Que o Ventos nos Leve
Ventos não trazem mais
A remissão, ainda há de vir
Da paciência dos tempos.
Foi como um disparo
Tão rápido quanto uma bala
Disparada por um revolve.
Abandonou em um silêncio promissor
Um romance que fora corrompido
De um abismo agora faz teu leito.
A sua ausência pesa
Digo aos quatro ventos.
Sinto o desejo
Que assim comigo
Aos tempos perecerá
E lembre-se
Que daqueles sorrisos
Na qual lhe ofereço
Embargados de segredos
Estes assim são.
Rosetas
Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer
O norte, o que todos querem
O sul, o que todos desejam
O leste, de onde tudo vem
O oeste, aonde tudo finda
Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.
Quem grita virtude aos quatro ventos muitas vezes está apenas tentando abafar o próprio vazio. A moralidade real não precisa de plateia: ela se prova no silêncio das atitudes.
Se a vida é um veleiro, os seus sentimentos são os ventos que impulsionam e direcionam essa nau. Assim, cultive os bons sentimentos, pois eles atuam como ventos fortes, que sopram na boa e correta direção do sucesso
"Que soprem os quatro ventos das veredas da justiça de Deus, trazendo até nós um alinhamento sobrenatural. Sendo assim mesmo que as tempestades, terremotos, dilúvios ou o furacões tente nos desalinhar da nossa meta que devemos caminhar. A chegada é garantida. Pois o Dono do tempo vai adiante indireitando nossas veredas e com Sua coluna de fogo vai nos guiando para cumprir o propósito."
—By Coelhinha
Por conta dos ventos, aqui do alto vejo ao longe a estradinha em suas tantas curvas, ora se esconde, ora aparece por entre o verde dos matos, imagem que parece um veludo macio especial e de tons, que acariciam minha alma... permanece assim, o balanço do canavial em aceno aos meus sonhos que sem querer escapam com os ventos, e aos poucos se perdem por aí, e vou ficando à janela, olhando as vírgulas do tempo, que pausam sem mim.
Construí um castelo onde as muralhas foram feitas do pó da terra e os sonhos soprados pelos ventos e encontram-se agora lacrados em baú fechado e espalhados no recôndito do meus pensamentos. A chave do castelo? - Perco todas vezes quando meus olhos se fecham em meu sono.
❝...Que os ventos soprem a alegria de viver
sobre teu caminho, que teus dias sejam floridos,
que o beija flor te possa levar um beijo meu.
Que tenha ternura, aconchego e amor neste novo
e lindo dia que esta começando...❞
--------------------------Poetisa: Eliana Angel Wolf
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︱田︱田︱︱田l田 ★..★.
Saudosa escrita
Através da janela aberta ventos saudosos chegaram,
Escrita em linhas tortas, versos sujam o papel,
Do celular, fotografias foram mergulhadas em sentimentos,
Na mesa, o café frio, a peça intima perfumada, rabiscos lacrimejantes,
Ventos fecham as janelas, muralhas crescem além da conta,
Amargos, são os detalhes da história recente,
Doces, são as migalhas das lembranças sem prosa,
As linhas, levam a uma estrada deserta abaladas pela saudade.
Mude o tempo
Ventos fortes, barulho de trovões, revoada dos pássaros,
O mar revolto, as nuvens densas, os sinos da igreja balançando freneticamente,
O coração ofegante, olhos esbugalhados, avisos estão sendo dados,
Algo novo esta chegando, de repente a calmaria, o silêncio, a tempestade não teve tempo de abalar as estruturas,
O Sol sorriu, a vida ganhou um arco-íris, o cenário é de amor,
As vezes encarar os problemas, as vezes desviar ou nem da atenção, muitas vezes viver de sorrisos, muitas vezes abraçar a felicidade.
