Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
Quis trancar tudo dentro de si e colocar um aviso de "em manutenção", até que todas as partes anteriormente quebradas pudessem ser restabelecidas verdadeiramente.
"Dicadeumaleonina"
Cuide bem de você
Tome conta de si, reajuste-se, pergunte-se
Inclua o necessário, desligue o menos importante
Abra mão quando for preciso.E se ver que vale a pena,insista
Aumente a beleza do verbo permanecer
Nenhum dos prazeres advindos da amizade e da entrega confiante carrega em si, sinais de males, mas, corremos o risco de engendrar por prazeres que trazem em si maior números de males que de prazeres.
- Se chove lá fora, queima aqui dentro! – Já dizia a Patrícia Marx numa das suas músicas que, por sinal, eu gosto bastante.
E tem épocas na vida que é assim mesmo. Chega a chover tanto, a ponto do mundo aparentar estar por um fio, e no entanto, aquela chama resiste firme e forte lá dentro do peito.
É uma estranha espera silenciosa por algo que nem ao menos podemos definir, ainda. É um querer ainda sem feições. Uma lembrança ainda sem cheiro. Um mundo inteiro de possibilidades, aguardando apenas o tempo natural do florescimento humano de forma individual.
Ás vezes penso que se apaixonar é como passar diante de um outdoor de uma construtora, e se encantar com um imóvel ainda na planta. E a partir daquela simples ilustração, idealizar todo um mundo movido a esperanças recém saídas do forno.
E que se ver amando – e tendo a graça de ser amado(a) em resposta – é como finalmente ter as chaves na mão, colocá-la na fechadura, girar a maçaneta, dar o primeiro passo casa a dentro e então poder dizer, com toda a satisfação do mundo, que aquele sonho se tornou realidade. Que a sua vida recomeçou daquela porta a dentro.
E que o futuro que nos aguarde, porque há muito a ser feito e que aqui estamos, prontos para o que for preciso.
Aí vem novamente aquela doce passagem do tempo. Mas agora sob a proteção de um lar que aquece o nosso prazer de estarmos vivos e, agora, juntos, enquanto nos resguardamos – por vezes de nós mesmos – dos tantos excessos que cometemos também sem percebermos.
E então na segurança da escolha por sermos e continuarmos como unidade, transformamos todo o possível desequilíbrio, em energia linear. Abreviando as dores inevitáveis, enquanto prazerosamente ampliamos nossa coleção de pequenas - e doces - alegrias diárias.
Ah, os eternos começos... como são lindos!
Daí você para em si, cai em si. Reflete. Respira fundo. Cai em uma profunda nostalgia vivida, por vezes não vivida. Relembra do começo, do recomeço; Ah, como os começos são lindos, não? Passam-se momentos, anos até. Você comemora. Vive. Revive. Chora. Implora para o sentimento permanecer. Comemora, embora sabendo que esta poderá ser a última comemoração a dois, o último afago trocado. Vive-se intensamente cada presente, cada segundo, como se fosse o último, como se o futuro não fosse existir. E é isso... vivemos de momentos, somos momentos vividos, estamos vivendo.
Nossas notas
Do, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si
Você é a mulher Fá,
Eu sou o homem Sol.
Por vezes estou Lá,
Por vezes vem você de Ré.
E juntos estamos
Na dor, no amor e na fé,
Sem "si", sem dó,
Sem mi mi mi,
Com lá lá lá,
Mudamos de lugar.
Você é clave de Fá,
Eu sou clave de Sol.(Maykira/16)
E nada mais precisou ser dito.
O silêncio falou por si só...
Na dança dos relacionamentos,
os afetos não resistem
à deslealdade e ao desamor.
Cika Parolin
Cada pessoa carrega em si mesma uma imensidão de coisas desconhecidas, mas, para reconhecê-las há necessidade de muito preparo.
Existe a liberdade humana? A própria pergunta em si, já prova que ela existe sim. Jamais perguntaríamos se não houvesse algum grau de liberdade.
Ele me deixava confusa, dizia que queria me ver bem, que gostava de mim, mas nunca deu nada de si para que eu simplesmente ficasse bem. Você não pode querer me ver bem e só me fazer mal, tem alguma coisa de errado nisso.
Fui eu que disse: nosso amor,
se era só eu que amava.
Fui eu que quis
Me atrevi a desafiar seu silêncio
seu maldito desprezo e o meu orgulho..!
Agora entendi
Não haverá mais espera,,!
..
Como podemos viver tendo que tolerar tanto ? Será que um dia sufocarei ? As vezes gostaria de ser sincero em tudo e com todos, sobre o que sinto, o que penso, o que gostaria. As tradições, as pessoas, as circunstâncias, a opinião(pública) alheia, são tantos CALA A BOCA, como tem sido difícil viver em sociedade nos dias de hoje. Me sinto extremamente desanimado com esse quadro.
Pobres homens,
Vivem afobados a procura da felicidade e logo validam e certificam pra si, que o tudo a fazer é a procura ou em prol desta dita senhora felicidade.
Porém, na primeira amostragem, interrogação ou questionamento do outro/sociedade, se privam, ocultam, calam, desistem...
Vive-se mesmo a procura da felicidade do eu? Ou essa só é possível se o outro aprovar em sua existência?
Precisamos de menos de mundo e mais de nós!
Pois, no fim de tudo a vida é sua, quem vive ou pelo menos deveria é você, e que seja por você de fato!
- Responsabilizo-me totalmente por mim, por minha felicidade, por minhas escolhas, frustrações, dores e amores - isso é necessário!
Você é para mim
Um pedacinho do sol
Uma nota si bemol
Um raio de luar
Uma luz a me guiar
Um jardim sempre a florir
Uma criança a sorrir
Um amor reconfortante
Uma emoção constante...
Você é para mim
Um rio de água calma
Uma carícia em minha alma
Um perfume inconfundível
Uma presença imprescindível
Um pouco de cada dia
Uma gota de alegria
Um sentimento dentro de mim
Uma saudade sem fim...
(Mel 19/10/11)
Você descobre que a correlação entre o sonho e a realidade existem entre si, um espaço funcional importante: a felicidade. Para que a felicidade se transforme, é preciso estar independente de si mesmo...
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