Que o Ventos nos Leve
Nem todo vento vem provocar o caos! Alguns ventos vêm para colocar as coisas no seu devido lugar (Ez 37.1-9).
As diversas circunstâncias são ventos que sopram sobre nossas velas. Mantenha firme o seu leme e olhe para o horizonte.
Sinto saudades...
.....de todos
Os sorrisos que vem do firmamento
E da lassidão dos ventos... No desanimo do crepúsculo
Na tristeza dos dias mornos e das sinfonias
Tocadas por violinos distantes... Longínquos!
Tenho saudades dos jardins onde rosas adornavam
Misturando-se com Hortência... lírios e jasmins... O espetáculo
Mais perfeito da natureza onde o silencio é partilhado
Travando meus sonhos... Nas noites...
Onde tropeço... Contando estrelas...
E em meus caminhares fantasiosos
Quero cair abraçada contigo aliviando
as minhas saudades...para sempre!
Eu apenas...Sou Mar!
Sou mar rasgando as rochas...
Sou maré errante enfurecida pelos ventos fortes
Atravessei montanhas... Vales... Serras...
Percorri em fúria magoada ...lugares...arrebatados...
Em mim nas minhas geladas águas mergulharam dores...
....o lamento dos deuses...grandes amores..
alegrias...tristezas...enfim...
Às vezes navego em calmaria...
Em mim moram sereias encantadas...
E em mim prendi teu verde olhar...
E sou mar. sempre serei Mar..
Sou quase um sonho... Encanto os enamorados...
E deixo que a lua brilhe e ilumine as noites fazendo de mim
Um encantado!
Sou maresia de outono... Dentro do teu olhar...
Sabes meu amor... Sou uma essência fria... Talvez banal!
Hoje abro minha alma aos mais belos momentos...
Eu apenas ... Sou Mar!
Tormentas...ventos!
Arrastam-se no murmurar secreto das tormentas
o eco dos versos recheados de anseio
que escureceram no calor distante dos corpos ausentes...
dos translúcidos afagos...
Memórias devastadas pelo tempo..
E que sempre arrasto pela vida...
Onde pernoitam fragmentos de segredos entorpecidos...
De repente ruíram os sonhos...hoje...
Deixei de ver o teu vulto desenhado em minha retina...
A fúria dos ventos...
Deixa-me envolver
no murmurar musical das ondas do mar...
e nelas num bailar de melodias
entre seus gemidos abandonar-me
a fúria dos ventos que me arrebatam de ti
E voam anjos...
...
...eu os vejo pela janela...
e pra eles sopram os ventos nostálgicos...
E a efígie acorda os sentidos... As emoções...
procuro na memória momentos perfeitos...trilhas perdidas...
Alucinação... no orvalho da manhã
somente o teu rosto esculpido na vidraça
por meus dedos... Desnudos...
O real e o irreal da paixão nos permite viajar
Na brandura do tempo... E no meu silêncio existe um mundo intenso
De sons...na metamorfose dos meus sentires!
Eu sou o tempo
neste momento
De ventos fortes e mar bravio...
Ruídos que cortam e silenciam a eternidade...
Pois o silêncio é grande,mas ele fala
E deixa-me sentir como se eu fora
Um pedacinho de chão e eu te terei...agora que proclamo eterno...
E tu serás a natureza quando dança com o vento "
doces melodias...
Lancei meu grito silencioso através dos ventos
Como posso ter amado alguém inverossímil?
Por que esta dolorida dor continua encravada em mim
Já se passou tanto tempo...
Mas, eu caminho por entre arvores procurando uma réstia de luz...
Um verde de esperança...esquecer que te conheci...
E vi muitos pássaros... Invejei lhe as asas
Poderia voar...
Mas cantei na madrugada imitando-as...
doces melodias...
Esperando com meu canto acordar o dia!
Fragrância dos ventos...
E distante além…. De onde vêm os ventos
Persegue-me a marcha do tempo...
E as palavras morrem nas entranhas do céu
A calma descreve esta inércia dos sentires...
Somente a fragrância dos ventos...
Cheiro que me enchem as narinas de lembranças
Tão lacônica...tão minhas...
E eu sussurro na brandura dos versos que escrevo
Todos os dias***nos selvagens coloridos dos horizontes
da cor deste mar que são os olhos teus*
...e no silencio da noite
que demora a amanhecer as rimas surgem sem ecos...
de um poema que não consigo escrever...
***No silencio da noite... Despida de mim...***
Os países que em regra prosperam sabem aproveitar de modo eficaz os ventos tempestuosos de uma economia aparamente frágil e, tornam-na na melhor oportunidade de crescimento.
Todos os ventos que nos favorecem, serão sempre questionados pelo fracasso dos nossos conspiradores, mas, nem por isso, nos podemos permitir baixar a cabeça.
Os ventos que sopram sobre o nosso rosto envelhecido pelo tempo, não nos fazem voltar à adolescência, mas, nos faz lembrar que para frente é o caminho e, que a nossa marcha será apenas para o infinito.
"Quantas vezes já gritei aos sete ventos que por esse amor eu não me renderia mais?! Que não voltaria atrás, que era o fim. Sentimento iludido, distante e quase sempre estático. Há quem não acredite no 'amor doença'. Assim como aqueles que já encontraram sua cura. Verdade seja dita: entramos pluma e saímos rocha."
-Aline Lopes
Acreditar nas impossibilidades é um dever, confrontando os ventos fortes e as tempestades, até porque é preciso ser forte, mesmo não entendendo a direção exata do barco da vida.
Nas Vezes,Dos Ventos.
São tantas as vezes dos ventos.
Bons ventos.
Invisíveis por muitos motivos.
E são vários.
