nos causa arrependimento.
Esse “ser mítico” vive dentro de nós.
E são as nossas atitudes que dão força à imagem desse “anjo de luz” transformado em mal para uma ou várias religiões.
Somos os demônios dos nossos próprios pensamentos e ações.
As religiões tentam moldar as narrativas, mas a grande verdade é que a fisiologia e as emoções são os elementos que regem a nossa vida!
Um homem verdadeiramente consagrado a Deus, não pode ser tocado sequer em suas vestes, por qualquer demônio.
"Se tudo o que nos restou deste caos político-social é a opinião. Então, opinião por opinião, que cada cidadão contextualize dignamente a sua."
Thiago S. Oliveira (1986 a).
Vamos fazer uma análise crítica e objetiva de um pressuposto tido como verdade, peça para um teísta de qualquer divindade para que materialize seu deus e faça ele aparecer no mundo físico e real usando seus poderes mágicos, caso nada mude e não apareça ninguém, isso só demonstra de forma incontestável que não existe divindade alguma.
De todas as religiões existentes, com valores religiosos diferentes e considerados absolutos por cada uma delas, não seria correto, pela Navalha de Occan, considerar que são os cérebros humanos quem criaram todas elas?
Não sou adepto à corrente ideológica do Positivismo fundamentada no século XIX, mas coloco o empirismo acima dos conhecimentos metafísicos e teológicos sem invalidá-los em absoluto. Ao contrário: em minhas pesquisas, experimentos e acompanhamentos de caso, tenho visto o empirismo solidificá-los cada vez mais. E não me refiro apenas às ciências naturais e humanas, mas também à esotéricas, religiosas, magísticas, mitológicas e todas as outras condenadas pelo ceticismo e pela ditadura exercida pela ciência cartesiana sobre as muitas formas do saber.