A Magia da Lua Crescente
O Sol ainda brilha na tarde de ventos gelados de um Céu sem nuvens;
A Lua crescente já está postada no cenário com toda sua beleza, as flores dançam graciosamente implorando para serem notadas;
Uma sensação de paz me cobre o corpo todo, ao olhar para o horizonte são tecidas na minha mente lembranças da minha vida;
Olho novamente para as flores a minha volta e percebo que o ritmo de sua dança mudou está mais forte, sinto que essa apresentação queria me dizer algo, então olhei para o Céu e vi que eu e o Sol estávamos paralisados olhando para o magnífico poder da Lua crescente;
Do nada, vaguei suavemente desde a minha infância e adolescência, a plenitude da minha vida adulta, voei sobre as minhas viagens, revi amigos e familiares distantes, enxerguei os meus erros e acertos e por fim, pousei frente a frente com o meu grande amor, então, ela sorriu como um anjo e me abraçou, logo em seguida, elogiou a pureza do meu sentimento e dedicou a sua vida a viver comigo esse grande amor.
A linguagem angelical dos ventos direcionam múltiplas versões paralelas ao meu lado distante e conclui existir uma força superior que mantém os meus músculos na sincronia com os movimentos de diferentes igualdades próximas e distantes em tempos idênticos simultâneos, mas desiguais. Nessa contradição não compete impor fixa condição ou deduzir alguma mera ligação de certezas.
Divino poder celeste se não fosse TUA ilimitada maestria nenhuma forma aqui ou ali existiria e se não houvesse a tal biologia certamente TU ainda ai estarias por que a origem destes pensamentos foi feita permissão por TI aparecer e ao contrário de se imaginar querer ser, nenhuma criatura dessa dimensão conseguiria te criar ou recriar grandioso capaz de faíscas esplandecer ou ao menos tentar fantasiar de se iludir ou até se perder em conclusões e invenções paranóicas reais e surreais.
LUSCINIA
Sob o sol ainda brando da aurora
A sutileza dos ventos pacífica sua cópula sobre a copa das árvores em bulicio.
Tinhosa, a clorofila põe -se em rosa pros acordes dedilhar.
Seu canto magestoso me embala a versejar.
Prefiro a lira do seu canto
A copla de seus versos
Suas rimas seu trovar.
O mais celebre dos poetas
Se fazia destoar.
O Limiar
No limiar, não há ventos que empurrem,
nem mares que convidem ao salto.
Há apenas o peso da pergunta tardia:
“E se?” – um eco que se dissolve no vazio.
Aqui, a alma desperta tarde demais,
não para agir, mas para contemplar o que não foi.
Os olhos, antes cegos pela marcha do hábito,
enxergam, mas não movem os pés.
É tarde para o recomeço,
não porque o tempo se esgotou,
mas porque o coração se aquietou
no conforto áspero do mesmo lugar.
Há uma estranha paz em não cruzar,
em não arriscar o salto que devora o chão.
Covardia ou prudência?
Ou apenas a certeza silenciosa
de que o homem pertence ao seu medo
mais do que ao seu desejo?
O limiar não pede pressa,
não exige escolhas,
não grita nem sussurra;
ele apenas está –
uma linha imóvel entre o ser e o nada.
O despertar chega como uma lâmina,
fina, fria, cortando o véu da ilusão.
Mas a ferida não sangra coragem,
apenas o conforto amargo de saber:
a vida continua, mesmo no não-agir.
E assim, o homem se curva,
não à força da mudança,
mas à aceitação de sua própria fraqueza,
encontrando, no limiar,
não um início,
mas um fim que se alonga.
Um espírito liberto
que passeia livre
na dança dos ventos
sobrevoando a natureza
admirando a riqueza de seus detalhes,
alimentando a sua essência
usufruindo de sua liberdade.
Apresentação fascinante de encerramento em um grande céu dublado, nuvens numerosas, dança dos ventos, chuva com trovões e relâmpagos, emoções fervorosas, impacto assombroso, sonoridade poderosa, evento maravilhoso, temporário, fortemente, valoroso.
"Para ser o 'cara' você não precisa sair expondo aos quatro ventos o que fez ou deixou de fazer com a mulher que saiu ontem. Se ela lhe deu uma chance, é porque acreditou ver um homem em você, e não um moleque promovido a idiota de fundo de quintal."
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