Quando eu me Entrego a você
Fecho os olhos e me entrego ao doce sabor refrescante dos primeiros dias de chuva... Nuvens? Não há... estão todas enevoadas em meu coração.
"Antes que eu vá, te entrego meu silêncio, por tudo aquilo que não ousei falar. No pouco revelado em cada fragmento, a síntese de uma alma que sozinha, segue seu fluxo, sem a nada ater-se, e a nada se apegar". (Fragmentos do Mentor Virtual - Campinas-SP - Nov/2011).
Tem vaga ainda pra namorado? Esposo ? Amigo? Ursinho de pelúcia? amante? Onde entrego meu currículo?
Encontro-me diante á uma parede que não me faz solitário e entrego meus segredos mais ocultos.
Não sei se faço-me repetição na divulgação de um silêncio que o verso se escondeu com a singela conquista desatinada.
Ou faço-me saudoso com palavras verdadeiras e justas que em prantos me realizo entendo os sentimentos, pois a noite nebulosa inspira-me e me traz o aconchego do amor.
Vou-me...
entrego as armas,
as coloco no chão.
Faço as malas,
entro no prumo...
Rendo-me ao descontrole,
aquele que certamente me salvará.
Deixo neste instante a mentira de que sou...
algo que nem sei oque é.
MInha identidade já perdi nem sei quantas vezes...
no correio não está.
Vou-me,
sair dos becos escuros,
lá não eu não quero mais flanar
Se alguém ainda acredita,
com isso não posso importar.
Vou buscar tudo oque me foi dado,
e que eu não pude cuidar
assim minhas digitais
finalmente encontrar!
RODA VIVA GIGANTE
A pressa nas ruas me apressa
Mas não me entrego, não
Continuo com meus passos lentos
E deixe que falem, chatos, emburrados
Eu só quero que o dia termine bem
Bem, sem estresse
Leve e calmo como uma folha que cai
Se incomodam por eu não ter pressa
Ou por eu ser a única a não ter
No meio dessa gente toda?
Não sou eu que preciso de respostas
Pois delas me alimento todos os dias
Na imensidão de um quarteirão
E na fraqueza das mentes caretas
Eu tenho vontade de rir
Mas na verdade, estou triste
Não ter alguém que me acompanhe
Nessa roda-gigante que chamam vida
E me pergunto: para que servem as rodas-gigantes?
São para enfrentar medos
E até mesmo acompanhar o vai e vem da vida
De forma tão lenta a perceber
Como a pressa desvaloriza momentos
Mas ninguém se importa
Nem mesmo eu que escrevo,
escrevo,
escrevo...
E nada muda
Eu me rendo.
Me entrego às traças.
Me transformo em metal, pra ferrugem me consumir.
Ou em madeira pra que cupins me devorem...
Ou em restos e dejetos dos quais os ratos se alimentam.
Só custa-me continuar humana e ser consumida pela dor da sua ausência.
DESCANSO.
Márcio Souza
Nas tuas mãos entrego-te o meu coração.
No meu coração toda a ternura de minh'alma.
Na minh'alma o silêncio e a mansidão da noite.
Na noite o descanso com o sono do meu cansaço.
No descanso o meu repouso nos teus braços.
E nos teus braços os carinhos dos teus abraços.
(Direitos reservados)
Carrego dentro de mim a chama do entusiasmo...
A tudo que me proponho fazer, entrego-me inteira,
empregando minha energia vital para que minha entrega
faça bem ao maior número, possível, de pessoas.
Cika Parolin
Não guardo mágoas!
Apenas entrego cada injustiça a Deus, sobretudo, as que não me dão a chance de defesa. Deus cuida de cada uma delas e ainda faz florir a minha vida com uma mente tranquila e um coração em paz. O peso jamais fica em mim!
111-Em teus
Em teus abraços eu me entrego
E desfruto desse aconchego, dessa paz
Que afaga a minha alma!
NÃO NEGO!
Sou nordestino e não nego
sou cria desse lugar
na seca nunca me entrego
só saio se Deus mandar
e esse orgulho eu carrego
e nesse chão só sossego
quando essa chuva voltar.
" O sonho vai devorando
As folhas do meu caderno
Me entrego de corpo e alma
Escrevendo meus sentimento "
Fuan