Os ventos que trazem carícias.
Que nos céus,se fazem.
E que se tornam mais fortes,quando se tocam.
E também se adoram.
Em muitos desvios,se formam mais ventos.
Por tantas vezes,os céus os indicam.
Entre as distâncias e outras naturezas.
Por mais ventos.
Voando sem parar.
Para qualquer lugar.
Onde os céus puderem estar.
Estarão com os ventos.
Em seus voos celestes.
Mais ventos.
É como tem que ser.
Os céus sabem disso.
Pois são maravilhosos e bem feitos.
De muitos jeitos.
Voando depressa,ou devagar.
São ventos.
Em tempos passados,às vezes céus.
Sobre os ventos.
Bem elegantes e retocando os seus azuis.
Até que em outras vontades,novamente,
voltem com os ventos.
Azul Divino.
O céu tem uma grande beleza.
Com os ventos se move através da própria vida.
Brilhante na cor azul,o céu vive.
Feliz e azulado.
Um azul de encanto.
Encantado com as manhãs que nascem em sua vida.
Um grande azul acima de outras naturezas.
O céu tem uma beleza que em sonhos são tocadas.
Nesse azul que segue através de claros momentos.
Com os ventos nas suas quatro direções.
Como cata-ventos invisíveis,criados dentro de sua vida celeste.
O céu é um lindo lugar.
Um refúgio transparente.
Onde o Sol nasce.
Em que o arco-íris começa.
Lindo céu azul.
Repleto de nuvens.
Que também seguem em sua vida.
Através de um azul celestial e predominante.
O céu está acima de muitas outras maravilhas.
E encantado com a própria vida,sabe que o seu azul é a sua divina inspiração quando amanhece outra vez.
Noite Polar.
Noites tão frias como os ventos que dançam ao redor.
Noites frias que lentamente contam os toques do tempo.
Quando anoitece,algo único cobre os sentidos noturnos.
Nas estrelas e as suas constelações.
Fazendo com que permaneçam intocáveis mesmo no seguir do tempo.
Noites frias e longas.
Em lugares distantes no Planeta Terra.
Que na sua contínua trajetória se movimenta de duas formas distintas,sendo guiado por uma força estelar incomum.
Noites frias e especiais.
Grandes paisagens feitas de neve e sussurros dos ventos frios que atravessam as longas ternuras em névoa.
Noites duradouras e frias.
Com o querido brilho da Lua e a sua beleza visível.
Brilhante sobre essas paisagens frias,
abraçadas pelo seu sexto sentido lunar.
Essas noites dos muitos ventos,precisam que o tempo se perca nos mistérios enluarados.
Para que continuem em uma contemplação da própria vida.
Ou por causa das milhares de estrelas.
Noites frias vistas por tantas vezes pelas coloridas Auroras.
Em cada cor um significado é percebido.
E refletido nas muitas marcas deixadas na neve.
Ou nessas noites frias que demoram para se reencontrarem com as manhãs.
É simplesmente algo deslumbrante.
Como essas noites frias predominam no horizonte por mais tempo.
No decorrer dos movimentos terrestres,atraídos por uma bondosa estrela amarela.
E o tempo mesmo com a sua exatidão,vê essas noites se tornarem mais demoradas e congeladas nos seus ponteiros.
É mais do que um charme ao luar.
Grandes noites frias,trazem lembranças de um inverno sonhado.
Com Auroras e a Lua.
Seguindo as fases de sua beleza,enquanto se aconchega em algum lugar nessas noites congelantes de um certo inverno.
Noites demoradas de um inverno,que de um lado tem uma quietude,e do outro tem mistérios.
Com um frio forte e determinado.
Que indica ventos sobre as margens brancas e sensíveis dessas paisagens.
Nessas noites alinhadas com o tempo.
Que gentilmente se retrai só um pouco,para que essas noites frias sejam mais do que um período seu.
Em paisagens congelantes,certos invernos se transformam em inspirações de noites como nenhuma outra.
**Entre Véus e Destinos** 🏹
Os ventos da existência sussurram segredos inaudíveis, e eu, peregrino de um cosmos desajustado, estou à beira da renúncia.
Exaurido pelo jugo das exigências que me circundam, vejo-me ilhado entre espectros de compromissos que se acumulam sem oferenda de sentido. O fardo se agiganta, e a reciprocidade tornou-se uma miragem em desertos de ingratidão.
Ergui impérios de esperança sobre alicerces solitários, apenas para testemunhar a poeira do desencanto soterrá-los.
Agora, os sinais ocultos me conclamam a romper com o que já não vibra em sintonia com a minha essência. Chegaste o tempo, será o tempo de obliterar vínculos que me enclausuram e transcender esta tessitura de repetições infecundas.
O ciclo se esgota, e nas entrelinhas do destino, vislumbro a chance de ressignificar meu legado. Desfazer-me do obsoleto para atravessar os umbrais de uma nova existência.
Não mais um prisioneiro do que se impõe, mas o arquiteto de um sonho que, um dia, ousou existir apenas dentro de mim.
Que os astros conspirem, que os véus se rasguem. O despertar se aproxima.
Mas há algo no ar, um chamado ancestral que ressoa em um idioma que minha alma reconhece, mas minha mente ainda não decifra.
Como se forças ocultas já tivessem escrito este momento em um pergaminho invisível, aguardando apenas que eu enxergasse os símbolos ocultos.
Talvez a resposta esteja além do véu do ordinário, em uma fresta onde a realidade se dissolve e o destino se revela. Sinto que estou prestes a cruzar um limiar que não tem retorno, mas… e se esse sempre tivesse sido o caminho?
O silêncio me observa. Algo aguarda do outro lado.
🏹
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