Quando as Coisas Estao Ruins
Quando criança sonhava com um mundo cor-de-rosa, um amor dos sonhos... No meu primeiro amor de juventude tive uma grande decepção e me fechei deixando de acreditar, mas aquilo ainda vivia em mim, minúsculo, quase inexistente... até um belo dia, contra a minha vontade cresceu... muito... muito a ponto de ficar maior que eu mesma, mil vezes maior do que a primeira vez, ultrapassando meus limites, meu senso, minha razão... até o antigo sonho de princesa voltou, mas agora deixando a ilusão de lado entendo que nunca será possível, pois para ser perfeito precisaria ser recíproco... e me apoiei por muito tempo nisso, que era um sonho a dois, com algo que eu desconhecia que impedia. Pelo visto foi a maior das minhas ilusões, nunca ouve amor da parte dele, apenas um desejo de controle e diversão macabra, que juro não consigo entender e nem quero. Quando alguém realmente quer vai atrás, não deixa migalhas apenas para manter o controle emocional. Espero que tenha valido a pena, que tenha se divertido muito com tudo isso. Pois chegou ao fim. Adeus (sem reticências).
Não precisa ir atrás da verdade quando ela por si só se revela em todas as evidências; provando o que é realidade e o que é ilusão.
Ricardo Baeta.
Já parou pra pensar nisto? Só temos amigos verdadeiros,quando somos verdadeiros. E por muitas das vezes exigimos deles o que não passamos para eles. Um ombro de um amigo de verdadeiro.
Não é atoa
Não é a toa,
Não escrevo por escrever
Escrevo sem me sentir
Escrevo quando choro, e quando termino acabo sorrindo
Escrevendo, sinto como se estivesse me esvaziando
Nesse vazio, busco algo que me alimenta.
Quando estou cheio, escrevo novamente para me esvaziar...
É como se eu fizesse uma liquidação de estoque..
Precisando recompor as prateleiras para inovar minha imaginação.
Curam minhas dores, tumores, abrem meus sorrisos...
Conforta até a minha arcada dentária, mastigo como um leão faminto...
Sinto abraçado por alguém que não estou vendo.
Machuca o meu intestino,
Tomo água, e deito em um ombro amigo.
Estremece minhas mãos, como febre em ambiente aquecido....
Arrepia dos cabelos até o meu tornozelo.
Um encanto sufocante, que me sinto lembrado e esquecido.
Previne minhas dores, e a cabeça para de martelar...
Libera proteínas,
E vai criando novos substantivos...
E vem de mão beijada,
muitos, muitos adjetivos...
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Há algo chamado “distância crítica”. Quando animais encontram intrusos em seu território, eles observam primeiro. Depois atacam quando o intruso chega a uma certa distância.
Quando chega o fim do ano, tudo se contabiliza, tudo adquire um peso maior em nossa consciência...
As perdas e ganhos, ficam expostos às nossas emoções mais escondidas...
Somos humanos, e durante todo o ano nos esquecemos desse mero detalhe.
Precisamos refletir um pouco mais sobre esse assunto.
Esse ano também foi um dos mais mais difíceis, sim, mas, nós sairemos dele muito mais fortes, lhes garanto! Um FELIZ NATAL e um ANO NOVO repleto de esperanças renovadas.
11:59
Houve um tempo em que você era primeira pessoa, que eu pensava quando acordava
E última que eu pensava, antes de dormir
Hoje você é só lembrança
Lembrança;
de uma linda memória
Memória;
de uma linda história
"Quando o manjar é maravilhoso, ninguém se lembra da cintura."
(Gladston Mamede.
"Memórias de Garfo & Faca". Instituto Pandectas)
O fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos, quando temos a Filosofia como ciência, se pode confiar e, se a fé removesse montanhas, o mundo seria uma grande planície.
Fanatismo
O fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos, quando temos a filosofia como ciência, se pode confiar e, se a fé removesse montanhas, o mundo seria uma grande planície. Fui eu que fiz, diz a minha memória. Não ter feito isso, disse meu orgulho. Mantém imensamente inflexível e por fim é sempre a memória que cede. Será que é necessário existir o caos para gerar uma estrela ? Creio que sim. Aquele que sabe e reconhece por ser profundo, acaba que por si só sem se esforçar, por tornar-se obscuro.
Por conjectura, quando sonhamos que estamos sucumbindo, talvez não seja apenas um sonho, mas sim lembranças de como morremos em vidas passadas.
Todas as manhãs quando acordo, fecho os meus olhos novamente e penso:
"Será hoje o meu último dia?"
Há momentos em que eu sorrio o tempo todo demonstrando amar o meu lar, mas a verdade é que eu o odeio, e a certas datas do ano em que não suporto a visão desse lugar.
O Natal não começa perder o sentindo quando vai sobrando espaço na mesa por pessoas que partiram e sim pela ausência de pessoas ainda vivas, mas que não foram convidadas ou que de certa forma foram esquecidas. Para essas pessoas com o passar do tempo essa data vai perdendo a magia e se torna mais um dia comum igual a qualquer outro.
